Lupa Mágica!
Mova a lupa na "senhorita" e verifique a transparência do vestido, mas não seja perverso!

Directamente de Ílhavo/Aveiro...Blogue onde o Desporto Distrital e Nacional,a nossa Terra, Distrito, País e Mundo são Tratados sem Limites de Preconceitos.
Mova a lupa na "senhorita" e verifique a transparência do vestido, mas não seja perverso!
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PSousa
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7/04/2009
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Twitter. Uma palavra que está ficando na boca do povo. Diariamente ele vem ganhando mais e mais espaço. Blogs, sites, revistas e uma infinidade de coisas tem falado dele, por isso Bancada Directa também adere a comunidade Twitter, e agora também pode seguir Bancada Directa no Twitter.
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PSousa
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7/04/2009
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O destaque:
É o verdadeiro “ataque cardíaco”, termo que é usado para descrever as várias doenças cardiovasculares mas que, de facto, corresponde ao enfarte do miocárdio. Ocorre quando a obstrução de uma artéria restringe gravemente ou interrompe mesmo o fornecimento de sangue ao coração: se essa interrupção se prolongar mais do que alguns minutos, há destruição do tecido e músculo cardíaco por falta de oxigénio – é o enfarte do miocárdio.
Quando o sangue é bloqueado no seu caminho ao longo de uma das artérias cerebrais, há um menor afluxo de oxigénio ao cérebro e o resultado é a destruição ou morte de células – é o que acontece num acidente vascular cerebral ou AVC.
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Adriano Ribeiro
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7/04/2009
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Realizado exclusivamente para passar na net, Carousel ganhou o prémio deste ano em Cannes para o melhor anúncio publicitário. Ilustrando uma única cena, congelada durante mais de dois minutos, o filme ganha outra dimensão quando é visto no site interactivo concebido para o efeito (escolher fulscreen e formato 21:9). Para quem quiser ver como foi feito, pode encontrar aqui o making off.
agradecimento ao "arrastão.org"
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Adriano Ribeiro
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7/04/2009
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Adriano Ribeiro
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7/03/2009
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La fragilidad política del primer ministro portugués, José Sócrates, se agravó ayer con un escándalo mayúsculo en el Parlamento que provocó la dimisión del ministro de Economía, Manuel Pinho.
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Adriano Ribeiro
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7/03/2009
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Cada região da Espanha tem suas especialidades geográficas: Na região Cantábrica (norte da Espanha) 90% são brasileiras. Em La Junquera (Girona) há uma porcentagem semelhante de romenas. O número total de clubes, segundo a Unidade Contra as Redes de Imigração Ilegal e Falsificação de Documentos da Polícia Nacional está em torno de 2.500.Os empresários espanhóis insistem que não têm nada a ver com o tráfico de mulheres.
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Adriano Ribeiro
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7/03/2009
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(Antonio Raposo escreve semanalmente para o Bancada Directa a sua crónica)
Em 8 de Maio de 2009 o "mestre" escrevia
A qualidade de Democracia
No meu ponto de vista a qualidade da Democracia começa nos partidos.
Essa associação de vontades e interesses, com um objectivo ultimo, que é a defesa dos desejos dos seus votantes e militantes.
Uma contabilidade e propósitos de lisura e honestidade a toda a prova e ainda o afastar dos pára-quedistas e das “estrelas”. Uma forma de actuar da sua direcção onde nada seja escondido, nem feito nas costas dos seus aderentes.
Uma contabilidade aberta e ao alcance de qualquer um na internet.
Infelizmente não é nada disto que temos vindo a verificar na grande maioria dos nossos partidos. Os seus dirigentes escudam-se nos segredos de estado (o que será isso de segredo de estado, visto que ao contrário do Rei Sol o estado “sommes nous”
Não aceito, na minha concepção de democracia, um partido que esconda verbas dadas por terceiros. Todas as dotações deveriam ser nominativas e públicas, com um máximo de valor per capita. As Sociedades não poderiam contribuir, pois, logo a seguir a esse favor teriam que ter retorno, pois não há almoços grátis.
Não aceito um partido cujos dirigentes saltem de um Banco Particular para o Governo e desse modo para uma Seguradora, depois para uma grande Construtora, novamente para servir os antigos senhores que lhe deram os ordenados.
E vou dar alguns exemplos: Ferreira do Amaral, Durão Barroso, Cavaco Silva, António Vitorino, Jorge Coelho, Oliveira e Costa e tantas dezenas de outros.
A qualidade da Democracia, tal como temos não é de todo recomendável. Ou algo muda ou um dia destes esta Democracia não tem pés para andar….É isso que os nossos governantes parecem que ainda não entenderam ou não querem que lhes conte.
Acontece que o sistema capitalista também funcionou às mil maravilhas (diziam) e de um momento para o outro rebentou como um balão sem conteúdo, deixando miséria, desemprego e pobreza como herança.
Em 28 de Abril de 2009 o "mestre" escrevia
Volta Santana amigo – Estás perdoado!
Os políticos profissionais são como as alergias, com a Primavera regressam sorridentes, dentinhos branqueados (tipo Paulinho das feiras) e com um ar angélico que é possível arranjar.
Ele há políticos que nunca vão ao fundo. Façam o que eles fizerem. Sabem utilizar às mil maravilhas os truques dos ilusionistas. Conseguem vender gato por lebre. Dominam as técnicas do marketing como professores da disciplina.
Maravilham as assistências com os seus ademanes, o seu “patois”.
Com o seu ”charme”. O “charmoso” Santana está aí anunciado.
Estás de volta – Estás perdoado!
O amigo Santana é um autêntico sobrevivente. Quem diria que passados breves meses de uma saída pela “direita “baixa” – super humilhado pelos cartoons, enxovalhado nas crónicas dos jornais, rodeado de artistas da nossa moribunda revista à portuguesa, desempregados. Tudo de mau lhe aconteceu. Sem se perceber muito bem como foi eleito para a Câmara de Lisboa. Mas o certo é que votaram nele!
Uma grande obra que deixou feita foi a aquisição de um carro de luxo – caro para burro – que para ele devia ser o veiculo a que “sua majestade” tinha direito. Entretanto deixou a Câmara de gatas, com as obras paradas, sem um tostão na caixa e com dívidas fabulosas. Um óptimo trabalho, diga-se!
Tudo isto se passou alegremente à vista dos eleitores, desta mui nobre e leal cidade de Lisboa
Ele ao sair bem avisou que “andaria por aí….
E não é que ele é de novo candidato à Câmara) Outra vez!
Será possível que o pessoal vai outra vez votar nele e eleger o amigo Santana?
Se me contassem eu não acreditaria.
Quem anda feliz são os fazedores de cartoons. Vão ter novamente muita matéria prima para trabalhar. Eu é que começo a não achar muita graça às anedotas!
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Adriano Ribeiro
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7/03/2009
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Visit msnbc.com for Breaking News, World News, and
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7/03/2009
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Estas fotos são comerciais do Turismo da Andalucia.
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Adriano Ribeiro
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7/02/2009
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7/02/2009
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(Antonio Raposo escreve semanalmente a sua crónica para o Bancada Directa. Não tenho é a certeza se temos os pagamentos em dia)
A 10 de Janeiro de 2009 o “mestre” escrevia
O frio, os sem abrigo e a Sociedade
Tenho passado algum tempo a pensar sobre o assunto. Será que devemos aos sem abrigo a liberdade de os deixar na rua? São eles que preferem. Mas, se um nosso conhecido resolver atirar-se da ponte, isso não está previsto na lei como tentativa de suicídio? E, como tal, sujeito à alçada da autoridade?
É vontade expressa dos sem abrigo viverem na rua.
Essa liberdade implica – penso – a ausência de piedade (deles) para com os seus corpos. Certamente essa gente morre e adoece a uma velocidade superior à média.
Por outro lado a liberdade deles contunde com a forma civilizada e moderna de se viver. De há muito que se vive em casas e não se come ao relento! Ao dormirem na rua, onde fazem as suas necessidades? No meio dos passeios, conforme as regras de higiene? Que eu saiba não há casas de banho no meio do passeio para os sem abrigo.
Chamam a isso higiene pública?
Quando chega o frio, os organizadores de solidariedade desdobram-se a oferecer a esses pobres, pobres em muitos sentidos, porque a pobreza não é só falta de recursos, é muito mais e muita coisa junta. Diria que são muitas pobrezas para um só pobre.
O que me custa ver é que tudo funciona normalmente, dentro de um País normal, governado por gente normal. Chega o frio e vamos lá meter os desgraçados no quentinho!
Será então normal que deixemos esses seres humanos na rua (com tanta casa abandonada e emparedada, para que eles as ocupem) enquanto lhes vamos dar uma manta e uma refeição quente?
Não seria mais caridoso OBRIGAR essa gente ao internamento e tratamento adequado?
Essa gente de certeza que está doente. É gente que se sente um lixo. Sem uma auto-estima, sem nada e nem ninguém. Cada caso será e é um caso. Essa gente não merece que os deixemos na valeta da rua e da vida. Estão abandonados à sua sorte. Deveriam ser tratados, pois a saúde para eles deveria ser um direito e ser gratuita, aliás para todos aqueles que precisam e não a podem pagar!
Não aceito esta maneira desta nossa Sociedade tratar esta gente carenciada desta maneira.
Sociedades que se dizem modernas e que lidam com as pessoas como se fossem lixo, não devem merecer a estima e o respeito dos seus concidadãos.
A 14 de Dezembro de 2008 o “mestre escrevia”.
Uma história infantil (para adultos com sérias reservas)
Era uma vez um país, à beira-mar plantado e arrumado numa ponta desta Europa
Não se diz qual a ponta da Europa para ninguém saber qual é o país.
Esse país, na sua já longa experiencia, sempre viveu de rendas.
Uma espécie de país cigarra, que nunca quis ser formiguinha.
Tinha um lema: “O trabalho é bom para o preto!”.
A certa altura descobriu o caminho marítimo para a Índia e começou a traficar com especiarias. Ia buscar onde havia e vendia onde lhe compravam. Fazia dinheiro fácil!
Passados uns largos anos, resolveu trazer do Brasil (a terra da arvore das patacas) a riqueza que havia no seu interior. Foram anos de forró, com o ouro e tantas outras matérias-primas rentáveis.
Era só acartar. De caminho levava escravos, para embaratecer as viagens. Era tanto o ouro que o rei da altura resolveu fazer um Convento enorme e caríssimo, que nunca serviu para nada, a não ser o que é: um exemplo vivo de um elefante branco.
Naquele país (o Brasil) deixou-lhe a independência e uma pobreza bem distribuída pela maioria da população. Os poucos ricos eram uns ricaços! Os muitos pobres isso mesmo.
E assim se mantém hoje. Graças a Deus. De nada serviu o “sermão aos peixes” de Lopes Vieira.
Esgotada a saga americana, voltou-se para África e foi quase até ao século XX sempre a trazer riqueza. Ouro, diamantes, café e tantas outras colheitas.
De há uns anos a esta parte, parente pobre desta Europa, viveu da pedincha
Fizeram entrar o país na União Europeia, mas nunca perguntaram, se era essa a vontade dos indígenas. Recebeu rios de dinheiro vivo, que foi repartido por alguns “industriais do bronze”, amigos dos amigos.
E ainda para fazer “cursos” de banalidades para “boi dormir”.
A Europa deu o dinheiro e deixou ir…. Ninguém controlou! Foi um ver se te avias.
Era quem mais podia sacar.
Nunca vi tantos jipes comprados como máquinas agrícolas. Os jipes levavam os meninos à escola e as madames às compras, produziam poluição e um largo consumo de combustível. Davam aos papalvos a ideia de que bastava ter amizades para se sentar à mesa do poder.
Recentemente as ajudas sumiram. As colónias já tinham ido à vida. Aproximam-se dias maus. O futuro do país. O seu destino, o que fazer dele. Nada disso se discutiu ou discute.
Ninguém sabe para onde vai.
Sabemos que administram um sistema capitalista e fazem-no coerentemente, mesmo que tenham no seu emblema outras cores e outros eventuais propósitos.
Os dirigentes dirigem sempre em frente e sem rumo ou destino.
Na verdade já não dirigem nada, visto terem hipotecado o país a uma entidade federativa a que se chama União..
A União é que dá o lamiré. O país toca a sanfona. Vamos assim rumo ao infinito. Cantando e rindo.
Porem, há muito tempo que nos ensinaram que o “infinito” é inatingível!
(Nota do autor do post: às horas a que este post for publicado ,estarei já bem longe, numa viagem que terminará lá pelas 17h00. Portanto não publicarei amanhã "The best of the Antonio Raposo"(5), que ficará para sexta-feira. A 3ª parte de Temas de Medicina "Falemos do nosso coração" será publicada no Sabado.)
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Adriano Ribeiro
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7/01/2009
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Tá feia a coisa na terra de Cabral...
Ancelmo Gois, naturalmente diria:
Deve ser horrível...vc sabe...
ANEDOTA em que se transformou o nosso País:
Uma adolescente de 16 anos pode fazer livremente um aborto mas não pode pôr um piercing.
Um jovem de 18 anos recebe 200EUR do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma 236EUR depois de toda uma vida de trabalho.
Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.
O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.
Nas zonas mais problemáticas das áreas urbanas existe 1 polícia para cada 1000 habitantes; o Governo diz que não precisa de mais polícias.
Um professor é sovado por um aluno e o Governo diz que a culpa é das causas sociais.
O café da esquina fechou porque não tinha WC para homens, mulheres e empregados.
No Fórum Montijo a WC da Pizza Hut fica a 100mts e não tem local para lavar mãos.
O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque não paga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos).
No exame final de 12º ano és apanhado a copiar chumbas o ano, o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa e mandou por fax e é engenheiro.
Um jovem de 14 anos mata um adulto, não tem idade para ir a tribunal.
Um jovem de 15 leva um chapada do pai, por ter roubado dinheiro para droga, é violência doméstica!
Uma família a quem a casa ruiu e não tem dinheiro para comprar outra, o estado não tem dinheiro para fazer uma nova, tem de viver conforme podem.
6 presos que mataram e violaram idosos vivem numa sela de 4 e sem wc privado, não estão a viver condignamente e a associação de direitos humanos faz queixa ao tribunal europeu.
Militares que combateram em África a mando do governo da época na defesa de território nacional não lhes é reconhecido nenhuma causa nem direito de guerra, mas o primeiro-ministro elogia as tropas que estão em defesa da pátria no KOSOVO, AFEGANISTÃO E IRAQUE.
Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar juros.
Fechas a janela da tua varanda e estas a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.
Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num oficio respeitável, é exploração do trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe!
Numa farmácia pagas 0.50EUR por uma seringa que se usa para dar um medicamento a uma criança. Se fosse drogado, não pagava nada!
Obrigado Portugal. Estamos orgulhosos.
recebida por email por um amigo
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7/01/2009
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Esta é a foto do Palacio Sotto Mayor, situado na Avenida Fontes Pereira de Melo em Lisboa. A foto é de 1947 e foi obtida por Paulo Guedes .É pertenca do Arquivo Fotográfico da Camara Municipal de Lisboa . Curioso é que a foto foi tirada das trazeiras do Palacio, isto é da Rua Sousa Martins, junto ao Largo do Andaluz..








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Adriano Ribeiro
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6/30/2009
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Adriano Ribeiro
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6/30/2009
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A 14 de Março de 2009 o “mestre” escrevia:Os adeptos, os clubes e o resto.
O futebol – que tantas simpatias, ódios e amores despoletam, é também e principalmente um grande negócio. As pessoas levam-no a peito!
Transformam as derrotas em dramas pessoais e as vitórias dos seus clubes como suas.
Esta mistura de coisas amadas e coisas compradas, tem, fatalmente, de redundar em exageros. É por isso que vimos os adeptos de um clube a levar em ombros os seus ídolos, no dia em que ganham e a desprezá-los no dia em que perdem.
Tudo isto sabendo nós e eles, que os jogadores são primeiro que tudo profissionais, que estão hoje neste clube e amanhã noutro, dependendo de vários factores, entre os quais a negociação dos “apoderados”. Os que fazem do negócio dos atletas o seu ganha-pão.
É verdade – não parece uma coisa dos dias de hoje – mas o que se passa é o que os jogadores são também mercadoria. Compram-se e vendem-se. Como batatas ou feijões.
O caso mais bizarro que outro dia li foi o de um negociante suíço que tinha comprado um lote de jogadores e esperava – como o tempo – poder fazer umas massas boas, se um deles se valorizasse com estrela. Bastava só um!
Punham-se a jogar pelos clubes da terra e com o decorrer do campeonato os seus “rebentos” lá ir-se-iam valorizando e desta forma valorizar o capital investido pelo negociante
Entre negociante suíço e o romano que vendia homens (escravos) em Roma para o circo romano, há uma diferença de forma, mas não de fundo.
O que proponho aos meus estimados leitores é o seguinte: estamos assim tão longe dos tempos dos Torneios dos Circos Romanos?
Um antigo pensador disse que o homem queria apenas pão e circo.
Digo eu, se ele não queria afirmar que era pão e futebol?
A 14 de Dezembro de 2008 o “mestre escrevia”.
Uma história infantil (para adultos com sérias reservas)
Era uma vez um país, à beira-mar plantado e arrumado numa ponta desta Europa
Não se diz qual a ponta da Europa para ninguém saber qual é o país. Esse país, na sua já longa experiencia, sempre viveu de rendas.
Uma espécie de país cigarra, que nunca quis ser formiguinha. Tinha um lema: “O trabalho é bom para o preto!”.
A certa altura descobriu o caminho marítimo para a Índia e começou a traficar com especiarias. Ia buscar onde havia e vendia onde lhe compravam. Fazia dinheiro fácil!
Passados uns largos anos, resolveu trazer do Brasil (a terra da arvore das patacas) a riqueza que havia no seu interior. Foram anos de forró, com o ouro e tantas outras matérias-primas rentáveis.
Era só acartar. De caminho levava escravos, para embaratecer as viagens. Era tanto o ouro que o rei da altura resolveu fazer um Convento enorme e caríssimo, que nunca serviu para nada, a não ser o que é: um exemplo vivo de um elefante branco.
Naquele país (o Brasil) deixou-lhe a independência e uma pobreza bem distribuída pela maioria da população. Os poucos ricos eram uns ricaços! Os muitos pobres isso mesmo.
E assim se mantém hoje. Graças a Deus. De nada serviu o “sermão soa peixes” de Lopes Vieira.
Esgotada a saga americana, voltou-se para África e foi quase até ao século XX sempre a trazer riqueza. Ouro, diamantes, café e tantas outras colheitas.
De há uns anos a esta parte, parente pobre desta Europa, viveu da pedincha
Fizeram entrar o país na União Europeia, mas nunca perguntaram, se era essa a vontade dos indígenas. Recebeu rios de dinheiro vivo, que foi repartido por alguns “industriais do bronze”, amigos dos amigos. E ainda para fazer “cursos” de
E ainda para fazer “cursos” de banalidades para “boi dormir”.
A Europa deu o dinheiro e deixou ir…. Ninguém controlou! Foi um ver se te avias.
Era quem mais podia sacar.
Nunca vi tantos jipes comprados como máquinas agrícolas. Os jipes levavam os meninos à escola e as madames às compras, produziam poluição e um largo consumo de combustível. Davam aos papalvos a ideia de que bastava ter amizades para se sentar à mesa do poder.
Recentemente as ajudas sumiram. As colónias já tinham ido à vida. Aproximam-se dias maus. O futuro do país. O seu destino, o que fazer dele. Nada disso se discutiu ou discute.
Ninguém sabe para onde vai.
Sabemos que administram um sistema capitalista e fazem-no coerentemente, mesmo que tenham no seu emblema outras cores e outros eventuais propósitos.
Os dirigentes dirigem sempre em frente e sem rumo ou destino.
Na verdade já não dirigem nada, visto terem hipotecado o país a uma entidade federativa a que se chama União..
A União é que dá o lamiré. O país toca a sanfona. Vamos assim rumo ao infinito. Cantando e rindo.
Porem, há muito tempo nos ensinaram que o “infinito” é inatingível!
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Adriano Ribeiro
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6/30/2009
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No sábado, num jogo de juniores entre Sporting e Benfica que embora importante, decidia quem seria o campeão no escalão júnior, não passava disso mesmo de um jogo de juniores, surgiu algo vergonhoso para todos os amantes de futebol, uma verdadeira batalha campal.
Pelas imagens que chegaram pela TV, deu para nos apercebermos que até ao minuto 26 da 1ª parte, quando se deu a entrada dos adeptos do Benfica, a Academia do Sporting reunia todas as condições para se realizar uma final de juniores como nos últimos 7 anos anteriores, alguns deles realizados entre as mesmas equipas, depois disso....
Não adianta estar aqui a dizer de quem foi a culpa, mas sim, de reprovar o que se passou e para que todos os envolvidos reflictam o que falhou, para que situações destas não voltem a suceder, para bem do futebol.
É urgente que os clubes identifiquem os verdadeiros "animais" que se encontram nas claques, sejam eles de que clube sejam, pois esses não procuram apoiar o seu clube, mas sim, descarregar frustrações da sua vida, procurando sempre o confronto, insulto e outras situações que não dignificam ninguém, e acima de tudo, afastam ainda mais as famílias do futebol.
Uma nota negativa para os responsáveis pelas declarações finais acerca deste lamentável acontecimento, uma vez que se preocuparam mais em acusar o outro, que reprovaram os actos selvagens dos seus adeptos, mesmo que alguém possa ter razão. Não entendo e reprovo que alguém com tamanhas responsabilidades não faça um mea culpa, e não assuma de vez o afastamento desses "adeptos" da vida dos seus clubes, depois de identificados.
Mas o mais natural, é ainda oferecer uns bilhetes e guarida para estes prepararem mais uma "batalha" num qualquer lugar a beira-mar deste Portugal.
Sugestão: Todos os que se envolvessem neste tipo de situações, seriam identificados, condenados a fazerem trabalhos comunitários e outros trabalhos forçados, afastados dos jogos dos seus clubes, apresentando-se em cada dia e horas de jogos do seu clube, no posto da GNR da sua região, sendo obrigado a permanecer no local até o jogo terminar, pelo menos durante 5 anos.
Mas, não sei, pois quando vi alguns meses um adepto vestido de "diabo" a entrar num relvado e apertar o pescoço ao árbitro auxiliar com o jogo a decorrer, ainda por cima num estádio novo, com muitas mais condições que Academia do Sporting, e nada suceder, é possivel que continue um país encantado e feliz, assobiando para o lado, a espera de algo mais grave. É o nosso país!
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PSousa
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6/30/2009
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Há um imenso futebol para lá da hora e meia de cada jogo. De longe em longe, a tribo do mais sedutor e empolgante desporto colectivo fica sobressaltada com o aparecimento de relatos de experiências vividas, traduzidas por ensinamentos que ajudam (ou não...) à interpretação desse tempo circundante aos noventa minutos verdadeiros. Fernando Mendes, antigo internacional e único futebolista com passagem pelos cinco clubes campeões de Portugal (Sporting, Benfica, Belenenses, Boavista e F.C. Porto), acaba de editar o livro «Jogo Sujo», uma espécie de acusação sobre as grandezas e misérias - mais estas do que aquelas... - com as quais conviveu ao longo de uma carreira tão longa quanto tumultuosa.
Não me compete avaliar da intenção do autor nesta sua confissão - sentida, dolorosa, perturbadora, sem, no entanto, reivindicar em nenhum momento qualquer vitimização. Parece-me irrelevante o «timing» escolhido por Fernando Mendes para expor a sua verdade, depois de anos a fio a chafurdar - sem resquício de arrependimento, como confessa - naquilo que hoje denuncia. Um depoimento com a configuração odiosa daquele que Fernando Mendes expõe, mais do que polémico, é gerador de reflexão, assentando esta em dois planos:
- como foi possível a aceitação de expedientes tão rascas, atravessando tantos jogadores, intérpretes de um silêncio cúmplice que, agora, seguramente vão querer manter?
- será possível o futebol actual (ainda) albergar este tipo de actuações tendentes a enganar a verdade e a destruir a alma dos intérpretes que a aceitam?
No seu «Jogo Sujo» - como ele o descreve, miseravelmente nauseabundo! -, Fernando Mendes fala de TUDO o que viveu, embora, previsivelmente, por razões de prudência judicial, omita o nome de alguns clubes e de quem o incentivou e conduziu através do «doping», embora a sua identificação não se afigure minimamente embaraçosa. Embora o livro aborde outros temas melindrosos - prostitutas nos estágios, favorecimento das arbitragens, ameaças, etc. - é sobre o «doping» que Fernando Mendes se debruça com maior minúcia, explicitando modelos de actuação, produtos consumidos, efeitos da dopagem. Sem ser exaustivo, retiro deste capitulo alguns salpicos:![]()
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PSousa
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6/30/2009
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Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira; quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:
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PSousa
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6/30/2009
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(sobre esta crónica o leitor Zé Espanca de Aveiro comentou: chegue-lhes, para ver se agarram juizo.)
A 14 de Fevereiro de 2009 o “mestre” dizia de sua justiça e perguntava: Para que servem as “EMEL”S?
A Emel
A empresa que se formou com a participação da Câmara Municipal de Lisboa, actua na cidade de uma forma, que acaba por ser a mal amada dos lisboetas.
Esta entidade gere a distribuição dos dísticos de estacionamento para os moradores na cidade e actua como se fosse uma Polícia, que não é, mas que acabou ocupando o lugar, no meu entendimento, que deveria ser da Policia Municipal, a qual foi reduzida a zero (nada).
Multa os estacionamentos em infracção e cobra. Inclusive reboca os veículos. Uma Policia sem ser Policia mas – julgo com um Decreto-Lei que a sustenta e autoriza. Isto porque a Policia, aquela que o lisboeta gostaria de ver na rua, não aparece!
Não sei quem está à frente desta entidade, mas cheira-me que foram os que na Camara Municipal de Lisboa perderam os tachos, que saltaram para esta empresa de “emprego partidário”, na falta de melhor.
Enfim, aconselho que as Câmaras Municipais se reduzam a serem o que sempre foram. Deixarem para as Policias o trabalho destas e para o qual estão vocacionadas.
Acabem com as Emel”s já!
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Adriano Ribeiro
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6/29/2009
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A nau afunda-se e, no castelo de proa, o primeiro-ministro, menos hirto, ordena marcha à ré.
Na sua académica seriedade, Mário Lino está cansado. Não tem idade para estar no Governo. Mário Lino teria o direito. O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações não tem.
Os dois maiores partidos, PS e PSD, aprovaram o aeroporto e o TGV como opções essenciais. Os dois maiores partidos vêm agora, cheios de heroísmo e nobre espírito, dizer que essas decisões, seladas por ministros e primeiros-ministros e continuamente adiadas por razões políticas, não podem ser tomadas por alguém em particular. Não interessa o dinheiro gasto em estudos, os compromissos contraídos, as dívidas e os fundos europeus; interessa que ninguém se arrisca o suficiente por isso.
Os portugueses pagam uma fortuna em portagens. A desertificação acentuou-se e vilas e aldeias deixaram de ficar no roteiro e caíram no esquecimento. Ninguém conhece Portugal, atravessa-se Portugal. A CP, essa relíquia, destruiu estações de caminho-de-ferro e acatou o domínio do automóvel. O país servido por comboios foi abandonado.
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6/29/2009
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Adriano Ribeiro
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6/29/2009
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6/29/2009
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Os números são exagerados? Ninguém sabe dizê-lo com segurança (quem não se lembra das sucessivas previsões do Governo e Banco de Portugal que foram pulverizadas pouco tempo depois pelas estatísticas?).
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Adriano Ribeiro
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6/29/2009
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6/29/2009
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"Triste época em que vivemos, na qual é mais
fácil desintegrar um átomo do que
quebrar um preconceito."
( Albert Einstein )

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