BANCADA DIRECTA: O irrevogável Paulo Portas. Pode-se dizer que há um “antes” e um “depois”. Referimo-nos à irreversibilidade da sua demissão.

sábado, 30 de novembro de 2013

O irrevogável Paulo Portas. Pode-se dizer que há um “antes” e um “depois”. Referimo-nos à irreversibilidade da sua demissão.

O irrevogável Paulo Portas. 
Pode-se dizer que há um “antes” e um “depois”. 
Referimo-nos à irreversibilidade da sua demissão. 

É um facto concreto e verdadeiro. Paulo Portas nas suas funções governamentais nas coligações em que entrou já foi Ministro da Defesa, dos Negócios Estrangeiros e agora Vice Primeiro Ministro. Tenho a presunção que se ele insistisse muito Passos Coelho dava-lhe a função de Primeiro Ministro

Não é que para Paulo Portas isso fizesse grande diferença, porque na realidade ele é o putativo Primeiro-Ministro e Passos Coelho subalternizou-se em relação a êle. Depois da demissão irreversível de Paulo Portas tudo mudou, Passos Coelho desapareceu, o presidente parece ser um pau mandado do governo e o PSD ficou entregue a uma figura menor do Porto, o Marco António desdobra-se em comunicações enquanto os governantes do PSD parece terem hibernado.  

O discurso do empobrecimento tão ao gosto de Passos Coelho deu lugar ao discurso do crescimento e das exportações de Paulo Portas. Passos Coelho rendeu-se à velhacaria de Paulo Portas e se não o designou primeiro-ministro permitiu-lhe assumir um protagonismo digno desse estatuto. 

Passos Coelho desapareceu e o verdadeiro primeiro-ministro passou a ser Paulo Portas e enquanto os ministros do PSD ou desapareceram ou têm intervenções patéticas. Agora é Portas e os seus íntimos que brilham, que inventam milagres, que se colam aos fracos sinais de retoma económica. Paulo Portas divulga antecipadamente os indicadores do INE, responde a Mário Soares, assume o estatuto de celta libertador, enquanto Passos desaparece e Cavaco Silva perde protagonismo afundando-se na falta de credibilidade de uma presidência reconhecidamente incompetente. 

Paulo Portas luta pela sobrevivência e pouco se importa que o consiga à custa do PSD. Passos Coelho é um derrotado e se o líder do CDS poderá sobreviver ao líder do PSD pouco resta o que sonhou impor à juventude portuguesa, o caminho da emigração. 

As voltas que o mundo dá..

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