BANCADA DIRECTA: Fragmentos e Opiniões. O nosso cronista Antonio Raposo diz de sua justiça. Ai este Portugal, sempre adiado!.

sábado, 12 de maio de 2012

Fragmentos e Opiniões. O nosso cronista Antonio Raposo diz de sua justiça. Ai este Portugal, sempre adiado!.

Caros amigos leitores
Estamos em Portugal
Continua a ser o país "do faz-de-conta"
A crónica de Antonio Raposo


Quando um País tem em plena Assembleia da República um ramalhete de advogados que fazem uma perninha lá dentro, colaborando em leis que deveriam ser feitas em defesa dos eleitores e acabam sendo a favor dos grupos económicos para quem fazem a segunda perninha, é um País de faz-de-conta. 


 O mais grave disto tudo é que toda a gente sabe que é assim e assobia para o lado. Começam a assobiar os ilustres grupos que dirigem os partidos políticos. Gente que está à frente dos partidos do arco do poder, alguns desde o seu início. Caras conhecidas, algumas delas que foram ministros conhecidos e que hoje são abastados directores gerais de empresas ligadas ao ministério que comandaram. 


Querem dois exemplos? Um do PS: Jorge Coelho e outro do PSD: Ferreira do Amaral. Há muitos mais. Outros fizeram a "vidinha" sempre ligados aos partidos foram construindo um monte de "tachos" e "negócios" que os levaram a juntar uma risonha reforma. Querem mais dois exemplos? Do PS: António Vitorino e do PSD: o Ângelo Correia. Ambos estão bem de vida graças ao percurso que fizeram ambos cada um no seu partido durante anos e anos. Aconteceu na Grécia o que ainda não aconteceu em Portugal mas que pensamos vir a suceder. O 
Povo fartou-se dos partidos do arco do poder que os levou à desgraça e começou a votar nos extremos. A esquerda e à direita. Metendo os fascistas na Assembleia. Coisa que só se tinha visto na Alemanha mas há mais de 50 anos, a rapaziada Nazi do Hitler. Não nos esqueçamos que Hitler foi eleito democraticamente com o voto do povo alemão.


Os dirigentes-fantoches que hoje comandam a Europa - a maioria deles nem votado foi - resolveu fazer tratados e mais tratados sem que os povos fossem consultados. Não contentes do “esta desgraça” deram as mãos aos usurários banqueiros e criaram uma coisa que ninguém diz conhecer mas que existe e tem cara e dá pelo nome vago de "mercados". 


 Só para dar um pequenino exemplo. O Durão Barroso foi comandar a Comissão Europeia. Quem o convidou? Então o lugar é por convites? Votaram nele? Quem? 
Ele ganhou o lugar porque fez de "empregado de café" nos Açores quando reuniu o Tony Blair, o Bush filho e o Aznar, onde foi decidido o futuro dos Iraquianos (lembram-se?) e que descambou em mais uma das muitas guerras, para se apropriarem dos "petróleos" e de outras pequenas recordações e para castigar os maus da fita. E assim vai o mundo. 


Uns vão bem (poucos) e outros mal (muitos). Cada vez se reúne mais o dinheiro nas mãos de poucos. Quando se diz que não há dinheiro não é porque ele desapareça. 


Ele não se altera muda é de mãos. Sempre para as mesmas


Antonio Raposo
Lisboa. 2012. Maio. 10

2 comentários:

luis pessoa disse...

No principio do texto penso que deveria ser "... leis que deveriam ser feitas em defesa dos eleitores..." (e não "eleitos").
Abraço ao confrade Raposo e, claro, ao Onaírda.

Adriano Ribeiro disse...

Amigo Luís
Está feita a devida rectificação.
Receba um abraço meu e do Raposo
Onaírda

Obrigado Pela Sua Visita !