BANCADA DIRECTA: Vamos rezar uma missa de Requiem na altura do funeral deste pretenso acordo tripartidos, dito de Salvação Nacional. Como se chegou a esta situação? O mais alto responsável desta República que se explique!......

sábado, 20 de julho de 2013

Vamos rezar uma missa de Requiem na altura do funeral deste pretenso acordo tripartidos, dito de Salvação Nacional. Como se chegou a esta situação? O mais alto responsável desta República que se explique!......

Vamos rezar uma missa de Requiem na altura do funeral deste pretenso acordo tripartidário, dito de Salvação Nacional. 
Como se chegou a esta situação? 
O mais alto responsável desta República que se explique!...... 

Primeiro demitiu-se Vitor Gaspar e logo de seguida foi a vez do inefável irrevogável Paulo Portas. Passos Coelho tremeu e garantiu de imediato que a sua demissão não estava nos seus planos. Mais tarde diria em pleno Parlamento que o seu mandato duraria até ao fim. Estava armado a cerimónia do funeral mas Cavaco prolongou a agonia e lá engendrou um’lano de Salvação Nacional, onde ele se punha de fora e delegava nos partidos do arco da governabilidade o trabalho para desenrascarem o imbróglio.
O falhanço das negociações foi rotundo e creio que não haveria alguém com bom senso que acreditasse que elas chegariam a um acordo positivo. Foi o que sempre dissemos. O anúncio de ruptura das negociações à volta de um ‘compromisso de salvação nacional’ agrava uma turbulenta fase política despoletada com a demissão do ministro Vítor Gaspar, acompanhada no dia seguinte pelo ‘irrevogável’ abandono de Paulo Portas, que deixaram o Governo sem pé.

A intervenção do Presidente da República nesta ‘grave crise’ (as palavras vieram de Belém) teve o condão de não clarificar a situação política. Antes pelo contrário, introduziram novos vectores de perturbação em todo este processo.

Mau grado isso e dado que a comunicação do PR ao país no dia 10 de Julho continha - após uma exaustiva preocupação justificativa para a não convocação de eleições antecipadas - uma proposta de compromisso entre os signatários do Plano de Assistência Económica e Financeira com vista a viabilizar um programa de Governo que fosse capaz de concluir esse Plano até 30 de Junho de 2014. Hoje - e após a ruptura - foi possível conhecer as propostas que o PS apresentou aos outros partidos da negociação em documento escrito para viabilizarem um eventual acordo de Salvação Nacional. 
Claro que ninguém duvidava que a partir da vaidade e da intolerancia de Passos Coelho estas propostas seriam aceites 

Por assim dizer a discussão chegou à rua.

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