BANCADA DIRECTA

domingo, 24 de maio de 2015

O Desporto no Bancada Directa. Nem só de vitórias vivem os atletas. Até na hora da derrota eles mostram sempre o seu valor. Estão neste caso as judocas Telma Monteiro e Joana Ramos derrotadas logo no inicio do Mastesr de Rabat. Marrocos

JUDO 

Telma Monteiro e Joana Ramos caem na primeira ronda em Marrocos 

As portuguesas Telma Monteiro e Joana Ramos foram derrotadas na primeira ronda do Masters de Rabat, em Marrocos.

 Após seis meses de paragem devido a lesão, Telma Monteiro (-57kg) regressou aos ‘tatamis’ com uma derrota diante da holandesa Sanne Verhagen. 

 Já Joana Ramos (-52kg) cedeu diante pela israelita Gili Cohen

Mas estas atletas estão confiantes no seu valor e novas vitorias aparecerão.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Uma crónica sobre os concursos televisivos que dão milhões. E até se refere uma bruxa que deve andar com a sua credibilidade em baixo e pouco credível, pois previu que o FCPorto seria o campeão este ano.. É a crónica do nosso colaborador António Raposo


AS BRUXAS NOS CANAIS TELEVISIVOS

Os canais televisivos encontraram agora uma nova forma de financiamento. É simples e dá milhões.

Oferecem um carrito a sortear entre quem liga para telefones da série setecentos. Os parolos são muitos neste País de ingénuos. Na mama do carrito toca de telefonar para aqueles números de custo baixo.

Muitos telefonemas dão milhões. Este é mais um processo de fazer cair o Zé em ofertas que enche os bolsos aos canais televisivos. Recentemente chegaram as bruxas. A SIC começou com uma senhora que aconselha como se fosse uma vidente. Em directo e a cores!

 A senhora vende amuletos, imagens de santos e outros adereços para os pobres que recorrem ao “milagre” quando a sorte é madrasta. Como diria o filósofo, a miséria nunca vem só e a exploração das crendices devia de ser abolida das televisões privadas pois de certeza não foi esse o estatuto que lhes deu alvará.

Pois acontece que a bruxa da televisão deve ter audiências fortes, pois a sua concorrente já montou banca de vidente no mesmo horário. Falta saber das duas a que aldraba melhor o burro para enganar os pacóvios. E viva o direito do mais forte à liberdade.

 Os ilustres e doutorados donos das duas televisões privadas não terão um pingo de vergonha na cara? Vale tudo ? E o pessoal gosta disto?

Francamente!

António Raposo
Lisboa. 2015. Maio. 21

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O Teatro no Bancada Directa apresentando a rubrica de Salvador Santos "No Palco da Saudade". Hoje o actor Barreto Poeira é a figura que se recorda


O Teatro no Bancada  Directa apresentando a rubrica de Salvador Santos "No Palco da Saudade". Hoje o actor Barreto Poeira é a figura que se recorda

"No Palco da Saudade"

Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto)

BARRETO POEIRA 
Ribatejano contemporâneo de Alves Redol, foi um dos grandes impulsionadores do teatro amador na sua região de nascimento, sobretudo como actor e encenador do Grupo Cénico Vila-Franquense, onde pisou o palco pela primeira vez com apenas seis anos de idade

Apesar da sua grande ligação a este grupo desde muito jovem, não deixou, porém, de colaborar em muitos outros colectivos amadores da sua terra, designadamente no Grupo Dramático e Beneficente Afonso de Araújo, na condição de coautor e encenador da revista ”Sem Pés Nem Cabeça”, que foi levada a cena em 1927 com grande sucesso, fazendo deslocar um apreciável número de espectadores de outras paragens até lá, nomeadamente actores, encenadores e empresários do teatro profissional. 

Julieta Castelo e Barreto Poeira no filme de Jorge Brun de Canto "Um homem às direitas". 1944

Sondado por um influente empresário da época para colaborar na autoria de uma revista para o Teatro Apolo, em Lisboa, Barreto Poeira temeu perder o seu emprego e optou por declinar a proposta, mantendo-se ligado à actividade teatral apenas como amador. Na comemoração do 25º. aniversário da sua estreia como actor, tinha ele 31 anos, interpretou, ao lado de Alves Redol, um dos principais papeis da peça ”A Sesta” da autoria de Faustino Reis Sousa, que reproduzia os costumes dos homens da borda d‘água

O êxito desta representação, que voltaria ao palco no ano seguinte no âmbito da 1ª. Festa do Colete Encarnado, proporcionaria um novo convite para uma aventura no teatro profissional, mas recusa o convite e mantém-se no Grupo Cénico do Clube Vila-Franquense, de onde se despede em 1932 com a peça “Cobardias” de Linares Rivas. 
Barreto Poeira e Carmen Dolores no filme de Antonio Lopes Ribeiro "Amor de Perdição". 1943. Neste filme Barreto Poeira fez o papel de Tadeu Albuquerque

Com a deslocalização da empresa onde trabalha para Lisboa, o jovem actor dramático amador passa então a representar no grupo cénico do Clube Estefânia, onde o realizador Henrique Campos o conhece e não tem dúvidas em escolhê-lo para substituir o actor Alves da Cunha (que havia adoecido) num pequeno papel no seu filme mudo “A Pequena de Nápoles”. Jorge Brum do Canto vai depois buscá-lo para protagonista de “A Canção da Terra”, que o lança para uma carreira de actor cinematográfico de grande expressão nos anos 1940.

É nessa década, mais concretamente em 1947, que o actor experimenta profissionalmente o palco, no Teatro Avenida, em Lisboa, com três peças dirigidas por Maria Matos: “Ana Cristina” de Eugène O’Neill, “Vidas Privadas” de Noel Coward e “A Cadeira da Verdade” de Ramada Curto, que foram grande sucesso. 

A estreia de Barreto Poeira nos palcos do teatro profissional foi extremamente promissora, a crer no que escreveu o severo e exigente Jorge de Sena, então critico na revista Seara Nova: «Representa com à-vontade e tem momentos excelentes, sempre servido por um sóbrio e muito expressivo jogo fisionómico, dos mais vivos que tenho observado. Futuras interpretações confirmarão e excederão, por certo, as esperanças que é lícito pôr nas suas qualidades». Mas a verdade é que o actor, apesar dos inúmeros convites recebidos, não persistiria numa carreira de fôlego nos palcos, remetendo-se quase praticamente ao cinema e, nos primórdios da televisão, a algum teatro televisivo. 
Barreto Poeira no filme "Fátima Terra de Fé"

Do íntegro Gonçalves de “A Canção da Terra” ao Romeiro de “Frei Luís de Sousa” (realizado por António Lopes Ribeiro), passando pelo Dr. Silveira, militante ateu de “Fátima, Terra de Fé” (J. Brum do Canto) ou pelo brutal Tadeu de Albuquerque de “Amor de Perdição” (A. Lopes Ribeiro), muitas foram as prestações de Barreto Poeira no cinema português, sempre dotadas de um fundo de solidez, uma âncora de verdade que era a sua imagem de marca.


Mas a sua interpretação mais emblemática talvez esteja no burguês que acredita no valor do trabalho, nos valores da família – sem nunca alcandorar-se à fidalguia do sangue – de “Um Homem às Direitas” (J. Brum do Canto), em tom de comédia dramática e pesada moralidade que muito bem lhe assenta. 

Da longa série de filmes em que Barreto Poeira participou seria injusto não referir “O Diabo São Elas”, uma coprodução luso-espanhola realizada por Ladislao Vajda, “Cais do Sodré” com direcção de Alejandro Perla, “O Trigo e o Joio” com realização de Manuel Guimarães ou “Vendaval Maravilhoso” com direcção de Leitão de Barros, trabalhos que o dotaram de um impressionante à-vontade na relação com as câmaras que viria a ser determinante nos convites recebidos da RTP aquando do surgimento da televisão em Portugal.

A nível televisivo, quando ainda tudo era feito em directo, das inúmeras peças em que colaborou nas célebres Noites de Teatro destaca-se o seu trabalho em “A Sapateira Prodigiosa” de Federico Garcia Lorca, contracenando com Amália Rodrigues, Paulo Renato e Varela Silva, numa realização de Fernando Frazão. 
Romeiro, quem sois ?
-Ninguém...

Este breve diálogo, entre duas personagens do filme «Frei Luís de Sousa», é uma das cenas mais pungentes do cinema português. É travado entre Telmo Pais, o velho criado dos Coutinhos (João Vilaret, à direita) e um romeiro de passagem pelo paço dos ditos fidalgos (Barreto Poeira, à esquerda). O filme foi realizado, como é sabido, em 1950, por António Lopes Ribeiro


Ombreando com os melhores na arte de representar, Barreto Poeira mereceu sempre da crítica especializada os maiores elogios pelo seus desempenhos, destacando quase sempre os seus excelentes escrúpulos de composição das personagens, um notável rigor da transmissão dos textos e uma presença forte e dominadora nas contracenas, características que foram recordadas na momento do seu funeral, em 30 de Outubro de 1980, tinha o actor 79 anos. 

O município de Vila Franca de Xira, que o viu nascer, deu o seu nome a uma das ruas do concelho, exemplo que viria a ser seguido por diversas outras localidades que o perpetuaram nas placas toponímicas das suas artérias.

Salvador Santos 
Teatro Nacional de São João.
Porto. 2015. Maio. 20

quarta-feira, 20 de maio de 2015

EnsaIo sobre a cegueira..Melhor dizendo pior que um cego é aquele que não quer ver. Pior, pior será um ensaio sobre a pulhice humana interior de indivíduos insensíveis à dor humana dos outros.


PARA A HISTÓRIA DA PULHICE HUMANA 

É sabido que o governo que detém o poder em Portugal, presidido por Pedro Passos Coelho, lançou centenas de milhares de portugueses na pobreza ou mesmo na mais negra miséria, conduziu a que inúmeras crianças passem fome, reduziu dezenas de milhares de pessoas ao desemprego, condenou outras tantas a uma emigração forçada, e provocou a morte de milhares de portugueses, uns de fome, outros por doenças não devidamente tratadas devido a cortes no serviço nacional de saúde, outros porque, desesperados pela situação que pelo governo lhes foi criada, se suicidaram. 
Pois agora o mesmo Passos Coelho, conhecedor de todos esses males de que é o principal culpado, teve o supremo cinismo de dizer, perante as câmaras das televisões e com um ar risonho, que tudo isso não passou da cura de uma doença, não sendo sua preocupação “perguntar se as pessoas durante esse processo têm febre ou têm dor, se gostam do sabor do xarope ou se o medicamento que tomam lhes faz um bocado mal ao estômago”. 

 Quer dizer: as crianças que passam fome simplesmente não “gostam do sabor do xarope”, o desemprego, a emigração ou a miséria em que muitos portugueses foram lançados não passam de um acesso de febre, e a morte de muitos outros não é mais do que uma azia! 

 A que abismos pode descer a pulhice humana!

Bancada Directa / Ponte Europa. Coimbra

terça-feira, 19 de maio de 2015

Portugal Football Violence. Com as imagens do policia agressor em frente a crianças a correrem exaustivamente nas televisões de todo o mundo, pergunto a mim mesmo se este grafiti que existe em Lisboa também estará em Guimarães?

Lisboa. Local algures. Grafiti

E palavras não eram ditas já o papo seco seco estava no chão.

Com uma criança a fugir de um policia agressor desvairado e a dar dois murros num idoso e depois afiambrar o bastão de aço nas costas de um homem caído no chão, é caso para perguntar "o que me falta para ser feliz"?

Braço armado de uma governação desumana e insensível às dores dos portugueses?

Mas uma ovelha tresmalhada não é o espelho de uma equipa de bons profissionais. E que todos respeitam a PSP e precisam dela para a sua segurança....Eu preciso e muito!

Mas aquele sub comissário francamente

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Passos Coelho até parece que nem está agarrado ao poder com toda esta latosa. Diz êle que os socialistas que não pensem em voltar ao governo “agora que arrumámos a casa e pagámos as dívidas“, disse há dias sem se rir. E acrescentou: “Nós temos provas dadas“. E era suposto que os cidadãos já tivessem melhorias, mas só têm é ilusões!


Passos Coelho até parece que nem está agarrado ao poder com toda esta latosa. 
Diz êle que os socialistas que não pensem em voltar ao governo “agora que arrumámos a casa e pagámos as dívidas“, disse há dias sem se rir. 
E acrescentou: “Nós temos provas dadas“. 
E era suposto que os cidadãos já tivessem melhorias, mas só têm é ilusões!

 Ora bem, começando pelas lides domésticas, alegadamente tão bem executadas, não é difícil perceber o significado de «arrumar a casa» para o PSD: distribuir pelos amigos os lugares nas administrações das empresas públicas privatizadas; venda a preço de amigo de muitas empresas do Estado, como recentemente o Oceanário. 

Oceanário de Lisboa. Eu vou ali é já venho. Estou já na calha para ser vendido. É o meu destino. E não fica por aqui, se não puserem travões a esta onda

Ocupação descarada do aparelho de Estado pelo máximo de «boys» e «girls» do PSD e do CDS, a verdadeira e gloriosa ida ao pote. É isto. Neste sentido, compreendido por 70% do eleitorado, a casa está claramente arrumadíssima. E tudo a brilhar (só que é do gel – do cabelo e das unhas). 

Quanto às dívidas que pagaram: a que dívidas se estarão a referir? Às que resultaram do aumento vertiginoso dos juros a partir de 2010, deixada a especulação à solta enquanto se punia ou para punir a Grécia? Às que resultaram do aumento dos encargos sociais do Estado devido às falências sucessivas de empresas após 2009 ­­- pelas quais o Governo na altura não foi minimanente responsável? 

Será às dívidas contraídas, a taxas de juro reduzidíssimas, junto do BEI, nomeadamente para modernizar as escolas, no âmbito do plano europeu de relançamento da economia, um plano aprovado pela UE e que visava contrariar os efeitos da crise financeira na economia? 

Ou será às dívidas geradas pelas obras faraónicas que nunca ninguém viu, como TGVs, portos, palácios, etc.? Entretanto, com tantos pagamentos heróicos e exemplares, por que razão aumentou a dívida pública mais 30% em 4 anos? Que contas são estas? Que dívida contraíram de que acusavam os outros e que vão ter de ser outros a pagar? Finalmente, que «provas dadas» serão aquelas?
Provas de que as crises internacionais se acalmam e que o BCE travou finalmente a especulação em torno das dívidas soberanas, e isto para todos os países do euro? Provas de que o preço do petróleo por vezes baixa no mercado internacional e de que estamos a beneficiar de uma dessas fases? 

Provas de que, quando se presta vassalagem a Berlim, o país passa por estar muito bem e no bom caminho, apesar de ser tudo, estruturalmente, mentira? (Repare-se como, no caso grego, o país estava oficialmente no caminho da recuperação há quatro meses, quando o governo era bem visto por Berlim. 

Depois, passou a estar em situação calamitosa…) Provas de que a falta de vontade negocial resulta na maior fuga de jovens da história do país, acarretando sérios prejuízos demográficos e de sustentabilidade das pensões? 
Provas dadas de quê? De que se é capaz de criar pobres em pleno século XXI e de secar os bolsos da classe média com aumentos enormes de impostos, acusando-a de gastos excessivos no passado, quando a crise que nos afectou se deveu aos desvarios financeiros da banca? 

 Mas Passos e o acólito Portas, alçados ao poder por via das mentiras mais desbragadas de que há memória, têm razão: as provas estão dadas. E são de dois tipos: ou más demais ou prova da respectiva irrelevância.

 Fonte: Público 

Carrega Benfica. Campeão voltou! Mas por enquanto ainda só tenho vontade de rir com as tiradas de Jesus e Lopetegui e lamentar toda a violência que rodeou a ceelebração do titulo no Marquês. Assim não!



"Caro" Julen Lopetegui
Junto (no pressuposto de ainda não te teres apercebido) uma fotografia da comemoração do nosso 34º título de CAMPEÃO NACIONAL - com um abraço do ex-Ministro que, se fosse adepto do teu clube, teria andado muito preocupado, desde o princípio da época, por seres tu o treinador em quem tinha que depositar as minhas esperanças.

Então, com o melhor plantel de sempre, "conseguiste" não ganhar nada esta época?

60% do tal povo português que tu querias ver preocupado com o facto de eu ter sido Ministro, agradece que estejas por aí ...
Os mesmos 60% que se recordarão - para sempre - deste tua época!

Mas que terão um "carinho especial", não pela derrota no Marítimo, nem pelo empate no Nacional, e muito menos pelo empate em Belém, mas pelo resultado da tua equipa em Munique e que, pela vida fora, não se esquecerão de o relembrar, sempre que isso for preciso!

E, como se não bastassem os 6 a 1 que levaste, conseguiste-o com o requinte de malvadez de fazeres com que todos os teus adeptos (todos, mesmo, sabes, ... o que ainda dá mais gozo) julgassem que iam eliminar o Bayern (em vez de serem "despachados" com os tais 3 golos de diferença que eu, ex-Ministro, a não perceber nada de futebol, anunciei, antes da eliminatória começar...).

Devias ter percebido que, por esses lados, ... ganha a "estrutura", empatam os jogadores, perde o treinador...

Porque se - pelo menos - a estrutura te dissesse que, nos últimos anos, ganharam ao Villareal em casa e viram-se "à rasca" para empatar lá, ... que ganharam ao Manchester City em casa e foram goleados em Inglaterra, ... que ganharam ao Málaga em casa e perderam lá, ... que ganharam ao Nápoles em casa e viram-se "à rasca" (perdoa-me a repetição da brejeirice) no jogo de lá, ... ou que ganharam ao Sevilla em casa e foram goleados em Espanha ...

Tal como este ano, em que ganharam ao Bayern em casa e foram esmagados lá!

Pensarás tu que talvez seja o facto de ter sido Ministro que me faz acreditar que há coisas (resultados de todo o tipo) que se fazem em casa, mas que é muito difícil fazer fora...

Talvez seja essa a "explicação"!!!
E, já agora, achas que para o ano, com os mesmos "mind games" que "a estrutura" te obriga a debitar (retirando o latim, que, nisso - reconheceremos todos - foste tu ... pois eles, com excepção do Presidente, até o português percebem mal), consegues ter os mesmos resultados?

Eu sei que não é fácil, mas vais ver que consegues.
A não ser que vás pela tua cabeça ... ou - o que começo a acreditar - te despeçam (o que seria uma grande injustiça, depois de todos os "fretes" que lhes fizeste e de terem convencido alguns que só perdeste por causa do "colinho").

Olha - para falar verdade - já não sei o que é melhor para outro ano igual ...
Se tu, se essa "estrutura" em fim de ciclo ... a mandar.
Desde que percam, por mim ... encantado!

Até porque não ficaria bem a Portugal ter um Campeão feito de ... animais (tu o disseste, lembras-te, quando ainda ias ... ser Campeão Europeu???)!

Agora - depois do hiato desta carta - voltarei à humildade do costume, começando já a ajudar, no que puder, para voltar a ganhar!
Sem excessos de confiança, mas com a mesma determinação.

Até porque - nisso são bons - "vocês" recomeçarão, desde já, com esta estratégia de criação de um inimigo externo (para que não se fale dos erros próprios), numa campanha de verdadeira intoxicação da opinião pública e desvalorização do que conseguimos!

Um abracinho pequenino - como a tacanhez de quem te diz o que deves dizer - e outro abração enorme - do tamanho das hipóteses que me deste para "eu" voltar a ser Campeão Nacional (num ano em que ... "estava tudo feito" para isso não poder ser possível).

Assinado: o Ex-Ministro (não confundas com o Costinha, que, esse, sabe bem melhor do que eu o que se passa por aí).

Rui Gomes da Silva (sócio nº 3.144 do Sport Lisboa e Benfica)»

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