BANCADA DIRECTA: "Crime das Escadinhas dos Baldaques". De vez em quando aparece um "fait-divers".

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

"Crime das Escadinhas dos Baldaques". De vez em quando aparece um "fait-divers".

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Caros confrades/escritores da história.

Da triste e esfarrapada história "Crime nas Escadinhas dos Baldaques" (brevemente em cena num cinema perto de si) o vosso confrade Tempicos anda com algum frio (é do tempo) e para aquecer as mãos resolveu fazer uma brincadeira a meias com o falecido poeta Alexandre O´Neill.

Vai em anexo, na falta de pombo correio.

Vosso Tempicos

Se não gostarem, rasguem ou deitem fogo. Vai dar ao mesmo.

TEMPICOS aproveitou o tempo frio e a ausência de problemas policiais para resolver, pegou no lápis e no papel e –dentro da sequência da história que estamos a construir- "Crime nas Escadinhas dos Baldaques", adaptou um velho trabalho do nosso poeta Alexandre O´Neill e vai daí reescreveu a história de…


Pois

O respeitoso membro de Zeca Maluco
Nunca penetrou nas intenções de Kátinha Vanessa
Que eram as melhores. Assim tudo ficou
Em balbúrdias de língua e cabriolas de mãos.

Assim tudo ficou até que não.

Zeca maluco ao volante do Ferrari
Vê Kátinha Vanessa a ultrapassá-lo alguns anos depois
E pensa e pensa com os seus travões
Ah cabra eram tão puras as minhas intenções.

Kátinha Vanessa passa rindo dentadura aos clarões.

Lisboa, 30.11.2011
Tempicos/ O´Neil

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