BANCADA DIRECTA: Eles bem dizem que foi um erro de falatório cedo demais. Eu digo que foi um erro de casting. Eles querem mesmo tornar permanentes os cortes nas pensões, mas receiam o impacto na votação para a Europa. É uma bota que têm de descalçar, mas estão todos apreensivos. A coligação já ouve os acordes da Missa de Requiem de W. Amadeus Mozart

sexta-feira, 28 de março de 2014

Eles bem dizem que foi um erro de falatório cedo demais. Eu digo que foi um erro de casting. Eles querem mesmo tornar permanentes os cortes nas pensões, mas receiam o impacto na votação para a Europa. É uma bota que têm de descalçar, mas estão todos apreensivos. A coligação já ouve os acordes da Missa de Requiem de W. Amadeus Mozart

Eles bem dizem que foi um erro de falatório cedo demais. Eu digo que foi um erro de casting. 
Eles querem mesmo tornar permanentes os cortes nas pensões, mas receiam o impacto na votação para a Europa. 
É uma bota que têm de descalçar, mas estão todos apreensivos. 

Pensões: 
Portas reconhece que «houve um erro» 

O vice-primeiro-ministro reconheceu hoje que «foi um erro» o que se passou relativamente às notícias sobre um eventual corte permanente nas pensões, uma vez que ainda não há conclusões do grupo de trabalho que estuda a questão. 

«O que aconteceu foi um erro, não devia ter acontecido, o grupo de trabalho não concluiu a sua tarefa, não fez qualquer proposta. 

Não havendo proposta, nem documento, é evidente que o Governo não pode ter feito qualquer avaliação política, muito menos tomado qualquer decisão política», afirmou Portas no parlamento. 
 Paulo Portas respondia a uma questão do BE sobre o facto de fonte oficial do Ministério das Finanças ter veiculado a informação de que o executivo se preparava para tornar permanentes os cortes nas pensões, algo entretanto contrariado pelo primeiro-ministro e pelo ministro da Presidência do Conselho de Ministros e dos Assuntos Parlamentares.

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