BANCADA DIRECTA: Não há dúvida que este ministro é resistente. Até quando? Pacheco Pereira acusa Miguel Relvas de ter mentido de todas as maneiras

terça-feira, 5 de junho de 2012

Não há dúvida que este ministro é resistente. Até quando? Pacheco Pereira acusa Miguel Relvas de ter mentido de todas as maneiras



Continua a saga Relvas/Secretas/Silva Carvalho/Publico/Balsemão e tudo mais que se sabe e que está tudo a armar numa confusão do “catrino”! 

 Sabemos que Pacheco Pereira não morre de amores por Pedro Passos Coelho e por consequência a respeito de gostar de Miguel Relvas - conselheiro politico do primeiro-ministro - , zero batatinha. Mas tudo isto não obsta que os comentários de Pacheco Pereira no programa “quadratura do circulo” e nos seus artigos de opinião em órgãos de comunicação social não sejam ajustados à situação que se vive e aos comportamentos daqueles que no sem entender devem ser criticados. Está neste caso Miguel Relvas. 


O social-democrata Pacheco Pereira acusou na quinta-feira Miguel Relvas de ter mentido de todas as maneiras possíveis no caso das secretas. No programa Quadratura do Círculo da SIC Notícias, Pacheco Pereira começou por dizer que há três tipos de mentira: a mentira pura, a omissão da verdade e sugestão de falsidade. 


 “[Miguel Relvas] mentiu das três formas”, disse Pacheco Pereira apontando as contradições entre as afirmações feitas pelo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares nas duas presenças na Primeira Comissão Parlamentar. E para o social-democrata, também o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho participou em duas formas de mentira nas suas declarações na Assembleia da República, na omissão da verdade e na sugestão de falsidade. 


Já Lobo Xavier, acentuou que o que está em causa vai muito além de Miguel Relvas e estranha não ter havido “um sobressalto cívico” face à gravidade do problema. Sobre o apoio do primeiro-ministro a Miguel Relvas, Xavier afirmou: “espero que o primeiro-ministro esteja seguro da caução que deu a Miguel Relvas.” 


O socialista António Costa tinha mais dúvidas que certezas, nomeadamente sobre o relatório que foi feito ao seu irmão e director do Expresso, Ricardo Costa, e que também o visa. Porque não está o relatório no processo judicial instaurado ao ex-espião Silva Carvalho? Quem o fez? Com que objectivo? Há outros relatórios? 


Foram algumas das suas dúvidas. Já sobre o apoio de Passos Coelho a Miguel Relvas, Costa diz que o primeiro-ministro não tinha outro remédio, porque a saída do ministro significava “o desmoronamento político” do Governo. “Nenhuma daquelas alminhas tem capacidade para fazer a coordenação política do Governo”, afirmou.

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