BANCADA DIRECTA: Pobreza em Portugal é uma triste realidade. E andam por aí alguns nababos a gozarem à “grande e á francesa”! Já para não façar daqueles que sem nada fazerem têm bons vencimentos à custa do nosso dinheiro que nos sacam constantemente de todas as formas e feitios..

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Pobreza em Portugal é uma triste realidade. E andam por aí alguns nababos a gozarem à “grande e á francesa”! Já para não façar daqueles que sem nada fazerem têm bons vencimentos à custa do nosso dinheiro que nos sacam constantemente de todas as formas e feitios..


Pobreza em Portugal
Uma triste realidade. 
E andam por aí alguns nababos a gozarem à “grande e á francesa”! 
Já para não falar daqueles que sem nada fazerem têm bons vencimentos à custa do nosso dinheiro.
Que nos sacam constantemente de todas as formas e feitios.. 
Os mais pobres vivem cada vez pior em Portugal e a crise atinge-os na satisfação das suas necessidades mais básicas, revela um estudo promovido pela Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome em parceria com a Universidade Católica hoje divulgado pelo Expresso. Num inquérito dirigido a 3880 pessoas carenciadas e realizado entre Setembro de 2012 e Janeiro de 2013, os investigadores tentaram fazer uma comparação das condições de vida da população pobre apoiada por instituições sociais, em comparação com idêntico estudo realizado em 2010. 

Os níveis de pobreza aumentaram nos últimos dois anos, apesar de os baixos rendimentos auferidos pelos agregados mais pobres se terem mantido mais ou menos estáveis. O jornal adianta que 52% dos agregados familiares inquiridos auferem, por mês, menos do que um salário mínimo nacional, enquanto perto de um quarto dos agregados recebem menos de 250 euros mensalmente. 

Em 32% dos casos, aqueles rendimentos resultam de rendimentos de trabalho, ou seja, são famílias que, apesar da crise, conseguem ter um emprego. Os casos estudados, 82% acham que, actualmente, estão mais pobres do que eram. O jornal adianta que um quarto dos inquiridos (26%) afirmar ter tido falta de alimentos ou sentido fome alguns dias por semana, nos seis meses anteriores ao inquérito, 14% dos quais pelo menos um dia por semana. 

No inquérito feito dois anos antes, tinham sido 16% a responder afirmativamente aquela questão. Mais ainda: 39% dos inquiridos afirmou ter passado um dia sem comer expressamente por "falta de dinheiro". O estudo revela ainda que as dificuldades económicas surgem a par com problemas de isolamento. 

Enquanto 82% dos inquiridos afirmam sentir-se hoje como pobres (mais 10% do que no último inquérito), 72% afirma ainda sentir-se só «muitas vezes ou às vezes» e é na família que se encontra a principal - ou quase única - fonte de apoio. 


Quanto à percepção das causas que levam os inquiridos a considerar-se - ou a viver em situação de pobreza – 21% consideram viver mal «porque a família sempre foi pobre», uma espécie de fatalismo do destino que torna a miséria uma inevitabilidade. 


A segunda razão é atribuída ao desemprego (20%), enquanto em terceiro lugar, com 19% vem é o facto de se ganhar pouco ou de auferir uma pensão de valor bem abaixo das necessidades.


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