BANCADA DIRECTA: Será que o primeiro ministro do Governo de Portugal é uma pessoa credível? Parafraseando Seguro, claro que não é! São contradições e contraditas: anteontem foi a inovação da “União Nacional” e ontem foram os impostos

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Será que o primeiro ministro do Governo de Portugal é uma pessoa credível? Parafraseando Seguro, claro que não é! São contradições e contraditas: anteontem foi a inovação da “União Nacional” e ontem foram os impostos

Será que o primeiro ministro do Governo de Portugal é uma pessoa credível? 
Parafraseando Seguro, claro que não é! 
São contradições e contraditas: 
Anteontem foi a inovação da “União Nacional” e ontem foram os impostos 

Em Pombal foi a contradita da não perversão de uma "União Nacional"

Há dois anos Pedro Passos Coelho verberava a criação de uma “União Nacional” nestes termos:  

“O presidente do PSD entende que a ideia de haver a necessidade de se «fabricar em Portugal uma espécie de união nacional é uma perversão ainda para mais a ser evocada num dia como este” e acrescenta: 

 «A união nacional não é desejada em Portugal nem pelos que têm memória da que já existiu nem daqueles que, com prudência, aprendem lições do passado». 

 Abril de 2011 

Agora mostra-se arrependido daquelas considerações e dá a mão para a emenda: "Desde que tenhamos os pés assentes na terra e sejamos realistas – quer dizer, não comecemos a estabelecer objectivos que estão manifestamente para além daquilo que as condições nos permitem –, então é possível vencer e ultrapassar obstáculos e conseguir um clima de união nacional, não é de unidade nacional, é de união nacional, que permita essa convergência", 


Palavras de Passos Coelho, discursando em Pombal na sessão solene de abertura das Festas do Bodo. 

Julho de 2013 
Em Alijó foi a contradita dos aumento de impostos. Com tanta passeata Pedro Passos Coelho terá tempo para se debruçar sobre dossiers importantes que dependam dele?

Francamente. 

É preciso ser oportunista e entrar-se vivamente numa campanha eleitoral para não perder o poiso nem a serventia daquele Mercedes de alto gabarito.


Sobre o que disse Pedro Passos Coelho sobre a perversão da União Nacional ver aqui


Em relação aos impostos Pedro Passos Coelho que durante dois anos sacrificou os portugueses com impostos desumanos vem agora mostrar-se arrependido e diz agora agora que os impostos exorbitantes  não criam desenvolvimento. Confira o que ele disse agora clicando aqui


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