BANCADA DIRECTA: Antonio Raposo diz de sua justiça! Os remédios para a crise.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Antonio Raposo diz de sua justiça! Os remédios para a crise.

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Antonio Raposo colaborador habitual do Bancada Directa nesta sua crónica põe o dedo numa ferida que actualmente aflige todos nós! Esta tremenda crise.


OS REMEDIOS PARA A CRISE
(Isto não vai lá com paninhos quentes)


Reuniram-se os sete maiores países europeus para decidirem o que fazer em vista à crise económica.

Do que se sabe, foi que nada se mudou do stato quo. Prometeram controles. Só isso.

Mas mudar mesmo o sistema financeiro isso não!

Nós sabemos de experiência feita que é possível fazerem-se as maiores falcatruas mesmo com os chamados controles tradicionais. O conselho fiscal, os órgãos fiscalizadores externos, os bancos centrais, etc. etc. as leis apertadas, tudo isso falhou.

Os off-shores continuarão alegremente a esconder o dinheiro de quem o tem. As empresas sediadas nos off-shores continuarão a fazer as suas aplicações comprando tudo e todos, desde casas de campo a iates, desde campos de golfe a hotéis cinco estrelas. A utilizar o dinheiro vindo das melhores lavandarias, onde chega sem velhos odores nem manchas de sangue.

Com os actuais sistemas de movimento de capitais, qualquer um de nós (desde que seja multi-milionário) pode mexer no seus dinheiro e andar a passeá-lo pelo mundo inteiro, sem que ninguém o veja, nem se aperceba. Veja-se o que fez o pequeno BPN. Num simples computador (seria um Magalhães?) conseguia mexer nas massas sem que ninguém se apercebesse!
A não eliminação dos off-shores implica nos dias de hoje a que o sistema financeiro continue alegremente a dirigir o mundo. Isto independentemente de o pessoal ir regularmente votar e continuar a pensar que vive num sistema democrático.

Com o decorrer do tempo os governos acabam e alguns deles dão já essa ideia, por ser simples joguetes dos homens que tem o dinheiro.
Que conclusão tirar sobre a crítica feita sobre os off-shores pelo nosso primeiro ministro mas que como resultado da crítica o off-shore da Madeira continuar alegremente a sorver o dinheiro da banca pagando de impostos uma micharia.

Anda meio mundo a enganar todo o mundo!

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