BANCADA DIRECTA: Secretas: eu bem queria descansar mas os acontecimentos não me deixam. Silva Carvalho e João Luís não querem abrir instrução ao processo, mas Barbara Reis constituiu-se assistente e requereu a abertura de instrução do dito.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Secretas: eu bem queria descansar mas os acontecimentos não me deixam. Silva Carvalho e João Luís não querem abrir instrução ao processo, mas Barbara Reis constituiu-se assistente e requereu a abertura de instrução do dito.

Secretas
A saga continua
Barbara Reis assistente no processo das "secretas"  requereu abertura da instrução do mesm
A  directora do PÚBLICO, Bárbara Reis, que se constituiu assistente no processo das “secretas” que corre no DIAP, requereu a abertura da instrução do processo. Pediu também a constituição como arguido de Nuno Lopes Dias, funcionário do departamento operacional do SIED – Serviço de Informações Estratégicas de Defesa, e o seu interrogatório. 


 Nuno Dias pediu a Gisela Fernandes Teixeira, sua companheira e funcionária da Optimus, que retirasse da base de dados da operadora a facturação detalhada do então jornalista do PÚBLICO Nuno Simas. 
O Ministério Público decidiu não acusar Nuno Dias e Gisela Teixeira por entender que o primeiro se limitou a cumprir ordens de um superior legítimo. Gisela Teixeira foi, no entanto, constituída arguida a pedido do Ministério Público, mas não prestou declarações para o processo. Porém, a direcção do PÚBLICO entende que ambos “tinham perfeita consciência da ilicitude dos actos que praticaram” e agiram “sempre de forma livre e deliberada”. 


Nuno Dias terá cometido o crime de acesso ilegítimo agravado e Gisela Teixeira o crime de acesso indevido a dados pessoais e de violação do segredo profissional. 


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