BANCADA DIRECTA: Sondagens. Os portugueses e a crise. Uma análise do Grupo de sondagens da Marktest que são uma fonte credível

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Sondagens. Os portugueses e a crise. Uma análise do Grupo de sondagens da Marktest que são uma fonte credível


Os portugueses não acreditam que os esforços financeiros a que têm estado a ser sujeitos vão ajudar a resolver a situação económica em que o país se encontra.

É um “Estudos de Opinião” do Grupo Marktest, 
26 Junho 2012


Segundo uma sondagem efectuada em Junho pela Marktest, a maioria dos portugueses inquiridos são de opinião que os esforços financeiros que o governo tem implementado, para a resolução da crise, não vêm resolver a situação económica que o país atravessa.

Cerca de 54% dos portugueses consideram que as esforços a que têm estado sujeitos não vão resolver a crise, enquanto que cerca de 40% são de opinião que as medidas que têm sido implementadas vão ajudar a resolver a situação económica em que o país se encontra.





Os portugueses com 35/44 anos (61%) e os com 45/54 anos (58%) e os residentes no Sul (61%) são aquelas que mais consideram que os esforços que têm sido pedidos não vêm resolver a crise. Apesar de serem os jovens, uma das faixas que mais sentem no dia a dia o fenómeno do desemprego, são simultaneamente aqueles que mais concordam que a aplicação deste tipo de medidas poderá ser solução da actual crise em que o país se encontra (53%).

Para além dos esforços financeiros junto da população portuguesa, as privatizações de empresas públicas, são reformas estruturais que o governo tem utilizado e pretende vir a utilizar, como forma de resolver a situação económica e financeira do país.

Umas das empresas que mais se tem ouvido falar a ser privatizada é a TAP, e de acordo com a opinião dos nossos inquiridos, a maioria é de opinião de que se deve manter a companhia como empresa pública a não privatizar (47%). No entanto, cerca de 32% dos inquiridos concordam com a privatização da TAP.

São sobretudo os inquiridos residentes no Sul (53%) e na Grande Lisboa (51%) e os pertencentes à classe Média (52%) que consideram que a TAP deverá manter-se como companhia de bandeira portuguesa. O único target que mais concorda com a privatização da TAP é o das classes Alta/Média Alta (46%).


Clicar nas imagens dos gráficos para ampliar as mesmas.

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