BANCADA DIRECTA: Cavaco no seu melhor estilo! Zurziste-me a alma quando eras director do “Independente”. Agora vais pagar as favas. E, claro, Portas foi alvo de uma vingança fria!..... Mas afinal de que é que estavam à espera?

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Cavaco no seu melhor estilo! Zurziste-me a alma quando eras director do “Independente”. Agora vais pagar as favas. E, claro, Portas foi alvo de uma vingança fria!..... Mas afinal de que é que estavam à espera?

Cavaco no seu melhor estilo!
Zurziste-me a alma quando eras director do “Independente”.
Agora vais pagar as favas.
E, claro, Portas foi alvo de uma vingança fria!.....
Mas afinal de que é que estavam à espera?

Sócrates foi a vitima de Cavaco na altura certa para proteger um futuro governo sob a égide de Passos. Mas foi Sócrates que provocou a sua saída estratégica naquela altura, visto que ainda não estava desgastado por medidas de austeridade que mais tarde foram implementadas pelo Governo de Passos.

Claro que Cavaco compreendeu que Sócrates se arrastava a caminho de um resgate financeiro, na sequencia de pack em pack que já ia no 4. Tinha-o ameaçado na sua tomada de posse e com o pretexto de ele não lhe ter dado conhecimento, antes de Bruxelas, do conteúdo do pack 4 mandou-o ir dar uma volta. Foi Sócrates que pediu a sua demissão, mas, praticamente, ele foi posto na rua, por uma rejeição unanime no Parlamento do seu pack 4.
Terminou em Paris filosoficamente entretido a matar o tempo e a sua travessia do deserto.

 Com este Governo de Passos sempre acarinhado por Cavaco surgiu o inevitavel desgaste que terminou com a demissão de Gaspar e depois de Portas. Cavaco teve de interferir. Claro que Cavaco Silva cansou-se de proteger o Governo com que se vingou de Sócrates e acertou contas, finalmente, com a figura esperta que o desancava nas páginas de um semanário, e cortou cerce as promessas públicas que fizera de proteger o Governo e as políticas seguidas. .

Anteontem,, farto de Portas, cujas diatribes no Independente nunca digeriu, devolveu-lhe a humilhação a que o sujeitou quando encenou a posse da ministra das Finanças e não lhe aprovou a remodelação laboriosamente imposta a Passos Coelho. O PR não teve a coragem de denunciar ao país quem causou a crise; não refletiu sobre o ministério das Finanças, onde ficou a continuadora do ministro que se demitiu por ter falhado a sua política num governo sem liderança; ignorou as acusações do Ministério Público sobre ela, no caso dos contratos ‘swap’, e a grave suspeita de ter mentido à AR; sonhou um cenário donde excluiu o PCP, Verdes e o BE, como se esses partidos não tivessem legitimidade eleitoral; e, finalmente, chantageou o PS, que deliberadamente ostracizou, para o colar à deriva insensata, como se o líder do PS fosse um seu assessor nomeado.
A inépcia de Passos Coelho, a demissão de Gaspar e a traição de Portas foram fatais ao País, ainda piores do que a própria governação. Os erros do PR, por incúria e inaptidão, agravados com a cega colagem a uma coligação que se desfez na rua pela via epistolar, vai prolongar a agonia do que ele considera governo legítimo para adiar a decisão que constitucionalmente lhe cabe – enterrar o morto, o seu morto. É que a autópsia, conforme escrevemos por aqui, já estava feita.

O alegado Governo legítimo não passa de um castelo de areia que se vai esboroando em duodécimos enquanto o país se afunda de vez. Cabe aos partidos da AR a exigência de convocação de eleições, já, e a marcação da data em que o PR se comprometa a resignar às suas funções

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