BANCADA DIRECTA: Nuno Crato, o ora Ministro da Educação deste país. O seu caminho descendente nas ruas da amargura deste sistema educativo. Era um óptimo professor e agora vive numa confusão dos diabos.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Nuno Crato, o ora Ministro da Educação deste país. O seu caminho descendente nas ruas da amargura deste sistema educativo. Era um óptimo professor e agora vive numa confusão dos diabos.

Nuno Crato, o ora Ministro da Educação deste país. 
O seu caminho descendente nas ruas da amargura deste sistema educativo. 
Era um óptimo professor e agora vive numa confusão dos diabos. 

Crato acaba com Inglês obrigatório no 1.º ciclo Ao encurtar as Atividades de Enriquecimento Curricular o ministro da Educação acabou com a obrigatoriedade do ensino de Inglês. Cabe às escolas decidir. 


Curiosamente, as aulas de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), continuam a ser de “oferta obrigatória”, como dizem os docentes discricionariamente nomeados pelos bispos diocesanos e obrigatoriamente pagos pelo Estado Português. 


Gabinete de Nuno Crato lembra que o Inglês não era de oferta obrigatória no 2.º e 3.º ciclos do ensino básico 

Há escolas que, este ano letivo, deixaram de oferecer Inglês no 1.º ciclo ou que mantêm a oferta apenas em alguns anos de escolaridade, enquanto outras continuam a ensinar a língua. 

A variedade de situações é possível já que os estabelecimentos de ensino deixaram de ser obrigados a facultar estas aulas. O fim da obrigatoriedade foi determinado por um despacho de julho, assinado pelo ministro da Educação. Apesar de ter mantido o período de funcionamento das escolas do 1.º ciclo até às 17h30, Nuno Crato mandou reduzir as Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) para metade do tempo. E retirou a obrigatoriedade do ensino de Inglês, introduzida pela primeira vez em 2005, no tempo de José Sócrates. 


Nuno Crato – De honrado professor a ministro medíocre de um medíocre Governo Nuno Crato, dizia ontem no telejornal das 20H00, na RTP, que o ensino do inglês deixava de ser de oferta obrigatória no 1.º ciclo porque «à palavra ‘obrigatório’, preferimos (plural majestático?) a palavra liberdade». 

O ministro da facultativa Educação e Ciência, que acrescentou ao curriculum académico o pouco glorioso epíteto de ministro de Passos Coelho, acaba com a obrigatoriedade do ensino de Inglês no 1.º ciclo, retrocesso civilizacional que coloca os filhos dos pobres em desigualdade com os filhos de quem pode pagar o ensino da referida língua. 

 Melhor dito, o ensino do língua inglesa fazia parte obrigatória das chamadas Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC), embora estas fossem de frequência facultativa. Agora, graças à ‘liberdade’, segundo Crato, deixou de fazer parte obrigatória, forma que encontrou para o banir e contribuir para o regresso à discriminação social. 

Há vidas que minam a honra e corroem a decência, num trajeto sombrio, de quem vem da escola pública para a arruinar, fazendo medrar colégios privados e escolas pias. 

Pobre ex-professor a viver dias atormentados porque foge da sua realidade para a qual está vocacionado e envereda por caminhos sinuosos sempre prejudiciais a esta Educação.

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