BANCADA DIRECTA: Fragmentos e Opiniões. O nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro" diz de sua justiça. Temos tantos Partidos politicos que a cada um se pode aplicar a máxima "cada côr, seu paladar!"

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Fragmentos e Opiniões. O nosso cronista "Olho Vivo e Pé Ligeiro" diz de sua justiça. Temos tantos Partidos politicos que a cada um se pode aplicar a máxima "cada côr, seu paladar!"

SUGESTÃO AOS PARTIDOS POLITICOS 

( mas quem sou eu para dar bitaites a estes melros…) 
Após 48 anos de partido único, fácil se torna dizer que o ideal é haver diversos partidos, cada um com a sua ideologia.
Foi isso que nos calhou na rifa. 

Temos partidos para todos os gostos e todas as ideologias. Acontece que o que à partida nos parecia bom, na prática não nos parece ser bem assim. 

Ora vejamos: nós votamos num partido e aparentemente num deputado (pois nos prospectos antes das eleições aparecem aquelas carinhas todas). 

Porém aquelas carinhas que estão lá não foram por nós escolhidas…estão lá colocadas porque a direcção do partido assim entendeu que foram esses e não outros. 

E aqui começa a perda completa do aspecto democrático. Podem chamar à assembleia da República a casa da democracia e assim é mas não está habitada pelos democratas que as cúpulas partidárias entenderam. E está tudo estragado de raiz. 

É preciso que eu voto em alguém - e na democracia representativa assim tem que ser – que conheça e a quem EU EMPRESTO O MEU DIREITO DE VOTAR POR MIM. E mais, será uma pessoa que eu também pela minha força do voto possa afastá-la se eu entender que não está a seguir o que eu pretendo. 
Ó melro (deputado) não cantes mais! Deixa o povo estar sossegado!...

O DEPUTADO terá que ser o meu representante ! – É fundamental e obrigatório. Acho que seria o deputado a entidade a ser contemplada com o voto e não o partido – pois só assim o deputado seria representante do votante. E da sua acção real na votação das leis, assim manteria ou perderia o voto. Isto daria ao deputado a sua independência e a sua ligação ao voto. 

O partido aqui só se limitava a por em prática estas questões. A Assembleia da República seria a única entidade a fazer leis. Os governos obtidos através das maiorias ou coligações de partidos seriam quem poria em prática as leis. 

Temos que “inventar” uma nova forma de sermos representados. Limpa e sem desvios. Os partidos terão que deixar de ser uma alcateia de interesses e uma porta fechada aos de fora. Se o não fizerem irão perdendo primeiro a credibilidade que é o que já está a suceder e depois os votos. 

As ideias acima expostas não passam de um diagrama vago sobre como poderemos ressuscitar a democracia. A tal, a verdadeira. 
É preciso pensarmos no tema e decidirmos avançar para mudar o mundo, dando cada um de nós o seu pequeno mas necessário empurrão. Não pretendo encerrar o debate nem deixar de acolher outras contribuições. Juntos poderemos chegar a um resultado que nos deixe em paz com as nossas consciências. 

Envio um abraço para os meus caros leitores

Olho Vivo e Pé Ligeiro
Lisboa. 2013. Dezembro.06

1 comentário:

Anónimo disse...

Senhor Adriano
Leve em linha de conta que uns Partidos andaram a gastar aquilo que não tínhamos e outros Partidos andam a pagar dívidas que outros irresponsavelmente contraíram
Cumprimentos e beijinhos para sua família
Mª de Lourdes Bonito

Obrigado Pela Sua Visita !