BANCADA DIRECTA: Que raio de Sábado este…..Vem-me cada coisa cá à “cachimónia…Porque não se comemora o “Dia Internacional do Ladrão”?.

sábado, 23 de junho de 2012

Que raio de Sábado este…..Vem-me cada coisa cá à “cachimónia…Porque não se comemora o “Dia Internacional do Ladrão”?.

Há tantos dias para tudo, para isto, para aquilo, para coisas que não dizem nada ao vulgo comum de Lineu, etc, etc…. 
Esta era, em meu entender, uma maneira fácil e simpática de se homenagear todos os ladrões que por aí proliferam…. 
Vamos a isto com a ideia? 
Mas porque raio é que me lembrei precisamente neste dia 22 de Junho? 


Há cada coincidencia…..



Contribuições

Dos meus apontamentos por aqui recalcados numa arca mal arrumada na arrecadação

Hermes, o mensageiro dos deuses é, segundo as noções filosóficas, o protector dos ladrões

Hermes, Deus dos viajantes, protector da magia e da adivinhação, responsável pelos golpes de sorte e pelas súbitas mudanças de vida, patrono dos ladrões e dos trapaceiros, era filho de Zeus e da misteriosa Ninfa Maia, a mais jovem das Plêiades, também chamada de noite. Chamado de trapaceiro por sua ambiguidade, ao mesmo tempo era mensageiro dos deuses e também fiel mensageiro do mundo das trevas. Hermes é filho da luz espiritual com as trevas primordiais. Suas cores vermelho e branco reflectem a mistura de paixões terrenas com a clareza espiritual que fazem parte de sua natureza.

Ainda muito pequeno, Hermes conseguiu sair do berço, roubou um rebanho de seu irmão Apolo, criou o fogo e assou duas reses. Para enganá-lo, calçou as sandálias ao contrário para que o irmão seguisse a pista falsa. Quando Apolo descobriu o roubo foi exigir de Hermes a devolução das reses. Mas Hermes negou tudo desculpando-se por ser ainda uma criança. Apolo previu que Hermes se tornaria o mestre dos ladrões. Mais uma vez, Hermes enganou o seu irmão Apolo e deu-lhe uma lira feita de casco de tartaruga dizendo ser uma homenagem por suas habilidades musicais. Apolo encantado com a homenagem esqueceu-se do gado.

Apolo, temendo que no futuro Hermes voltasse a enganá-lo, exigiu que o irmão jurasse nunca mais enganá-lo e em troca ele o tornaria rico, honrado e famoso, hábil em tudo que empreendesse honestamente, tanto na palavra como nos actos, e capacidade de concluir o que tivesse iniciado. Deu a Hermes três virgens aladas que ensinavam a divinação e diziam a verdade quando alimentadas com mel. Hermes tornou-se o mestre dos quatro elementos e ensinou aos homens as artes da adivinhação.

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