BANCADA DIRECTA: Deixem o homem viver! É ele que neste momento é o único que faz rir Portugal com as suas idiotices. Ele terá de comer a minha açorda de marisco com gambas maradas!.....

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Deixem o homem viver! É ele que neste momento é o único que faz rir Portugal com as suas idiotices. Ele terá de comer a minha açorda de marisco com gambas maradas!.....

João César das Neves (JCN) e o Faceboock 
A sanha contra JCN já levou à criação de uma página do FB «Correr com o César das Neves do DN, TV, Rádio e U.C. (Universidade católica)». 
Só falta pedir a exclusão do devoto, do próprio FB, do Banco de Portugal e da missa. 

A vocação censória iguala a do bem-aventurado e o senso aproxima-se do dele. JCN diz muitas tolices? – claro que diz, e grandes, mas não fica sob a alçada do Código Penal. 


Acha que o ordenado mínimo deve ser reduzido e que os pensionistas são ricos? – De facto, ele pensa isso e revela a formação da madraça onde é aiatola, mas não sendo um pensamento digno, não é crime. JCN gostaria que a sharia romana fosse a legislação que substituísse o direito de família, sem divórcio, com cadeias abertas para a IVG e a lapidação para mulheres adúlteras?


 – É de crer que sim, mas há outros que pensam o mesmo e andam à solta. JCN gostaria de confiar a saúde, o ensino, os Tribunais, a assistência e as polícias aos Irmãos Católicos e transformar o Estado num departamento da Conferência Episcopal? 


– É natural, mas pensar que a demência mística possa abalar os fundamentos do Estado de Direito é não acreditar na democracia. JCN atira-se aos juízes do Tribunal Constitucional como um Cruzado aos mouros, mas não é diferente do PM que, com isso, perde legitimidade para o ser ou do presidente da CE, Durão Barroso, cuja chantagem devia ter sido repudiada pelo PR, se o houvesse. JCN cilicia-se, viaja de joelhos, empanturra-se em hóstias, inala incenso, encharca-se em água benta e extasia-se com o brilho da púrpura, a beleza do báculo e o fulgor da mitra? 


– E o que temos nós a ver com isso? O homem flagela-se e acha que «no [seu] medíocre quotidiano, continua a mesma mesquinha criatura que sempre foi»? 


– E que temos nós a ver com um raro momento de lucidez? A censura é sempre um ato inadmissível e, vendo bem, JCN é um manancial de humor que diverte muito mais com as tolices que diz do que António Sala com «Anedotas» que publica. 


Bancada Directa / Sorumbático

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