BANCADA DIRECTA: As sondagem preconizaram a queda do PSD nas intenções de voto dos portugueses como uma queda livre. A noticia do Correio da Manhã de ontem

segunda-feira, 17 de junho de 2013

As sondagem preconizaram a queda do PSD nas intenções de voto dos portugueses como uma queda livre. A noticia do Correio da Manhã de ontem


Passos e o PSD em queda livre 
No último ano, o PSD perdeu 13,4 pontos percentuais nas intenções de voto. 

Na confiança para primeiro-ministro, Passos Coelho caiu 13,1 pontos. As medidas de austeridade estão a provocar, em termos eleitorais, um desgaste significativo no PSD e na confiança do seu líder para o cargo de primeiro-ministro. 

Segundo uma sondagem CM/Aximage, se as eleições fossem hoje, o PS venceria com 35,5% dos votos e o PSD obteria apenas 23,2%. Já na confiança para liderar o Governo, o secretário-geral do PS, António José Seguro, tem grande vantagem sobre Passos Coelho: 42,2% contra 24%.


A sondagem foi realizada entre os dias 4 e 7 do corrente mês e reflete já os efeitos da divulgação das novas regras para a Função Pública (despedimentos e mobilidade especial), do Orçamento Retificativo, e ainda o anúncio da greve dos professores às avaliações, que amanhã se inicia.

Em junho de 2012, o PSD obteve, na sondagem CM, 36%, pelo que, num ano, perdeu 13,4 pontos percentuais. Já o PS subiu 7,3 pontos. Na confiança para primeiro-ministro, Passos perdeu, de junho de 2012 a junho de 2013, 13,1 pontos (de 37,1% para 24%) e Seguro ganhou 16,7 pontos – de 25,5% para 42,2%.

Relativamente aos outros partidos, a sondagem mostra que, em junho, o PS estagnou nos 35,5%. Mais à esquerda, a CDU subiu de 9,4% para 11,5%, e o BE de 6,9% para 8,4%. O CDS, não obstante fazer parte da coligação governamental, aguenta-se, perdendo apenas 0,1 pontos (de 9,5 % para 9,4%). Na avaliação dos líderes partidários, Jerónimo de Sousa (PCP) está na frente, com 11,1 valores numa escala de 0 a 20, e Passos em último, com 3,9 valores (o mais baixo de sempre).


Na avaliação dos ministros, Vítor Gaspar está no fim da tabela com uma nota francamente negativa: 3,9. Paulo Portas, pese embora o atribulado caso da ‘TSU dos pensionistas’, leva a palma com 11,5 valores.

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