BANCADA DIRECTA: Antonio Capucho. Um barão do PSD, fundador do partido após o 25 de Abril e militancia activa de 40 anos. Expulso agora do partido, não só porque foi contra a candidatura do PSD em Sintra, mas porque se tornou incomodo com os seus comentários contra o Governo, criticando a austeridade imposta aos portugueses. E essa por preconizar a redução de 50 deputados no Parlamento ajudou a arranjarem-lhe um par de patins

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Antonio Capucho. Um barão do PSD, fundador do partido após o 25 de Abril e militancia activa de 40 anos. Expulso agora do partido, não só porque foi contra a candidatura do PSD em Sintra, mas porque se tornou incomodo com os seus comentários contra o Governo, criticando a austeridade imposta aos portugueses. E essa por preconizar a redução de 50 deputados no Parlamento ajudou a arranjarem-lhe um par de patins

Antonio Capucho.
Um barão do PSD, fundador do partido após o 25 de Abril e militância activa de 40 anos.
Expulso agora do partido, não só porque foi contra a candidatura do PSD em Sintra, mas porque se tornou incomodo com os seus comentários contra o Governo, criticando a austeridade imposta aos portugueses.
E essa por preconizar a redução de 50 deputados no Parlamento é que lhe arranjaram-lhe um par de patins

O PSD e António Capucho

Ninguém pensa fazer de António d’Orey Capucho um mártir ou um suicida partidário. António Capucho é um conservador civilizado que não se revê no bando que tomou o PSD e cuja companhia lhe provoca brotoeja. Foi expulso ontem e e será reabilitado amanhã. Podem escrever!|
 Momentos. Sob o manto diáfano da hipocrisia

A sua expulsão é, sob o ponto de vista jurídico, inatacável. Calvão da Silva, professor em Coimbra, dado à luz politica por uma incubadora do defunto PM Mota Pinto, sabe que a jurisprudência partidária não é imparcial, serve a luta de cliques sob o manto diáfano dos estatutos. E não prescindiu do seu momento de glória expulsando António Capucho. E este Calvão da Silva só é conhecido lá pela Coimbra não passando da Ponte Europa e de Santa Clara. O rio Basófias acolhe-o meigamente. E que fique por lá muitos e longos anos.
   
Presumimos que após a inevitável limpeza que o PSD vai beneficiar a um mais breve ou imediato prazo e a inteligência e o espírito social democrata regressar ao PSD, Antonio Capucho regressará em beleza e será uma estrela no buraco miserável criado por Passos Coelho acolitado pelos seus apaniguados e interessados defensores

Deste modo a expulsão de Antonio Capucho torna-se num mal necessário para expurgar no futuro as lembranças funestas de Passos Coelho, Miguel Relvas, Marco Antonio Costa, Cavaco Silva e mais alguns. E que e4u não digo porque são tantos.

Antonio Capucho será a voz daqueles que sentem vergonha pelo que está hoje a acontecer no seu Partido que se dizia social democrata e agora navega num neo liberalismo radical mais.

Contribuições 
Quem é Antonio Capucho? 

Antonio d´ Orey Capucho nasce em Lisboa na freguesia de São Mamede em 3 de Janeirto de 1945. 

Academicamente tem o Curso Superior de Gestão e Organização de Empresas (ISNP. 1974) 

Antes do 25 de Abril sabe-se que apoiou as candidaturas da CEUD (1969) e da CDE (1973) 

Tendo aderido ao Partido Social Democrata em 1974, ocupou os cargos de secretário-geral adjunto (1975-1978), secretário-geral (1978-1983) e (1998-1999), vice-presidente (1987-1989, 1996-2000) da Comissão Política Nacional. Foi Deputado à Assembleia da República (1980-1999) e presidiu ao Grupo Parlamentar em (1984-1987 e 1999-2001). Integrou o VIII Governo Constitucional como Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, exercendo depois o cargo de Ministro da Qualidade de Vida no IX Governo. 

Foi Ministro dos Assuntos Parlamentares, entre 1987 e 1989, data em que assume a coordenação do Grupo Europeu do PSD e é eleito vice-presidente do Parlamento Europeu 1989-1998). É autor de A União Europeia. O que é e como funciona (1994), União Europeia a 15 (1996) e de De Roma a Amsterdão (1997). A 9 de Junho de 1997 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.1 
A 6 de Dezembro de 2010 foi feito Comendador da Ordem do Mérito do Luxemburgo.1 A 16 de Julho de 1984 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Mérito Civil de Espanha.1 Foi eleito presidente da Câmara Municipal de Cascais em 2001, 2005 e 2009, tendo renunciado ao mandato em Janeiro de 2011. Eleito para a Assembleia Municipal de Sintra nas eleições autárquicas de 2013 pea lista independente "Sintrenses com Marco Almeida" 

Adepto e praticante federado de diversas modalidades desportivas, foi ainda dirigente do Clube de Ténis do Estoril e da Associação Desportiva da Costa do Sol, de que é sócio-fundador. Medalha de Honra do Município de Cascais, Ordem de Mérito da Associação de Letras e Artes, Irmão honorário da Santa Casa da Misericórdia de Cascais e do Rotary Clube de Cascais-Estoril, da Associação de Prevenção e Desafio à Sida, do Clube Naval de Cascais e do Clube de Ténis do Estoril. Membro do Conselho Geral do World Monuments Fund (Portugal) e membro honorário da Associação Portuguesa de Museologia. Foi membro do Conselho de Estado (2002-2004 e 2008-2011). 

É cunhado de Helena Roseta, ex-militante do PSD, partido que deixou há muitos anos e agora integra o elenco dirigente da Camara Municipal de Lisboa eleita  numa lista do PS

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