BANCADA DIRECTA: "Governo vê os reformados como buracos na estrada", diz Ferreira Leite Antiga ministra das Finanças de Cavaco Silva lamenta que o Governo olhe para os reformados apenas como "despesa pública".

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

"Governo vê os reformados como buracos na estrada", diz Ferreira Leite Antiga ministra das Finanças de Cavaco Silva lamenta que o Governo olhe para os reformados apenas como "despesa pública".

Mas òh Manuela de que é que estavas à espera? Fico na duvida se estivesses no lugar do "rabbit" se não fazias o mesmo?
Na verdade só me congelaste o vencimento....Não mo cortaste...


"Governo vê os reformados como buracos na estrada", diz Ferreira Leite Antiga ministra das Finanças de Cavaco Silva lamenta que o Governo olhe para os reformados apenas como "despesa pública". 

A antiga ministra das Finanças, Manuela Ferreira Leite, lamentou hoje que o Governo continue olhar para os reformados como "buracos na estrada", vendo-os apenas como "despesa pública". 

No seu habitual espaço de comentário na TVI24, a antiga governante classificou como "absolutamente inumano" o aumento da contribuição extraordinária de solidariedade (CES), hoje anunciada pelo Governo. 

Segundo Ferreira Leite este aumento da CES é a quinta medida a atingir os reformados e pensionistas já penalizados com o aumento do desconto para a ADSE, cortes nas pensões de sobrevivência, o aumento da idade de reforma, e a aplicação do fator de sustentabilidade. 
 A Manuela tem muita razão. Os laranjinhas não podem agora desistir porque têm muitos buracos nas estradas para arranjar. Mas mentirosos como são estamos bem tramados......

 Para a antiga líder dos sociais-democratas, o buraco orçamental aberto pelo chumbo do Tribunal Constitucional à convergência das pensões, que estimou em 250 milhões de euros, jamais comprometeria o encerramento do programa de resgate. "Alguém acredita que por causa de 250 milhões de euros continuaríamos com a troika?", interrogou-se Ferreira Leite. 

A antiga ministra das Finanças de Cavaco Silva, desmentiu ainda categoricamente que 80% da despesa pública esteja relacionada com os pensionistas e os funcionários públicos, garantindo que pouco passa dos 50%. "Estão muito contentes porque afinal prenderam alguém que, afinal, estava inocente", rematou. 

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