BANCADA DIRECTA: Síria. Um barril de pólvora prestes a explodir. O jornalista nosso amigo Fernando Correia fala-nos das armas químicas utilizadas na Síria contra a população civil e diz de sua justiça. São os nossos “Fragmentos e Opiniões”

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Síria. Um barril de pólvora prestes a explodir. O jornalista nosso amigo Fernando Correia fala-nos das armas químicas utilizadas na Síria contra a população civil e diz de sua justiça. São os nossos “Fragmentos e Opiniões”

Síria.
Um barril de pólvora prestes a explodir.
O jornalista nosso amigo Fernando Correia fala-nos das armas químicas utilizadas na Síria contra a população civil e diz de sua justiça.
São os nossos “Fragmentos e Opiniões”.

Armas químicas



Trata-se de um crime hediondo, ao nível dos maiores crimes conhecidos que têm sido cometidos ao longo dos tempos. 

A utilização de armas químicas contra populações indefesas que apenas reivindicam os seus direitos, enquanto seres humanos, é uma verdadeira aberração e não encontro forma suficiente de punição para quem ordenou o o procedimento e quem o executou.

As imagens que chegaram às nossas casas não enganam e são inequívocas. São absolutamente reveladoras da intenção de matar, de destruir, de arrasar sem a minima contemplação pelo ser humano. Não sei se cabe aos Estados Unidos, por si só, agir contra o Governo sírio.

Não sei se a essa potencia internacional se deve cometer o direito de agir isoladamente, como defensora da liberdade mundial. Isto porque os próprios Estados Unidos devem ter tarefas internas para executar rapidamente, também em nome dos Direitos Humanos.

Penso, no entanto, que a acção dos Estados Unidos deve ser bem recebida desde que acompanhada por outras nações e por outras comunidades de nações. Afinal, todos nós temos o dever e a honra de nos defendermos uns aos outros, respeitando os direitos das pessoas respeitando os direitos das pessoas e procedendo de forma a que todos os habitantes deste planeta sejam tratados da mesma forma.
A impunidade é inimiga do bom senso e do equilíbrio que a própria natureza nos propõe, donde este acto criminoso com armas químicas deve ser punido exemplarmente, até porque os seus efeitos vão sentir-se a longo prazo.

Somos habitantes da Terra sem nos respeitarmos e sem respeitar o local onde vivemos

E quando o não faz através de armas químicas, o homem utiliza as armas do poder, da politica, do dinheiro, da economia e da ameaça constante.

Pobre planeta Terra que tão mal tratado tem sido. E pobres de nós que somos vitimas das loucuras dos outros

Fernando Correia

Fernando Correia escreve no "Jornal Daqui" do Concelho de Mafra

1 comentário:

luis pessoa disse...

Pois é, meu caro, mas o problema é que fontes independentes dizem que foram os "rebeldes" amigalhaços do Prémio Nobel da Paz mais aberrante de sempre, Obama, que mandaram o gás!
E na verdade só eles tinham interesse nisso, porque o exército governamental já está completamente por cima e em vias de vitória militar.
Daí a pressa do Prémio Nobel da Paz em fazer uma guerra imediata, com a ONU ou sem ela!
Pudera, ser Prémio Nobel da Paz é assim mesmo, lutar sempre pela guerra, contra os inimigos. Sabe, o antro do terrorismo mundial mora na Arábia Saudita, mas essa gente é amigalhaça dos EUA, por isso há que fazer a guerra noutras paragens.
É claro que o governo sírio é do piorio, ditadores e torcionários, mas isso não permite que alguém vá fazer guerra sem provas inequívocas das suas responsabilidades no ataque com o gás.
Nem sequer ao Prémio Nobel (pasme-se) da PAZ! Lembram-se das armas terríveis do Iraque? Que os criminosos Bush, Asnar, Blair e o capacho Barroso juraram existir e terem visto? Lembram-se?
Cá está o 2.º capítulo (ou 3.º, se contarmos com a fantochada Bin Laden).
Estamos muito bem entregues, sim senhor!
Revolta contra o uso de gases químicos, SIM, COMPLETAMENTE!
Punição dos responsáveis, SIM, COMPLETAMENTE!
Temos é que saber A VERDADE. E essa verdade NUNCA virá dos EUA, por motivos mais do que óbvios.
Esse é o nosso drama!

Obrigado Pela Sua Visita !