BANCADA DIRECTA: Um país super endividado é uma tragédia para a população. Serão eles a pagar a crise. Tudo por causa da divida publica. Compreendamos, então, como aparecem as dividas publicas e o seu descontrolo

terça-feira, 25 de junho de 2013

Um país super endividado é uma tragédia para a população. Serão eles a pagar a crise. Tudo por causa da divida publica. Compreendamos, então, como aparecem as dividas publicas e o seu descontrolo

Um país super endividado é uma tragédia para a população. 
Serão os naturais desse país que terão de  pagar a crise. 
Tudo por causa da divida publica. 
Compreendamos, então, como aparecem as dividas publicas e o seu descontrolo 

Compreender a dívida Pública
Debrucemo-nos sobre o exemplo francês. 
Claro que depois foi tudo seguido por todos os países do mundo e na zona Euro é o pão nosso da cada dia   
Até 1973 o Estado francês controlava o sistema financeiro do país, assim como a moeda, o franco, através do Banco Central. Para as necessidades do Estado, para pagar a administração pública, para investir na saúde ou na educação o governo, se o dinheiro dos impostos não lhe chegava, pedia dinheiro emprestado ao Banco Central e não pagava qualquer juro.

Aconselhado pelos banqueiros, em 1973, o presidente Pompidou publicou uma lei que alterou radicalmente a situação. A partir de então o Estado quando necessita de dinheiro pede emprestado aos bancos privados que, obviamente levam o seu juro.


Parece absurdo. Parece, mas assim os bancos, os acionistas dos bancos e os administradores dos bancos passam a ter uma gigantesca fonte de riqueza e de facto passam a controlar, mais ainda, a vida económica do país.

No vídeo que aqui está, informa-se que, de 1973 a 2010 a dívida pública da França tinha aumentado 1,348 biliões (milhões de milhões) e que, sintomaticamente, os juros pagas pelo Estado à banca privada nesse mesmo período foi de 1,408 biliões de euros.

O aumento brutal da dívida pública da França nestas 4 décadas foi praticamente igual aos juros pagos, neste período, pelo Estado aos banqueiros , consequência daquela lei de Pompidou que entregou aquele poder do Estado, poder do povo, aos banqueiros e acionistas dos bancos. Esta situação de os Estados terem de pedir dinheiro emprestado aos bancos privados em vez de o obterem sem juros do banco central do seu país generalizou-se a quase todo o mundo.


E é também a situação na zona euro. Esta mudança de paradigma foi aliás um passo grande do sistema financeiro internacional na sua longa caminhada para o controlo dos governos nacionais e do "governo do mundo". Obviamente que não podemos concluir que os bancos são "maus".


Os bancos foram instrumentos fundamentais e absolutamente indispensáveis ao desenvolvimento histórico e atual da economia mundial. Deveriam era serem propriedade dos Estados ou controlados por eles e não o contrário. 


Agradecimento ao nosso caríssimo amigo Dr Raimundo Narciso




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