BANCADA DIRECTA: Prostituição é o que é e vale o que vale. O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” fala-nos do tema “prostituição” e garante-nos que há muitas formas das pessoas se prostituirem.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Prostituição é o que é e vale o que vale. O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” fala-nos do tema “prostituição” e garante-nos que há muitas formas das pessoas se prostituirem.

Prostituição é o que é e vale o que vale. 
O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” fala-nos do tema “prostituição”. 
Garante-nos que há muitas formas das pessoas se prostituirem. 

HÁ MUITAS FORMAS DE SE PROSTITUIR



Costuma-se dizer das prostitutas que elas são umas desavergonhadas porque vendem o corpo. Depois vem a maldição da mais antiga profissão do mundo. 

Não acredito nos ditados populares porque para cada um há o seu contrário.

Muito menos acredito que a mais antiga profissão do mundo tenha sido a prostituição. Vou mais por outro caminho e vejo a coisa de outra maneira. 


A dominação económica é que deu origem a que os mais frágeis (neste caso as mulheres) tivessem que recorrer a esta forma de subsistência. E temos provas de prostituição desde os velhos tempos de Roma antiga e provavelmente andando para trás na história encontraríamos a velha “profissão”.

Acontece que em qualquer profissão nós vendemos o trabalho (mental, físico ou intelectual) a troco de um salário. É interessante verificarmos como às vezes não associamos umas coisas às outras. Vamos ao médico e somos tratados e em troca pagamos o serviço.
Então porque é que o trabalho de uma prostituta, ou prostituto, igualmente remunerado não tem em retorno um serviço? Não preenche uma necessidade humana do cliente? Acho que é uma profissão respeitável como qualquer outra e mais, deveria ser respeitada. Ter assistência social e reforma e descontos como outro trabalho.

Uma actividade digna como o barbeiro ou um vendedor de hortaliça? O problema é que por razões de outra índole foi-nos dito e acreditámos que o trabalho de uma prostituta era degradante e desprezível. Era feio vender o corpo.

Porquê? Mais de que o trabalho de um político que recebe o seu voto e vai vender-se a um consórcio bancário para fazer o contrário do que deveria fazer? Isso não é vender-se? Não é vender o corpo mas vende a “alma”.Pior, não é atraiçoar?


A palavra prostituta é considerada uma palavra suja e uma actividade repugnante porque está implícito que ela finge dar-lhe amor e só lhe vende – afinal – o corpo. 

Agora meus caros, aqueles que se vendem, não o corpo mas a alma, a moral e a ética esses sim merecem a palavra que ninguém lhes chama mas que o são.

Um abraço para os meus caros leitores. E comentem por favor...Gostamos de saber as opiniões dos leitores amigos

Olho Vivo e Pé Ligeiro
Lisboa. 2013. Maio. 13

4 comentários:

Anónimo disse...

No que respeita às mulheres só a minha mãe é que não entrava nesta classe. E apenas porque era minha mãe
Zé Lisboa

Anónimo disse...

Exemplo concreto de um parvalhão o comentário dum sacripanta chamado Zé Lisboa
Luis Carlos. Marrazes

Adriano Ribeiro disse...

Amigo José Lisboa
Esta espécie de comentários só denigre o seu autor.
Abraço
Adriano Rui Ribeiro

Adriano Ribeiro disse...

Amigo Luis Carlos
Tem estado muito ausente. Temos sentido a sua falta
Cada um tem direito à sua opinião e temos de aceitar. Responder ao mesmo nível só nos diminui
Abraço
Adriano Rui Ribeiro

Obrigado Pela Sua Visita !