BANCADA DIRECTA: A gente bem protesta, mas eles mostram-se insensiveis. Até quando? Mas o que é preciso é prevenir a malta!

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A gente bem protesta, mas eles mostram-se insensiveis. Até quando? Mas o que é preciso é prevenir a malta!


O secretário-geral da CGTP apelou esta quinta-feira ao povo português para que lute contra as políticas de austeridade do Governo e considerou que as marchas que estão agora a decorrer no país são um bom exemplo da indignação dos portugueses.

"Vale a pena lutar, mas há que prosseguir a luta para derrotar as políticas de austeridade e de empobrecimento deste Governo e apelo, nesse sentido, ao povo português porque o momento é de agir", disse o sindicalista durante o desfile que se dirige para São Bento, em Lisboa.

Arménio Carlos considerou que as marchas que hoje se realizam em Lisboa, Porto e Leiria "estão a correr muito bem, porque ao fim do dia, princípio de noite, estão milhares de trabalhadores nas ruas".

O sindicalista lidera a manifestação ao som de palavras de ordem como "o povo unido jamais será vencido", "é urgente e necessário o aumento dos salários" e "fartos de aldrabões, queremos eleições", entre outras.

A CGTP-IN marcou para hoje em Lisboa, Porto e Leiria marchas contra "a política de austeridade imposta pela troika e pelo Governo".
Em Lisboa, a manifestação, que termina junto à residência oficial do primeiro-ministro, foi antecedida de três pré concentrações: uma junto ao Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, outra junto ao Ministério da Educação e outra junto ao Ministério da Saúde.
O início das concentrações ficou marcado por intervenções de dirigentes sindicais de cada um dos sectores e membros da Comissão Executiva da CGTP-IN.

Os desfiles juntaram-se na zona de Picoas e no Marquês de Pombal, onde entraram os reformados que participam no protesto.

Os manifestantes seguem para São Bento, onde Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP-IN fará a intervenção de encerramento e onde será aprovada uma resolução reivindicativa.

A data do protesto foi marcada de forma a coincidir com a presença da troika em Portugal para mais uma avaliação do programa de assistência financeira.

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