BANCADA DIRECTA: Deus queira que isto ainda não dê em sarilho. Força militar portuguesa parte para a Guiné-Bissau e prontos a intervir.

domingo, 15 de abril de 2012

Deus queira que isto ainda não dê em sarilho. Força militar portuguesa parte para a Guiné-Bissau e prontos a intervir.

Deus queira que isto ainda não dê em sarilho. Força militar portuguesa parte para a Guiné-Bissau e prontos a intervir.

A Força de Reacção Imediata (FRI) das Forças Armadas portuguesas, composta por uma fragata, uma corveta e um avião P-3 Orion, partiu hoje ao início da tarde para a Guiné-Bissau, adiantaram fontes militares.
Fonte oficial do Ministério da Defesa afirmou que os militares portugueses não têm qualquer operação definida para já e que esta decisão acontece na sequência do aumento do nível de prontidão da FRI.

“O objectivo desta decisão é ficarmos mais próximos da Guiné-Bissau caso venha a ser necessário proceder a uma missão de evacuação de cidadãos portugueses e de pessoas de outras nacionalidades”, referiu esta fonte.

Na Guiné-Bissau vivem cerca de 3500 portugueses e na sexta-feira foi debatida numa reunião entre o ministro da Defesa Aguiar Branco e as chefias militares das forças armadas, a actuação das forças militares para garantir a sua segurança. "Não há nenhum projecto de intervenção militar previsto", garantiu o Ministério da Defesa em comunicado.

Caso venha a ser necessário, adiantou o Ministério da Defesa, poderá ser efectuada "uma operação de evacuação de cidadãos portugueses e de países amigos". A FRI integra meios dos três ramos das forças armadas que variam consoante o tipo de missão e é comandada pelo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas.


As ultimas da Guiné-Bissau a partir dos rebeldes

Espaço marítimo e aéreo interditado pelas Forças Armadas
As Forças Armadas da Guiné interditaram o espaço marítimo e aéreo «aos tráfegos provenientes do estrangeiro», por uma questão «de segurança nacional e de salvaguarda da entidade territorial».

Em comunicado, as Forças Armadas dizem que tal decisão implica «dizer que qualquer outra operação de entrada» no país, «quer por via marítima terrestre ou aérea, só se efectuará com uma autorização prévia do Estado-maior, mediante a apresentação dos planos e objectivos desta operação, com a respectiva indicação das referências técnicas dos aparelhos que eventualmente estarão implicados na operação».
A medida de carácter militar, acrescentam, não porá em causa o processo de saída dos efectivos militares angolanos da Missang, «já em curso no país, devidamente autorizada pelo Estado-maior».

«O não cumprimento desta medida, que tem apenas como objectivo impor o respeito merecido à soberania da Guiné-Bissau à semelhança de outros países membros da Nações Unidas, implicará automaticamente uma resposta militar já instruída para o efeito», diz o comunicado.

Os partidos políticos da oposição na Guiné-Bissau decidiram hoje criar um Conselho Nacional de Transição, que irá depois escolher um Presidente e um primeiro-ministro de transição, até à realização de eleições.

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