BANCADA DIRECTA
BANCADA DIRECTA: Junho 2009

terça-feira, 30 de Junho de 2009

"Recordar é Viver" O Palacio Sotto Mayor em 1947 e o que é nos dias de hoje

Recordar é Viver

O Palácio Sotto Mayor


Esta é a foto do Palacio Sotto Mayor, situado na Avenida Fontes Pereira de Melo em Lisboa. A foto é de 1947 e foi obtida por Paulo Guedes .É pertenca do Arquivo Fotográfico da Camara Municipal de Lisboa . Curioso é que a foto foi tirada das trazeiras do Palacio, isto é da Rua Sousa Martins, junto ao Largo do Andaluz..

A historia do Palacio Sotto Mayor

O Palácio Sotto Mayor foi erguido por vontade do banqueiro Cândido Sotto Mayor (1852-1935) para servir de sua residência nas Avenidas Novas.

Em 1900, começou a demolição do solar oitocentista da família Mayor, que ali existia, para dar início às obras da muralha de suporte sobre o Largo do Andaluz.

Em 1902 iniciou-se a construção do Palácio Sotto Mayor, que demorou quatro anos e empregou uma média de duzentos operários.

O projecto é assinado pelo Capitão de Engenharia do Exército António Rodrigues Nogueira, pensando-se que este tenha encomendado o risco inicial ao Arquitecto Ezequiel Bandeira, tendo ainda a colaboração, no desenho, do Arquitecto Carlos Alberto Correia Monção.

Além do Palácio, o conjunto incluía anexos (cocheiras, casa de criados, lavadouro) e um sinuoso jardim «biscoito» com lago, estufa de vidro e gaiolas.

O programa arquitectónico do imóvel, em «estilo compósito» de inspiração francesa, desenvolve-se em duas fachadas de entrada — de salientar a janela com cariatides do Escultor Jorge Neto — uma fachada de lazer com torre adossada e a posterior de serviço.

O interior quadrangular é organizado à volta de um grande hall central, onde domina uma imensa clarabóia.

Nos finais dos anos sessenta chegou a haver um projecto do célebre Arquitecto Conceição Silva, para o local, que previa a demolição do velho Palácio e o surgimento de um Hotel de 5 estrelas. (Nota: O Arquitecto Gastão da Cunha Ferreira, autor do actual projecto de recuperação, é um conhecedor profundo de tudo aquilo que para ali esteve previsto e suas vicissitudes. Está a preparar um livro muito bem documentado sobre o Palácio Sotto Mayor com a colaboração dos Dr. Pedro Bebiano Braga e Dra. Eunice Relvas, do Gabinete de Estudos Olissiponenses).

Em 1988, o Palácio Sotto Mayor foi considerado como imóvel de interesse público pelo IPPAR e surgiram, desde então, os primeiros projectos para a sua renovação.

Até 1992, o projecto esteve a aguardar a autorização do Instituto do Património e as autorizações da Câmara Municipal, tendo o processo de licenciamento sido autorizado em 1993.

Passados seis anos de espera, e depois de um incêndio no seu interior, a CML e o IPPAR deram luz verde ao projecto, com as últimas autorizações para o avanço do novo empreendimento. As características fundamentais do Palácio foram obrigatoriamente mantidas, tendo o projecto sofrido apenas um ligeiro restyling.

Agora o Palácio Sotto Mayor é um empreendimento comercial. Damos algumas imagens do que é hoje o edificio.

Bancada Directa dá os parabens aos amigos do Lisboa SOS pela passagem do seu 1º aniversário

Parabens Lisboa SOS

Aqui apresentamos a vossa primeira foto, inserida no vosso 1º post, sobre esta Lisboa, que todos nós gostaríamos de ver em muito bom estado de conservação.. Mais uma vez parabens.


In Bancada Directa "The best of the Antonio Raposo" (3)

In Bancada Directa "The best of the Antonio Raposo". (3)


Revisitar Antonio Raposo e as suas crónicas.
(Antonio Raposo escreve semanalmente a sua crónica no Bancada Directa)


A 14 de Março de 2009 o “mestre” escrevia:

Os adeptos, os clubes e o resto.

O futebol – que tantas simpatias, ódios e amores despoletam, é também e principalmente um grande negócio. As pessoas levam-no a peito!

Transformam as derrotas em dramas pessoais e as vitórias dos seus clubes como suas.

Esta mistura de coisas amadas e coisas compradas, tem, fatalmente, de redundar em exageros. É por isso que vimos os adeptos de um clube a levar em ombros os seus ídolos, no dia em que ganham e a desprezá-los no dia em que perdem.

Tudo isto sabendo nós e eles, que os jogadores são primeiro que tudo profissionais, que estão hoje neste clube e amanhã noutro, dependendo de vários factores, entre os quais a negociação dos “apoderados”. Os que fazem do negócio dos atletas o seu ganha-pão.

É verdade – não parece uma coisa dos dias de hoje – mas o que se passa é o que os jogadores são também mercadoria. Compram-se e vendem-se. Como batatas ou feijões.

O caso mais bizarro que outro dia li foi o de um negociante suíço que tinha comprado um lote de jogadores e esperava – como o tempo – poder fazer umas massas boas, se um deles se valorizasse com estrela. Bastava só um!

Punham-se a jogar pelos clubes da terra e com o decorrer do campeonato os seus “rebentos” lá ir-se-iam valorizando e desta forma valorizar o capital investido pelo negociante

Entre negociante suíço e o romano que vendia homens (escravos) em Roma para o circo romano, há uma diferença de forma, mas não de fundo.


O que proponho aos meus estimados leitores é o seguinte: estamos assim tão longe dos tempos dos Torneios dos Circos Romanos?

Um antigo pensador disse que o homem queria apenas pão e circo.

Digo eu, se ele não queria afirmar que era pão e futebol?

A 14 de Dezembro de 2008 o “mestre escrevia”.

Uma história infantil (para adultos com sérias reservas)


Era uma vez um país, à beira-mar plantado e arrumado numa ponta desta Europa

Não se diz qual a ponta da Europa para ninguém saber qual é o país.
Esse país, na sua já longa experiencia, sempre viveu de rendas.
Uma espécie de país cigarra, que nunca quis ser formiguinha. Tinha um lema: “O trabalho é bom para o preto!”.
A certa altura descobriu o caminho marítimo para a Índia e começou a traficar com especiarias. Ia buscar onde havia e vendia onde lhe compravam. Fazia dinheiro fácil!

Passados uns largos anos, resolveu trazer do Brasil (a terra da arvore das patacas) a riqueza que havia no seu interior. Foram anos de forró, com o ouro e tantas outras matérias-primas rentáveis.

Era só acartar. De caminho levava escravos, para embaratecer as viagens. Era tanto o ouro que o rei da altura resolveu fazer um Convento enorme e caríssimo, que nunca serviu para nada, a não ser o que é: um exemplo vivo de um elefante branco.

Naquele país (o Brasil) deixou-lhe a independência e uma pobreza bem distribuída pela maioria da população. Os poucos ricos eram uns ricaços! Os muitos pobres isso mesmo.

E assim se mantém hoje. Graças a Deus. De nada serviu o “sermão soa peixes” de Lopes Vieira.
Esgotada a saga americana, voltou-se para África e foi quase até ao século XX sempre a trazer riqueza. Ouro, diamantes, café e tantas outras colheitas.

De há uns anos a esta parte, parente pobre desta Europa, viveu da pedincha

Fizeram entrar o país na União Europeia, mas nunca perguntaram, se era essa a vontade dos indígenas. Recebeu rios de dinheiro vivo, que foi repartido por alguns “industriais do bronze”, amigos dos amigos. E ainda para fazer “cursos” de
E ainda para fazer “cursos” de banalidades para “boi dormir”.
A Europa deu o dinheiro e deixou ir…. Ninguém controlou! Foi um ver se te avias.

Era quem mais podia sacar.

Nunca vi tantos jipes comprados como máquinas agrícolas. Os jipes levavam os meninos à escola e as madames às compras, produziam poluição e um largo consumo de combustível. Davam aos papalvos a ideia de que bastava ter amizades para se sentar à mesa do poder.

Recentemente as ajudas sumiram. As colónias já tinham ido à vida. Aproximam-se dias maus. O futuro do país. O seu destino, o que fazer dele. Nada disso se discutiu ou discute.
Ninguém sabe para onde vai.

Sabemos que administram um sistema capitalista e fazem-no coerentemente, mesmo que tenham no seu emblema outras cores e outros eventuais propósitos.


Os dirigentes dirigem sempre em frente e sem rumo ou destino.


Na verdade já não dirigem nada, visto terem hipotecado o país a uma entidade federativa a que se chama União..
A União é que dá o lamiré. O país toca a sanfona. Vamos assim rumo ao infinito. Cantando e rindo.

Porem, há muito tempo nos ensinaram que o “infinito” é inatingível!

Jogo de Juniores Transformado em Batalha Campal


No sábado, num jogo de juniores entre Sporting e Benfica que embora importante, decidia quem seria o campeão no escalão júnior, não passava disso mesmo de um jogo de juniores, surgiu algo vergonhoso para todos os amantes de futebol, uma verdadeira batalha campal.

Pelas imagens que chegaram pela TV, deu para nos apercebermos que até ao minuto 26 da 1ª parte, quando se deu a entrada dos adeptos do Benfica, a Academia do Sporting reunia todas as condições para se realizar uma final de juniores como nos últimos 7 anos anteriores, alguns deles realizados entre as mesmas equipas, depois disso....






Não adianta estar aqui a dizer de quem foi a culpa, mas sim, de reprovar o que se passou e para que todos os envolvidos reflictam o que falhou, para que situações destas não voltem a suceder, para bem do futebol.

É urgente que os clubes identifiquem os verdadeiros "animais" que se encontram nas claques, sejam eles de que clube sejam, pois esses não procuram apoiar o seu clube, mas sim, descarregar frustrações da sua vida, procurando sempre o confronto, insulto e outras situações que não dignificam ninguém, e acima de tudo, afastam ainda mais as famílias do futebol.

Uma nota negativa para os responsáveis pelas declarações finais acerca deste lamentável acontecimento, uma vez que se preocuparam mais em acusar o outro, que reprovaram os actos selvagens dos seus adeptos, mesmo que alguém possa ter razão. Não entendo e reprovo que alguém com tamanhas responsabilidades não faça um mea culpa, e não assuma de vez o afastamento desses "adeptos" da vida dos seus clubes, depois de identificados.

Mas o mais natural, é ainda oferecer uns bilhetes e guarida para estes prepararem mais uma "batalha" num qualquer lugar a beira-mar deste Portugal.

Sugestão: Todos os que se envolvessem neste tipo de situações, seriam identificados, condenados a fazerem trabalhos comunitários e outros trabalhos forçados, afastados dos jogos dos seus clubes, apresentando-se em cada dia e horas de jogos do seu clube, no posto da GNR da sua região, sendo obrigado a permanecer no local até o jogo terminar, pelo menos durante 5 anos.


Mas, não sei, pois quando vi alguns meses um adepto vestido de "diabo" a entrar num relvado e apertar o pescoço ao árbitro auxiliar com o jogo a decorrer, ainda por cima num estádio novo, com muitas mais condições que Academia do Sporting, e nada suceder, é possivel que continue um país encantado e feliz, assobiando para o lado, a espera de algo mais grave. É o nosso país!


«Jogo sujo»

Há um imenso futebol para lá da hora e meia de cada jogo. De longe em longe, a tribo do mais sedutor e empolgante desporto colectivo fica sobressaltada com o aparecimento de relatos de experiências vividas, traduzidas por ensinamentos que ajudam (ou não...) à interpretação desse tempo circundante aos noventa minutos verdadeiros. Fernando Mendes, antigo internacional e único futebolista com passagem pelos cinco clubes campeões de Portugal (Sporting, Benfica, Belenenses, Boavista e F.C. Porto), acaba de editar o livro «Jogo Sujo», uma espécie de acusação sobre as grandezas e misérias - mais estas do que aquelas... - com as quais conviveu ao longo de uma carreira tão longa quanto tumultuosa.


Não me compete avaliar da intenção do autor nesta sua confissão - sentida, dolorosa, perturbadora, sem, no entanto, reivindicar em nenhum momento qualquer vitimização. Parece-me irrelevante o «timing» escolhido por Fernando Mendes para expor a sua verdade, depois de anos a fio a chafurdar - sem resquício de arrependimento, como confessa - naquilo que hoje denuncia. Um depoimento com a configuração odiosa daquele que Fernando Mendes expõe, mais do que polémico, é gerador de reflexão, assentando esta em dois planos:

- como foi possível a aceitação de expedientes tão rascas, atravessando tantos jogadores, intérpretes de um silêncio cúmplice que, agora, seguramente vão querer manter?

- será possível o futebol actual (ainda) albergar este tipo de actuações tendentes a enganar a verdade e a destruir a alma dos intérpretes que a aceitam?

No seu «Jogo Sujo» - como ele o descreve, miseravelmente nauseabundo! -, Fernando Mendes fala de TUDO o que viveu, embora, previsivelmente, por razões de prudência judicial, omita o nome de alguns clubes e de quem o incentivou e conduziu através do «doping», embora a sua identificação não se afigure minimamente embaraçosa. Embora o livro aborde outros temas melindrosos - prostitutas nos estágios, favorecimento das arbitragens, ameaças, etc. - é sobre o «doping» que Fernando Mendes se debruça com maior minúcia, explicitando modelos de actuação, produtos consumidos, efeitos da dopagem. Sem ser exaustivo, retiro deste capitulo alguns salpicos:


- «... assumi o risco e tomei «doping» de todas as vezes que me foi dado. E quem recusasse tomar alguma coisa, provavelmente ficaria sem jogar. Nunca vi um único colega insurgir-se perante essa situação»:

- «... um estende o braço e é picado, o outro abre a boca e é medicado. Passados uns minutos vão lá para dentro cheios de força e raiva»;

- «... cada jogador tomava a sua dose personalizada, mediante o seu peso condição física do momento ou última vez que tinha ingerido a substância. Havia necessidade de gerir os ciclos de cada atleta para atenuar o risco de ataque cardíaco provocado pelo excesso de droga»;

- «...Havia jogos em que entrávamos no balneário e perguntávamos: «onde está o milho?» Pouco depois parecia o massagista com uma bandeja recheada de seringas para dar a cada um»:

- «...uma pequena vacina, do tamanho de uma meia unha, chamada Pervitin. Espetavam-nos aquilo no braço, mesmo no músculo, e dava para correr e saltar durante quatro jogos de seguida»;

- «... no final de um jogo em que tínhamos usado «doping», chegávamos ao balneário e pedíamos a «anti-raiva»: uma cápsula que nos era dada para baixar a dose que tínhamos tomado anteriormente»

- «... Se um jogo fosse às quatro da tarde e se nos dopássemos às 15h.45, muitas vezes, mesmo com a anti-raiva, ainda dava para correr até à meia-noite. Ou então dava para o inverso - depressão, falta de paciência, isolamento;

- «... em certos treinos, víamos um ou dois juniores que apareciam para treinar connosco. Esses juniores não estavam ali porque eram muito bons ou porque tinham que ganhar experiência. Estavam ali para servirem de cobaias a novas dosagens»

- «... um elemento do corpo clínico dava cápsulas ou injecções com composições ilegais a miúdos dos juniores. Essas experiências não podem ser feitas com futebolistas seniores que jogam todos os domingos e que são os principais activos do clube»;

- «... neste sistema demente, o jogador é carne para canhão. «está cansado? Então droga-o. Falta pouco tempo para acabar e estamos a perder? Então, droga-o. Precisamos de marcar um golo urgentemente? Então, droga-o. E se morrer? Que se f...» O depois não interessa.»

Ao invés do que uma apressada leitura possa sugerir, enquadrando o «mea culpa» de Fernando Mendes num atoleiro de especulação e sensacionalismo, prefiro pensar na infinitude de tristeza que este «Jogo Sujo» pode proporcionar a quantos amam o futebol. Será a partir desta mentira miserável exposta por Fernando Mendes que se poderá despejar alguma verdade sobre o apaixonante jogo? Mesmo pensando que as vitórias químicas já pertencem a esse passado - porventura e, desejavelmente, longínquo -, nem por isso o «Jogo Sujo» deixa de ser arrepiante, talvez até para quem sobre ele se deva debruçar com outras responsabilidades e alcance investigatório. Se calhar, o dr. Luís Horta (CNAD - Conselho Nacional de Anti-Dopagem) tem tido razão na luta - para alguns odiosa, obsessiva, doentia e obstinada... - que tem travado. É importante tornar o jogo limpo.


por: Joaquim Rita no site RTP

Fragmentos e Opiniões: Mentalidade Política por MST

Esta noite sonhei com Mário Lino


Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:

- É sempre assim, esta auto-estrada?

- Assim, como?

- Deserta, magnífica, sem trânsito?

- É, é sempre assim.

- Todos os dias?

- Todos, menos ao domingo, que sempre tem mais gente.

- Mas, se não há trânsito, porque a fizeram?

- Porque havia dinheiro para gastar dos Fundos Europeus, e porque diziam que o desenvolvimento era isto.

- E têm mais auto-estradas destas?

- Várias e ainda temos outras em construção: só de Lisboa para o Porto, vamos ficar com três. Entre S. Paulo e o Rio de Janeiro, por exemplo, não há nenhuma: só uns quilómetros à saída de S. Paulo e outros à chegada ao Rio. Nós vamos ter três entre o Porto e Lisboa: é a aposta no automóvel, na poupança de energia, nos acordos de Quioto, etc. - respondi, rindo-me.

- E, já agora, porque é que a auto-estrada está deserta e a estrada nacional está cheia de camiões?

- Porque assim não pagam portagem.

- E porque são quase todos espanhóis?

- Vêm trazer-nos comida.

- Mas vocês não têm agricultura?

- Não: a Europa paga-nos para não ter. E os nossos agricultores dizem que produzir não é rentável.

- Mas para os espanhóis é?

- Pelos vistos...

Ela ficou a pensar um pouco e voltou à carga:

- Mas porque não investem antes no comboio?

- Investimos, mas não resultou.

- Não resultou, como?

- Houve aí uns experts que gastaram uma fortuna a modernizar a linha Lisboa-Porto, com comboios pendulares e tudo, mas não resultou.

- Mas porquê?

- Olha, é assim: a maior parte do tempo, o comboio não 'pendula'; e, quando 'pendula', enjoa de morte. Não há sinal de telemóvel nem Internet, não há restaurante, há apenas um bar infecto e, de facto, o único sinal de 'modernidade' foi proibirem de fumar em qualquer espaço do comboio. Por isso, as pessoas preferem ir de carro e a companhia ferroviária do Estado perde centenas de milhões todos os anos.

- E gastaram nisso uma fortuna?

- Gastámos. E a única coisa que se conseguiu foi tirar 25 minutos às três horas e meia que demorava a viagem há cinquenta anos...

- Estás a brincar comigo!

- Não, estou a falar a sério!

- E o que fizeram a esses incompetentes?

- Nada. Ou melhor, agora vão dar-lhes uma nova oportunidade, que é encherem o país de TGV: Porto-Lisboa, Porto-Vigo, Madrid-Lisboa... e ainda há umas ameaças de fazerem outro no Algarve e outro no Centro.

- Mas que tamanho tem Portugal, de cima a baixo?

- Do ponto mais a norte ao ponto mais a sul, 561 km.

Ela ficou a olhar para mim, sem saber se era para acreditar ou não.

- Mas, ao menos, o TGV vai directo de Lisboa ao Porto?

- Não, pára em várias estações: de cima para baixo e se a memória não me falha, pára em Aveiro, para os compensar por não arrancarmos já com o TGV deles para Salamanca; depois, pára em Coimbra para não ofender o prof. Vital Moreira, que é muito importante lá; a seguir, pára numa aldeia chamada Ota, para os compensar por não terem feito lá o novo aeroporto de Lisboa; depois, pára em Alcochete, a sul de Lisboa, onde ficará o futuro aeroporto; e, finalmente, pára em Lisboa, em duas estações.

- Como: então o TGV vem do Norte, ultrapassa Lisboa pelo sul, e depois volta para trás e entra em Lisboa?

- Isso mesmo.

- E como entra em Lisboa?

- Por uma nova ponte que vão fazer.

- Uma ponte ferroviária?

- E rodoviária também: vai trazer mais uns vinte ou trinta mil carros todos os dias para Lisboa.

- Mas isso é o caos, Lisboa já está congestionada de carros!

- Pois é.

- E, então?

- Então, nada. São os especialistas que decidiram assim.

Ela ficou pensativa outra vez. Manifestamente, o assunto estava a fasciná-la.

- E, desculpa lá, esse TGV para Madrid vai ter passageiros? Se a auto-estrada está deserta...

- Não, não vai ter.

- Não vai? Então, vai ser uma ruína!

- Não, é preciso distinguir: para as empresas que o vão construir e para os bancos que o vão capitalizar, vai ser um negócio fantástico! A exploração é que vai ser uma ruína - aliás, já admitida pelo Governo - porque, de facto, nem os especialistas conseguem encontrar passageiros que cheguem para o justificar.

- E quem paga os prejuízos da exploração: as empresas construtoras?

- Naaaão! Quem paga são os contribuintes! Aqui a regra é essa!

- E vocês não despedem o Governo?

- Talvez, mas não serve de muito: quem assinou os acordos para o TGV com Espanha foi a oposição, quando era governo...

- Que país o vosso! Mas qual é o argumento dos governos para fazerem um TGV que já sabem que vai perder dinheiro?

- Dizem que não podemos ficar fora da Rede Europeia de Alta Velocidade.

- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?

- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.

- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?

- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.

Fizemos mais uns quilómetros de deserto rodoviário de luxo, até que ela pareceu lembrar-se de qualquer coisa que tinha ficado para trás:

- E esse novo aeroporto de que falaste, é o quê?

- O novo aeroporto internacional de Lisboa, do lado de lá do rio e a uns 50 quilómetros de Lisboa.

- Mas vocês vão fechar este aeroporto que é um luxo, quase no centro da cidade, e fazer um novo?

- É isso mesmo. Dizem que este está saturado.

- Não me pareceu nada...

- Porque não está: cada vez tem menos voos e só este ano a TAP vai cancelar cerca de 20.000. O que está a crescer são os voos das low-cost, que, aliás, estão a liquidar a TAP.

- Mas, então, porque não fazem como se faz em todo o lado, que é deixar as companhias de linha no aeroporto principal e chutar as low-cost para um pequeno aeroporto de periferia? Não têm nenhum disponível?

- Temos vários. Mas os especialistas dizem que o novo aeroporto vai ser um hub ibérico, fazendo a trasfega de todos os voos da América do Sul para a Europa: um sucesso garantido.

- E tu acreditas nisso?

- Eu acredito em tudo e não acredito em nada. Olha ali ao fundo: sabes o que é aquilo?

- Um lago enorme! Extraordinário!

- Não: é a barragem de Alqueva, a maior da Europa.

- Ena! Deve produzir energia para meio país!

- Praticamente zero.

- A sério? Mas, ao menos, não vos faltará água para beber!

- A água não é potável: já vem contaminada de Espanha.

- Já não sei se estás a gozar comigo ou não, mas, se não serve para beber, serve para regar - ou nem isso?

- Servir, serve, mas vai demorar vinte ou mais anos até instalarem o perímetro de rega, porque, como te disse, aqui acredita-se que a agricultura não tem futuro: antes, porque não havia água; agora, porque há água a mais.

- Estás a dizer-me que fizeram a maior barragem da Europa e não serve para nada?

- Vai servir para regar campos de golfe e urbanizações turísticas, que é o que nós fazemos mais e melhor.

Apesar do sol de frente, impiedoso, ela tirou os óculos escuros e virou-se para me olhar bem de frente:

- Desculpa lá a última pergunta: vocês são doidos ou são ricos?

- Antes, éramos só doidos e fizemos algumas coisas notáveis por esse mundo fora; depois, disseram-nos que afinal éramos ricos e desatámos a fazer todas as asneiras possíveis cá dentro; em breve, voltaremos a ser pobres e enlouqueceremos de vez.

Ela voltou a colocar os óculos de sol e a recostar-se para trás no assento. E suspirou:

- Bem, uma coisa posso dizer: há poucos países tão agradáveis para viajar como Portugal! Olha-me só para esta auto-estrada sem ninguém!

Miguel Sousa Tavares in "Expresso"

segunda-feira, 29 de Junho de 2009

In Bancada Directa “The best of the Antonio Raposo” (2) Revisitar o "mestre" e as suas crónicas

In Bancada Directa “The best of the Antonio Raposo” (2)

Revisitar Antonio Raposo e as suas crónicas

(Antonio Raposo escreve semanalmente a sua crónica para o Bancada Directa)



A 22 de Março de 2009 o “mestre” escrevia:

Bento XVI espalhou-se!

Se toda a gente já bate no Papa, porque não eu?

Ele apesar de ser uma eminência parda, não passa de um bispo eleito pelos seus iguais. Nada mais do que isso. É claro que compreendo que bater no Santo Padre pode colidir com os indivíduos que têm Fé.

Mas a Liberdade é isto. Se eu não puder bater no Papa, não há Liberdade para mim. E quem restringir a minha Liberdade, não está a defender a essência da dita Liberdade.

……O Santo Padre chegou há dias a um país africano e disse do alto da sua infinita e celestial graça: “ A SIDA não se combate com preservativos!”

Eu digo que ele tem toda a razão.

A SIDA não se combate com preservativos, combate-se sim com medicamentos! Até aqui tudo isto nós sabemos.

O que o Santo Padre diz de uma forma” assaz bizarra”, é que mais vale o pessoal não usar preservativos e transmitir a doença ao seu parceiro e que morra como um herói., pois não é pensável dar medicação aos milhares de doentes infectado com o vírus HIV. A medicação é muito cara e onerosa para poder ser dada gratuitamente aos pobres “doentes africanos”.

Será que o Papa sabe realmente que a SIDA não tem cura? Se não sabe, é muito triste. E isto em pleno século XXI

A 22 de Março o “mestre” escrevia:

A TV que nós temos!

O que se passa com os nossos canais de Televisão? Dia a dia a qualidade dos programas baixa.

Uma análise dos seus conteúdos alinha-os com o pior nível. É de conteúdos abaixo de cão.

O que vemos em termos de musica? Cantores pimbas!

Pensávamos que a moda tinha acabado, mas estávamos enganados. O pessoal gosta de ouvir os excelentes poemas e as músicas do Quim Barreiros e do Toni Carreira (ambos já fizeram fortunas). E são músicas e letras, umas de uma brejeirice horrível e as outras de um romantismo besuntado. De um gosto boçal e baixo!

Assim se vai deseducando o pessoal. A Televisão devia ser uma coisa, que para além de educar, devia ter também a função de distrair as pessoas. Não transformar um povo letrado em saloios!

A Televisão do Estado o que faz? Deveria ter a obrigação de puxar para cima a qualidade dos programas e dos conteúdos. Em vez disto faz exactamente como se fosse uma estação privada: alinha por baixo, para roubar audiências e arranjar publicidade, assim ganha uns tostanitos e alivia as dividas.

Isto não é eu estar a dizer mal só por dizer! Apenas faço o retrato, mais nada. E é pena que seja assim!


(sobre esta crónica o leitor Zé Espanca de Aveiro comentou: chegue-lhes, para ver se agarram juizo.)

A 14 de Fevereiro de 2009 o “mestre” dizia de sua justiça e perguntava: Para que servem as “EMEL”S?

A Emel

A empresa que se formou com a participação da Câmara Municipal de Lisboa, actua na cidade de uma forma, que acaba por ser a mal amada dos lisboetas.

Esta entidade gere a distribuição dos dísticos de estacionamento para os moradores na cidade e actua como se fosse uma Polícia, que não é, mas que acabou ocupando o lugar, no meu entendimento, que deveria ser da Policia Municipal, a qual foi reduzida a zero (nada).

Multa os estacionamentos em infracção e cobra. Inclusive reboca os veículos. Uma Policia sem ser Policia mas – julgo com um Decreto-Lei que a sustenta e autoriza. Isto porque a Policia, aquela que o lisboeta gostaria de ver na rua, não aparece!

Não sei quem está à frente desta entidade, mas cheira-me que foram os que na Camara Municipal de Lisboa perderam os tachos, que saltaram para esta empresa de “emprego partidário”, na falta de melhor.

Enfim, aconselho que as Câmaras Municipais se reduzam a serem o que sempre foram. Deixarem para as Policias o trabalho destas e para o qual estão vocacionadas.

Acabem com as Emel”s já!

Fragmentos e Opiniões. "A ver os comboios passar"

Fragmentos e Opiniões Fracturantes
A ver passar os comboios

A nau afunda-se e, no castelo de proa, o primeiro-ministro, menos hirto, ordena marcha à ré.

Na sua académica seriedade, Mário Lino está cansado. Não tem idade para estar no Governo. Mário Lino teria o direito. O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações não tem.

Um repórter aceita ir para a guerra e quando chega diz que não tem idade para aquilo. Um neurocirurgião confessa antes de abrir um crânio que lhe treme a vetusta mão. Não é o momento.

A meses curtos das eleições, e quando a discussão nacional assenta (como sempre) nas obras públicas, aeroporto e TGV, o ministro diz que está velho. Vamos ver quantos ministros vão pôr-se ao fresco dando a entender que não são, nunca foram e jamais voltarão a ser, responsáveis por qualquer decisão, exceptuando a compra de uns agrafos. A nau afunda-se e no castelo de proa, o primeiro-ministro, menos hirto do que é costume, ordena marcha à ré. Este era o Governo das decisões firmes e do rumo certo.

Nenhuma decisão de investimento público, incluindo as mais ruinosas e "derrapadas", se tem tomado sem o andar de caranguejo. Expo-98, CCB, Euro-2004, Ponte Vasco da Gama, Casa da Música. Etc. Acabamos por gastar o dobro e atrasar a obra, o que nunca nos ralou enquanto sobrou dinheiro. Não sendo subscrita pelo bloco central (caso da Expo e do Euro) a obra serve de arma de arremesso. Gasta-se o dinheiro nos estudos e projecto, cancela-se o projecto, avança-se com outro projecto. De caminho, muita gente enche patrioticamente os bolsos.
Os dois maiores partidos, PS e PSD, aprovaram o aeroporto e o TGV como opções essenciais. Os dois maiores partidos vêm agora, cheios de heroísmo e nobre espírito, dizer que essas decisões, seladas por ministros e primeiros-ministros e continuamente adiadas por razões políticas, não podem ser tomadas por alguém em particular. Não interessa o dinheiro gasto em estudos, os compromissos contraídos, as dívidas e os fundos europeus; interessa que ninguém se arrisca o suficiente por isso.

Portugal não se tornará ingovernável depois das eleições, Portugal já é, neste momento, um país ingovernável. Esse argumento para votarmos no PS, o PS perdeu. Ao recuar nas decisões e ao autorizar um ministro a contradizer-se e a defender-se dizendo uns disparates em público, José Sócrates acaba de invalidar o voto "útil" na "governabilidade". Porque estamos sem governo.

Há uns bons anos, políticos, economistas, empresários e outros crânios sortidos, decidiram que o modelo de transporte individual devia ser "implementado" (neologismo inventado pelos mesmos crânios) em detrimento do transporte ferroviário.

E que a nossa ligação à Europa assentaria na rodovia e na aviação. No resto da Europa, construía-se o Chunnel e a rede de alta velocidade. Durante o cavaquismo, a decisão rasgou as estradas e auto-estradas que por aí andam. A política foi continuada pelo guterrismo. Esforçadamente, terminou-se o último lance da auto-estrada para o Algarve, estupidamente parada por causa de umas considerações ecológicas superiores às vidas perdidas em acidentes. Como era de costume, a única auto-estrada que faltava acabar nunca mais era acabada.

Os portugueses pagam uma fortuna em portagens. A desertificação acentuou-se e vilas e aldeias deixaram de ficar no roteiro e caíram no esquecimento. Ninguém conhece Portugal, atravessa-se Portugal. A CP, essa relíquia, destruiu estações de caminho-de-ferro e acatou o domínio do automóvel. O país servido por comboios foi abandonado.

O Portugal dos patos bravos e dos novos-ricos floresceu com estes visionários, e juntou-se ao pacote de destruição compulsiva da paisagem e do ambiente, a mania avulsa dos estádios de futebol, dos apartotéis e dos condomínios fechados. Uma volta por Portugal dá-nos a medida deste desastre. Na altura, muita gente alertou para a opção errada. O petróleo não dura sempre, a poluição aumenta, o avião é complementar; no futuro, comboios de tecnologia avançada poderiam ser solução. Lembro-me de ter esta discussão com um ministro que me respondeu que os portugueses podiam e deviam ter direito aos seus carros novos, mais do que um por família, como os outros "europeus".

Os estrangeiros que desembarcam neste país pobre e periférico ficam admirados com a nossa frota automóvel. Em nenhuma estrada de Espanha se vêem tantos carros novos como em Portugal. Trocar de carro de dois em dois anos é uma obrigação. O carro é a casa e o símbolo do sucesso.

Este deslumbramento acabará, pelas razões conhecidas. Um dia teremos as nossas cidades escavadas com parques subterrâneos inúteis. Alemanha, República Checa, Polónia e Irlanda apostam nos tróleis e eléctricos, Londres tirou os carros da cidade e em Madrid os carros de um só condutor pagam maior portagem. Em Lisboa, cidade despovoada, há engarrafamentos no fim-de-semana. O litoral é um imenso subúrbio. E até construímos um Autódromo no Algarve. Achamo-nos, em vez de perdulários, pitorescos.

Clara Ferreira Alves

Eh pá, não me chateiem! Eu deixei espaço para as pessoas passarem!

Passeios para que te quero?
Francamente.....
Passou-se recentemente em Cascais.


fotos "passeio livre"


As tardes de Encantar no Jardim do Cerco em Mafra

Caros amigos leitores do Bancada Directa
Voltaram as "Tardes de Encantar" novamente este ano ao Jardim do Cerco, contíguo ao Palácio Nacional de Mafra. Começaram nos principios deste mês e continuarão até ao final de Agosto.

Devido a ausencia só ontem pude assistir (peço desculpa aos meus amigos "mafarricos") à exibição do Rancho Folclórico da Malveira. Desde a Polca/Tacão, com que iniciaram a actuação, passando pelo Enleio e pelas danças do Mineiro e da Padeirinha, vimos ainda o Verde Gaio de Quatro, o Namorico Saloio e a Valsa a Dois Passos, etc. Foi uma delicia presenciar este espectáculo. No próximo Domingo pelas 16 horas actuará o Rancho Folclórico da Murgeira. Não percam!


Fotos Bancada Directa

Fragmentos e Opiniões Fracturantes: apesar de nos dizerem que tudo vai melhorar, parece que não é verdade!

Fragmentos e Opiniões Fracturantes
A OCDE e o duche de água fria que estávamos a precisar


"A OCDE pôs ante-ontem os ponto nos "is" quanto à evolução da economia portuguesa. Ao avançar com uma previsão de quebra do PIB da ordem dos 4,5% e com o disparo do desemprego acima de 11%, pôs a nu várias fragilidades.

A mais importante é a dificuldade que o Governo e instituições que dele dependem têm em ser realistas. Senão veja-se: a previsão é a pior das que já foram avançadas por instituições internacionais em relação a Portugal. O que lança fundadas dúvidas sobre as informações que dão conta de que a economia já bateu no fundo e que a recuperação já está no horizonte.

Mais: ao dizer que o desemprego vai passar os 11%, a OCDE deita para o caixote do lixo as declarações de optimismo em relação ao mercado do emprego, de que se fizeram eco responsáveis governamentais e o presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional (para não falar da quase inevitabilidade de o défice orçamental furar o tecto dos 6%).

Os números são exagerados? Ninguém sabe dizê-lo com segurança (quem não se lembra das sucessivas previsões do Governo e Banco de Portugal que foram pulverizadas pouco tempo depois pelas estatísticas?).

Razão bastante para o Governo não embandeirar em arco, insistindo em ver boas notícias onde, para já, não há mais do que boas intenções. Não é apenas uma questão de honestidade intelectual.

É contribuir para não formar, nas famílias e empresas, falsas expectativas quanto à recuperação económica. As eleições não justificam tudo."

Gripe H1N1: Será Conspiração ou Verdade?!

Dr Leonard Horowitz fala sobre Vírus A fabricado em Laboratório



Não devemos acreditar em tudo o que ouvimos, mas devemos acima de tudo reflectir, porque neste mundo já existem provas suficientes de que tudo é possível.

domingo, 28 de Junho de 2009

O desporto e os desportistas na minha terra.

O desporto e os desportistas na minha terra.
Campeonato Nacional de Judo para Juvenis (Masculinos e Femininos)

Tiago Silva (EB 2,3 Dr. Rui Grácio) campeão nacional

O Estádio Universitário de Lisboa foi uma vez mais, o palco de competições nacionais de judo, com resultados excelentes para os judocas do concelho de Sintra, apurados para esta prova.

No Campeonato Nacional de Juvenis Masculinos II e Juvenis Femininos estiveram representados, o Centro Shotokai de Queluz, Judo Clube de Sintra e Escola Municipal de Judo Escola EB 2,3 Dr. Rui Grácio de Montelavar.

Quanto a resultados, o mais significativo foi conseguido pelo atleta Tiago Silva em -42 Kgs que venceu os 4 combates por “ippon” e na final frente ao representante do Judo Clube da Marinha Grande (Pedro Fonseca) conseguiu derrotar o seu adversário apenas 10 segundos para terminar o tempo, e onde estava em desvantagem por apenas um ponto. Na categoria de -60 Kgs, também o seu companheiro de equipa Diogo Santos esteve em evidência ao conseguir o apuramento para a final e discussão do titulo, acabando por perder o combate frente ao concorrente do Lisboa Ginásio Clube, André Kellen. Conquistou o título de vice-campeão, somando a segunda medalha para o clube de Montelavar.

Nos restantes combates, Ruben Almeida (Centro Shotyokai de Queluz) garantiu o ultimo degrau do pódio, classificando-se em 3º lugar na categoria de -81 Kgs.

Já Ana Viegas, do Judo Clube de Sintra (Judokai) ficou-se
pelas eliminatórias em -63 Kgs.

In Bancada Directa “The best of the António Raposo”. (1)

In Bancada Directa “The best of the António Raposo”. (1)

Revisitar António Raposo e as suas crónicas.
(Antonio Raposo escreve semanalmente a sua crónica para o Bancada Directa)

A 4 de Março de 2009 o mestre escrevia

As Juntas de Freguesia, os cães e a Policia.

Os lisboetas estão habituados durante todo o santo dia a pisar excrementos de cão nos passeios, cujos donos só excepcional e raramente os apanham.

Há uma Lei que não se cumpre, porque não há vigilância de proximidade e não há quem a aplique a dita cuja. Para que serve uma Lei que o Governo fez e foi muito solícito, mas depois na rua, na prática, não há ninguém que apareça para a fazer cumprir, que segundo o meu entendimento, deveria ser a Policia Municipal.

Vejo o pessoal com os seus cãezinhos, alguns de marca e patente perigosa, a serem passeados no jardim, sem açaimo e alguns até sem trela. Os donos chegam ao jardim e largam os seus animais para eles correrem.

O que vale é que já não há crianças nos jardins. Assim os acidentes não se verificam. Não há crianças porque ninguém as fabrica, não há quem…… Para quê? Se um cãozito também se pode pegar ao colo…..

A 25 de Março de 2009 o mestre escrevia:

Isto é que anda para aqui uma açorda de marisco!

Isto até dava vontade para nos rirmos, se não fosse tão grave a situação do nosso país, relativo à crise económica que se vive e ao desemprego que cresce descontroladamente….

António Raposo detecta a situação e “Diz de sua justiça”.

Li hoje no Correio da Manhã que o Vitorino cobrava 5 mil euros por se sentar no banco do presidente da Mesa da Assembleia Geral da brisa.

Não fiquei nada admirado. Sempre correu o boato que “o baixote Vitorino” não podia ir para o Governo, porque se estava a governar com coisas mais importantes para ele.

Quem viu aquele advogado, pequenino, vivaço, de braço estendido e de punho fechado nas assembleias do partido do velho PS (bons tempos) e bem arrimado à ala esquerda, augurou-lhe um grande futuro.
Afinal os Jorges (Coelhos) multiplicaram-se no socialismo democrático

Fragmentos e Opiniões. Há que pensar naquilo que nos espera.

Fragmentos e Opiniões


Clarificação


No PSD, foi um erro colossal apoiar a moção de censura-espectáculo do dr. Portas ao Governo. O PS devia dizer se aceita acordos futuros à direita, não vão os seus eleitores votar numa viragem à esquerda e sair-lhes um queijo limiano na rifa

Neste pós-eleições, os dois partidos do Bloco Central já cometeram erros crassos e já mostraram assomos de bom senso. Comecemos pelos primeiros. Foi um erro colossal a ensaiada mudança de imagem do primeiro-ministro. Por todas as razões que já foram exaustivamente dissecadas: soa a falso, desorienta o PS e o seu eleitorado, e projecta a ideia de uma insuspeita vulnerabilidade por parte de quem parecia ter, para o bem e para o mal, uma couraça e uma resistência à prova de bala.









Além disso, não serve de nada, pois irrita ainda mais os que já estavam zangados com José Sócrates e dá azo aos oportunistas, até agora amigos, para fazerem exercícios de tiro ao alvo... não vão perder, de repente, o comboio da História. Enfim, é o Portugal que temos, covarde, interesseiro e medíocre.


No PSD, foi um erro de palmatória o apoio à moção-de-censura-espectáculo de Paulo Portas ao Governo. É extraordinário como um partido recém-saído de uma vitória eleitoral dá o seu aval a um exercício gratuito de politiquice, oriundo da mais pequena formação parlamentar. Tão grave como isso foi o facto de a direcção social-democrata nem sequer se ter dado ao trabalho de explicar aos portugueses as razões que a levaram a aprovar a dita cuja moção inútil, bem como a colaborar, por omissão em plenário, na autopromoção do líder de um partido que, obviamente, tudo fará para lhe disputar o eleitorado, nas próximas legislativas.









A não ser... que a recente abertura de Paulo Rangel a uma futura coligação pós-eleitoral com o CDS do dr. Portas seja ponto assente na cabeça dos dirigentes do partido laranja. Mas, se assim for, seria muito útil que a dra. Ferreira Leite, no âmbito da sua profissão de fé numa política de "verdade" o viesse dizer, desde já, aos eleitores. Até porque, se é essa a ideia, terá então toda a lógica os dois partidos irem desde já coligados.










Traz mais vantagens para a distribuição de deputados e mais transparência à vida pública.


Aliás, num cenário de difícil obtenção de uma maioria absoluta por parte dos dois maiores partidos, seria exigível uma clarificação por parte de todos. CDU, BE e CDS deveriam dizer, sem subterfúgios, em que condições se disponibilizam a viabilizar um Governo.

E o PS também não deveria deixar dúvidas sobre se aceitará acordos (ou coligação) à direita, não vão os seus eleitores votar com um propósito de viragem à esquerda e sair-lhes um queijo limiano na rifa. Para já, socialistas e sociais-democratas estão em diferentes fases da sua preparação para as legislativas de Setembro.

Os resultados de 7 de Junho deixaram Manuela Ferreira Leite respirar. No essencial, ela prossegue (e bem) um caminho sem euforias e até já estabeleceu um prazo para a apresentação do seu programa eleitoral. No PS, o clima é mais denso, mas a lição das europeias permitiu que a sua massa crítica retome uma certa consciência de si, atrevendo-se a críticas a quem de direito e reclamando ser parte activa nas propostas para o futuro.

São aspectos positivos. Espera-se que ambos os partidos, pelas responsabilidades que têm, preparem uma campanha digna, sem virulências gratuitas (que só penalizam os seus autores) e com muita clareza de propósitos. O momento é grave e o bom senso pode ser determinante.

Aurea Sampaio

sábado, 27 de Junho de 2009

Esta Lisboa que eu amo. E sempre com o Tejo a banhar-lhe as suas margens. Desde Sacavém até Algés


Esta Lisboa que eu amo.


A beleza do Rio Tejo e da beleza que lhe empresta os "cacilheiros"

Confesso que gosto do Rio Tejo desde criança. Morando na zona oriental da cidade de Lisboa era só descer a Avenida D. Afonso III, e Xabregas era mesmo ali pertinho. Também não havia o perigo que se observa hoje com um trafego desmesurado e constante. Nós crianças percorríamos as margens do rio desde o Poço do Bispo até ao Terreiro do Paço, passando por Santa Apolónia. Não havia vedações e era um regalo fazer esse trajecto. Tínhamos o tempo necessário, pois só tinhamos "escola primária" ou de manhã ou de tarde. Na altura ainda não se sabia o que era um "ATL" e tínhamos de ocupar o nosso tempo com os pais ausentes no trabalho. Estudar e fazer os trabalhos da escola era só à noite.
Em Xabregas apanhavam-se caranguejos e quem tivesse um "arrasta" apanhava camarão. Em Santa Apolónia eram os amendoins que caíam das sacas que os vagões de mercadorias levavam para a fábrica do sabão no Beato. E no Terreiro do Paço era a atracagem dos cacilheiros que despertava a nossa atenção. Era lindo os grumetes atirarem para terra a corda com um laço na ponta e qualquer pessoa a colocava num ferro saliente (não me recordo o nome, talvez gancho?)

Eu por isso fico deliciado quando vejo imagens destes cacilheiros agora mais bem modernaços.

O doutor Luis Miguel Correia especialista em termos maritimos, no seu blogue publicou este texto e estas fotos. Aqui estão eles.

Cacilheiro SEIXALENSE largando de Belém rumo ao Porto Brandão e Trafaria na tarde de 24 de Maio de 2009

Habitualmente esta linha é servida pelos cacilheiros ex-alemães Marvila,Mouraria e Trafaria Praia, mas excepcionalmente os ferries da classe "Cacilhense" prestam serviço nesta carreira, como aconteceu ontem.

Com a venda do CACILHENSE o ano passado, restam três dos "cacilheiros originais" construídos em Alverca pela Argibay. Todos com o sufixo "ense" tradicional da antiga Parceria dos Vapores Lisbonenses: Cacilhense, Seixalense, Palmelense e Sintrense.


E. Text and images copyright L.M.Correia. For other posts and images, check our archive at the right column of the main page. Click on the photos to see them enlarged. Thanks for your visit and comments. Luís Miguel Correia

O desporto e os desportistas da minha terra: Gonçalo Reis conquista 3º título consecutivo na classe Elite I de Enduro.

O desporto e os desportistas da minha terra.
Gonçalo Reis conquista terceiro titulo consecutivo na classe elite I.
Gonçalo Reis

Falamos de “Enduro”.

A vila de Góis foi palco da última jornada da edição de 2009 do Campeonato Nacional de Enduro, prova em que o piloto sintrense Gonçalo Reis alcançou o terceiro título consecutivo na classe Elite I.

Após nove dias de competição estava tudo em aberto relativamente à discussão do titulo nas classes Elite I e na classe Open.

Com uma reduzida diferença pontual entre Gonçalo Reis e o seu opositor Felipe Zanol, o piloto do Team Sol Posto sabia que tinha, obrigatoriamente, de vencer os dois dias de competição em Góis para se sagrar Campeão Nacional. No primeiro dia de prova os dois adversários sofreram uma penalização, que mesmo assim permitiu a Gonçalo Reis ficar à frente de Zanol.
No segundo dia o piloto do Magoito (olá pessoal do Magoito), Sintra entrou nitidamente ao ataque liderando a prova disputada nesta bela região beirã, desde o primeiro momento com uma vantagem que nunca superou uma dúzia de segundos.
Todavia o golpe de teatro seria dado na ultima especial do dia, onde Gonçalo Reis entrava com uma vantagem de 2.9 seg, o que em condições normais asseguravam uma vitória descansada, mas Felipe Zanol foi mais rápido averbando menos 12 segundos nesta prova cronometrada relegando o piloto da KTM para o segundo lugar.
Felipe Zanol
No entanto Gonçalo Reis consegue obter o título na classe Elite I, o terceiro da sua curta carreira, escapando-lhe o Absoluto por apenas 5 pontos. Feito memorável para jovem piloto sintrense.

À beira do titulo nacional

“Faço referencia que este foi um Campeonato muito disputado e em que, tanto o Felipe Zanol com eu, provámos que fomos os pilotos mais rápidos entre todos os outros”, confessou Gonçalo Reis aos jornalistas presentes.

“Fiquei triste porque queria ganhar o título Absoluto e o da Elite I, ao mesmo tempo, mas tal não foi possível. Gostaria de dedicar este título a todos os meus patrocinadores pelo facto de me terem apoiado desde a primeira hora.

Classificação final Campeonato Absoluto Open

1º- Felipe Zanol. 188 pontos: 2º- Gonçalo Reis. 183 pontos: 3º. Hélder Rodrigues. 80 pontos


Classificação final Classe Elite I

1º- Gonçalo Reis 188 pontos: 2º Gonçalo Bandeira. 152 pontos e 3º. Hélder Rodrigues. 80 pontos.

"Thriller": o melhor album de Michael Jackson

E porque hoje é Sabado aqui está o nosso "Recordar é Viver" 27 de Junho de 1967: foi instalada a 1ª caixa Multibanco em Londres.


“Recordar é Viver”

27 de Junho de 1967.


Instalada a 1ª caixa de Multibanco em Londres.
Uma caixa automática electrónica, vulgo Multibanco, ou privadas de certas entidades bancárias, terminais bancários em estabelecimentos, é um dispositivo electrónico que permite que clientes de um banco retirem dinheiro e verifiquem o balanço de suas contas bancárias sem a necessidade de um funcionário do banco. Muitas caixas electrónicas também permitem que as pessoas depositem dinheiro ou cheques, transfiram dinheiro entre contas bancárias, comprem cartões pré-pagos para os seus telemóveis etc.

História das caixas do “Multibanco”

A primeira caixa Multibanco do mundo foi fabricado pela empresa britânica De La Rue e foi instalado num bairro no norte da Grande Londres a 27 de Junho de 1967 pelo Barclays Bank e creditada à John Sheperd-Barron, apesar de Luther George Simjian ter registado patentes em Nova Iorque nos USA. Mais outros dois engenheiros da Ducotel registaram uma patente em 4 de Junho de 1973.

Mãos ao ar, isto é um assalto! E o bonequinho do visor levantou-as imediatamente.

As primeiras caixas do Multibanco aceitavam apenas uma ficha ou um cupão de registo único, a qual era retida pela máquina. Estas trabalhavam com vários sistemas, tais como radiação e magnetismo reduzidos, que era retirado pelo leitor de cartão para tornar as fraudes difíceis de se concretizar.


A idéia de um número pessoal de identificação (o agora chamado PIN) e que fosse armazenado no cartão do utente para retirar dinheiro (só havia esta operação no inicio) foi desenvolvido pelo engenheiro britânico James Goofellow em 1965, que ainda possui patentes internacionais cobrindo esta tecnologia.


As primeiras caixas Multibanco, com sistema de áudio (falantes — caixas com instruções sonoras para pessoas com deficiência visual) foram instaladas no Canadá em 1999. O primeiro caixa Multibanco semelhante nos Estados Unidos foi instalado em São Fr4ancisco em Outubro de 1999. Em 2005 já existem cerca de 30.000 caixas com sistema de áudio nos USA.

Usos alternativos


Apesar dos caixas Multibanco serem utilizados principalmente para retirar dinheiro, eles evoluíram para incluir muitas outras funções bancárias. Em alguns países que possuem uma rede integrada de caixas Multibanco, compartilhada por mais de um banco, como nas caixas Multibanco em Portugal, estas mesmas caixas incluem muitas outras funções que não são diretamente relacionadas à conta bancária, como por exemplo:
Pagamento de contas, taxas (utilidades, contas de telefone, água, luz, gás e muitos outros serviços)
Trocar dinheiro por cartões pré-pagos (para telemóveis, cabines telefónicas, etc.)
Compra de ingressos (comboios, cinemas, teatros, concertos, etc.)

Agora como se denominam estas caixas por todo o mundo:


As caixas Multibanco são conhecidas por muitos nomes, alguns mais comuns em alguns países do que outros. Enquanto alguns nomes em uso são genéricos, outros são marcas registadas identificando certas redes de caixas electrónicas:
ATM (Automatic Teller Machine) nos USA e na maioria dos países que se expressam na língua inglesa.
ABM (Automatic Banking Machine) no Canadá
ATH (A Toda Hora), na Costa Rica, Porto Rico e ColômbiaATM Machine (que é um pelonasmo, mesmo assim é muito utilizado nos EUA)
ATM (Anjungan Tunai Mandiri = Autonomous Cash Platform) na Indonésia
ATM (Any Time Money, dinheiro a qualquer hora, na India)
ATM (Multicaixa - Angola)
ATM (Αυτόματη Ταμειολογιστική Μηχανή), também chamado de Μηχάνημα Εικοσιτετράωρων Συναλλαγών (máquina de transações 24 horas) na Grecia
Automated Teller Machine
AutoBank
Bancomat ou Bankomat, particularmente na Europa continental – Bancomat é marca registrada da UBS AG
Bancomat, na Itália e Suiça
Bancontact, na Belgica
Banklink na Republica da Irlanda (tecnicamente, "Banklink" é a marca de caixas operada pela AIB mas é utilizado para descrever caixas de outras empresas)
Bank Box
Bankamatik, na Turqiua
Bankomat, na Suécia, Áustria,Republica Checa, Eslováquia, Eslovénia, Polónia, Croácia e Sérvia-Montenegro.
Bankkomat (Банкомат), em Bielorussia, Bulgária, Rússia e Ucrânia
Bankomat ou Caspomat (כספומט), in Hebraico, das palavras כסף ("dinheiro") e אוטומט ("Automat").
BankMachine, no Havai (marca registada do Bank of Havai) mas também utilizado genericamente) e Canadá
Caixa Eletrônico, no Barsil.
Cajero Automático, na Argentina, Colômbia, Cuba, Peru e Espanha
Cash Box
Cash Dispenser
Cash Machine
Cashflow, na New Zealand
Cashlink, utilizado pelo Security Bank das Filipinas
Cashpoint, na New Zealand (
National Bank) e no United Kingdom (Lloyds TSB). Cashpoint® é marca registada de Lloyds TSB Bank plc.
Cash Station, na zona de Chicago, USA
ChemKey, em algumas partes do Estado norte-americano de Michigão (USA)
Distributeur Automatique de Billets (distribuidor automático de notas bancárias) na France
EasyBank
EasyCash
Electronic Teller (ET), utilizado pelo Mwetrobank das Filipinas
Electronic Teller Card (ETC) Machine, antigamente utilizado pelo HSBC em Hong Kong mas desde então aposentado em favor de ATM
Experteller, utilizado pelo Export ans Industry Bank das Filipimas
Express Teller, utilizado pelo BPI das Filipinas
Fasteller, utilizado pelo PCI Bank das Filipinas e agora é utilizado pelo Equitable PCI Bank
Geeldautomat na Alemanha (Geld = dinheiro) (algumas caixas do United Coconut Planters Bank das Filipinas são assim chamadas)
Hraðbanki (banco rápido), na Islandia.
InstaBank, no Canadá (caixas do Bank of Montreal)
Khodpardaz (خودپرداز) no Irão, que significa pagador automático em persa.
Minibank, na Noruega
Money Machine, na Canadá e New Zealand
Multibanco em Portugal
Otto, na Finlandia
Pangaautomaat, na Estónia
Pengeautomat na Dinamarca (Penge = dinheiro)
Pinautomaat na Holanda
Postomat, na Suiça
Telebanco ou Bankomato, em Espanha (marca registada: 4B)
Zidong tikuanji (自动提款机) ou Zidong guiyuanji (自动柜员机), em chinês
Saraph 'Ali (صراف آلي) em árabe

sexta-feira, 26 de Junho de 2009

Fragmentos e Opiniões mais do que fracturantes

Fragmentos e Opiniões mais do que fracturantes

Comprar a TVI nesta altura não será aquecer o forno para o PSD?
O preço do desespero

"O Presidente da República deseja saber por que motivo a PT quer entrar na Media Capital. O prof. Cavaco devia ter ouvido o último debate parlamentar: pela boca do eng. Sócrates, que ironizou com a ‘linha editorial’ da TVI, ficou transparente que o Governo, através da PT, deseja açaimar o único canal televisivo que não come a propaganda do PS.

Acontece que a jogada tem um problema: o tempo. Tirando a natureza óbvia e imoral do negócio, mais própria de democracias latino-americanas,a entrada na TVI pode ser um erro estratégico. A três meses das legislativas e com a possibilidade séria de as perder, o governo Sócrates arrisca-se a comprar um canal televisivo para o oferecer, logo de seguida, ao governo da oposição. Irónico? Sem dúvida. Mas é o preço a pagar quando se governa em desespero e com fortes possibilidades de não o ser novamente governo, se perder as próximas legislativas."

Depois, depois, cá estaremos nós para ver se “isto” é mesmo ingovernável. Mas não auguro nada de bom. A ver vamos. Tomara que esteja enganado.

Bandeira azul, para que te quero? Pouco me dizes! Os porquês destas coisas acontecerem a este "paraiso terreal, Sintra?

Sintra desiste das bandeiras azuis na totalidade das suas magnificas praias

Praia Grande
Mais uma má notícia para esta região. O porquê de isto acontecer a este “paraíso terreal”?

Existe um diferendo, disso ninguém tenha a menor dúvida: depois de problemas em duas praias emblemáticas do concelho, o Magoito e a Praia Grande, a autarquia sintrense vai desistir de todas as “bandeiras azuis”, Mas admite que estas não são necessárias para garantir a sua qualidade!
Praia do Magoito
A Câmara de Sintra recusa hastear as três bandeiras azuis que conquistou este ano, depois de ver negado o galardão às Praia Grande e do Magoito. “Não hastearemos nenhuma bandeira em sinal de protesto para com o comportamento da Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH), que nos pressionou a apresentar as candidaturas, mas não cumpriu o que estava acordado com a anterior entidade responsável, o Parque Natural Sintra/Cascais (PNSC), explica o vice-presidente. Marco Almeida que também é vereador do ambiente, diz que a autarquia “ foi surpreendida” há uma semana com o anúncio de que a bandeira azul não seria concedida à Praia Grande.

A comissão que realizou a vistoria final a 18 de Junho terá detectado a falta de balneários e um problema de higiene provocado por um estacionamento em terra batida junto ao ultimo bar, situações que o autarca atribui à ARH, a entidade que desde Outubro tem jurisdição sobre o litoral, nomeadamente sobre o Plano da Orla Costeira (POOC). “A falta de balneários é responsabilidade dos concessionários, que agora dependem directamente da ARH. Quanto à cafetaria, surpreendentemente, foi licenciada pelo PNSC e funcionou no ano passado sem haver qualquer problema” revela.

No início do ano, a Câmara soube também que não poderia candidatar a Praia do Magoito devido à instabilidade das arribas. “Não deixa de ser caricato que sendo a ARH responsável pela segurança das arribas, seja ela própria a convidar-nos a apresentar uma candidatura que depois é inviabilizada, numa atitude que considerei de “má-fé”.
As críticas à ARH surgem após esta entidade ter “ignorado” o trabalho realizado entre a Câmara e PNSC, que depende do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade. “São três anos de trabalho deitados para o lixo e isso desagrada à Câmara, que não está disponível para prescindir desse esforço”, afirma o vereador do ambiente da Câmara de Sintra, que defende que a ARH deve assumir os compromissos, porque o Estado deve ser uma pessoa de bem e de boa-fé”.

A crítica é partilhada pelos concessionários da Praia Grande, que se queixam da descoordenação entre entidades. “Estava tudo estipulado com a Câmara e o PNSC, e de um momento para o outro pára tudo”, lamenta Renato Paço. Já Manuel Cotta, um dos sócios do último bar, diz que “é normal haver atrasos quando mudam entidades, mas o fundamental é que haja vontade para resolver os problemas.

Apurou-se que a autarquia pretendia realizar “intervenções de requalificação nas praias concessionadas e criar percursos pedonais”, alguns dos quais chegou a iniciar. A revisão do POOC impunha-se sobretudo porque a autarquia pretendia a criação de mais duas concessões

Praia da Adraga

Apesar de se tratar de um galardão internacionalmente reconhecido, o vereador acredita que a ausência das bandeiras nas praias da Adraga, Maçãs e São Julião “não trará nenhum prejuízo ao município, porque estas praias não precisam de bandeiras azuis para continuar a garantir a sua qualidade.”

Entretanto a autarquia “exige que a ARH faça investimentos no concelho, porque Sintra é dos principais contribuintes desta entidade (seis milhões de euros anuais) e é legitimo que não se continue a passar esta “pouca-vergonha”, avança o vereador, que mesmo assim, ainda, deixa um aviso:”Desejamos que a ARH seja capaz de concretizar o POOC e até lá iremos responsabilizá-la por todos os problemas que venham a acontecer no litoral de Sintra, onde há problemas gravíssimos nas arribas das praias.


Em declarações a um jornal a coordenadora da bandeira azul não confirma a desclassificação da Praia Grande, dado que ainda não recebeu o relatório de vistoria.


Praia de São Julião

Texto complementar informativo


Das doze praias de Sintra, apenas cinco são zonas balneares. De fora fica a praia mais ocidental da Europa, a Praia da Ursa, junto ao Cabo da Roca, e o maior areal do concelho, a praia da Vigia, ao lado da de São Julião, já na fronteira com o vizinho concelho de Mafra.

Num inquérito municipal realizado em 2003, 65% dos banhistas responderam que estariam disponíveis para frequentar zonas balneares novas, porque as que existem estão massificadas.

Por isso a Câmara de Sintra defende a classificação de mais duas zonas balneares a Praia Pequena, junto á Praia Grande e a Praia da Vigia. “Os estudos realizados apontam para a necessidade de abrir mais zonas balneares, em vez de aumentar o estacionamento de pessoas nas zonas já existentes, porque isso apenas aumenta a pressão sobre essas mesmas zonas”, explicou Marco Almeida.

Segundo o vereador do ambiente da Câmara de Sintra, a existência destas alternativas “iria aliviar a pressão sobre a Praia Grande e a Praia das Maçãs, as que têm maior procura.

fonte desta noticia é de Luis Galrão

Michael Jackson morre aos 50 anos. Paz à sua alma!

Morreu Michael Jackson

Coração trai estrela da pop

O cantor norte-americano Michael Jackson morreu esta quinta-feira, na sua residência de Los Angeles, aos 50 anos, vítima de paragem cardíaca. Tinha ao seu lado o seu médico pessoal que chamou os bombeiros. Quando estes entraram em casa o cantor já não estava a respirar, mas terão tentado ressuscitá-lo, levando-o para o hospital da Universidade da Califórnia.

Os médicos tentaram reanimar o cantor mais de uma hora, revelou Jermaine Jackson, irmão do artista e porta-voz da família. O corpo foi transferido para o Instituto de Medicina Legal de Los Angeles onde vai ser autopsiado.

ver a noticia em pormenor aqui


Bom fim-de-semana aos amigos leitores do Bancada Directa: querem vir acampar connosco?

Caros amigos leitores do Bancada Directa
Só o nosso amigo João Silva do "pessoal da corda" é que poderia ter a triste ideia de nos convidar para irmos acampar para a Austria, com a incumbencia de levarmos um feixe de lenha para nos aquecermos de noite. E arranjou-nos companheira. Oh amigo João Silva, com esta guia nem lenha era preciso para o aquecimento global....
Mas se algum amigo leitor estiver interessado em se deslocar à Austria faça o favor. Tem esta companhia para o amenizar. Pela nossa parte estivemos lá nos fins de Março, com chuva, vento e neve.
Então Bom fim-de-semana para todos e vamo-nos deixar de conversa de treta..


Obrigado João

quinta-feira, 25 de Junho de 2009

O saber não ocupa lugar. Temas de Medicina. Vamos falar do nosso coração (2ª parte)


O saber não ocupa lugar.

Temas de Medicina. Vamos falar do nosso coração (2ª parte)

Tensão sem atenção?

A hipertensão arterial é outra das grandes ameaças à saúde do coração. Evolui silenciosamente e acaba por causar danos no sistema cardiovascular e noutros órgãos, para além do coração, como são o cérebro e os rins.

Deve-se muitas vezes, a um estilo de vida em que pontuam os excessos alimentares, sendo o sal principal inimigo de uma pressão arterial saudável. Mas as gorduras, o álcool, o tabaco e a ausência de exercício físico também têm culpas. No entanto, há factores de risco não controláveis como a história familiar, a idade e a raça de uma pessoa.

Para prevenir o risco é fundamental conhecer os valores normais para cada pessoa e medi-los com regularidade: só assim é possível intervir perante valores mais elevados que podem ser sinal de doença.

Todos temos colesterol?
Mau colesterol(HDL) para que te quero?
É um facto que todos nós temos colesterol, um tipo de gordura indispensável para a regeneração das nossas células, entre outras. Só que há colesterol “bom” e “mau”. O bom (conhecido pela sigla HDL, proteína transportadora de colesterol) retira colesterol da parede dos vasos sanguíneos e transporta-o até ao fígado para ser eliminado, enquanto o “mau (LDL) se pode tornar nocivo, acumulando acumulando-se perigosamente nas artérias.

Para a saúde cardiovascular é importante que haja equilíbrio entre ambos, pois, quer o excesso de LDL, quer a escassez de HDL aumentam o risco de doença, em especial o enfarte . E a alimentação, mais uma vez, que contribui para esse desequilíbrio.

Stress para que te quero!?

Stress para que te quero?

O stress faz parte da natureza humana. É mesmo inevitável e não tem apenas a ver com um estilo de vida mais agitado e consumidor de energias. É que o stress constitui uma reacção do organismo a situações de perigo. E cada pessoa possui um nível de resistência muito próprio, o que torna difícil defini-lo e medi-lo.

Quando este mecanismo entra em acção, a respiração e o ritmo cardíaco aceleram-se, mas o coração não sofre. O prejuízo acontece quando a pessoa se descontrola uma e outra vez, vivendo em permanente ansiedade e agitação.

Há então que abrandar o estilo de vida ou aprender a gerir o stress – é essa a vantagem das técnicas de relaxamento -, sob pena de o coração se queixar. Estes são factores de risco associados ao estilo de vida. São, pois, modificáveis e é sobre eles que é preciso actuar para poupar o órgão que comanda a vida. Mas há outras vulnerabilidades – é o caso da idade.

Por um lado, a idade reflecte-se directamente no coração e nos vasos sanguíneos. Estes, à medida que envelhecem, tornam-se mais flexíveis, o que atrapalha a passagem do sangue. O coração expande-se com o passar dos anos, fruto do esforço e que é sujeito ao longo da vida: mas um coração alargado é também um coração com menos elasticidade e, portanto menos eficaz a bombear o sangue. Outra ameaça ao coração dos idosos é também o facto de, muito deles, sofrerem de diabetes e hipertensão arterial, dois factores de risco para as doenças cardiovasculares

Por outro lado, é um facto que os anos agravam os erros. Quando ao longo da vida se praticou uma atitude pouco saudável, por exemplo, é natural que esses hábitos deixem marcas no organismo, nomeadamente nas artérias, dificultando a fluidez sanguínea. Quando nunca se foi um adepto do exercício é pouco provável que se abandone o sedentarismo quando se atinja a terceira idade, não obstante os benefícios da actividade física.

E, como não é possível alterar a idade, não resta alternativa a não ser modificar hábitos. Em nome do seu coração.

Os pormenores

Em 4º lugar?

Os portugueses colocam as doenças cardiovasculares como a quarta patologia mais grave, o que revela desconhecimento sobre aquela que é a principal causa de mortalidade no nosso país. Alem disso, não estão preocupados com as arritmias cardíacas, causa comum de morte súbita.
A conclusão pertence a um estudo conjunto do Instituto Português do Ritmo Cardíaco (IPRC), da Associação Portuguesa de Arritmologia, Pacing e Electrofisiologia (APAPE) e da Associação Portuguesa de Portadores de Pacemakers e CDI (APPPC).
São resultados que, para os promotores deste estudo, revelam que é preciso intervir na comunidade geral. Daí a campanha “Bate, bate coração”, apadrinhada pelo fadista Carlos do Carmo, ele próprio portador de um pacemaker.

Menos sal, sff!!!!!
Excesso de sal para que te quero?
O excesso de sal na alimentação é um dos principais factores de risco nas doenças cardiovasculares, em particular da hipertensão arterial, mas também do AVC e do enfarte do miocárdio.
Um risco que se diminui cortando no sal que se junta às refeições – o sabor não se perde se, em vez de dos pequenos cristais brancos se usarem ervas aromáticas. Mas também fugindo dos alimentos enlatados, abundantes em sal.

Alguns gramas a menos por dia são suficientes para o coração bater melhor. Esta mensagem foi passada durante a “Semana sem sal”, que envolveu 28 Paises em Fevereiro ultimo. Liderada pela World Action on Salt and Health (WASH), teve o apoio nacional da Fundação Professor Fernando de Pádua e do Instituto Nacional de Cardiologia Preventiva.

Ainda continuamos na próxima semana com este tema

Em democracia admite-se o pluralismo, e com ele a ideia de que nenhum partido detém a totalidade da verdade política

Fragmentos e Opiniões
Verdades ou mentiras, ou lá o que seja! Mas ninguem é dono da sua verdade.

Há vários meses que a grande aposta de Ferreira Leite e do PSD consiste na permanente reivindicação da posse da verdade. O seu lema central, repetido ad nauseam e escrito em todos os cartazes, é "Portugal de verdade". Isso equivale a uma só mensagem constantemente transmitida aos potenciais eleitores: nós estamos na posse da verdade, os nossos adversários políticos apenas dizem mentiras.

A história das ideias mostra que aqueles que reivindicaram a totalidade da verdade foram sempre contra a democracia. O nazi-fascismo considerava deter uma verdade incontestável sobre a pureza rácica e a consequente autorização para o genocídio.

O socialismo científico considerava-se autorizado a exercer todas as violências contra aqueles que se atravessassem no caminho do processo histórico que levaria à sociedade comunista. Trata-se de dois casos extremos e não equiparáveis ao do PSD de Ferreira Leite, como é óbvio. No entanto, precisamente pelo seu extremismo, estes casos mostram com especial clareza a perversidade da reivindicação do monopólio da verdade.
Há que dizer duas coisas sobre o papel da verdade num regime democrático. A primeira tem a ver com a verdade em sentido empírico, ou factual. Esta é extremamente importante.

Mas não é sério atribuir-se a si mesmo a totalidade da verdade e ao adversário a totalidade das mentiras.

Qualquer generalização deste tipo é inaceitável. Quando se detecta alguma mentira factual no adversário é necessário expô-la e prová-la, caso a caso.

Em segundo lugar, a democracia não é um regime consentâneo com a ideia de uma verdade absoluta em sentido político-normativo. Em democracia admite-se o pluralismo, e com ele a ideia de que nenhum partido detém a totalidade da verdade política. Aceitar esse pluralismo e ser capaz de viver com ele, sem ceder à tentação de diabolizar o adversário, é a pedra-de-toque do espírito democrático.

Por isso, em democracia existe sempre um conceito e o seu contrário: direita e esquerda, socialismo e conservadorismo, europeísmo e nacionalismo, governo e oposição, etc. A linguagem da verdade política absoluta equivale à negação ou à subalternização deste aspecto central da vida democrática.

Em suma: uma estratégia consequente com o respeito pela verdade empírica e pelo pluralismo democrático consiste em ser sério na discussão dos factos e em apresentar projectos alternativos aos dos adversários - mas não em atribuir-se a si mesmo a totalidade da verdade, empírica ou política.

Reivindicar o monopólio da verdade equivale, em última instância, a mentir sobre o carácter intrinsecamente argumentativo e pluralista da democracia.

João Cardoso Rosas

Quem é João Cardoso Rosas?
Professor universitário de Teoria Política
Categoria: Professor Auxiliar
Áreas de interesse: Historia das Ideias Políticas, Filosofia Política Contemporânea, Ética Aplicada, Política e Religião, Direitos Humanos, John Rawls e os seus críticos
CV curto: João Cardoso Rosas é Licenciado em Filosofia e Mestre em Filosofia Social e Política pela Universidade do Porto e Doutor em Ciências Sociais e Políticas (Teoria Política) pelo Instituto Universitário Europeu de Florença. Para além de professor auxiliar na Universidade do Minho, tem também sido professor visitante na Universidade Católica Portuguesa (Lisboa) e na Brown University (Providence, RI). As suas publicações incidem predominantemente sobre a Filosofia Política Contemporânea de pendor analítico. Os trabalhos mais recentes incluem: "Cidadania Liberal e Reconhecimento Cultural", Revista Portuguesa de Filosofia, Tomo LIX, N.º 1, 2003, pp. 171-183; “Justiça Social e Igualdade de Oportunidades”, Diacrítica – Série Filosofia e Cultura, N.º 17/2, 2003, pp. 203-216; (coord.), Ideias e Políticas para o Nosso Tempo, Braga, Universidade do Minho, 2004; e, com João Carlos Espada (coords.), Pensamento Político Contemporâneo: uma introdução, Lisboa, Bertrand, 2004 (no prelo).

As atitudes destes falsos ricos. É o tema de "Esta Lisboa que eu amo!"

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Houve dinheiro para se comprar este Aston Martin. Não interessa se foi a pronto ou a 7 anos de prestações.Ninguem tem nada com isso e o sol quando nasce é para todos. Mas que faz figura de rico, lá isso faz
Mas arranjar-se uns cobrezitos para pagar um lugarzito no parque de estacionamento, já não há! Os pobres que estacionem lá os seus "carritos" e paguem! O "rico" prefere estacionar sem pagar e a incomodar os cidadãos desta Lisboa.


Ah, isto aconteceu na Largo de Camões, recentemente.

Esta cidade de Aveiro de que eu gosto. Damos conta de uma boa noticia.

Caros amigos leitores do Bancada Directa

A noticia chega até nós veiculada pelo Jornal de Aveiro.pt




Aveiro: Apoio psicológico chega à Universidade por telefone


Em Setembro começa a funcionar a Linha da Universidade de Aveiro (LUA), que dará apoio psicológico aos alunos da academia

Há 16 anos, a Universidade de Aveiro (UA) era responsável pelo lançamento da primeira linha de apoio telefónica do país, denominada Linha da Universidade de Aveiro (LUA). Depois dela, muitas outras linhas surgiram, algumas em universidades, partilhando os mesmos objectivos: ajudar quem precisa de apoio num momento de maior fragilidade emocional e psicológica.

Em Setembro, a UA vai recuperar este modelo de ajuda, com o relançamento da LUA, num horário nocturno que deverá começar pelas 22 horas e terminar pelas 3 da madrugada. Um dado singular desta ferramenta dos Serviços de Acção Social (SASUA) é que, se de um lado da linha estará um aluno em dificuldades e a precisar de conversar, do lado estará outro aluno, que depois de frequentar uma formação específica, saberá escutar o seu par e orientá-lo a ultrapassar o problema. A LUA foi ontem oficialmente apresentada, contando até ao momento com 93 alunos inscritos para serem voluntários desta linha de ajuda.

Uma atitude “altruísta” destes alunos destacada por Anabela Pereira, uma das coordenadoras da Linha. “Aceitaram participar de forma desinteressada, aqui a motivação é apenas uma: ajudar o colega”, disse, avançando que, “curiosamente, entre os voluntários inscritos temos alunos das engenharias, ciências, línguas, saúde e também psicologia”.

A Linha vai funcionar todos os dias (excepto nas pausas lectivas), garante confidencialidade e muita sensibilidade no atendimento telefónico que, embora assegurado por alunos, são constantemente supervisionados por técnicos. Anabela Pereira avançou ainda os principais problemas detectados aquando a estreia da LUA, em 1994. “São basicamente questões do foro pessoal e afectivo: timidez, auto-estima em baixo, depressão, stress, ansiedade”, afirma, acreditando que serão estes os problemas que na actualidade continuam a perturbar os alunos universitários.

Os alunos terão acesso à LUA numa primeira fase através do telefone (o número ainda não está disponível), mas também por formato virtual, graças à plataforma Second Life. Serão ainda disponibilizadas consultas presenciais, orientadas por psicólogos clínicos, para os casos considerados mais complexos.

quarta-feira, 24 de Junho de 2009

5 rostos; 5 temperamentos. Um estudo de Julian Gabarre que incidiu sobre cinco figuras publicas cá do nosso burgo

5 Rostos = 5 Temperamentos

Julian Gabarre, numa crónica publicada no semanário Expresso analisa e comenta as fotografias de cinco figuras públicas portuguesas de áreas distintas, da política às letras. Eis as suas conclusões.

José Sócrates:

“Este rosto de estrutura rectangular em largura com um perfil algo inclinado na zona cerebral e mais vertical na sua zona média e baixa, com receptores /olhos, nariz e boca) moderadamente protegidos, informa-nos que as forças de expansão e as de conservação estão em equilíbrio.

Como a zona dos maxilares é um tanto suave e recortada, podemos afirmar que o seu nível de actividade está ligeiramente abaixo da média: apesar desta morfologia, o queixo diz-nos que tem um bom sentido de oportunidade, que sabe esperar.

Embora fisicamente pouco activo, a sua zona cerebral inclinada, em que se observa uma aceitável zona criativa e uns supraciliares salientes, revela uma mente activa em que coexiste um bom nível de inteligência, tanto abstracta como concreta, e boa intuição, com capacidade de comando.

A amplitude das têmporas e o abaulamento da testa dão-nos conta de um ser ligeiramente obsessivo, ou seja, que dá demasiadas voltas às suas ideias. Tem um bom sentido da poupança e do gasto”.
Manuela Moura Guedes

“O rosto tem estrutura sólida. Apesar da sua zona mandibular mais carnuda (fruto de uma intervenção estética?), é um rosto onde continua a haver fortaleza física e resistência. A sua zona cerebral de estrutura forte, os seus olhos acentuados e pálpebras superiores em ligeira meia-lua falam-nos de uma imaginação fecunda.

Vêem-se marcas do passado (o descaimento que se vê abaixo do olho esquerdo, entre a maçã do rosto e o nariz), que, juntamente com as narinas salientes vistas de perfil, falam-nos de uma infância algo hostil, com falta de calor afectivo no seu círculo familiar.

As maçãs do rosto bem visíveis com o nariz pouco carnudo, os orifícios nasais muito fechados e recortados neste rosto sólido dizem-nos da necessidade de ser querida e de reconhecimento, mas também da necessidade de se proteger da hostilidade vivida no seu passado, o que a tornou mais dura e menos aberta nos relacionamentos, mas também pouco hábil para expressar verbalmente os seus sentimentos ao seu parceiro e aos filhos, caso os tenha. Assim como tremendamente selectiva, quando se trata de escolher os amigos, que se devem contar pelos dedos de uma mão”.


Deve aprender a expressar verbalmente aos seus seres mais chegados para não cair na monotonia afectiva.

Mariza

“Um rosto alongado e estreito onde nos apercebemos de reservas energéticas moderadas: a tonicidade do mesmo e a profundidade dos maxilares dão-nos conta de sensibilidade e actividade, as quais, juntamente com a sua zona cerebral diferenciada e bem desenvolvida, nos aponta para imaginação e criatividade. Alem disso, quando se fixa num objectivo, pode-se dedicar com perseverança longas horas até chegar ao fim, com organização e metodologia aceitável.

A assimetria que se observa na zona mandibular e maxilar, juntamente com a tonicidade mediana dos seus olhos, informam-nos de estados de alma, e, possivelmente, de humor, oscilantes, que supera quando tem um novo objectivo ou recebe um estimulo do exterior.

Não obstante esta complexidade e mediana dualidade potencia a sua criatividade, favorável ao desenvolvimento das tendências artísticas, da genialidade.

Uma vez mais o morfopsicológico pode deduzir e compreender que um defeito é frequentemente o reverso de uma qualidade, de maneira que um não existe sem o outro e não se podem separar.

Catarina Furtado

“Este rosto é medianamente largo e alem disso é fibroso, o que lhe dá umas reservas energéticas consideráveis, que, alem disso, estão activadas pelo que será uma pessoa muito activa. Isto, unido ao seu queixo visível, dá-lhe uma perseverança e resistência no que empreende. A zona cerebral, a média (maçãs do rosto e nariz) e a baixa (maxilar e queixo), é equilibrada, pelo que o pensamento, o sentimento e os desejos estão equilibrados.

Não obstante, podemos ver uns orifícios nasais um tanto abertos, o que aliado à finura da sua pele, nos fala de extrema sensibilidade (susceptibilidade), quer dizer que se pode ferir mais facilmente do que as outras pessoas, podendo também responder com notável veemência ao que ela entender como uma agressão, devendo pois ter isso em conta e não lhe dar tanta importância.

Esta extrema sensibilidade juntamente com a sua grande actividade, a sua boa receptividade, os seus componentes femininos e masculinos bem integrados e a sua inteligência intuitiva e concreta, equilibrada com uma lógica aceitável, são-lhe favoráveis ao desenvolvimento da criatividade
Margarida Rebelo Pinto

Este rosto de estrutura estreita, sem adiposidade, fala-nos de reservas energéticas moderadas mas activas e bem administradas, pelo que é uma pessoa com um nível de actividade acima da média: a profundidade dos seus maxilares e queixo e a razoável verticalidade da sua testa informam-nos de que será resistente e perseverante. Os seus receptores (olhos e nariz) são acentuados e diferenciados, também se observando um harmónico ângulo interlabial.

Isto, em conjunto com a sua ampla zona cerebral com boa retracção frontal e a sua ampla e fecunda imaginação, dá-lhe uma alta capacidade de discernimento e uma refinada delicadeza nas suas percepções e expressões. Também se verifica que terá capacidade para se relacionar (no trabalho, socialmente e na intimidade), valorizando muitíssimo mais a qualidade do que a quantidade.

Essa testa ampla e as maçãs do rosto estreitas e altas, falam-nos de uma grande imaginação abstracta e intuitiva, com boa lógica, e de sentimentos, de valor transcendente, do tipo “gostaria de fazer algo que ficasse em benefício da Humanidade”.

Obesidade para que te quero? Convite para todos os cidadãos


Caros amigos leitores do Bancada Directa


Da amiga "gmaria31" recebemos este simpatico convite para todos os nossos leitores. Vá lá aproveitem, não darão por mal empregue o vosso tempo.

Amigo: deixa o sofá e vem participar na festa.

Convite

Olá amigos

Venho aqui convidar-vos para nos visitarem no dia 27 Junho (PROXIMO SABADO) no Estádio Universitário de Lisboa...(junto ao Hospital de Santa Maria)Venham divertir-se connosco nos PARQUES INSUFLAVEIS, jogos tradicionais, piquenique, boa disposição e muito mais...(é só espreitar o programa abaixo)

Para qualquer pormenor é so espreitar o blog http://outroladodoespelho.blogs.sapo.pt/

PROGRAMA

10:00Início das actividades nas tendasTenda 1 Representaçao dos grupos (Adexo - Power of Change - XXlight - Afago - Eco)

Tenda 2 Trocas de roupas tamanho XXL (Baú da Madrinha - Trocas e Baldrocas)
Tenda 3 Artesanato feito por vários obesos ou ex-obesos
Tenda 4 Tenda da alimentação (Plataforma Sumos/snacks - LEV-Lab. Francediet)
Tenda 5 Tenda de patrocinadores (Abbott - Estádio Universitário)
Tenda 6 Tenda de patrocinadores ( Kore Moda - Água de Luso)
Tenda 7 Tenda onde estarão alguns médicos e onde se farão rastreios (Plataforma - Teprel/Inbody)
Tenda 8 (SPCO Soc. Port. Cirurgia Obesidade - Plastimed)

10:30 Início das actividades no campoCaminhada pelo estádio com o Prof. José Almeida do EUL com utilização do equipamento urbano instalado.Insufláveis para Adultos e Crianças
11:30 Aula de Taiji Ball (no relvado) com o Prof. Eduardo Elias
13:00 Intervalo para Almoço
14:30 Início dos jogos tradicionaisJogo da macaca - Corrida de sacos - Jogo da corda - Braço de ferro
15:00 PediPaperJogo de Pistas Passeio Mistério pela área do estádio em equipas de 3 elementos que tem de desvendar as charadas que lhe vão sendo propostas para chegar ao fim. (prémios para as primeiras 3 equipas)
16:00 Aula de Pilates (no relvado) Monitor do Ginásio Clube Português16:00 Mural de mensagensGrande painel onde todos poderão deixar uma mensagem ou um desenho.
17:00 Encerramento das actividades

Vá lá conto convosco!!!

ENTRADA LIVREEEEEEEEEEEE!!!!!
jinho gordinho

Vaga para electricista. Oferta de emprego.


Caros amigos leitores do Bancada Directa

Leitor amigo (e dos bons) envia-nos um mail, preocupado como anda com a vaga de desemprego, não só a que grassa no nosso país, mas por o lado deste planeta, uma urbe terráquea em crise económica que nunca mais se vai embora.

Agradecimentos ao Dr. Antonio Ramalho ( o nosso Tó ) por se ter lembrado do Bancada Directa para esta oferta de emprego. Obrigado

Ora vejam lá o tema:

Se tiverem algum amigo interessado, não percam a oportunidade porque apesar da distância o salário é muito bom e a perspectiva de trabalho qualificado tb...

VAGA PARA ELECTRICISTA NA ÍNDIA

Não precisa de experiência. Oferecem-se roupas e ferramentas de segurança. Sem restrições de horas extraordinárias. Alicates e chaves-de-fenda disponíveis no armazém. Exigência principal: ser corajoso. Salário: A escolha do empregado. Horário de trabalho: até acabar o trabalho!

terça-feira, 23 de Junho de 2009

O engano! É o tema de hoje dos "Fragmentos e Opiniões".

Fragmentos e Opiniões

Enganaram-se os candidatos e os partidos. A 'nacionalização' da campanha subiu a abstenção.

Não obstante o muito que os europeus devem à 'Europa', as recentes eleições para o Parlamento Europeu ficaram marcadas em todos os países por níveis de abstenção preocupantemente elevados. Ignorar este facto e o que ele representa pode comprometer de modo muito sério o processo de construção europeia e prolongar por muitos anos o impasse institucional e político em que a Europa tem estado mergulhada.

Construída por democratas-cristãos e por socialistas democráticos, a Europa assentou num grande consenso institucional, que não era incompatível com a clareza ideológica distintiva das diferentes famílias políticas europeias, que assim mobilizavam os cidadãos. Esta dialéctica ideológica não impediu a consolidação da União, constituindo mesmo um contributo decisivo para a originalidade e a riqueza do projecto europeu.

Nos últimos 20 anos, e com o declínio das ideologias, substituídas por uma espécie de 'pensamento único', essa clareza de propostas tem vindo a atenuar-se, sobressaindo apenas a procura de um denominador comum mínimo que assegure um consenso institucional. Mesmo os partidos anti-europeístas parecem derrotados por esse consenso e têm defendido as suas posições de modo envergonhado e, em muitos países, dos quais Portugal é só um exemplo, disfarçam cada vez mais a sua orientação de fundo.

Na incapacidade de distinguir o discurso europeu, encontramos provavelmente a razão para que em toda a Europa estas eleições tenham sido marcadas pela discussão de temas de política nacional (e frequentemente de 'pequena política' nacional) e pouco se tenha tratado da questão central - o reforço e a renovação da União Europeia, como escudo protector da crise internacional e como espaço de aplicação de políticas económicas e sociais que pela sua escala forçariam uma inflexão mundial do neoliberalismo.

Enganaram-se os candidatos e os partidos europeus. A 'nacionalização' da campanha aumentou a abstenção porque conferiu a este acto eleitoral um cariz de inautenticidade com o qual a maioria das pessoas achou que não valia a pena perder tempo.

É por isso que retirar conclusões internas, peremptórias ou até 'definitivas', dos resultados eleitorais é prolongar o embuste.

Ao contrário do que sucedeu na América com a eleição de Obama, na Europa, a direita ganhou e os partidos socialistas, no poder ou na oposição, foram penalizados pelos eleitores. Quando vivemos uma profunda crise global, cuja origem é unanimemente atribuída à falta de regulação dos mercados financeiros e a um modelo económico de cariz neoliberal, não é simples encontrar uma explicação para estes resultados. Mas é a procura dessa explicação que pode ajudar a esquerda democrática a reinventar-se e a recuperar o terreno perdido.

Marcos Perestrello

Pau Gasol: perdeu-se um futuro médico, mas ganhou-se um basquetebolista de enorme potencial .

Perdeu-se um médico: ganhou-se um basquetebolista de enorme potencial. É o “desporto na terra aqui ao lado”. A Espanha!

O destaque:
Os Lakers conquistaram o titulo da NBA de 2009. Pau Gasol foi um dos elementos salientes da equipa maravilha, embora a estrela máxima tenha nome japonês: Kobe Briant. (foi a camisola 8 e depois a 24)

Outras camisolas sagradas também são dignas de realce: 13 = Chamberlain; 22 = Baylor; 25 = Goodrich; 32 = Maggic; 33 = Kareem; 42 = Worthy e 44 = West.. Não nos esqueçamos que Michael Jordan teve a camisola 23.

Mas hoje vamos falar do gigante espanhol Pau Gasol

O desenvolvimento do tema Pau Gasol.

Fernando Martin foi o primeiro espanhol (segundo europeu) a jogar na NBA, em 1986, pelos Trail Blazers. O poste, que até tinha um jogo de Spectrum com o seu nome, conduziu o Real Madrid aos anos dourados do basquetebol e era um atleta completo – também fez natação, sagrando-se campeão de Castela, e andebol -, sendo mesmo considerado um dos melhores de sempre. Pulverizou marcas, conseguiu inúmeros registos mas un trágico acidente de viação tirou-lhe a vida com apenas 27 anos.

Duas décadas depois, a Espanha celebra o primeiro titulo de campeã na NBA graças a outro poste com apetência para o desporto – também jogou râguebi - , que ganhou títulos ao serviço de um grande clube (Barcelona), figura em jogos da Playstation e já tinha entrado na história por ter sido o terceiro jogador escolhido no “draft” de 2001 – Pau Gasol.
Filho de um enfermeiro e de uma médica, o internacional que estudou medicina encontrou o remédio santo para ajudar Kobe Briant a recuperar o anel de campeão, e sobretudo, fazer esquecer essa lenda chamada Shaque O”Neal.

Mais: apesar de não ser o país europeu com mais representantes na NBA (a Espanha está atrás da França e da Sérvia) esta Espanha teve o primeiro jogador a ganhar o campeonato um ano depois de ter dado luta aos USA na final dos Jogos Olímpicos – um dos melhores jogos do século – e “meter”, pela primeira vez cinco jogadores na competição.

Mais: para terem Pau Gasol em 2008, os Lakers trocaram de jogadores com os Grizzlies, cedendo ao conjunto de Memphis o irmão de Pau Gasol, Marc Gasol. E o reinado não ficará por aqui, pois Adriá, o mais novo dos Gasol, já joga numa Universidade norte-americana.
A imprensa espanhola está e anda eufórica com o feito, mas em paralelo, já aponta baterias para o base Ricky Rubio, prodígio de 18 anos, que deverá ser dos primeiros eleitos no ”draft” de 2009.
Texto complementar
Vida pessoal
Pau Gasol nasceu no seio de uma família fortemente relacionada com a medicina. Seu pai era enfermeiro e, sua mãe médica. Gasol chegou a estudar medicina por alguns meses, mas largou por não conseguir conciliar tais estudos com o basquete. Gasol tem dois irmãos: Marc Gasol e Adrià Gasol. Marc tem seus direitos vinculados ao antigo time de Pau, o Memphis Grizzlies. Isso é possível porque os irmãos foram envolvidos na troca que levou Gasol para o Los Angeles Lakers. Adrià, o mãos novo dos irmãos Gasol, também segue os passos do irmão e já joga basquete pela sua escola.

Carreira
Pau Gasol é mais um ala diferenciado vindo da Europa. Comparado com Toni Kukoc e Dirk Nowitzki, é um pivô diferenciado, que pode actuar tanto no garrafão, como saindo dele para “tiros” de longa distância, dificultando a marcação.

O início na Espanha
Na Espanha, Gasol jogou pelo CB Cornellà, que era uma espécie de categoria de base do FC Barcelona. Nessa época, Gasol chegou a jogar como armador, o que contribuiu para o grande controle de bola que ele possui hoje (muito acima da média dos pivôs). Com 16 anos, Gasol foi para o FC Barcelona, equipa na qual foi campeão júnior da Espanha. Daí em diante, Gasol passou a ser convocado para as categorias e base da selecção espanhola.

Já em 1998, Gasol chamava atenção das Universidades americanas. Mas a escolha dele - fortemente influenciada pelo responsável das categorias de base do basquete do Barcelona, Joan Monte - foi permanecer no seu país natal.

Em Janeiro 1999, Pau estreou na ACB e jogou mais três partidas na equipa principal. Porém, seria na temporada seguinte que Gasol ganharia mais espaço na equipa e na temporada 2000-2001 foi quando chamou a especial atenção de todos. Com apenas 24 minutos de actuação em cada jogo, Gasol anotou 11,3 pontos de média e 5,2 de ressaltos. Chamou a atenção das equipes da NBA e inscreveu-se para o Draft.

Gasol foi escolhido para a NBA em 2001, como a terceira escolha do Atlanta Hawks, mas os seus direitos foram trocados com o Vancouver Grizzlies.

Já na sua temporada de estreia, Gasol teve boas chances. Na quarta partida da temporada, o então pivot titular do Memphis Grizzlies, Stromile Swift sofreu uma contusão. Era a chance de Gasol. Ele foi o titular no jogo contra a equipa do Phoenix Suns e anotou 27 pontos. A partir daí, Gasol seria o pivot titular de sua equipa e foi o único a disputar todos os jogos do Memphis naquela temporada. Teve médias de 17,6 pontos; 8,9 rebotes e 2,7 assistências. Uma bela temporada para um caloiro.

Em 2006, Gasol entrou para história. Ao ser seleccionado para participar do All-Star Game, foi o primeiro espanhol a conseguir tal feito e também o primeiro jogador do Memphis Grizzlies.

Na temporada seguinte a essa participação, Gasol perdeu os 19 primeiros jogos devido a um pé quebrado. Gasol quebrou um pé na semifinal do Mundial FIBA de 2006, contra a Argentina.


No dia 1 de Fevereiro de 2008, Gasol foi trocado para o time californiano. A troca foi peculiar por incluir os direitos do irmão mais novo de Gasol, Marc. Além disso, o Memphis Grizzlies ainda recebeu o pivô Kwame Brown e os armadores Javaris Crittenton e Aaron McKie.


Gasol actuando pelo LakersGasol fez sua primeira partida com a camisa do Lakers contra o New Jersey Nets, no dia 5 de fevereiro de 2008. Os números impressionaram: 24 pontos, 12 rebotes e 4 assistências.

Com a chegada de Gasol, o Lakers conseguiu chegar às finais da NBA de 2008, mas o título acabou ficando com o maior rival: Boston Celtics.

Mas a temporada seguinte, 2008-09, foi diferente. Com belas actuações de Gasol, tanto na temporada regular, quanto nos playoffs, o time da Califórnia conseguiu o título, ao fechar a série final contra o Orlando Magic no 5º jogo, no dia 14 de Junho de 2009. Gasol ganhava ali

O humor sarcástico de Antonio Raposo

Caros amigos leitores do Bancada Directa
Como sabem o nosso Antonio Raposo encontra-se internado no Hospital da Luz, para os clinicos fazerem uma despistagem e diagnosticarem a causa efectiva de uma artrite reumatoide que o aflige. Ela é chata mas o Tempicos vai ultrapassar a situação.
Num post publicado (Fragmentos e Opiniões de Domingo 21 de Junho) demos conta desta situação e inúmeros leitores (policiaristas, só o Daniel Falcão) têm feito os seus comentários e desejado as melhoras do malandreco Detective Tempicos.

E querem ver a prova de humor do Antonio Raposo, mesmo nesta situação desconfortavel? Ora vejam lá o texto que ele enviou aos seus amigos:

Hoje já me fizeram uma tac retiraram-me meio litro de sangue de cada braço. Ainda respiro. Estas analises é para ver se tenho bicho.
Não seria mais pratico tomar o mata bicho»
A Raposo



Grande confiança é o que este homem tem. Para dar e para vender. Alinhadinho é o que êle é!
Ah grande Antonio Raposo

Recordar é Viver. A 23 de Junho de 1894 foram criados os Jogos Olimpicos!


Recordar é Viver.

No dia 23 de Junho de 1894 foi criado pelo Barão Pierre de Courbetin o Comité Olímpico Internacional



Segundo a Carta Olímpica, o Comité Olímpico Internacional é uma organização não-governamental. Foi criada em 23 de Junho de 1894, por iniciativa de Pierre de Coubertin, com a finalidade de reinstituir os Jogos Olímpicos realizados na antiga Grécia e organizar e promover a sua realização de quatro em quatro anos. O COI é financiado através de publicidade e comercialização de artigos comemorativos dos Jogos e através da venda dos direitos de transmissão dos eventos Olímpicos.
Barão Pierre de Courbetin
Em 1896, após uma pausa de 1500 anos, realizaram-se os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, que o barão de Coubertin esperava ajudassem a fomentar a comunicação e paz internacional.

Actualmente, o COI tem por objectivo centralizar a administração e legislação dos Jogos, e também servir como entidade legal que detém os direitos de autor, marcas registadas e outras propriedades relacionadas com os Jogos Olímpicos. Por exemplo, a Bandeira Olímpica, o Lema Olímpico e o Hino Olímpico pertencem e são administrados pelo COI. Adicionalmente há outras organizações, nomeadamente os Comités Olímpicos Nacionais e as Federações Desportivas Internacionais, que são controladas pelo COI e que colectivamente são designadas por Movimento Olímpico.

Os países que desejarem ser anfitriões dos Jogos Olímpicos de Verão ou de Inverno têm de entregar uma proposta de organização ao COI, que tem a palavra final na decisão de onde se realizarão os Jogos, através da votação de delegados que representam a maioria dos países membros. Por lei, todos os membros do COI têm de se retirar ao atingirem 81 anos de idade.

Edições dos Jogos Olímpicos
Olimpíadas de Verão Atenas 1896 · Paris 1900 · St. Louis 1904 · (Atenas 1906) · Londres 1908 · Estocolmo 1912 · Berlim 1916 · Antuérpia 1920 · Paris 1924 · Amesterdão 1928 · Los Angeles 1932 · Berlim 1936 · Helsínquia 1940 · Londres 1944 · Londres 1948 · Helsínquia 1952 · Melbourne-Estocolmo 1956 · Roma 1960 · Tóquio 1964 · Cidade do México 1968 · Munique 1972 · Montreal 1976 · Moscovo 1980 · Los Angeles 1984 · Seul 1988 · Barcelona 1992 · Atlanta 1996 · Sydney 2000 · Atenas 2004 · Pequim 2008 · Londres 2012 · 2016
Olimpíadas de Inverno Chamonix 1924 · St. Moritz 1928 · Lake Placid 1932 · Garmisch-Partenkirchen 1936 · Sapporo 1940 · Cortina d'Ampezzo 1944 · St. Moritz 1948 · Oslo 1952 · Cortina d'Ampezzo 1956 · Squaw Valley 1960 · Innsbruck 1964 · Grenoble 1968 · Sapporo 1972 · Innsbruck 1976 · Lake Placid 1980 · Sarajevo 1984 · Calgary 1988 · Albertville 1992 · Lillehammer 1994 · Nagano 1998 · Salt Lake City 2002 · Turim 2006 · Pequim 2008 - Vancouver 2010 · Londres 2012 - Sóchi 2014 .

Algumas das nossas glórias olimpicas

segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Actores! Wow!!

Este post vem a respeito de saber até que ponto será o limite de alguns actores fora do seu circulo profissional, e se este terá alguma influência em presentes e futuras gerações, com cenas no mínimo nada dignificantes para as suas famílias e de quem os segue?! Uns dizem que é normal porque são actores, outros até acham graça, outros condenam, mas afinal o que acham os amigos de Bancada Directa?! Não serão alguns jovens influenciados no futuro para fazerem destas cenas publicamente e acharem algo normal na sua vida, seja qual for o seu parceiro?! Não deviam eles de ser os primeiros a dar exemplo e demonstrar que trabalho é muito diferente da vida social ?!! Ou só porque se é actor, tudo é admissível e normal ?!

Vem isto a caso dos famosos actores de Hollywood, Halle Berry e Jamie Foxx protagonizarem a cena mais quente do Guys Choice Awards, prémio do Spike TV no fim do mês passado em Culver City, Califórnia. Vencedora do troféu de actriz mais "Sexy da Década", Halle agarrou Foxx, deu um grande beijo no colega e verificou se o actor tinha as "partes baixas" no sítio, sendo que Foxx não deixou por menos e respondeu à letra.
Nos bastidores disseram que foi ensaiado, mas quantos ensaios serão necessários para esta cena?!
Vejam e comentem de vossa justiça.






Notas:
Halle já foi casada duas vezes, e namora o modelo Gabriel Aubry desde 2005, com quem teve uma filha nascida em 16 de Março de 2008, enquanto Jamie Foxx é rapaz solteiro.

Ei gentes do Porto. Toca a animar porque amanhã é a noite de São João....

Caros amigos leitores do Bancada Directa

É do norte? Moras no Porto ou nos seus arredores? Gostas das festas do alho porro e não só? Então vem amanhã para a Cidade Invicta e goza a folia da noite do São João!


Aproveita e goza esta noite única na cidade do Porto.


Vá lá continua a brincar e gozar à farta. Tu mereces e a tua cidade também. Mas cuidado, não abuses.

A foto é uma gentileza do "brincandocomarte". Obrigado

Fragmentos e Opiniões fracturantes.



A decadencia do "Socialismo"?

O auto denominado socialismo democrático foi derrotado nas eleições europeias. Em Portugal, o PS perdeu para um PSD fragmentado. É urgente que estes partidos socialistas repensem a situação em que estão, as causas e as consequências; nem todo o desgaste pode ser atribuído a penalização dos partidos no poder.

É a ideologia que dá o nome aos partidos, socialismo, que aparece desgastada e anacrónica. No tempo da Guerra-fria, fazia sentido o socialismo democrático, por oposição ao socialismo não-democrático, vulgo comunismo. Em Portugal, épicas batalhas se travaram entre o PS e o PCP, entre Mário Soares, socialista democrático dos quatro costados, e Álvaro Cunhal, comunista com traços estalinistas. As batalhas estavam à altura dos dois chefes, que fundaram os partidos e ajudaram a fundar, com o PPD e o CDS, a democracia portuguesa.








Esse tempo acabou. O PS ainda não percebeu que esse tempo acabou, nem à sua esquerda, corporizada por um esquerdismo histórico e envelhecido, o alegrismo e adjacências, nem à sua direita e centro, corporizado por José Sócrates e pelo grupo de homens e spinners que fundam no voluntarismo e na propaganda tecnocrata uma falta de convicção ideológica e de narrativa política.

Para ganhar eleições é preciso saber o que se pretende fazer com o voto de confiança dos eleitores. "Quod erat demonstrandum".

A principal vantagem do PS em relação ao PSD, historicamente, era a sua cultura política. Uma cultura política alicerçada em ideais e objectivos prosseguidos com tenacidade. Gente da Internacional Socialista como Willy Brandt, Olof Palm, François Mitterrand, Felipe González e Mário Soares.

A Europa era um clube restrito e os desafios da história não eram os do século XXI. A revolução tecnológica não tinha começado, o planeta não estava ameaçado de morte, os recursos energéticos bastavam, a emigração era culturalmente hegemónica, o ignorado mundo muçulmano não suscitava desconfiança, a expansão económica do pós-guerra consolidava-se, a democracia e a pax europeia também.

A América era uma potência 'salvadora', e as suas aventuras na América Latina, em África e no Vietname não implicavam a Europa e prescindiam da NATO. O império americano, aliado tradicional contra o império soviético, preocupava-se com os seus interesses regionais, com a hegemonia americana e com a fonte de petróleo.







E nós por cá, europeus, tínhamos duas metas: construir um mercado comum e uma comunidade europeia sem nacionalismos deletérios e pacificar a Europa democrática.

O grande medo universal era o da guerra nuclear e a política de dissuasão a única via. O Muro lá estava, símbolo de uma Europa e um mundo divididos. Mr. Gorbatchov, tear down this wall! O Muro caiu.

O crescimento demográfico, a escassez do petróleo sobre o qual assenta a nossa civilização, o extremismo e terrorismo islâmicos, a degradação do planeta, as emissões nocivas, resíduos tóxicos e recursos esgotados que vamos deixar em herança às gerações futuras, os problemas da igualdade e dos direitos humanos, a representação das minorias, o racismo, o conflito étnico, a desigualdade entre ricos e pobres num mundo mais próspero, e a emergência da Ásia.


O acesso à informação, a progressão científica e tecnológica, a dependência africana dos dadores a par com a corrupção dos ditadores, a ideologia neoliberal propagada como uma religião, o capitalismo não-democrático, as vantagens e desvantagens da globalização e o crash de 2008 são desafios que nos exigem estoicismo, previsão e inteligência.

Olhamos para o PS e que vemos? As caras e aproveitadores do costume. A larga testa do dr. Vitorino, o único 'inteligente' do partido, que tem um think tank só para ele. A oportunista testa do Dr. Carrilho, sentado na sinecura da UNESCO. Vemos alegristas e guterristas, senhoras do costume, apparatchiks obsoletos, luta pela sobrevivência e confrangedora ausência de discussão e de temas.

Vemos que uma certa intelligentsia que votaria no PS passou a votar no Bloco de Esquerda, por razões éticas e estéticas, ou porque o Bloco é uma 'vanguarda' não 'corrompida'. E tem o poder de não ser poder. O Bloco fez do PS o seu inimigo principal. E o PS deixou. A hemorragia do PS é culpa do PS. Tal como o PCP, foi derrotado. Sócrates tem a vantagem do voluntarismo e da resistência. Voluntarismo não chega e pode ser prejudicial (veja-se a Educação).

Sócrates gosta de governar sozinho. Ideias, precisam-se. E coerência. Não basta copiar a música e o slogan de Obama. Porque ao PSD basta-lhe uma ideia: estar no poder. E querer estar no poder. Ser o baluarte contra o avanço da esquerda.

Os desalinhados (7)

Desalinhado nº 1.


Um passo em falso ou caso de simples vaidade, distracção, esquecimento ou estupidez?

Eis a insólita notícia: Fred Bowers, um distinto ancião de 73 anos, veterano de guerra britânico, recebia uma pensão (jeitosa) de invalidez, por via de ter recebido e sofrido graves ferimentos em combate. Pensão justíssima dado que o veterano de guerra justificava que tinha ficado parcialmente inválido dos membros inferiores.

Acontece que este veterano se permitiu dançar com arte e agilidade naquele programa em que se revelou a incrível Susan Boyle.

Infelizmente o programa em que ele dançou foi visto pelos gestores daquele fundo de pensões de invalidez e claro aconteceu o mais natural: cortaram a dita pensão de invalidez ao veterano de guerra.

Perguntamos nós, o que é que ele estava à espera?

Para a próxima, se lhe voltarem a conceder a dita pensão, ele tem de ser mais alinhado!

Desalinhado nº2.
Mãe morta ou viva?

Irene Prusik está morta e enterrada. Faleceu em 2003, com 73 anos. Mas depois disso ela continuava viva!

Pelo menos, nos dias de receber a pensão Irene saia à rua, com o seu cabelo longo, a bengala e o vestido. O mistério começou a intrigar a polícia de Nova Iorque havia tempo.

Mas só agora foi resolvido o imbróglio. Thomas Prusik-Parkin, o filho de 49 anos de idade, fazia-se passar pela sua mãe Irene para receber o dinheiro da pensão. Agora ele foi preso e obrigado a repôr o que recebeu indevidamente.

Conclusão: a sua mãe Irene já pode finalmente descansar em paz! Mas que o filho é desalinhado ninguem tenha a menor duvida.

Desalinhados nº 3.
Desalinhamento nas tatuagens.

Kimberley Vlaeminck adormeceu pouco depois de se deitar na maca da loja de tatuagens, em Kortrijk, na Bélgica.
Tinha pedido ao tatuador apenas que lhe fizesse 3 estrelas na face. Quando acordou estavam a tatuar o nariz….”Fizeram-me 56 estrelas. É assustador”, disse.

O artista diz que fez apenas o que ela lhe pediu. Naturalmente que a policia tomou conta do caso para ver quem está a mentir.
Mas uma coisa é certa. É que a policia belga já viu que ambos, tatuador e tatuada, são dois desalinhados.

O saber não ocupa lugar: uma questão de meias verdades, meias mentiras ou vontade de lamentações infundadas.

O saber não ocupa lugar
Uma questão de meias verdades: meias mentiras ou vontade de lamentações infundadas.


Sexta 19 de Junho: Reportagem no Jornal da Tarde da Sic

Reportagem excelente sobre a participação de uma iniciativa do Ministério da Saúde (?) junto das populações mais carenciadas do nosso interior. Neste caso na região de Trás-os-Montes. Tratava-se de dar visibilidade de uma viatura e da sua funcionalidade junto das populações. Projecto saudável (passe a ironia inocente) pela positiva. E a viatura lá tinha bem visíveis os caracteres que a identificavam: “Unidade Móvel de Saúde”.

E a reportagem fez-se junto dos utentes. E incidiu sobre uma idosa, que em tons lamurientos disse que tinha muitas dificuldades em se deslocar ao Centro de Saúde, porque era muito caro o transporte e ela tinha pouco dinheiro E explicou que tendo de ser picada para controlar a doença (só pode ser a diabetes, naturalmente) já não tinha dinheiro para comprar as agulhas necessárias.

Leitor amigo do Bancada Directa viu esta reportagem e contactou-nos para este esclarecimento: a idosa em questão não falou verdade porque estas agulhas, a que ela se referiu, não custam nada para o utente. É evidente que ela tem de estar inscrita no seu Centro de Saúde e se está dentro dos parâmetros exigidos pela lei, isto é, no Regime Especial de Comparticipação de Medicamentos (RECM) estas agulhas são gratuitas. E este regime até é dispensado se ela tiver o seu registo em como é doente diabética.
Os documentos que anexamos provam isto mesmo!


Nesta imagem vê-se perfeitamente que 200+4 agulhas custam 13.67 euros, mas que para o utente são gratuitas.


Neste mesmo dia 19 de Junho, em que saiu a reportagem, constata-se que nesta farmácia foram fornecidas as ditas agulhas sem qualquer encargo para o cliente.

Eleições no Benfica: Uma trivela de Quaresma!


Amanhã é o último dia para apresentar a candidatura oficial de quem quer que seja à presidência do Sport Lisboa e Benfica.

Depois de Luís Filipe Vieira e Bruno Carvalho, a imprensa tem se esquecido é de um nome que já não é novo… Falo de Carlos Quaresma, lisbonense de 54 anos (nascido a 1 de Março de 1955), que apresentou a sua candidatura no final de tarde do dia 19. Quaresma cresceu no orfanato da Casa Pia e refere ter chegado onde chegou até hoje pelo seu próprio trabalho. A sua carreira como futebolista fica-se pelos juniores onde representou o Belenenses e o Benfica, clube pelo qual já há 3 anos tentou chegar a presidente, mas por irregularidades nas assinaturas, não conseguiu.

Será desta?!!

Quem quiser conhecer em pormenor este candidato, pode seguir o seu site:

http://www.quaresma.biz/






Fica uma pergunta no ar?! Porque razão os presidentes apresentam as suas candidaturas de avião?! Será que são todos páraquedistas!?

domingo, 21 de Junho de 2009

As equipas do Campeonato Nacional da 3ª Divisão. Série B da próxima época 2009/2010

As equipas do Campeonato Nacional da 3ª Divisão série B da próxima época 2009/2010


Com a realização da 9ª jornada da série B do Campeonato Nacional da III Divisão, já estão definidas as equipas que compõem a serie B da próxima época. Das quatro referidas Padroense, Paredes, Oliveirense e Rebordosa, na jornada nº 8 excluiu-se esta ultima equipa da subida para a II Divisão.

Com os resultados verificados hoje já se conhece a outra equipa que ficará na próxima época na III Divisão, que será a Oliveirense. Fica assim concluída a temática e polémica que se estabeleceu, em virtude desta série ainda não ter terminado quando anunciámos este mesmo alinhamento das equipas que subiam e que permaneciam no mesmo campeonato.

Resultados desta 9ª jornada: Padroense/Coimbrões 4-0; Rebordosa/Oliveirense 4-2 e Paredes/Vila Meã 3-0.

Classificação actual 1º Padroense 40; 2º Paredes 38; 3º Oliveirense 35; 4º Rebordosa 34; 5º Coimbrões 26 e em 6º lugar Vila Meã com 23 pontos.

Sobem à II Divisão Padroense e Paredes.

Fragmentos e Opiniões.Antonio Raposo questiona os nossos deputados

Fragmentos e Opiniões



Carta aberta aos nossos queridos deputados


Há tanta coisa que eu gostaria de saber mas nunca tive oportunidade de colocar aos nossos representantes da Assembleia da República.

Este blog dá-me esse privilégio. E aqui estou eu a colocar questões que tanto gostaria de ver respondidas.

1º- Quem foi o autor e executor do Offshore da Ilha da Madeira? Para que serve esse local para além de permitir à banca portuguesa eximir-se de pagar aquilo a que lhe seria devido. A ser verdade isto o governo que abriu a torneira deste “offshore” estaria a meter no bolso de meia dúzia de famílias portuguesas dinheiro. Lembram-se qual foi o governo?

2º- Porque é que tendo havido burla no caso BPP os respectivos conselhos de Administração, directores, não estão em casa com a pulseira electrónica? Será preciso roubar uma galinha para finalmente ser-se preso?

3º- Prepara-se uma nova lei para fingir que se ataca a fraude fiscal e a respectiva evasão. O P.S. mais uma vez não consegue fazer uma lei decente. Porque será?

4º-Os que fazem fraudes fiscais já mandam no P.S.?

5º-A grande quebra que o PS teve recentemente nas votações para a Europa já reflectem esse desencanto com um partido que prometeu, prometeu e muita coisa ficou no tinteiro…

Se conhecerem alguém que me possa elucidar, façam favor…


Antonio Raposo

Nota do Bancada Directa

O nosso Antonio Raposo vai deixar o nosso convivio por alguns dias. Transcrevo a nota que nos enviou. Pela nossa parte e falando em nome de todo o pessoal do Bancada Directa desejamos ao nosso dilecto amigo que tudo corra bem e que volte depressa para o pé de nós.

"Terça feira vou ser internado no Hospital da Luz para me serem feitos testes afim de verem se me despistam a doença reumática (?) que me calhou na rifa. Provavelmente vou lá ficar uma semana (penso). Daí não haver durante esse tempo mais textos para o blog. Um abraço." A Raposo

Histórias do futebol português

Um trabalho do Jornal I assinado pelo jornalista Filipe Duarte Santos , vem este relato histórico de alguns nomes que podiam ter mudado a história de alguns clubes, a ainda faltam aqui muitos nomes e outros episódios como por exemplo João Pinto no resgate que o clube da Luz evitou para Alvalade uns anos antes de vestir de verde e branco, Futre na sua polémica transferência para o Porto, Figo e o contrato assinado pelo Benfica aos 16 anos, Gomes, Sousa, Pacheco, Paulo Sousa e muitos outros que fizeram verdadeiras histórias do nosso futebol. Os leitores desta crónica podem e devem relembrar outros nomes que fazem perpetuar na memória de quem gosta de futebol.



Eusébio com a camisola do Sporting de Lourenço Marques,
filial sportinguista em Moçambique


Os negócios que teriam mudado o futebol português

Eusébio no Sporting? Ronaldinho no Benfica? Damas no FC Porto? Eis 14 transferências falhadas.
Cristiano Ronaldo podia mudar-se para onde quisesse. Manchester United, Arsenal, Barcelona? Preferiu Manchester, em 2003, porque acreditava que Alex Ferguson seria decisivo na sua evolução. Hoje, após seis temporadas, percebe-se que estava certo: chegou a melhor do Mundo e transferiu-se para o Real Madrid avaliado em 94 milhões euros. Mas e se Ronaldo tivesse escolhido outro clube? Podia ter acabado num Quaresma ou num Simão, que foram para Barcelona e depois tiveram de regressar a Portugal (FC Porto e Benfica) para relançar a carreira. O pior é que por vezes, o caminho nunca mais se endireita - Hugo Leal deixou o Benfica o Atlético Madrid, Dani saiu do Sporting para o Ajax e o sucesso passou-lhes ao lado. Eis os negócios que estiveram para acontecer e podiam ter mudado o futebol português.

1954 - Coluna no Sporting

Proposta leonina: 100 contos por duas épocas. Podia ter assinado mas, por números semelhantes, foi para o Benfica. Tornou-se no médio mais importante da história do clube (dez títulos de campeão e duas Taças dos Campeões).
1956 - Germano no Sporting Seriam 400 contos para o Atlético, outros 100 para Germano. O negócio estava fechado mas o Sporting acabou por adiá-lo e perdê-lo. O defesa continuou em Alcântara e foi com 27 anos, em 1959, já internacional, que se transferiu para o Benfica. Para ser bi-campeão europeu.

Notas:
No caso do GERMANO a história segundo dizem tem mais para contar.

Ele assinou pelo Sporting, mas foi-lhe encontrado o vírus da tuberculose e logo a seguir passou 2 anos num sanatório do Caramulo. Depois de ser considerado clinicamente curado, regressou ao futebol (também era um exímio praticante de hóquei em patins) e foi jogar para o Atlético, depois de o Sporting o ter libertado, pensando que ele estaria acabado para o futebol.Tinha sido noutros tempos um bom atacante, mas devido à doença que teve e como era um predestinado para a prática do futebol, adaptou-se muito bem ao lugar de defesa-central (menos exigente) e foi para ocupar o centro da defesa do Benfica que o húngaro Bela Guttman o foi buscar ao Atlético.



1942 - Rogério "Pipi" no Sporting


Era amigo de Peyroteo e foi com o goleador do Sporting a um treino não impressionou, apesar das boas referências. O Benfica caçou-o com uma proposta de 16 contos (mais 10 para o Chelas). Foi com a camisola encarnada que "Pipi" (pela imagem cuidada) ganhou lugar na história, ao vencer a Taça Latina.



1946 - Vasques no Benfica


Chegou a ter em sua casa Joaquim Bogalho, então director do futebol do Benfica. Tinha estabelecido um compromisso com o tio, Soeiro, que jogava no Sporting, de nunca se comprometer com ninguém sem antes o avisar. Mas 18 contos de luvas e um ordenado de 600 escudos resolveram a transferência para os leões, deixando a CUF. Com Travassos, abriu uma loja de frigoríficos, com o apoio do Sporting.



1946 - Travaços no FC Porto


Futebolista na CUF atleta no Sporting, teve em mãos uma proposta do FC Porto (20 contos e casa) quase aceite. Os dirigentes do Sporting souberam e esconderam-no em Torres Vedras; os portistas responderam e isolaram-no, primeiro num hotel, depois na casa de um sócio. Voltou a Lisboa convencido de que teria de cumprir inspecção militar e acabou por assinar pelo clube do coração - 20 contos mais 700 escudos/mês. O Zé da Europa é um dos ídolos leoninos.


1960 - Eusébio no Sporting

Eusébio foi recusado no Desportivo (filial do Benfica) e ganhou fama no Sporting de Lourenço Marques, ainda antes dos 18. O Sporting tentou trazê-lo mas não seduziu a mãe do jogador - Elisa queria contrato e não promessa de treino à experiência. Foi o Benfica que o fez embarcar mas o negócio só se concluiu cinco meses depois: a filial leonina não enviava a documentação necessária e, em Lisboa, Direcção-Geral dos Desportos e Federação Portuguesa de Futebol, contrariavam-se quanto ao destino do jogador. O negócio acabou desbloqueado e A Pantera custou 400 contos ao Benfica.


Notas: Em Bancada Directa pode ler mais sobre esta transferência e outros relatos em outros artigos.

1960 - Simões no Belenenses

Treinou no Restelo, onde recebia por presença e ainda lhe pagavam os transportes. A transferência não se fechou porque o Almada queria 50 contos e o Belenenses só pagava 15. Foi treinar para o Sporting (750 escudos por mês) mas ainda jogava ao fim-de-semana pelos juniores do Almada até que Fernando Caiado o viu defrontar o Montijo e tratou logo, com a sua mãe, da transferência para o Benfica. É um dos melhores extremos do futebol português.


1969 - Bento no Sporting

A baliza do Goleganense deu-lhe trabalho e mérito suficientes para o Sporting tentar a contratação. Esteve três meses em Alvalade, vivia no lar leonino, não teve dificuldades em ser titular nos juniores mas acabou por não chegar a acordo com os dirigentes, que não queriam pagar a desvinculação. Acabou por mudar-se para o Barreirense, onde em três épocas chegou a participar nas competições europeias - era já um guarda-redes com reputação quando o Benfica assegurou o seu concurso, em 1972, para com ele ganhar oito campeonatos e seis taças.

1975 - Manuel Fernandes no FC Porto

A carreira na CUF abriu-lhe caminho para os grandes. Foi recusando propostas até que chegou ao ponto em que só podia escolher entre FC Porto e Sporting. Lisboa era mais próxima e o apelo do coração também o inclinava para Alvalade. Acabou por substituir Yazalde e confirmar-se como um dos mais importantes goleadores do Sporting.



1976 - Damas no FC Porto


Depois de dez épocas no Sporting, tinha apalavrada transferência para o FC Porto de Pedroto e desgastou-se em Alvalade até deixar os leões em ruptura. Contudo, assinou pelo Santander, para surpresa geral. O "Eusébio do Sporting" voltaria a casa, após a passagem por Espanha, Guimarães e Portimonense.



1993 - Rui Costa no Sporting


Podia assinar, em 1993, durante o famoso Verão quente: o rival de Alvalade oferecia-lhe 120 mil contos por ano, bem mais do que os 25 mil que ganhava na Luz. Recusou, argumentando que não podia trair o clube que o acolheu aos 10 anos. Tornou-se campeão em 93/94 e no final da época transferiu-se para a Fiorentina, fazendo entrar 1,2 milhões de contos nos cofres de um Benfica em crise. É o maior símbolo da história recente do clube, como ficou provado quanto regressou de Itália, em 2006.


Notas:
O caso do Rui Costa foi mal contado, segundo contam... O Rui Costa chegou a aceitar uma proposta do Sporting no famoso verão quente mas como se casava nesse verão não arriscou estragar a festa de casamento e só não foi para o Sporting porque o pai disse que não ia ao casamento!


1996 - Pauleta no Belenenses

Aquele que viria a ser o melhor marcador da Selecção teve tudo para mudar do Estoril para o Belenenses mas o negócio não se realizou porque faltaram 40 mil contos. Acabou por seguir o treinador João Alves para Salamanca. Faria depois carreira no Deportivo e no PSG (máximo goleador da história) mas nunca jogaria num grande português ou sequer na primeira divisão.



2003 - Ronaldinho no Benfica


Camacho pediu o jogador a Luís Filipe Vieira, quando ainda estava a cessível, no PSG, mas depois recusou-se a dar os 10 milhões de euros exigidos. "Assustei-me um pouco", disse numa entrevista ao DN, em 2007. O prodígio brasileiro, campeão do Mundo pelo Brasil (2002) e campeão europeu pelo Barcelona (2006), joga agora no Milan mas, em Portugal, terá estado ainda próximo do Estrela - quando era juvenil, o irmão (e hoje empresário) Roberto Assis jogava na Reboleira.



2003 - Pepe no Sporting


Treinou uma semana à experiência no Sporting de Bölöni mas o clube não conseguiu chegar a acordo com o Marítimo. O FC Porto entrou em cena e contratou-o. Em 2005/06 tornar-se-ia o bombeiro de uma equipa campeã que jogava apenas com três defesas. Foi parar ao Real Madrid. Por trinta milhões de euros.


Por Filipe Duarte Santos no Jornal I


Bancada Directa apresenta o seu tema especial de fim-de-semana (parte 2ª)

Marinho Pinto versus Conselho Superior

continuação do post de ontem
A acompanhar as duas moções do Conselho Superior, o Dr. José António Barreiros pediu também a divulgação de uma carta pessoal dirigida a todos os advogados do país. Num texto de cinco páginas, rejeita as acusações de “guerrilha politica” e afirmou que nunca se reuniu com os conselhos distritais no sentido de concertar qualquer posição conspirativa.

Na carta, o presidente do órgão disciplinar confessa a hesitação em se dirigir aos colegas. “É confrangedor ter de escrever este texto, mais ainda ter de conviver com a situação que lhe dá origem. Fiz reiterados apelos a que se encontrasse uma fórmula de consenso para se ultrapassarem as divergências que empobrecem o prestigio da Ordem”, justificando-se e assegurando que a carta não pretende ser politica..”Até ao termo do seu mandato, o bastonário é o legitimo representante da nossa classe”

Mesmo partilhando as críticas às posições de Marinho Pinto, antigos bastonários e candidatos à liderança nas últimas eleições, têm recusado o cenário de destituição. Numa reunião em Lisboa, há duas semanas atrás, admitiram a sua “preocupação” com o ambiente de conflito e a imagem que transparece para a opinião pública, mas recusaram tomar qualquer posição.

Alguns destaques:

1- Petição a exigir a destituição arrefeceu depois de ter sido contestada a sua legalidade.

2-Dirigentes dos Conselhos Distritais do continente reúnem-se no próximo dia 27 de Junho para acertarem o passo.

Quatro episódios na Guerra de Marinho Pinto:

Demissões: Em pouco mais de um ano de mandato, o bastonário já perdeu quatro elementos da sua equipa; o vice-presidente João Moura e a mulher, Rosa Dias, foram os primeiros a baterem com a porta no Conselho Geral. Seguiram-se a vogal Filomena Raposo e o presidente da Comissão dos Direitos Humanos, José Augusto Rocha.

Convenção: A primeira moção a exigir a convocação de uma assembleia-geral extraordinária, depois de aberta a ferida da revisão dos estatutos da Ordem sem debate interno, foi aprovada há um mês. Na VII Convenção das Delegações, que se realizou em Vila Real, a proposta colheu 56 votos favoráveis, 6 abstenções e 12 votos contra.

Petição: Também no mês passado foi conhecido um abaixo-assinado que, além de exigir a suspensão do processo de revisão de estatutos, solicitava uma assembleia-geral em que fosse apreciado o cenário de destituição do bastonário. A liderança desse movimento não foi assumida nem se conhece a adesão que obteve.

Salário: Outra frente de batalha é o salário de Marinho Pinto. João Correia, vogal do Conselho Superior do Ministério Publico, apresentou uma queixa ao Tribunal de Contas, por considerar que ordenado do bastonário é ilegal. O Tribunal de Contas considerou não ter competência para fiscalizar, mas João Correia quer recorrer desta decisão.

A fonte deste texto é a jornalista Inês Cardoso do diário i

sábado, 20 de Junho de 2009

Bancada Directa apresenta o seu tema especial de fim-de-semana. Marinho Pinto versus Conselho Superior

Bancada Directa apresenta o seu tema especial de fim-de-semana. Marinho Pinto versus Conselho Superior

Marinho Pinto recusa prazo para convocar assembleia
Limite de dez dias dado pelo Conselho Superior da Ordem dos Advogados já termimou e o bastonário ainda não se decidiu pela convocação

A polémica em torno da proposta de revisão dos estatutos que detonou a contestação à liderança de Marinho Pinto, está longe de serenar. No passado dia 5 de Junho, no final de uma reunião do Conselho Superior, o presidente, Dr. José António Barreiros anunciou a decisão de exigir a convocação de uma assembleia-geral no prazo de dez dias.
O bastonário assegurou que ainda esta semana “certamente comunicaria uma decisão àquele órgão disciplinar, mas recusa ter de cumprir o prazo imposto. E critica, com meias palavras a divulgação mediática das moções aprovadas pelo Conselho Superior. Ao contrário de outros, eu não falo aos jornalistas sobre a minha decisão antes de a comunicar aos órgãos próprios.

Diz Marinho Pinto: “não tenho de cumprir ordens do Conselho Superior”. No dia em que acabou o prazo de dez dias dado ao bastonário da Ordem dos Advogados para convocar uma assembleia-geral extraordinária, Marinho Pinto voltou a mostrar que resiste às pressões. “Ainda não tomei nenhuma decisão” assegurou o bastonário.

Os pormenores

À luz dos estatutos, Marinho Pinto não tem margem para recusar a realização da assembleia. O artigo 33º determina que o bastonário deve fazer a convocação “quando tal lhe for solicitado pelo Conselho Superior. José António Barreiros avisou que, se o pedido não for acatado, o órgão a que preside tomará a iniciativa.

Mais difícil será que, num encontro alargado de advogados, venha a ser votada a destituição do bastonário, como propunha uma petição lançada no mês de Maio. A recolha de assinaturas tem estado a decorrer com lentidão e um dos dinamizadores admitiu haver muitas dúvidas sobre o caminho a seguir.

Para o próximo dia 27 está previsto um encontro dos presidentes dos Conselhos Distritais do continente. Recorde-se que Açores e Madeira têm reafirmado o apoio a Marinho Pinto, Os presidentes, contudo, optaram pela descrição. Carlos Pinto Abreu, presidente do Conselho Distrital de Lisboa, nega mesmo que esteja a ser concertada qualquer posição dos dirigentes regionais.

Perante o debate que se abriu em torno da legalidade de uma eventual destituição do bastonário por via de uma assembleia-geral, os Conselhos Distritais solicitaram pareceres a constitucionalistas e especialistas em direito civil e administrativo.

Fonte próxima de um dirigente admite que, mesmo apoiado em pareceres independentes, o argumento da legalidade é frágil. Ainda que a destituição fosse aprovada, bastaria que o bastonário recorresse para o Tribunal Administrativo para ficar sem efeito. Seria abrir uma guerra de efeitos nulos.

Um mês depois de a petição ter sido posta a circular, não são divulgados os números das assinaturas recolhidas. E continua a não haver quem assuma publicamente quem redigiu a petição ou lançou o documento. Carlos Almeida do Conselho Distrital de Évora é o dirigente que vai mais longe, mas só admite ter apadrinhado a iniciativa depois de a conhecer.
Há Comarcas em que a percentagem de assinaturas quase atingiu 100%. Sendo impossível medir ou quantificar, a polémica e a contestação a Marinho Pinto tem tido episódios semanais. Na última semana foram colocadas nas páginas dos cinco Conselhos Distritais do continente as duas moções aprovadas pelo Conselho Superior no passado dia 5 de Junho. Foi a forma de fintar a recusa do bastonário de acatar a exigência de que fossem disponibilizados no site da Ordem. Também não foi divulgada, como pedido, a versão integral da proposta de alteração do estatuto da Ordem apresentada ao Governo.

Continua e termina amanhã.
A fonte do texto é da jornalista Inês Cardoso do diario i

sexta-feira, 19 de Junho de 2009

Com o Verão aí à porta, Bancada Directa renova os seus votos de Bom Fim-de-semana aos seus amigos leitores.

E perante o que se vê, mais vale estar calado e não botar conversa de treta. Tambem não sei por onde param os "azulinhos"

Bom Fim-de semana amigos leitores.

Benfica para que te quero? A TVI e a MMG são a minha prioridade!

Sport Lisboa e Benfica:

Tema: As eleições de Julho de 2009
José Eduardo Moniz disse não a ser candidato nesta altura.

José Eduardo Moniz chegou calmo e simpático ao Hotel Tiara, na Rua Castilho. De gravata e pastas vermelhas. Não favoreceu a TVI nos directos. Esperou por todos e a todos respondeu com tranquilidade, depois de um discurso que só foi conclusivo no último parágrafo. Ou mesmo, na última linha. Porque no início e no meio, andou a namorar o "sim", recordando tentações, confessando o coração benfiquista e a atracção por um projecto que lhe foi apresentado por "dois amigos próximos". Só quando José Eduardo Moniz pousou o papel que lia se soube que não era candidato à presidência ao Benfica. Mas, como o discurso, ondulante, esta decisão de Moniz soa mais a um "até já" do que a "um adeus."

Mas, não foi um "adeus", foi um "até já!"

Tão amigos que nós éramos

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Recordar é Viver. 19 de Junho de 1867: O imperador do México Maximiliano I é fuzilado em Santiago de Queretáro

Recordar é Viver.

No Bancada Directa a evocação dos grandes dramas da história: 19 de Junho de 1867: O imperador do México Maximiliano I é fuzilado em Santiago de Queretáro.

Desenho do acto de execução do Imperador Maximiliano I a 19 de Junho de 1867, em Santiago de Queretáro. México. Com ele foram tambem fuzilados os seus generais Miguel Miramom e Tomás Meija ás ordens de Benito Juarez.


A história

Maximiliano de Habsburgo-Lorena (Viena, 6 de julho de 1832 — Santiago de Querétaro, 19 de Junho de 1867) nasceu como arquiduque da Áustria e príncipe da Hungria e da Boémia, mas renunciou a estes títulos para se tornar o imperador do México, encabeçando o Segundo Império Mexicano entre 1864 e 1867.

Fernando Maximiliano José de Habsburgo-Lorena nasceu no Palácio de Schönbrunn, na capital austríaca. Era o segundo filho varão do arquiduque Francisco Carlos e da princesa Sofia da Baviera. Entretanto, há boatos de que Maximiliano era, na verdade, filho biológico de Napoleão II (falecido em 1832), filho de Napoleão Bonaparte e de sua segunda esposa, Maria Luísa da Áustria.

Sofia e Napoleão II, titulado como duque de Reichstadt, tinham uma amizade íntima que provocou rumores na corte, os quais a arquiduquesa jamais se preocupou desmentir. Quando ela engravidou pela segunda vez, Napoleão II morreu de tuberculose.

Em Trieste, Maximiliano foi marinheiro por vários anos, vivendo bastante tempo em alto-mar; colaborou no triunfo de sua nação na guerra contra a Itália. Tendo conhecido a princesa D. Maria Amélia de Bragança, filha de D. Pedro I do Brasil (IV de Portugal) e D. Amélia de Leuchtenberg, ele teria planeado um matrimónio, mas D. Maria Amélia faleceu precocemente na Ilha da Madeira, em 1853. De luto com esta perda, Maximiliano passou a usar um anel contendo um cacho de cabelo da falecida princesa.

Em 27 de Julho de 1857, Maximiliano contraiu matrimónio com Carlota da Bélgica, a única filha do rei Leopoldo I. O casamento, contudo, só ocorreu por interesses econômicos, pois ele precisava urgentemente de dinheiro para pagar suas dívidas da construção de um castelo em Trieste, na costa do mar Adriático. Para isso, utilizou o dote de Carlota.


Leopoldo I pressionou o imperador Francisco José I, irmão de seu genro, para que concedesse a Maximiliano o cargo de vice-rei do Reino Lombardo-Vêneto. Assim, ele completaria suas ambições dinásticas para sua filha. Viveram então na cidade de Milão até 1859, quando o imperador retirou-o do posto porque os planos de guerra não estavam nos ideais liberais de Maximiliano. Pouco a pouco, a Áustria-Hungria perdeu suas possessões na Itália, e o arquiduque decidiu retirar-se da vida pública em seu castelo de Miramar
Foi persuadido pelo imperador francês Napoleão III e por realistas mexicanos a aceitar a coroa do recém-fundado Império Mexicano (1864-1867).


A Aventura de Maximiliano de Habsburgo - como foi chamada no México - não passou de um triste episódio de interesses criados, ingenuidade e desespero. Os conservadores viram em sua pessoa a possibilidade de manter um sistema político que lhes era cômodo e que lhes parecia seguro por contar com o apoio da França, da Inglaterra e da Santa Sé. O arquiduque austríaco, por sua vez, de certo modo condenado a ser sempre o irmão do imperador da Áustria, aceitou o papel que lhe era oferecido desempenhar em um país completamente desconhecido para ele e submerso numa profunda crise política.


Devido a suas tendências liberais, logo perdeu o apoio dos conservadores. Foi alvo da hostilidade dos seguidores de Benito Juárez, os republicanos, ao ordenar a execução sumária de seus líderes (1865). A única proteção de Maximiliano era a presença de tropas francesas; quando estas se retiraram (1866-1867), ele assumiu pessoalmente o comando de seus soldados. Após um cerco em Santiago de Querétaro, foi capturado, aprisionado, julgado por uma corte marcial e fuzilado juntamente com seus generais Tomás Mejía e Miguel Miramón.

Com sua morte, a pretensão ao trono mexicano foi reivindicada por dois ramos distintos. Os Habsburgo-Itúrbide, por adoção dos netos do primeiro imperador do México Agustín de Itúrbide, e outro ramo os Habsburgo-Gueroust.

O controlo do taco. Até parece que são faceis estas habilidades de snooker.

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O novo benfiquista Ramires e uma Equipa ingénua...

Ramires, o novo jogador benfiquista, foi titular na selecção brasileira, frente aos EUA, na Taça das Confederações e mostrou que pode uma das grandes atracções da época 2009/10 da Liga Portuguesa. Se bem que pelas bandas portuguesas, não existem muitas auto-estradas com via larga, como a dos USA neste jogo, uma vez que são mais estreitas e congestionadas.

Quero fazer
três referências numa situação de jogo que ocorreu no 2 golo do Brasil, numa rápida transição ofensiva de puro contra-ataque:

Primeira, observou-se [numa analise prematura] poder de explosão, velocidade, técnica e pulmão do novo reforço encarnado, que joga simples na maioria do tempo com poucos toques na bola, e quase sempre com boa definição de jogo.

Depois, também referir que nessa jogada do golo [para mim importante], no caso concreto, como uma equipa [Brasil] deve fazer uma rápida transição, com a maior objectividade possível numa situação destas, assim como a péssima postura posicional de uma equipa [USA] ainda ingénua a muitos níveis, numa jogada em que tem um canto a favor e não equilibra a equipa defensivamente como se exige a este patamar futebolístico e com jogadores do outro lado, do melhor que existem.


Veja esta situação, assim como o resumo do jogo que o Brasil ganhou por 3-0:

quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Fragmentos e Opiniões: Levar o pé ao acelerador.

Fragmentos e Opiniões


O coro de vozes pesadas que se levantam contra a construção do TGV é mais uma triste manifestação do reaccionarismo português.

Em todos os grandes e pequenos momentos da nossa História, esta corrente bolorenta tentou travar o progresso, abusando dos galões da "autoridade" e "experiência" para condenar a ambição empreendedora do que ousam arriscar.

Camões simbolizou esta corrente reaccionária numa personagem. Vale a pena reler o Canto IV dos Lusíadas para reencontrar os detractores do TGV na trágica figura do Velho do Restelo, que condenou a expedição de Gama, identificando a gesta dos Descobrimentos com a ambição desmedida do ser humano.

Reencarnou na tenebrosa figura de Salazar, que travou o desenvolvimento industrial do País, submeteu-o ao isolamento e promoveu a cultura do pobretes mas alegretes, remendados mas não rotos, pobrezinhos mas honrados.

Jorge Fiel. Diário de Noticias

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Os desalinhados (6). Esta viatura é conduzida por um profissional

Os desalinhados (6)


Mafra. Rua José Elias Garcia. 2009.06.18/11h35

Sinceramente nem me preocupou o facto do motorista desta carrinha ter "parado" a viatura em cima do passeio e bloqueando a passagem para peões. De facto a viatura esteve apenas parada neste local cerca de 3 minutos, o tempo necessário para o seu motorista se deslocar a uma loja de telecomunicações e regressar ao veiculo. Tudo muito rapido e compreensivel. Um serviço publico, que eu respeito, tem de ser feito e as demoras têm de ser evitadas.

O que me chateou é que eu vinha muito tranquilo e a pensar com os meus botões no passeio da Rua José Elias Garcia, mesmo em frente ao Mercado Municipal de Mafra, quando, de repente e a alta velocidade, esta viatura invadiu o passeio e só parou a cerca de 1 metro da minha pessoa., pregando-me um valente susto. Quando o motorista reparou que eu fiquei imovel a olhar para ele, é que têve um gesto de amabilidade (?), fazendo-me sinal com a mão para eu avançar. Bonito gesto.
Reparei, quando tirava o boneco, que na porta direita traseira da carrinha lá estava escrito: esta viatura é conduzida por um profissional. Digo eu; mas que senhor profissional! O tanas é o que é! E desalinhado no respeito que deve ter para com os seus concidadãos.

Adriano Ribeiro: Bancada Directa

Cristiano Ronaldo: oferece a tua camisola ao Bancada Directa. O teu dinheiro não nos interessa e que te faça de bom proveito!

CR7


"A decisão do Real Madrid em contratar o jogador português por 94 milhões de euros está a tornar-se num assunto controverso entre os políticos e empresários espanhóis.

A ministra das Finanças espanhola, Elena Salgado, já afirmou por seu turno esperar que estes créditos ao Real Madrid sejam também acompanhados por um aumento dos créditos às empresas, de modo a ajudar a economia espanhola a sair da recessão: “É-me difícil avaliar a decisão [dos bancos], mas digo aos bancos que, se têm liquidez, então que concedam créditos às pequenas e médias empresas e às famílias.

Façam também um esforço por eles.

“Este não é um bom exemplo a dar, quando o país atravessa uma situação económica tão séria”, afirmou o presidente da Federação Nacional de Trabalhadores Independentes.


A contratação de Ronaldo também chegou ao Parlamento espanhol, tendo o deputado Joan Herrera pedido ontem ao Governo que procure limitar os vencimentos dos jogadores de futebol, depois de ter sido conhecido que Cristiano Ronaldo vai ganhar 13 milhões de euros por ano (mais aqui)"


Os políticos gostam tanto de dizer larachas... Especialmente aquelas que soam tão bem cá em baixo... E eles até sabem que este é um tipo de investimento em que os bancos vão lucrar bestialmente…

Pode ser que oferecendo-lhes uma camisola autografada do CR7 acalmem…

Bancada Directa tambem está a ver se consegue uma.

O saber não ocupa lugar: Temas de Medicina. Falemos do nosso coração (1ª parte)

O saber não ocupa lugar: Temas de Medicina
Falemos do nosso coração. (1ª parte)

O destaque

É um órgão poderoso e ao mesmo tempo tão vulnerável, Fica e está sujeito concretamente a múltiplas agressões, quase todas relacionadas com o nosso estilo de vida.
E o resultado é as doenças cardiovasculares, a principal causa de morte no nosso país – a elas de devem cerca de 32% de todos os óbitos registados. Sem falar na incapacidade e no sofrimento que geram essas doenças.

O desenvolvimento

São doenças que têm em comum a acumulação de gordura, colesterol, cálcio e outras substâncias na parede dos nossos vasos sanguíneos, formando uma “placa” (aterosclerose, cuja causa exacta não é conhecida), fenómeno que começa, quase sempre, numa fase precoce da vida, avançando silenciosamente com os anos da pessoa.

De tal modo, que quando surgem os primeiros sinais clínicos, já a saúde cardiovascular está muito fragilizada. O processo de aterosclerose vai estreitando progressivamente as artérias, levando à sua oclusão total ou, pode haver desprendimento de uma placa de aterosclerose que, levada pela circulação sanguínea, vão obstruir uma artéria mais pequena, por onde já não consegue passar. É súbita e inesperadamente que surgem as consequências mais frequentes desse estreitamento progressivo das artérias – o enfarte do miocárdio e o acidente vascular cerebral, de que a morte é, vezes demais, o desfecho.

E, no entanto, este é um desfecho evitável, sabendo-se que a maioria dos factores de risco das doenças cardiovasculares são modificáveis, uma vez que estão associados ao nosso estilo de vida.

Somos o que comemos

A alimentação está na primeira linha do risco cardiovascular. E a alimentação, é aqui sinónimo de excessos e de desequilíbrios. Excesso de gorduras, de, de álcool e de açucares e, proporcionalmente, ausência ou insuficiência dos alimentos protectores do nosso coração. São eles os frutos e os vegetais, fonte de vitaminas e de sais minerais, mas também os hidratos de carbono integrais, fornecedores de fibras. E ainda o peixe, as carnes magras e as leguminosas, que contribuem com proteínas mais saudáveis do que as carnes vermelhas.

Do desequilíbrio entre o que se come e o que se devia comer, resultam quase inevitavelmente quilos a mais, e risco de diabetes, que é um factor de risco cardiovascular. O excesso de peso é, aliás, um problema com que se debate um em cada dois portugueses, numa estatística cada vez mais engrossada pelas crianças.

Mexemo-nos pouco?

No que diz respeito à saúde cardiovascular a resposta é, sem dúvida, afirmativa. A inactividade física é reconhecida como um importante factor de risco, até porque anda com frequência de mãos dadas com os maus hábitos alimentares e os quilos em excesso.

Para não praticar exercício, há sempre muitas desculpas: porque exige tempo que nos falta, porque cansa, porque não se tem companhia. Mas as vantagens são mais do que mutas, para o coração e para todo o corpo: mais energia, mais resistência, mais flexibilidade – em suma, mais saúde! Em qualquer idade.

E ao exercício físico devem juntar-se outros comportamentos, como trocar o elevador pelas escadas sempre que possível, deixar o carro longe de casa ou do emprego, sair do autocarro uma paragem antes e fazer o resto da caminhada a pé. Sabendo que num corpo em forma o coração pulsa menos vezes por dia, o que significa que corre menos riscos.

Num corpo em que as calorias não são transformadas em energia, acumulando-se, o coração é obrigado a um esforço mais intenso, ficando mais vulnerável. Por isso mexa-se, pela sua saúde!!!!!!!!!

O coração fuma?

Não, não fuma! Mas sofre os efeitos do tabagismo, que é considerado um dos factores de risco mais importantes das doenças cardiovasculares. Sabe-se que os fumadores de mais de um maço de cigarros por dia sofrem quatro vezes mais enfartes do miocárdio do que os não fumadores. E mesmo um a cinco cigarros diários contribui para esse risco. Sabe-se, também, que nos não fumadores os enfartes surgem uns dez anos mais tarde.

Além do enfarte, há outras doenças do foro cardio-vascular associadas ao tabagismo – é o caso das anginas de peito e da doença arterial periférica. Ou do acidente vascular cerebral, cujo risco nos fumadores aumenta proporcionalmente ao numero de cigarros fumados diariamente.

Os cigarros não são os únicos maus da fita – os charutos e o tabaco de cachimbo também têm responsabilidades, o mesmo sendo válido para os chamados “cigarros light”. E mesmo quem não fuma mas está exposto ao fumo alheio pode vir s sofrer com os malefícios do tabaco.

Sob as mulheres pende uma ameaça específica – a associação entre o tabaco e a pílula contraceptiva. O risco de enfarte do miocárdio, por exemplo, aumenta seis a oito vezes por comparação com as mulheres que não fumam. É mais uma boa razão para deixar de fumar. Aliás, a cessação tabágica é a medida preventiva mais importante para as doenças cardiovasculares.

Continua

Imitações por Luis Franco-Bastos

Luís Franco-Bastos imita Cristiano Ronaldo, José Sócrates, Rui Costa, Ricardo Quaresma, Alberto João Jardim e José Mourinho.


quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Video impressionante. O perigo ronda uma confiança imprudente.

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Os desalinhados (5). Não há duvida que a melodia e a letra encaixam num tema de mau gosto.

Os desalinhados (5)

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Jô Soares: desalinhado quanto baste!

Francamente, diz-me a pessoa que me enviou este vídeo, que isto só é possível nos brasileiros. Mas reconheço o baixo nível a que chegou o Jô Soares no aproveitamento, no seu programa, de um mau momento musical.

Desalinhado é o que ele está nesta altura da sua vida!

Noticia lamentavel: cancelada a etapa da Ericeira para o Campeonato Mundial de Surf de 2009


Noticia lamentável
Cancelado o Campeonato Mundial de Surf na Ericeira em 2009

Considerado um dos eventos mais importantes da Europa e um dos eventos de maior notoriedade para os europeus, a habitual etapa do Campeonato Mundial de Surf na Ericeira não vai acontecer neste ano de 2009.

As razões para este cancelamento prendem-se com esta difícil situação e conjuntura económica que nós vivemos, que impediu a empresa Alfarroba Ideias e Eventos conseguisse angariar os fundos necessários e patrocínios para a realização deste Campeonato Mundial de Surf 2009.


Aliada a este facto, surge a inexistência de uma data favorável para o evento – que este ano esteve inicialmente marcada para a segunda quinzena de Setembro e foi posteriormente sujeito a uma alteração para uma única data disponível, isto no inicio do mês de Agosto.

Face às contrariedades expostas, a Alfarroba, juntamente com os principais patrocinadores deste evento, decidiu cancelar o mesmo evento e começar, desde já, a preparar uma edição em 2010 que dignifique o melhor e maior evento de surf português.



A Alfarroba agradece o importante apoio da Billabong, da Buondi e da Câmara Municipal de Mafra, pelos esforços realizados na tentativa de levar a cabo a edição de 2009.

Fragmentos e Opiniões: o factor Cavaco Silva sobre José Sócrates.

Fragmentos e Opiniões


O factor Cavaco Silva


Numa democracia, o destino dos governos é perderem as eleições, mais tarde ou mais cedo. O actual Executivo não perdeu as eleições - aquelas em que a sua sorte será decidida -, mas sofreu já uma derrota de que lhe será difícil recuperar. Isto apesar de se saber que, com mais 20 ou 25 por cento de votantes, a disputa será renhida.

Boa parte da abstenção nas europeias é de eleitores descontentes com o PS mas que ainda não decidiram se chegou a hora de lhe retirarem de vez o seu voto e de o entregarem a outro partido. O confronto directo entre Sócrates e Ferreira Leite, que desta vez não existiu, será um factor importante para formarem a sua opinião definitiva.

Qualquer governo começa a perder votos no dia em que começa a governar. E Sócrates esforçou-se bastante por isso, pelo que não é difícil identificar os motivos porque perdeu as europeias e parte em baixa para as legislativas.

Há os bons motivos, praticamente esquecidos: as reformas e as tentativas de reforma, o combate a certos privilégios corporativos, incluindo de agentes políticos e altos cargos do Estado, a austeridade para equilibrar as contas públicas, apesar de hoje termos saudades desse tempo em que os sacrifícios tinham um objectivo mensurável - três por cento de défice - e uma data a partir da qual se previa o desaperto do cinto.

Há, depois, os péssimos motivos - provavelmente os que mais influíram no afastamento de muitos eleitores -, que vão do licenciamento ao Freeport, passando pela Cova da Beira ou pelos projectos da Guarda.

E há ainda um factor político que não tem sido valorizado, mas que corresponde a um clamoroso erro táctico de Sócrates, aqui assinalado em devido tempo e que também contribuiu para a sua queda, veremos se inelutável. É o factor Cavaco.

Na primeira metade do mandato, o primeiro-ministro perdeu votos à esquerda, mas manteve incólume o eleitorado do centro-direita que lhe deu a maioria absoluta em 2005. Não por acaso, tinha o Presidente do seu lado.

Na ânsia de agradar à esquerda, ou porque se sentiu obrigado a isso por causa de equilíbrios internos no PS, ou porque se achou com força política bastante para dispensar o apoio de Cavaco, Sócrates mudou de atitude em relação a Belém - e Belém mudou de atitude em relação ao Governo, com tudo o que isso representou de orientação para o eleitorado do centro-direita.

O caso do Estatuto dos Açores foi apenas o primeiro desencontro sério de uma sequência que já vai longa.

Assim, para tentar recuperar os votos perdidos à esquerda, Sócrates acabou por perdê-los também no centro-direita. E, de novo não por acaso, o agente dessa derrota foi um jovem há muito apreciado em Belém que dá pelo nome de Paulo Rangel.

Fernando Madrinha

Lisboa é linda! E Alfama tem ruas com nomes esquisitos.

Pois é, será que existem mesmo?

Pois é, esta doença não será andaço?



Ao menos valha-nos o Santo Antonio

terça-feira, 16 de Junho de 2009

Temas de futebol. A nova realidade na Luz: será Jorge Jesus o homem certo no momento certo? Crêmos que sim!


Jorge Jesus e o Benfica
Os vendedores de ilusões

Defeso: com a bola parada, é o tempo das decisões privadas. No "novo futebol", confundem-se diferentes realidades. Jogadores e treinadores são os vendedores de ilusões.

A bola está finalmente em descanso. Os relvados vazios, esqueletos de multidões. O defeso, sua paragem competitiva e mercado de transferências, seria uma altura ideal para pensar em tudo de forma mais lúcida.

Não sucede assim. Até nos destinos de férias, os jogadores são diferentes. Estilo e estatuto. O futebol tem códigos diferentes. A nova lógica empresarial que o envolve, transformou o treinador apenas numa peça da máquina e os jogadores em personagens comerciais.

Tentou adaptar-se às novas leis da globalização do negócio e da comercialização das emoções, mas é impossível colocar a essência do jogo (e seus protagonistas) neste cenário, sem eles caírem numa profunda crise existencial.

É o tempo de desenhar novas ideias. A chave é escolher bem. A todos os níveis. Jogadores, treinadores e directores cruzam ou chocam nesse processo que atravessa todos os clubes. De uma época para a outra, uma equipa (e jogadores) devem perceber esta cíclica “evolução” das “espécies”. De um clube para o outro, mudar de vida, hábitos e realidades.

Tentou adaptar-se às novas leis da globalização do negócio e da comercialização das emoções, mas é impossível colocar a essência do jogo (e seus protagonistas) neste cenário, sem eles caírem numa profunda crise existencial.
É o tempo de desenhar novas ideias. A chave é escolher bem. A todos os níveis. Jogadores, treinadores e directores cruzam ou chocam nesse processo que atravessa todos os clubes. De uma época para a outra, uma equipa (e jogadores) devem perceber esta cíclica “evolução” das “espécies”. De um clube para o outro, mudar de vida, hábitos e realidades.

O Benfica é um clube infinito com presidente, directores, jogadores e milhões de adeptos, mas em cada defeso todos os olhares apontam para uma única personagem: o treinador. Dezassete nos últimos 15 anos. Nesse palco, já estiverem Mourinho e Jesualdo. Nenhum sobreviveu. Jorge Jesus, o 18º passageiro, é visto como um mestre da táctica com duas pernas. Chega à Luz com essa fama mas sem perceber ainda muito bem aquilo que representa. Mas a força daquela sua imagem é hoje a que, devoradas outras competências dos seus antecessores, vende a nova ilusão “encarnada”.

Mais importante, na personagem Jorge Jesus, é, no entanto, o facto de significar uma viragem na forma de olhar para o treinador português. Oferece uma nova perspectiva sobre o Benfica e tudo o que o rodeia. Porque a actual realidade do futebol benfiquista, seu valor e posicionamento no status nacional, é muito diferente do que era há 10 ou 15 anos atrás. Muita coisa se perdeu pelo caminho.

Visto do estrangeiro, o FC Porto emerge hoje como o grande símbolo de força lusitana. O Benfica perdeu muita dessa velha dimensão que só um treinador português pode, neste momento, entender, sem falar, no segundo lugar como um objectivo. É esta táctica portuguesa que Jesus pode transportar. Simboliza uma ideia que alguns defendem (entende o nosso futebol e é um táctico) e outros atacam (falta-lhe estatuto e imagem para um grande) mas tem suficiente carga energética para poder ser o homem certo, no momento certo.

Quando o jogo começa, o treinador é apenas o “coreógrafo” táctico mais próximo do relvado, mas isso não faz dele o dono do resultado. É um vendedor de ilusões que nunca perde a noção da realidade. Porque o futebol é um sonho para ser sonhado com os olhos bem abertos.

Luis Freitas Lobo

Os nossos olhos não se cansam de ver os "tricks" (dribles) de Cristiano Ronaldo.


Mafra e Malveira: duas iniciativas importantes


Caros amigos leitores do Bancada Directa

Se moram por aqui perto desta região saloia façam o possivel para não perder estas duas iniciativas. Para os adultos e crianças.


RECRIAÇÃO HISTÓRICA
Recuamos 200 anos, à época das Invasões Napoleónicas… Mafra é transformada em Quartel-general, num período conturbado da História da Europa, onde Napoleão e os generais marcavam o seu rumo. O evento realiza-se no dia 21 de Junho, no Palácio Nacional de Mafra. »

Convidamos agora a uma viagem no tempo, que começa com a entrada do exército francês em solo português, a 19 de Novembro de 1807, e termina com a Convenção de Sintra, a 31 de Agosto de 1808. Durante quase nove meses, os Franceses governaram Mafra e Portugal, emitindo Decretos que comandavam o país.
Estes decretos marcaram o quotidiano que será recriado no próximo dia 21 de Junho, no Palácio Nacional de Mafra.

Uma contribuição extraordinária de guerra de cem milhões de francos será imposta sobre o reino de Portugal, para servir de resgate de todas as propriedades, debaixo de quaisquer denominações que possam ser pertencentes a particulares.

- Todos os bens pertencentes à Rainha de Portugal, ao Príncipe Regente e aos Príncipes, serão sequestrados.

II – Todos os bens dos fidalgos que acompanharam o Príncipe quando abandonou o país, que não se tiverem recolhido ao reino até 15 de Fevereiro de 1808 serão igualmente sequestrados.

23 de Dezembro de 1807 Napoleão»«PORTUGUESES! O General em chefe do exército francês em Portugal, em nome de Sua Magestade o Imperador dos Franceses, Rei de Itália, e em observância das suas ordens, decreta:

ARTIGO I- O reino de Portugal será daqui por diante governado todo inteiro e administrado em nome de Sua Majestade o Imperador dos Franceses, Rei de Itália, pelo General em chefe do exército francês em Portugal.

ARTIGO II- O Conselho de regência, criado por Sua Alteza Real o Príncipe do Brasil no momento em que este Príncipe abandonou o reino de Portugal fica suprimido.

ARTIGO III- Haverá um conselho de governo presidido pelo General em chefe.1 de Fevereiro de 1808 Junot»

O projecto “Recriação Histórica - O Exército Napoleónico em Mafra. Um Convento Ocupado (1808)” é organizado pela Câmara Municipal de Mafra e apoiado pelo Turismo de Portugal; Turismo Lisboa e Vale do Tejo; Associação Turismo de Lisboa; Palácio Nacional de Mafra; Centro Militar de Educação Física e Desportos de Mafra; Escola Prática de Infantaria de Mafra; e Associação para a Protecção do Burro “Burricadas”.

Das 14h00 até às 16h30 (última entrada no Palácio Nacional de Mafra), “embarque” numa viagem ao passado!A entrada é gratuita.

Fragmentos e Opiniões: Barack Obama dos USA. Osama e o medo dos muçulmanos

Fragmentos e Opiniões
Barack Obama. Osama e o medo dos muçulmanos.


Perguntem a um israelita o que pensa dos vizinhos do lado, Síria, Irão, Egipto, Líbano, e provavelmente dirá: somos o último entreposto antes da invasão dos árabes. Somos o tampão. Na Holanda, o partido de extrema-direita PVV, Partido da Liberdade do Povo, de Geert Wilders, foi o segundo maior partido nas europeias.

Wilders, personagem de cabelo platinado, rodeado por seguranças devido às ameaças de morte, defende a expulsão dos muçulmanos, a proibição do Corão e o fim da imigração. Parte da ideologia do PVV é emprestada pelo partido de Pym Fortuyn, o extremista gay, anti-islâmico, que foi assassinado em 2002. Wilders é ferozmente pró-israelita e defensor dos gays. Para ele, o mundo do Islão é um mundo que tem de ser suprimido do Ocidente e pelo Ocidente. Um em cada sete holandeses concorda.

No "Financial Times", um arabista da Universidade de Tilburg, Jan Jaap de Ruiter, era citado: se viver por baixo de uma família marroquina com 10 crianças barulhentas que não o respeitam pode ter a certeza de que fica com uma visão muito diferente da sociedade multicultural.

De Ruiter diz que a Europa política não aprendeu a lidar com as tensões étnicas nas grandes cidades. Em Portugal, os acontecimentos recentes parecem dar-lhe razão. Em França, os subúrbios são barris de pólvora que explodem ciclicamente.

No Líbano, apesar da derrota eleitoral, uma hegemonia do Hezbollah persiste, com o patrocínio da Síria e Irão. Na Síria, como no Egipto, temos corruptas ditaduras dinásticas que se perpetuam no poder (o filho de Mubarak na linha de sucessão), esmagam os movimentos radicais ou compram-nos, neutralizando eleições livres.

Nos Territórios Ocupados, a divisão entre palestinianos não está resolvida, Fatah e Hamas são rivais que se odeiam. Em Israel, a extrema-direita está no governo e Lieberman quer expulsar os árabes israelitas e consentir nos dois estados, sabendo-se que as anexações em Jerusalém continuam e a construção de colonatos também. A questão palestiniana é central.

No Irão, Ahmadinejad continua a negar o Holocausto e, apesar de pela primeira vez se desenhar uma oposição moderada e democrática ao seu populismo, pode ganhar as eleições com o voto rural.

No Paquistão trava-se uma guerra civil entre os militares e os talibãs, de contornos indefinidos, que levou à criação de um cordão de segurança em redor de Islamabad. É improvável que a popularidade do governo aguentasse uma vitória militar que dizimasse, com ajuda americana, as tribos do Waziristão e da zona 'sem lei' da Província do Noroeste.

Num país com tecnologia nuclear (que exportou, entre outros países, para a Coreia do Norte) estas movimentações são perigosíssimas, muito mais do que o programa nuclear iraniano. O Paquistão é a potência nuclear mais instável. No Iraque, ninguém consegue prever o que vai acontecer ou desenhar uma política coerente que impeça as chacinas entre sunitas e xiitas quando as tropas americanas retirarem do terreno. No Afeganistão, a economia assenta na corrupção, no ópio e na ajuda militar. Cabul é um protectorado. Os talibãs afegãos são nacionalistas que querem expulsar os estrangeiros da sua terra e não descansarão enquanto não o fizerem, como sempre fizeram.

Osama continua a andar por aí, apesar de muitos serviços secretos o considerarem morto. A última mensagem desmente-os. E Al-Zawahiri continua clandestino e letal, não tanto por poder replicar os atentados espectaculares como por ter tornado a Al-Qaeda um símbolo e uma ideologia. A Al-Qaeda é uma marca, mais do que uma organização ou uma base de treino. Com subsidiárias da Argélia a Marrocos, de Caxemira à Somália e das Filipinas à Malásia e Indonésia. Mumbai foi um exemplo.


Crianças chamadas Osama são comuns. Osama é um herói para muitos árabes. Os sauditas estão estagnados nos vícios do clã Saud, e nos países do Golfo Pérsico, o capitalismo árabe assenta na mão-de-obra escrava, no preço do petróleo e na saúde dos mercados. O Qatar é o mais moderado e, tal como a Jordânia, não é uma democracia.

Uma crise económica por cima dos erros crassos da administração Bush não nos tranquiliza. Obama, no discurso do Cairo, usou palavras de bom senso e estendeu uma mão negocial, sem deixar de dizer as verdades. Aquele mundo não é democrático. Se fosse, prosperaria. Prosperando, os direitos humanos seriam respeitados. Sem uma histórica tentativa americana, que desarme os radicais (incluindo os ocidentais, como se vê pelas vitórias da extrema-direita europeia) e revigore os moderados, e sem uma política europeia forte e menos egocêntrica, o mundo pode resvalar para a guerra de civilizações.

Quem deseja que Obama falhe é um idiota. O falhanço dele será o nosso. E a vitória de Osama, vivo ou morto.

Recordar é Viver. Neste dia 16 de Junho de 1829. Nasce Jerónimo o famoso leader dos índios apaches

Neste dia 16 de Junho de 1829 nasce Jerónimo, o famoso leader dos indios apaches. É o tema de "Recordar é Viver" de hoje.

Jerónimo (Chiricahua) Goyaałé 'O que boceja'; frequentemente soletrado Goyathlay na língua inglesa. Nasceu a 16 de Junho de 1829 e faleceu a 17 de Fevereiro de 1909, foi um importante leader indígena América do Norte, comandando os Apaches “Chiricahua”, que durante muitos anos guerrearam contra a imposição pelos brancos de reservas tribais aos povos indígenas dos USA.

Jerónimo era guerreiro de Cochise depois opôs-se a ele quando dos acordos com os estadunidenses. Tornou-se o mais famoso dos chamados "índios renegados". Resistiu heroicamente, mas rendeu-se ao ter uma visão de um trem passando nas suas terras onde nasceu. Foi preso e passou 22 anos prisioneiro, até a data de sua morte.

Jerónimo nasceu em Bedonkohe, próximo a Turkey Creek, actual Novo México( USA), mas na época parte do México. O pai de Jerónimo era chamado de Tablishim, Juana era o nome da mãe. Foi educado de acordo com a tradição Apache. Casou com uma mulher Chiricahua teve três filhos. Em 5 de Março de 1851, uma companhia de 400 soldados de Sonora, liderados pelo Coronel José Maria Carrasco atacou o acampamento de Jerónimo. No ataque foram mortos a esposa de Jerónimo, Alope, seus filhos e mãe. O chefe da tribo, Mangas Colorado, juntou-se à tribo de Cochise, que estava em guerra contra os mexicanos.

Foi nessa época que se acredita ter Jerónimo ganho o seu apelido, que seria uma referência dos mexicanos a São Jerínimo, depois de ele matar vários soldados à faca em uma batalha.
Antes dos mexicanos, os apaches da região de Sonora lutaram contra os espanhóis em defesa das suas terras. Em 1835, o México estabeleceu recompensas pelos escalpes dos Apaches. Mangas Colorado começou a liderar os ataques aos mexicanos, dois anos depois.

Na sua luta com Mangas Colorado, Jerónimo agia como um líder militar, sem ser chefe da tribo. Ele casou-se novamente, com Chee-hash-kish e teve mais dois filhos, Chappo e Dohn-say. Teve uma segunda esposa, Nana-tha-thtith, e ganhou outro filho. Depois teria mais esposas: Zi-yeh,She-gha, Shtsha-she e Ih-tedda. Algumas foram capturadas, como Ih-tedda. Estava com Jerónimo quando ele se rendeu.

Durante 1858 a 1886, Jerónimo atacou tropas mexicanas e estadunidenses, e escapou de diversas capturas. No final da sua carreira guerreira, o seu bando contava com apenas 38 homens, mulheres e crianças. O seu grupo tinha sido uma das maiores forças de índios renegados, ou seja, aqueles que recusaram os acordos com o Governo Americano. Jerónimo rendeu-se em 4 de Setembro de 1886 às tropas do General Nelson A. Miles, em Skeleton Canyon, Arizona.

Jerónimo e outros guerreiros foram prisioneiros em Fort Pickens, Florida e as suas famílias enviadas para o Fort Marion. Reuniram-se em 1887, quando foram transferidos para Mount Vernon Barracks, Alabama. Em 1894, mudaram para Fort Sill, Oklahoma.
No fim da vida, Jerónimo havia-se tornado uma celebridade, aparecendo em eventos populares tais como a Feira Mundial de 1904 em Saint Louis, vendendo souvenirs e fotografias dele mesmo. Jerónimo nunca retornou à terra onde nasceu; morreu de pneumonia em Fort Sill, em 1909, e foi enterrado como sendo um prisioneiro de guerra. Em 1905 Jerónimo contou sua história a S. M. Barrett, Superintendente de Educação de Lawton, Oklahoma. Barrett apelou ao Presidente Roosevelt para publicar o livro.

segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Cidade de Aveiro: trabalhadores municipais invadem instalações da Camara Municipal



Ver esta noticia e outras sobre Aveiro clicando aqui

Transformar um Elefante no Legendário Pelé!

Os "desalinhados" (4): gostar ou não de sexo sonoro.

Os desalinhados (4)

Sexo sonoro( desalinhado): é uma questão de gostar ou não gostar: o resto é supérfluo



Tema nº 1- Sabe-se que “ditas” revistas cor-de-rosa, na sua generalidade, têm várias secções, género consultórios dos leitores (leitoras são a maioria significativa), em que estes põem questões de várias índoles ao autor da coluna, (quase um sempre um clínico ou um psicólogo), mas especialmente de assuntos de sexo entre parceiros, maridos, namorados, amantes, colegas de emprego, etc.

Por vezes as questões suscitadas só dão vontade para rir, tal é o caricato das mesmas. Desde depressões, ansiedades, rituais estranhos, masturbações redutoras do espírito do casal, tudo serve para encher estas colunas, tão do agrado dos leitores. Também vos digo que há um consenso de que não são os leitores que escrevem essas cartas a suscitarem as questões, tão sim são elaboradas pelos redactores das revistas, observadores do agrado de como os leitores se embrenham nestas leituras. É que quando os temas são concupiscentes os olhos fixam-se no que está escrito e só se desviam quando acabam a leitura.
Fragilidades da mente humana.

Vem isto a propósito de que um diário da nossa praça, num destes dias do mês corrente publicou uma carta deste género e numa secção idêntica àquelas que já referi. Diz assim a carta:

Dr……
O meu marido é muito meu amigo e muito respeitador. Mas quando fazemos sexo insulta-me com todos os nomes. Já lhe pedi muitas vezes para não fazer isso, Mas ele diz que eu sou uma atrapalhada, que só diz aquilo porque estamos a fazer sexo e que não há qualquer problema. Mas depois de fazermos sexo eu choro muito.



A resposta do Dr. é interessante:
Dizemos que o sexo é um espaço de criatividade e de liberdade, por isso é natural que se façam coisas que na frente de outras pessoas não ficariam muito bem. Mas isto não significa que valha tudo, pois como qualquer outra actividade psicológica, também o sexo tem limites. E os limites no sexo estão onde começam as coisas de que não gostamos ou de que a outra pessoa não gosta. Por isso, mesmo que o seu marido ache muito excitante chamar-lhe nomes, o que em si mesmo não tem qualquer problema, passa a ser um problema e um comportamento errado na medida em que a perturba a si, ao ponto de chorar.

Portanto não deve permitir que ele tenha esse comportamento e se ele insistir então diga-lhe mesmo, que, dessa forma, não quer fazer sexo com ele. O respeito dos outros por nós começa quando lhes exigimos o que queremos e proibimos o que não queremos, portanto cabe-lhe a si impor-se perante o seu marido neste assunto.

Claro que eu sou um modesto leigo nesta matéria de ser psicólogo, conselheiro matrimonial e de sexo entre casais, não posso avaliar e valorar a resposta do psicólogo. Mas posso imaginar uma situação em que eu pretendesse rebater as considerações da leitora.

Concretamente a leitora diz que não gosta que o marido a insulte e depois de fazer sexo põe-se a chorar. Claro que há diversos estados de espírito a partir de um choro. Pode-se chorar de raiva, de desespero, de nervosismo, de felicidade, de gozo, de tristeza, de alegria, de impotência, de revolta etc, etc. No caso presente a leitora não afirma e nem dá a entender que não gosta de fazer sexo com o marido. Só que lhe custa é ele chamar-lhe nomes.

Eu perguntava-lhe:
- A senhora diz que chora depois de fazer sexo. Confirme-me que o seu choro é de raiva pelos nomes que o seu marido lhe chama.
- Sim, é de raiva.
- Sabe que há muitas causas que provocam que uma pessoa chore. Pode provar-me que a senhora chora de raiva?
- Pela situação criada pelo meu marido.
- Tem testemunhas?
- Não.
- Pode provar-me que o seu choro não seja de alegria e de satisfação?
- Não, não posso. Mas é evidente que choro de raiva.
- Diga-me: gosta de fazer sexo com o seu marido.
- Não lhe vou responder.
- Nem é preciso. Não tenho mais perguntas a fazer.

Conclusão: eu no meu caso aconselhava-a a pôr uma mordaça na boca do marido enquanto fazem sexo. Ficava o assunto resolvido a contento de ambas as partes.

Mas se a pessoa é desalinhada, então nada feito!

Tema nº 2- A linha desalinhada

Aqui há uns anos, talvez uns quinze, ainda morava no Magoito e prestava serviço numa escola em Odivelas.

Fazia todos os dias a deslocação no meu automóvel, que na altura em que este facto ocorreu teria uns quinze dias. Era novinho em folha. Ao transitar na recta da Granja do Marquês, via que convida os automobilistas que por ela circulam a carregarem no acelerador. Por vezes formam-se filas significativas, em que os automóveis se encostam uns aos outros, mas sempre em velocidade generosa, para cima dos 70/80 Kms/hora.

Numa determinada manhã circulava eu nessa recta, já com a fila de automóveis formada em alta velocidade, mas tive a oportunidade de perceber que lá à frente houve uma travagem brusca e os automobilistas que iam a seguir não puderam evitar que os seus automóveis se fossem enfeixando uns nos outros, isto é frentes com traseiras. Não quero dar ares de jactância, mas o certo é que parei o meu carro, daquele que seguia na minha dianteira, a uns quatros metros de distância. O que não pude evitar é que o veículo que seguia atrás de mim batesse no meu. Não foi um estrago de grande monta, era só o pára- choques um pouco vincado, mas novo como era o carro a coisa fez-me uma certa confusão e custava-me ver o pára- choques com aquela pequena mazela.

O automobilista que me bateu no carro, veio ao pé de mim. Vinha vestido com uma farda do exército e prontificou-se a participar o acidente à sua seguradora, dando-se por culpado do acidente. No entanto lamentou a minha intransigência, porque o pára-choques podia ficar muito bem assim.

Aguardei uns oito dias e passado o prazo legal para se participarem os acidentes, dirigi-me à sua seguradora e da participação não havia sinais. Depois de explicar o que tinha acontecido a seguradora, o responsável da agência em Sintra mandou-me logo substituir o pára-choques que depois resolveria o caso com o seu segurado. Não aceitei esta decisão e preferi estabelecer um contacto directo com o militar causador do acidente.

Quando ele me viu, fez de conta que não me reconhecia. Perguntei-lhe porque ainda não tinha participado o acidente apesar da sua promessa em o fazer rapidamente. Respondeu-me que tinha pensado melhor e tinha consultando peritos que lhe disseram, que em caso de haver choques em cadeia cada um pagava o seu prejuízo. Como a fila estava muito bem alinhadinha ele confirmava que o choque em cadeia foi uma realidade. Daí que sugeriu que eu pagasse o prejuízo no meu automóvel.

Fiquei boquiaberto com tanto descaramento. Deu-me para rir. Trouxe-o até ao meu automóvel para ele confirmar se eu tinha batido no carro da frente. O homem ficou atrapalhado quando eu lhe disse que a sua seguradora já tinha dado ordem para eu substituir o pára-choques. O homem concordou no final

Já com o assunto resolvido, fui eu que trouxe a participação do acidente, Mas fui troçando da situação.
- Oh amigo: você há bocado falou num choque em cadeia. Por momentos pensei que você me queria pôr na cadeia. E quanto à fila alinhada, você está habituado na tropa em marchar alinhado, mas neste caso desalinhou um pouco. Fez-me perder esta manhã.

Ficámos amigos. Mas desalinhados.
Adriano Ribeiro. Bancada Directa

Fragmentos e Opiniões Fracturantes:No mercado instável do petróleo, uma certeza: os preços vão subir

No mercado instável do petróleo, uma certeza: os preços vão subir!

É o tema de hoje do nosso "Fragmentos e Opiniões"

A OPEP indicou ontem que o pior para os produtores de petróleo já terá passado.

Há menos de um ano, em Julho de 2008, o barril de petróleo tocava no máximo histórico de 147 dólares. Numa queda de cinco meses, até Dezembro, afundou para um mínimo de 32 dólares. Desde então o preço já duplicou e está agora em 72 dólares. O que podem os portugueses esperar nas bombas de gasolina este Verão? Uma certeza: podem contar desde já com uma subida do preços dos combustíveis.

Desde o mínimo atingido em Janeiro deste ano, o preço da gasolina já subiu 22,5% (mais 23,7 cêntimos por litro, para 1,291 euros) e o gasóleo 8,5% (mais 0,079 cêntimos, para superar a barreira de um euro).

No ultimo Sabado, a Galp aumentou em meio cêntimo o preço da gasolina, apontando para a subida recente do preço da matéria-prima, o petróleo. Esta subida não deverá ser a última, uma vez que nos mercados internacionais o preço médio do gasóleo fechou a semana a subir 4%, com a gasolina a ganhar 2,2%.

A subida do preço do petróleo tem vindo a antecipar a esperada recuperação da economia mundial, afectada pela maior crise desde a segunda guerra mundial. Os observadores do mercado apontam que pode haver um excesso de optimismo nos mercados - a recuperação é ainda uma possibilidade frágil - o que deverá levar a uma correcção do preço na próxima semana.

Contudo, a tendência geral do preço é de subida. Ontem, o cartel dos países produtores de petróleo, a OPEP, indicou que o pior (para quem vende) já terá passado, apesar de ter cortado ligeiramente a procura esperada em 2009 (uma contracção diária de 1,62 milhões de barris). O especialista José Caleia Rodrigues indicou que assim que a retoma começar a dar sinais mais firmes, haverá condições para o preço subir. O presidente da BP, Tony Howard, fala de um intervalo entre 60 e 90 dólares.

Este texto é do Bruno Faria Lopes

E porque hoje é 2ª feira, vamos começar a semana a mostrar maus exemplos. Afinal os passeios são para os humanos ou para os automoveis?

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Pois é! Conforme dissemos no titulo deste post vamos mostrar-lhes alguns imagens daquilo que não se deveria ver, mas que, infelizmente, se observa por todo o lado desta Lisboa.

Mas, primeiramente, confiram a carta de um lisboeta que a endereçou ao "Passeio livre".


«Boa tarde, tive o desprazer de passar pela Rua António Patrício, Rua Afonso Lopes Vieira e Av. do Brasil. O cenário é do pior que já vi até hoje. Na Rua Afonso Lopes Vieira existe uma esquadra da PSP com carros parados em dupla fila mesmo em frente. A polícia foi bastante eficiente no que toca a ameaçar-me de tirar a minha máquina, caso continuasse a fotografar o edifício. Só lamento que essa energia não seja despendida a fiscalizar a zona.

O sr. Presidente da Junta de Freguesia do Campo Grande diz que não há lugares de estacionamento suficientes, mas pergunto eu, o que é que os peões (idosos, pessoas com carrinho de bebé ou com incapacidade física) têm a ver com isso?

Ora vejam as fotos.

domingo, 14 de Junho de 2009

As séries do Campeonato Nacional da III Divisão para a época de 2009/2010

As séries do Campeonato Nacional da III Divisão para a época de 2009/2010.


Voltamos ao tema que motivou o nosso post da passada 6ª feira sobre a composição da serie B deste Campeonato.

Resultados registados na serie B do Campeonato Nacional da 3ª Divisão disputados hoje 2009/06/14. (fase de subida)

Coimbrões/Oliveirense 2-4; Vila Meã/Padroense 0-2 e Rebordosa/Paredes 0-3

Classificação após a 8ª jornada: 1º Padroense 37 pontos: 2º Paredes 35: 3º Oliveirense 35: 4º Rebordosa 31: 5º Coimbrões 26 e 6º Vila Meã 23.

Agora sim! Faltando 2 jornadas e com apenas 6 pontos em disputa para o Rebordosa ainda poder discutir o acesso à II Dvisão, é que se pode dizer que apenas duas equipas do quarteto Padroense, Paredes, Oliveirense e Rebordosa é que sobem e as outras manter-se-ão na III Divisão. O Coimbrões fica como está. Foi o que sempre dissemos

E por nós terminámos o tema que tanto trabalho nos deu.
Com um grande abraço para o Climério Baeta e outro para o nosso
anónimo de estimação, que não deu mais sinais de vida. É pena.
Mas esperem aí amigos leitores que agora vamos às contas finais do proximo Campeonato Nacional da 3ª Divisão.. Digam se concordam, mas não se pode fugir disto:
ESTAS SÃO AS CONTAS FINAIS DA 3ª DIVISÃO
24 Clubes das 6 Séries da Subida - Menos Portosantense = 23 Clubes : 18 Clubes que sobem das Distritais 18 Clubes: 11 Clubes que descem da 3ª Divisão: 11 Clubes: 10 Clubes 1º Classificados da Série Manutenção 10 Clubes - Eram 12 Sai Machico e C.Lobos10: Segundos melhores Classificados da Fase Manutenção 10 Clubes - Ficam de fora os 2 piores coeficientes
Soma 72 Clubes Total das 6 Séries x12
Fica por resolver quem ocupa a vaga do Riachense (hipóteses - União de Tomar ? - 1 dos Piores segundos que ficam de fora ou 2º Distrital da melhor Associação do País

As minhas fotos de um Domingo solitário

Foto nº 1 - Lisboa, uma cidade cheia de erotismo.

Aquela letra R ao contrário dá-me cá um "speed". Está mesmo a ver -se que é um acto de contra-natura ortográfico!

Foto nº 2- Sim, deste modo educação não há nenhuma!


Só gostava de saber que "sem educação não há o quê?

A ria e a cidade de Aveiro são lindas!

Caros amigos leitores do Bancada Directa

O presente post, modestamente, vai referir-se a uma das mais belas cidades deste nosso Portugal. Aveiro. Tive a oportunidade de estar nesta cidade durante a semana que passou, e só tenho de não ter podido prolongar a minha estadia por mais algum tempo. Mas, como sempre, fiquei encantado com o que vi. E de ovos moles nem os provei, porque há que ter cuidado com os açucares. Está tudo controlado nos valores ideais, mas não há que abusar. E não é porque os ovos moles de Aveiro não sejam uma maravilha e uma delicia e realmente são o ex-libris desta linda cidade.
Sintra é muito bonita, mas Aveiro não se lhe fica atrás. Felizes os naturais de Aveiro que podem deliciar-se com as suas belezas naturais

As imagens e o texto que apresentamos a seguir são do Miguel Lacerda, a quem agradecemos a gentileza. Obrigado, amigo.

A Ria de Aveiro estende-se, pelo interior, paralelamente ao mar, numa distância de 47 km e com uma largura máxima de 11 km, no sentido Este-Oeste, desde Ovar até Mira

A Ria é o resultado do recuo do mar, com a formação de cordões litorais que, a partir do séc. XVI, formaram uma laguna que constitui um dos mais importantes e belos acidentes hidrográficos da costa portuguesa.

Abarca 11 000 hectares, dos quais 6 000 estão permanentemente alagados, desdobra-se em quatro importantes canais ramificados em esteiros que circundam um sem número de ilhas e ilhotes.

Nela desaguam o Vouga, o Antuã e o Boco, tendo como única comunicação com o mar um canal que corta o cordão litoral entre a Barra e S. Jacinto, permitindo o acesso ao Porto de Aveiro, de embarcações de grande calado.

Rica em peixes e aves aquáticas, possui grandes planos de água locais de eleição para a prática de todos os desportos náuticos.

Ainda que tenha vindo a perder, de ano para ano, a importância que já teve na economia aveirense, a produção de sal, utilizando técnicas milenares, é, ainda, uma das actividades tradicionais mais características de Aveiro, havendo, actualmente, dezenas de salinas em laboração.

Muito especialmente no Norte da Ria, os barcos moliceiros, embarcações únicas e de linhas perfeitas, ostentando polícromos e ingénuos painéis decorativos continuam a apanhar o moliço fertilizante de eleição, bem dentro dos mais exigentes e actuais parâmetros ecológicos, que transformou solos estéreis de areia em ubérrimos terrenos agrícolas.
Assembleia Municipal de Aveiro (antigo edificio da Capitania)
O pôr do sol na Ria de Aveiro
A Ponte da Barra sobre o canal de Mira
Terminal norte
Terminal quimico

Forte da Barra
Forte da Barra
Canal do Côjo
Canal do Côjo
Canal de São Roque
Canal Central junto ao Largo do Rossio
Marinhas
Quatro imagens das salinas
Adriano Ribeiro. Bancada Directa

Lisboa é linda! Convite aos nossos amigos.


Caros amigos leitores do Bancada Directa

Os amigos leitores (que são imensos) que morem em Lisboa ou na Grande Lisboa, estão convidados para este agradavel passeio. Acreditem que faz bem à saúde e ao intelecto. Bancada Directa vai lá estar e fará a reportagem.



Lisboa é linda.

2º Passeio LxP - Sabado 20 de Junho de 2009

Largo do Rato >>> Jardim do Torel (15h - 18h)

Depois do sucesso do 1º passeio LxP, chegou a altura do 2º, que a Primavera já não deve pregar partidas. Convidamos por isso todos os nossos amigos seguidores e apreciadores de Lisboa para o 2º passeio LxP a realizar dia 20 de Junho.

Vamos então partir do Largo do Rato sem rumo certo mas com um destino em mente, o Jardim do Torel .Contamos com todos que queiram espreitar Lisboa de um modo ligeiramente diferente do habitual!!! Miradouro do Jardim do Torel

Não é necessário inscrição, agradecemos no entanto que confirmem a participação por questões de logística. (mailto:lisboaempormenor@gmail.com

Ponto de Encontro: Fonte frente à saída do metro (Rua da Escola Politécnica) ás 15h Como chegar: Metro Linha Amarela estação Rato. Autocarros 74, 706, 709, 713, 720, 727, 738, 773 (Paragem Rato)


Obrigatório:máquina fotográfica ou meio de captação de imagens à escolha. Calçado confortável para caminhar. Água e chapeu. Contactos para o dia:Ângela: 934084266 Gilberto 917153783

Agradecemos ao "Lisboa em Pormenor" a facultação destes elementos referentes ao passeio LxP.

O humor no desporto em Bancada Directa: a sorte tem-no acompanhado!

video

sábado, 13 de Junho de 2009

Reparem naquilo que eles andam a pensar

Transportes podem ser financiados pela valorização dos terrenos por onde passam
Especialista português em auditoria do Metro de Lisboa apresentou em congresso internacional soluções para o financiamento dos transportes públicos

"O investimento em transportes públicos aumenta quase sempre o valor dos terrenos por onde passa. Um prolongamento da rede de metro, ou a construção de uma nova estação entre duas já existentes, espalham à sua volta um acréscimo de valor dos terrenos e dos imóveis localizados.
O tema é complexo, mas foi este desafio que José Carballo Sequeira, director do gabinete de auditoria do Metro de Lisboa, propôs a algumas centenas de especialistas numa apresentação ao Congresso da União Internacional dos Transportes Públicos (UITP), que ontem encerrou em Viena, Áustria.

É justo, pois, que se criem mecanismos para ir buscar esse valor a quem dele beneficia sem que para tal tenha contribuído, e o ponha ao serviço da comunidade financiando o próprio investimento. Uma taxa sobre os benefícios gerados pela nova rede de transportes é um dos três mecanismos possíveis, que visa introduzir alguma justiça quando um investimento público destinado à população acaba por gerar enormes valorizações às propriedades de uma minoria.

José Sequeira diz que é isto que está a ser feito na expansão do metro de Londres e que a mesma experiência foi pacífica também em Washington, quando se construiu uma nova estação em terrenos desqualificados que passaram a valer uma fortuna.

Mas em vez de se fazer primeiro o investimento e depois se aplicarem as taxas, é possível uma solução mais elaborada que consiste em antecipar os benefícios esperados utilizando-os para financiar a infra-estrutura. "Neste caso, pede-se ao banco para financiar o investimento e dá-se como garantia os futuros ganhos sobre os valores dos terrenos", explica este investigador, que estudou o caso australiano, onde este mecanismo é aplicado, e o de Chicago, onde a forma de financiamento é utilizada em grande escala. Por fim, uma terceira possibilidade consiste em juntar a construção de uma infra-estrutura de transportes com o desenvolvimento urbano, em que o próprio operador e entidades privadas se envolvem na requalificação dos locais por onde passa a nova rede.

As pessoas têm a percepção de que uma estação de metro implantada num bairro muda completamente o tipo de serviços e de actividades que ali passam a funcionar. A ideia, diz José Sequeira, "é aproveitar o valor das vendas e das rendas desses espaços para financiar o investimento, mas, em vez de taxas, o próprio Estado [ou o seu operador] contratualiza com os privados a venda e arrendamento das propriedades, partilhando os benefícios.

E, mais uma vez, há exemplos de sucesso: em Hong Kong o operador de transportes trabalha em conjunto com os promotores imobiliários privados e o mesmo tem acontecido em Madrid, na área metropolitana de Copenhaga, na Índia e no Brasil.

Em Portugal, porém, há uma quase ausência de reflexão em torno destas questões, continuando as empresas responsáveis pelas infra-estruturas de transportes - sobretudo a Refer e os Metros de Lisboa e do Porto - a endividar-se para prosseguir com os investimentos.

A estação do metro do Colégio Militar é um caso-tipo de como um investimento público gerou valor para os privados, bem aproveitado pela Sonae, no Colombo, e pelo grupo BES, no Hospital da Luz.

José Sequeira, que faz parte da Comissão de Economia de Transportes da UITP, diz que estas inovadoras fontes de financiamento são, ainda por cima, amigas das finanças públicas. Estudadas, sobretudo, na perspectiva das redes de metro, estes mecanismos podem também ser extrapolados para investimentos de maior dimensão, como é o caso do novo aeroporto e das estações da rede de alta velocidade.

O congresso da UIPT juntou em Viena 2200 delegados oriundos de 80 países e 350 empresas que ocuparam uma área de exposição de 26 mil metros quadrados. O tema deste ano foi a Mobilidade e Transporte nas Cidades."

Ainda Cristiano Ronaldo. A noite louca com Paris Hilton

Fragmentos e Opiniões: as atitudes e as "acções" do nosso PR, Cavaco Silva

Fragmentos e Opiniões
A crónica de Henrique Monteiro sobre Cavaco Silva

Cavaco Silva, quatro dias depois de uma manchete do Expresso, afirmou que tudo o que publicámos já se sabia e que jamais omitiu factos. A verdade é que recusou sempre responder sobre esses factos.


Tenho o maior respeito pelo Presidente da República. Não tenho qualquer problema em reconhecer os meus erros e os erros do jornal. Já o fiz várias vezes, uma delas a propósito de uma notícia sobre Cavaco Silva.

Mas, sobre as acções que Cavaco Silva teve na SLN, não tenho quaisquer desculpas a pedir. Pelo contrário!


O Expresso publicou por três vezes que Cavaco Silva tinha sido accionista da SLN. Das duas primeiras, apenas sabíamos que ele tivera acções. Da última, a semana passada, já sabíamos a quantidade de acções que ele possuíra, por quanto as comprara e por quanto as vendera.

De todas as vezes demos conhecimento antecipado à Presidência da República dos factos que íamos publicar. Nunca tivemos resposta.

No seguimento da nossa segunda notícia, a 23 de Novembro, um domingo, a Presidência emitiu um comunicado no qual jamais se referem acções da SLN e se afirma que Cavaco nunca exerceu funções no BPN, nunca foi remunerado pelo BPN e "nunca comprou ou vendeu nada ao BPN". Esta última frase, aliás, sendo verdadeira (as acções eram da SLN), permitiu o efeito desejado: a existência de interpretações segundo as quais o PR teria desmentido a notícia do Expresso.


Na última semana, conseguimos saber o número de acções e dos montantes de compra e venda. Publicámo-las, mas não sem antes ter dado conhecimento à Presidência e lhe ter pedido um comentário. Da Presidência remeteram-nos para o comunicado de 23 de Novembro, afirmando nada mais ter a dizer.


Conclusão, para além de todas as dúvidas: o Presidente jamais assumiu publicamente que foi accionista da SLN, sociedade que controla o BPN, numa altura em que Dias Loureiro era administrador e quando já havia - nomeadamente nos sectores da banca - sérias dúvidas sobre os métodos daquela sociedade.


Também quero deixar claro que as declarações públicas de rendimentos do PR não discriminam acções da SLN (nem teriam de o fazer).

Henrique Monteiro

Os desalinhados (3)

Os desalinhados (3)


Começo por me referir ao assunto que traz toda a gente abismada por um acontecimento desportivo (?). Trata-se dos valores astronómicos envolvidos na transferência de Cristiano Ronaldo do ManUnited para o Real Madrid.

Transcrevo as várias opiniões que sobre este tema tem vindo a publico.

O avançado português Cristiano Ronaldo reagiu em Los Angeles, onde se encontra de férias, à contratação pelo Real Madrid. O clube espanhol paga 94 milhões de euros ao Manchester United pela sua transferência para Espanha. “É um orgulho quando dois dos maiores clubes do mundo querem que jogues por eles”, afirmou o internacional da selecção portuguesa.

A verba envolvida no negócio constitui um recorde no futebol mundial e a concretização da transferência coloca um ponto final numa “novela” que se iniciou ainda no Verão passado, quando o clube “merengue” começou a namorar Cristiano Ronaldo e este, no fim da participação portuguesa no Euro 2008, deu a entender que queria mudar-se para Madrid.

Daí que, em declarações ao canal norte-americano Fox Sports, Cristiano Ronaldo tenha comentado o entendimento entre o seu actual e futuro clubes como um marco. “É um acordo histórico. Oitenta milhões de libras [94 milhões de euros] é muito dinheiro”, referiu.

Toda a gente aponta o dedo a Florentino Pérez, neste come back ao Real Madrid do empresário espanhol. Depois de uma primeira investida no início do século, quando irrompeu com a era dos "galácticos" no futebol espanhol e mundial (entre 2000 e 2006), os 94 milhões de euros oferecidos agora ao Manchester United para ter Cristiano Ronaldo provocaram um terramoto no mercado de transferências. Em três dias, o presidente madridista deu 160 milhões por Ronaldo e Kaká (65 milhões ao Milan). E quer mais. David Villa, cujo Valência não admite negociar abaixo dos 38 milhões, pode ser o senhor que se segue. É demasiado e o mercado tem de ser regulado, dizem políticos, académicos e, claro, gente ligada ao futebol.

O Presidente da República (PR), Cavaco Silva, pode servir como barómetro. Habitualmente criterioso nos assuntos de que fala em público, o PR português comentou ontem a ida do "capitão" da selecção portuguesa para o Real Madrid. "Nunca me passou pela cabeça que um dia se pudesse pagar quase 100 milhões de euros pela transferência de um jogador de futebol", disse Cavaco à Rádio Renascença. E, embora desejasse "felicidades" ao jogador madeirense, concordou com aqueles que disseram que "se tinham ultrapassado os limites", acrescentando que "gostaria que Portugal fosse mais conhecido pela inovação, modernização tecnológica, competitividade e também pela participação nas eleições europeias".

Para o director-geral da Associação das Ligas Europeias de Futebol Profissional (EPFL), o negócio de Ronaldo cria uma "pulsão inflacionista", cujos reflexos irão estender-se ao nível dos outros clubes. "Vai contribuir para agudizar a visão inflacionista dos últimos anos", diz Emanuel Medeiros, lembrando que esta aposta vem em "contraciclo" com a pedagogia que a EPFL tem feito para sensibilizar os clubes ao equilíbrio financeiro.

Daí que começo a ter muitas duvidas se Cristiano Ronaldo vai beneficiar com a sua nova situação: o ser uma estrela galáctica ao serviço dos merengues. Saberá ele gerir a fortuna que tem ao seu alcance? Conseguirá evitar os tubarões que decerto a ele se encostarão? A ver vamos. E fazemos votos para que não se desalinhe. Ou melhor não se torne num “desalinhado”.



Tema nº 2

O nosso amigo Dr. Barros Figueiredo numa crónica no 24 horas tece considerações sobre MMG, sobre se o seu comportamento do ponto de vista legal era censurável. Opina que, claro que não! E termina a crónica com as mesmas palavras que usámos no nosso tema. Não gosta do estilo de MMG mas tira-lhe o chapéu. São as mesmas considerações que fiz, embora com outras palavras.

E aqui vai a sua crónica

Nas Teias da Lei: Manuela Moura Guedes


De um ponto de vista legal, haverá pouco a apontar a esta jornalista. Num país democrático a imprensa tem por dever informar, o que inclui o dever de escrutínio dos actos dos políticos.

Investigação jornalística sobre actos da vida em sociedade, mormente actos políticos, é algo que é suposto a imprensa fazer. E faz.

O jornal que MMG apresenta não mistura factos com opiniões. Só a ERC e o PS dizem o contrário, sendo que, não constituindo sequer uma crítica de substancia, tal não se verifica e qualquer espectador médio distingue uns e outros. MMG recorre a trabalhos de investigação bem feitos, sendo de assinalar, por exemplo, as reportagens da jornalista Ana Leal.

Apresenta os temas de forma desassombrada e frontal e convida sempre os visados a darem a sua versão dos factos. Eles é que não aparecem. Quanto aos temas abordados, ultimamente o PS tem-se posto a jeito. A pergunta é evidente. Sendo MMG jornalista há tantos anos, só agora é má? O problema não é MMG e o seu estilo. O problema é os políticos que não toleram uma contradição.

Quanto à oposição, mormente ao PSD, basta lembrar a vergonha do discurso de Vitral Moreira e os ataques ao BPN. Quanto aos jornalistas basta lembrar os processos judiciais desencadeados pelo PM, as queixas na ERC feitas por personalidades socialistas e a tentativa de desacreditação pública desta jornalista.

Tudo inapropriado, cremos, quando justamente se deveriam discutir e tirar a limpo apenas a substância dos temas. Não conheço MMG, nem gosto do seu estilo. Mas tiro-lhe o chapéu!

Tema nº 3: O “tricas” botou opinião!

Claro, está de fora, mas vive o que se passa. Finge indiferença, mas gosta. Ao menos foge da sua rotina pachorrenta.E como gosta da trica, vá de dar opinião.

Desalinhado é o que ele é!

Remi Gaillard


Mais

Resumo da Época 2008/09 da Liga Sagres

Um apanhado de declarações polémicas e até divertidas que podem resumir um pouco o futebol português desta época e porque não, dos últimos anos.



Gostei muito da parte do Quique Flores na risota!

Olá amigos do Bancada Directa. Desejamos a todos que passem um óptimo fim-de-semana.

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Pois é amigos: foi só juntar o fim-de-semana aos dois feriados e mais a sexta e toca a maioria do pessoal a mudar-se para o Algarve . Nós por cá estamos bem a curtir o sol, mas a chuva aproxima-se novamente. E por Aguadulce a artilharia descansa.

A pequena tem apenas uma intenção pragmática. Quem não votou não tem direito a nada.


A foto é do "pessoal da corda"

sexta-feira, 12 de Junho de 2009

A gripe A(H1N1).Comunicado de Franscisco George, Director Geral da Saúde



Comunicado nº 10 – 11/06/2009, 17:00
(comunicado enviado ao Bancada Directa, através de mail, por um nosso leitor ocasionalmente em Versalhes.França)

1. A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou hoje, dia 11 de Junho de 2009, a fase 6 da pandemia da nova gripe A(H1N1).

2. Esta fase indica que a transmissão de gripe na comunidade passou a ser em maior escala, designadamente em países não afectados durante a fase 5.

3. A passagem à fase 6 da pandemia deve-se à propagação do vírus a nível mundial e não à sua gravidade. Apesar de ter atingido um elevado número de países a nível global, o vírus tem revelado, até à data, baixa virulência.

4. O início da fase 6, agora anunciado para todo o mundo, não reflecte qualquer alteração imediata na situação epidemiológica de Portugal. Por esta razão, mantêm-se as medidas previstas no plano de contingência, que têm demonstrado ser eficazes.

5. A diversidade do padrão epidemiológico nos diferentes países poderá justificar a adopção de soluções distintas, de acordo com a realidade de cada país.

6. As medidas de planeamento, na fase 6, devem centrar-se na coordenação dos recursos multissectoriais, com o objectivo de diminuir os impactos sócio-económicos que, eventualmente, resultarão da extensão da pandemia a Portugal.

7. Nesta fase, o trabalho deve focar-se na continuidade da
operacionalização dos planos de contingência a nível nacional, regional e das instituições, quer do sector público quer privado. Assim, deverá concluir-se a preparação das infra-estruturas e a organização dos recursos humanos e equipamentos necessários no período pandémico.

8. No Sistema de Saúde deverão ser preparadas todas as medidas relacionadas com a prestação de cuidados, quer em ambulatório quer em internamento, de acordo com as Orientações da DGS.

9. A evolução da epidemia em Portugal pode ter implicações resultantes de um aumento acentuado do absentismo nos diversos sectores da sociedade e de um excesso de procura dos serviços de saúde. Por isso, as estruturas de saúde, tal como outras instituições, entidades, empresas, bem como os próprios cidadãos têm de estar adequadamente informados e preparados.

10. Informações sobre a nova gripe A(H1N1), que estão em permanente actualização, nomeadamente todas as Orientações Técnicas, estão acessíveis no microsite da Gripe, em http://www.dgs.pt/.

11. Este Comunicado deverá, desde já, ser difundido em todas as instituições do Sistema de Saúde.
Lisboa, 11 de Junho de 2009
Francisco George
Director-Geral da Saúde

Este dia 10 de Junho: Dia de Portugal. Salvo êrro já foi o "Dia da Raça"

"Dia da Raça" Tenho a impressão que isso era antigamente. Cavaco Silva gostava desta designação. Agora nos dias de hoje apenas pergunto : "Que raça"?

Partido Socialista convocado por José Sócrates para analisar a derrota eleitoral

José Sócrates ouve o Partido Socialista no próximo dia 15
Partido Socialista convocado para analisar a derrota

Quatro dias após a derrota do Partido Socialista nas eleições para o Parlamento Europeu, José Sócrates decidiu convocar uma reunião da Comissão Politica do seu partido para se efectuar uma “análise da situação politica”

A reunião, que irá decorrer na próxima segunda-feira, acontece num momento em que se somam as criticas internas devido à derrota eleitoral e na antevéspera do debate da moção de censura do CDS-PP ao Governo.
Na noite eleitoral, José Sócrates assumiu a derrota, mas recusou que o resultado europeu se tratasse de um antecipação das eleições legislativas, que irão decorrer entre Setembro e Outubro.
“Estas eleições são para o Parlamento Europeu. Virá o momento em que estará em causa o Governo e o futuro da governabilidade”, afirmou o secretário-geral do Partido Socialista.

Mas, no partido, as criticas somam-se. Para Manuel Alegre não há dúvidas de que a derrota eleitoral do passado Domingo indicia “um voto de protesto e uma vontade de mudança”, enquanto Vera Jardim considerou necessária “uma reflexão sobre o que falhou”.

Já João Cravinho deixou o aviso: “José Sócrates sozinho não chega”!

Fragmentos e Opiniões. E Antonio Raposo fala do que é "mexer em dinheiro"!

Fragmentos e Opiniões


O banco de “ALI-BABA e dos 40 ladrões”

Nada melhor para roubar um banco do que ser o seu presidente.

Quem viu o grande artista Rendeiro a vender um livro onde se ensinava a gestão bancária ou algo parecido, com o ar mais inocente deste mundo mal sabia que ali andava coisa.

Acontece que o banco dele que se limitava a gerir fortunas, grandes, médias e pequenas, oferecia obviamente taxas de rentabilidade maiores que o resto da banca. Se assim não fosse as pessoas não iriam lá.

Ainda por cima não tinha balcões como o comum da banca. Era uma espécie de pequeno jet-set (aliás o banco tem como accionistas gente da maior respeitabilidade: Balsemão, Júdice, Vaz Guedes, etc.) onde o pessoal que tinha amealhado um pecúlio lá iria depositar e eles teriam que o gerir de forma a capitalizar o máximo.

E assim corria bela a vida até que nos Estados Unidos a bolha rebentou.

As aplicações na banca americana como todos estamos “carecas” de ouvir contar deram o “berro” e os papéis passaram a não valer nada, como nada sempre valeram.

Foi o maior “bluff” da história moderna.

O engraçado da história é que os depositantes, enquanto sacaram bom dinheiro dos juros – enquanto deu – não se queixaram. Agora querem que sejamos nós a indemniza-los de uma má escolha. O certo é que a União Europeia logo se decidiu a convidar os depositantes a ir até lá para exporem o seu caso.

É bizarra esta União Europeia. Milhares e milhares de firmas perdem milhares de empregos e a União Europeia nem mexe. Assobia pró lado. As indústrias fogem para a China e Índia. Nem se fala nisso. Não é nada com ela! Só defende as multinacionais, se for caso disso. Agor