BANCADA DIRECTA: Passos Coelho falou muito bem no IPDJ, lamentou que jovens qualificados tenham de emigrar, mas disse que o país tem esperança nesta geração. Mas não falou nos mais de 40.000 voluntários que recolheram alimentos para matar a fome a muitas famílias na pobreza e com crianças debilitadas. Que era uma obrigação do Governo mas é a solidariedade deste povo massacrado que acode a quem precisa.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Passos Coelho falou muito bem no IPDJ, lamentou que jovens qualificados tenham de emigrar, mas disse que o país tem esperança nesta geração. Mas não falou nos mais de 40.000 voluntários que recolheram alimentos para matar a fome a muitas famílias na pobreza e com crianças debilitadas. Que era uma obrigação do Governo mas é a solidariedade deste povo massacrado que acode a quem precisa.

Passos Coelho falou muito bem no IPDJ.
Lamentou que jovens qualificados tenham de emigrar.
Mas disse que o país tem esperança nesta geração. 

Mas não falou nos mais de 40.000 voluntários que recolheram alimentos para matar a fome a muitas famílias na pobreza e com crianças debilitadas. 
Que era uma obrigação do Governo mas é a solidariedade deste povo massacrado que acode a quem precisa. 

Primeiro-ministro falava este domingo na entrega de prémios a associações juvenis 











O primeiro-ministro disse que o país deposita esperança nesta geração de jovens tão qualificada e lamentou que esses jovens tenham de emigrar para se realizarem profissionalmente. Passos Coelho falava este domingo numa cerimónia de entrega de prémios do Instituto de Juventude e Desporto a associações juvenis, no Palácio Foz, em Lisboa, onde evocou o 1º de Dezembro, apesar de já não ser feriado. "Todos os portugueses têm sido convocados para este esforço imenso. 

Eu julgo que os jovens são, em qualquer caso, aqueles que podem dar maior profundidade a esta luta muito grande que estamos a travar para evitar que estas situações se voltem a repetir no futuro. E, realmente, nós temos hoje uma geração de jovens muito mais qualificados do que alguma vez tivemos na nossa história", afirmou. .

Num discurso de cerca de 25 minutos, Passos Coelho defendeu ainda que o fim do endividamento deveria reunir um consenso político e que a ideia não deveria ser contrariada por razões ideológicas. "Quem continuar por razões ideológicas a alimentar uma dívida que asfixia os portugueses está a usar a ideologia para afastar as pessoas das verdadeiras escolhas que possam fazer no futuro", afirmou. 

"Mas se eliminarmos estes elementos do nosso debate ideológico teremos todas as escolhas que podemos fazer, desde logo como é que queremos orientar a nossa despesa. Há uns que querem gastar de uma maneira, outros que querem gastar de outra. Mas é uma falsa questão querermos gastar o que não temos", acrescentou.

Aqui vai o que Passos Coelho não teve a coragem de dizer sobre uma campanha que não mais é do que substituir o Governo nas suas funções sociais
Banco Alimentar Contra a Fome recolheu 2.767 toneladas de alimentos 

A campanha do Banco Alimentar Contra a Fome, lançada este fim de semana em supermercados de todo o país, resultou na recolha de um total de 2.767 toneladas de géneros alimentares, informou hoje a organização. 

"Os resultados surpreendem pela solidariedade que os portugueses voltam a demonstrar, continuando - e apesar das grandes dificuldades económicas para muitas famílias portuguesas - a apoiar de forma tão significativa uma iniciativa em que acreditam e que os mobiliza, destinada a minorar as carências alimentares com que muitos dos seus concidadãos se debatem", realça a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, em comunicado. 
Os resultados desta acção, realizada num universo de 1.895 superfícies comerciais, ultrapassam os que foram alcançados por outra que teve lugar em maio e são ligeiramente inferiores aos obtidos na campanha levada a cabo no mesmo período do ano passado.

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