BANCADA DIRECTA
BANCADA DIRECTA

sexta-feira, 25 de Julho de 2014

A incrível e desumana mortandade no território palestino de Gaza. Até quando durarão os mortíferos ataques dos israelitas?




A incrível e desumana mortandade no território palestino de Gaza. Até quando durarão os mortíferos ataques dos israelitas?


«“Temos de os matar – não só os militantes do Hamas, mas toda a população de Gaza!" 

 O testemunho de um soldado israelita

É o que diz a um correspondente do Guardian um soldado israelita de 22 anos no funeral de um camarada seu, um dos 18 soldados israelitas mortos na enésima invasão de Gaza, um miúdo de 20 anos que fazia o serviço militar obrigatório. 

"Não temos escolha: se não lutarmos até ao fim, eles matam-nos." Nas ruas de Jerusalém todos se dizem contra um cessar-fogo: querem que se “dê cabo do Hamas. E isso leva tempo”. 

Perguntados pelas centenas de palestinianos mortos (até ontem de manhã eram mais de 600, o equivalente aos passageiros de dois aviões iguais ao da Malaysia Airlines abatido na Ucrânia), 80% dos quais civis, segundo a ONU, 20% crianças. A lengalenga sinistra é a mesma de sempre: “Muita gente foi morta porque o Hamas usa escudos humanos. 

Os palestinianos não têm respeito pela vida, nós é que temos.” De descrições de inimigos fanatizados e sem apego à vida está a História cheia: os americanos achavam o mesmo dos vietnamitas, era o que os nazis diziam de soviéticos e jugoslavos na II Guerra Mundial... 

Como explica uma porta-voz da B'T selem (uma ONG israelita de direitos humanos), “os israelitas não negam que [os palestinianos] morram; simplesmente fazem um raciocínio que os culpa pela sua própria morte”. E queixam-se de que os media “mostram imagens de crianças mortas sem explicar o contexto do conflito” 

(Guardian, 20 e 21.7.2014).

quinta-feira, 24 de Julho de 2014

Foi preciso o "ricardito" caír do poleiro para todos lhe caírem em cima! O processo já vem de 2011 mas só agora é que foi constituido arguido......


Aguardamos para mais logo para termos noticias concretas.

Temos a desconfiança de que não será só o "Processo Monte Branco" a estar em causa.

Ainda haverá mais alguns resquícios de fuga ao fisco



Pelas 16h00. Interrogatório a Salgado já leva mais de cinco horas


Banqueiro foi detido em casa pelas 08h30 desta quinta-feira. Foi transportado por um veículo descaracterizado da divisão de investigação criminal da PSP.



O interrogatório a Ricardo Salgado, que está a ser conduzido pelo juiz Carlos Alexandre, já dura há mais de cinco horas. O banqueiro começou a ser ouvido no Campus de Justiça, em Lisboa, por volta das 10h15 e fez-se acompanhar de dois advogados. 


"No âmbito do Processo Monte Branco, o Ministério Público (DCIAP) tem vindo a realizar várias diligências que culminaram com a detenção de Ricardo Salgado no dia de hoje", diz uma nota da Procuradoria-Geral da República enviada às redacções. 


O ex-presidente do BES foi detido em casa pelas 08h30 desta quinta-feira. Tal como o Expresso já noticiou,  Ricardo Salgado sabia do mandado de detenção deste ontem

O banqueiro foi transportado para o Campus da Justiça num veículo descaracterizado da divisão de investigação criminal da PSP.

Ricardo Salgado fez-se acompanhar de dois advogados no interrogatório do juiz Carlos Alexandre. Um dos causídicos é Francisco Proença de Carvalho, filho do advogado pessoal do banqueiro - Daniel Proença de Carvalho.


O ex-presidente do BES não entrou pela porta principal do Tribunal, onde se encontram algumas dezenas de jornalistas. Só depois de finalizado o interrogatório é que se saberá o tipo de medidas de coação que lhe será aplicado.


Salgado começou a ser ouvido por volta das 10h15. O interrogatório foi interrompido para almoço, tendo sido retomado pelas 14h00. 


quarta-feira, 23 de Julho de 2014

Eu não gosto de mandar, eu não gosto de ser autoritário nem tenho formas de autoritarismos. Mas tenho responsabilidades e tenho de avançar. O que eu gosto é de dialogar. Nuno Crato em entrevista à SIC. As palavras podem não ser exactamente estas as proferidas, mas as ideias foram estas. Um autentico “flop” nos meandros das obscuridades das politicas de educação.

Nuno Crato "dixit"
Eu não gosto de mandar, eu não gosto de ser autoritário nem tenho formas de autoritarismos. 
Mas tenho responsabilidades e tenho de avançar. 
O que eu gosto é de dialogar. 
Nuno Crato em entrevista à SIC. As palavras podem não ser exactamente estas as proferidas, mas as ideias foram estas. 
Um autentico “flop” nos meandros das obscuridades das politicas de educação. 

Nuno Crato quis voltar à carga com uma prova de avaliação que nada avalia mas que serve para eliminar docentes da lista dos abrangidos pela decisão do Tribunal Europeu de obrigar o Estado português a parar com o abuso que durante décadas condenou profissionais a andarem uma vida inteira de casa às costas daqui para ali com contratos a prazo. 

Apostou que poderia impô-la com esperteza saloia e anunciou a data da sua realização com uma antecedência suficientemente curta para impedir que os sindicatos convocassem novamente uma greve que desse aos professores escalados para vigiarem a prova a justificação da falta de comparência à vergonha de colaborarem com o Governo na humilhação dos seus colegas. Erro de cálculo. Os sindicatos convocaram plenários que também servem na perfeição como justificação de faltas para todas as escolas onde hoje se realizariam as provas. 

De nada serviu a Crato tentar proibi-los, porque tudo indica que os plenários se realizaram em número suficiente para que também não seja hoje que o ministro da falta de vergonha cante vitória. Mesmo em férias, não obstante haver ovelhas negras que envergonham a classe, os professores conseguiram mobilizar-se e mostrar aos restantes servidores do Estado como se faz para fazer um ministro parvalhão cair do cavalo: um por todos e todos por um. E bastante falta faz recordá-lo. 

À notícia de ontem de que o Ministério das Finanças deu indicações aos organismos públicos para inscreverem nas suas propostas de Orçamento apenas 80% do valor das remunerações certas e permanentes do último mês antes da reposição dos cortes a que o Governo foi obrigado pelo Tribunal Constitucional, isto é, o Governo prevê cortar em 2015 ainda mais 20% do que aquilo que deixou de poder cortar a partir de 31 de Maio, junta-se a notícia de hoje de que os dirigentes dos serviços públicos têm até 22 de Agosto para identificarem o número de trabalhadores que querem enviar para a mobilidade especial ou com os quais pretendem rescindir contrato no próximo ano. Cortes sobre cortes, Tratado Orçamental, austeridade sobre austeridade para todo o sempre. 

Há quem prefira continuar a acreditar que não está a acontecer nada. 

"número suficiente" (do texto) clicar aqui
"noticia de ontem"   (do texto) clicar aqui

Alberto João faz o que muito bem entende dos dinheiros públicos e ninguém lhe vai à perna. Até quando?


Alberto João faz o que muito bem entende dos dinheiros públicos e ninguém lhe vai à perna. 
Até quando?
Qualquer comentário que estas atitudes de Alberto João merecessem, será um desperdício tecê-las
Francamente

“No Palco da Saudade” é uma rubrica de Salvador Santos e hoje recorda quem foi a actriz Alda Rodrigues. É o Teatro no Bancada Directa

“No Palco da Saudade” é uma rubrica de Salvador Santos e hoje recorda quem foi a actriz Alda Rodrigues. É o Teatro no Bancada Directa 

“No Palco da Saudade” 
 Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto) 

ALDA RODRIGUES 

Cinco cidades marcaram o percurso desta encantadora e inesquecível Senhora dos nossos palcos, que hoje recordamos com a saudade imensa de quem sempre lhe dedicou respeito e a máxima admiração como profissional e mulher: 

Santarém, onde nasceu e aprendeu as primeiras letras; Lisboa, onde se formou e se iniciou na representação teatral; Porto, onde se fez verdadeiramente actriz; Matosinhos, onde se tornou mãe amantíssima e esposa dedicada de um homem de enorme carácter, íntegro e fiel aos seus princípios e convicções; e Luanda, onde se exilou para acompanhar o amor da sua vida, não deixando nunca de se manter atenta ao evoluir do teatro no nosso país, ao mesmo tempo que ia lançando sementes de paixão pela Arte de Talma naquela terra. 

Peça de teatro "Grande Paz". (trilogia da Guerra - 2ª parte). Alda Rodrigues interpretou o papel de "mulher". Encenação de Luís Miguel Cintra. Teatro do Bairro Alto. 1987. 11. 21.

Com apenas onze anos, Alda Rodrigues deixou a sua cidade-berço pelos braços de sua mãe rumo à capital, onde o pai cumpria um novo desafio profissional. Nessa altura, já o teatro preenchia os seus sonhos de menina pelo que ouvia em casa. Mas teve de esperar pelos catorze anos (idade mínima de admissão) para ingressar no curso de arte de representar do Conservatório Nacional, certa de que sem uma formação base nunca atingiria o patamar de excelência que impunha a si própria como exigência em tudo o que fazia. 

Paralelamente aos estudos foi experimentando o palco da Sociedade Guilherme Coussul, onde despertou a atenção dos atores profissionais que por lá haviam dado os primeiros passos e tinham por hábito assistir às récitas daquele grupo amador. Ainda antes de concluir o curso do Conservatório, Alda Rodrigues passou uma temporada pelo Teatro do Gerifalto, grupo criado em Dezembro de 1956 e dirigido pelo poeta António Manuel Couto Viana, onde começou por interpretar uma personagem secundária da peça “A Ilha do Tesouro” de Goulard Nogueira, baseada no romance de Robert Louis Stevenson. Seguiram-se outros espectáculos para a infância naquela mesma companhia, que tinha então por palco de representações o Teatro da Trindade, onde o Mestre António Pedro a descobriu. O Teatro Experimental do Porto (TEP) tinha já quatro anos de trabalho sob a sua direção e preparava-se para virar a página para a profissionalização. 

E aquela jovem actriz vinha mesmo a calhar para o futuro do TEP. Em Julho de 1957, Alda Rodrigues terminou o curso de arte de representar e poucos meses depois já estava a ensaiar na cidade Invicta a primeira peça de um jovem dramaturgo, escalabitano como ela, que havia de subir a cena em estreia absoluta no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, no dia 23 de Novembro de 1957: “A Promessa” de Bernardo Santareno. O espectáculo foi um dos maiores sucessos do TEP e um dos que maior polémica gerou, por força da pressão exercida por um padre local junto dos sectores mais conservadores da sociedade ao considerar que a peça atentava contra os valores da Igreja. 

Só que tal atitude teve o efeito contrário ao desejado pelo pároco, já que o escândalo acabou por contribuir enormemente para o êxito daquela produção. Este casamento de Alda Rodrigues com o TEP durou dezassete anos, durante os quais criou personagens inesquecíveis para espectáculos que ficarão para sempre na história do teatro em Portugal. 

Entre eles, está naturalmente “O Barbeiro de Sevilha” de Beaumarchais, com encenação de Glória de Matos e Francisco Batista Russo, que estreou no Porto e percorreu depois várias cidades do país com enorme sucesso, assim como “Gorgónio” de Tullio Pinelli, que interpretou sob a direção de Paulo Renato, ou “A Desconhecida de Arras” de Armand Salacrou, onde foi dirigida por Luís Tito, ou ainda “Moratória” de Jorge Andrade, que marcou a sua estreia como encenadora, função que ela também assumiu em dois espectáculos para a infância com produção do TEP. 

Durante a sua estada no TEP, Alda Rodrigues conheceu o amor da sua vida, José Campelo de Sousa, um matosinhense de gema, ator e amante das artes, que a desposou e a fez feliz. Na casa do casal, em Matosinhos, onde a família se foi desenvolvendo e crescendo, respirava-se alegria, amor e harmonia, num ambiente carregado de livros, belíssimos quadros e música. 

Administrador de uma grande empresa, o homem da casa assumiu um lugar que o obrigava a fixar-se em Angola. E lá foi com ele a actriz, sem que deixasse de lado o teatro. Em Luanda, ajudou a fundar o Clube de Teatro de Angola, que contou com a colaboração de personalidades marcantes do meio cultural local, a que se juntariam os actores Guerra e Silva e Jayme Valverde e, claro, o Zé Campelo. Com a independência de Angola, Alda Rodrigues voltou para Portugal, fixando residência em Lisboa. 

E passado pouco tempo, em 1979, ei-la de regresso aos palcos no Teatro da Cornucópia para representar “Paragens Mais Remotas Que Estas Terras” (cenas cómicas de Plauto), a que se seguiram participações em espectáculos memoráveis daquela prestigiada companhia, como “O Labirinto de Creta” (textos de Gil Vicente, Goethe e Brecht), “A Mulher do Campo” de William Wycherley ou “As Três Irmãs” de Tchekhov. 

A morte haveria de a surpreender aos 49 anos, em 1988, quando utilizava um dos transportes públicos da capital, terminando abruptamente a vida de uma mulher e actriz de referência para todos nós. Na Cornucópia, onde estava a fazer o “Auto da Feira” de Gil Vicente, seria substituída por uma actriz que também serviu o TEP, Márcia Breia.

Salvador Santos 
Teatro Nacional de São João. Porto 
Porto. 2014. 07. 23 

terça-feira, 22 de Julho de 2014

Férias no Algarve. Umas praias para privilegiados. Claro que só para alguns. A crise é a responsável. Melhores tempos virão!

Não conheço muito bem o Algarve, com excepção do sotavento. Desde Vila Real de Santo Antonio, passando por Monte Gordo até à Praia Verde passei lá muito tempo. Camping, claro!

Dizem-me que por "altura" da Manta Rota ou Cacela, ou muito perto por ali, já há veraneantes na praia a descansar à espera dos habituais colegas.

Os habituais que a "gente" não gosta e nem tolera


segunda-feira, 21 de Julho de 2014

Ser-se reformado é uma ofensa para os experts da nossa praça! Chega-se apenas a uma conclusão: é uma pura cretinice!.......

Chega-se apenas a uma conclusão: é uma pura cretinice!.......

«1. Na quarta-feira passada fiquei a saber que os reformados e aposentados não podem exercer qualquer tipo de funções públicas. E não, não se está a falar apenas de cargos executivos ou similares. 

Um homem, com quarenta anos de experiência na área dos serviços florestais, não pode integrar uma comissão estatal para estudar os problemas do sector; uma mulher, que toda a vida tenha trabalhado no Serviço Nacional de Saúde, não pode transmitir os seus conhecimentos a quem está agora encarregue de uma qualquer pasta da actividade; um gestor público aposentado está proibido de dar uma conferência numa universidade pública; um ex-quadro de um banco ligado ao Estado não pode ter um programa de patinagem artística na RTP. 
Não, nada tem que ver com os problemas financeiros que o Estado português tem: os aposentados ou reformados não podem, pura e simplesmente, exercer qualquer tipo de funções em organismos ligados a entidades públicas, sejam pagas ou pro bono. Muito excepcionalmente, e se forem autorizados pelo ministro das Finanças, podem fazê-lo e, mesmo assim, as pessoas ficam desde logo impedidas de receber a reforma. 

Ou seja, para trabalharem de borla, têm de prescindir da sua reforma... Não, não há qualquer tipo de engano. Como, provavelmente, o caro leitor, eu também não fazia ideia desta profunda infelicidade e fui para ela alertado por Bagão Félix, no seu espaço de opinião na SIC Notícias - cuja opinião subscrevo e aplaudo. A aberração consta da Lei 11/2014 de 6 de Março - diz muito sobre os nossos media e a oposição ela ter passado despercebida. 

O anterior diploma, sobre o mesmo assunto, já proibia a remuneração por trabalho, o que já de si era uma infâmia. Um cidadão trabalharia meses a fio, ou semanas, ou o tempo que fosse, a preparar um qualquer documento ou estudo e nada receberia. É assim uma espécie de comunismo 3.0: o trabalho para o Estado tem de ser gratuito, os indivíduos não interessam, o colectivo é tudo. Em frente, demos de barato que a crise justifica tudo, até termos idiotas funcionais ou patetas deslumbrados a fazer leis. 

Afinal a questão - ficámos desde dia 6 de Março esclarecidos, sabendo que até de borla os reformados e aposentados não podem trabalhar para nada que cheire sequer a Estado - nada tem que ver com os já referidos actuais problemas financeiros do Estado português. Temos assim duas opções: ou achamos que os representantes dos cidadãos, que fizeram e aprovaram esta lei, e o Presidente da República que a promulgou, tiveram um momento de pura cretinice ou pensamos que há aqui um pensamento. 

A segunda hipótese, que com boa vontade apelido de pensamento, partirá do princípio de que um reformado ou aposentado é um peso morto para a comunidade. Nenhuma da sua experiência, do seu trabalho de décadas em prol do bem comum (esse estranhíssimo conceito para quem nos governa) pode ser aproveitado pelas mais diversas organizações ligadas ao Estado, que deve ser até criado um cordão de sanidade entre esses inúteis e a coisa pública. 


Talvez isto venha no seguimento de uma mentalidade, para aí promovida por uns miúdos que conhecem o mundo através de umas badanas de livros e que nunca saíram do conforto de uma escola qualquer, que afirma que foram os mais velhos, esses bandalhos que agora nos roubam o dinheiro em forma de reformas e pensões, a pôr em causa os seus empregos e os seus direitos. 

Talvez haja um plano para suprimir uma geração inteira, uns velhos que têm o descaramento de pedir o que lhes é de direito. Talvez haja quem pense que uma comunidade pode subsistir e prosperar sem a desejável transmissão de experiências, dos ensinamentos das vitórias e das derrotas. Que bela comunidade querem construir, ou melhor, será que percebem sequer a ideia de comunidade? 

2. A lei acima referida pode, através de um olhar radiosamente optimista, ser considerada apenas um disparate. Já a marcação, em segredo, de um exame aos professores para dali a cinco dias, com o objectivo de evitar qualquer tipo de reacção da classe e pondo em causa as vidas das pessoas, é um ato evidentemente nojento, indigno de um governo e desrespeitador dos mais básicos direitos. Em qualquer democracia minimamente madura, um ministro que se atrevesse a fazer uma coisa destas era imediatamente posto fora do Governo, mas, de facto, já se ultrapassaram todos os limites.» – Pedro Marques Lopes, no DN. 

3. Uma médica do hospital do Barlavento Algarvio foi submetida a um processo de averiguações, por parte da administração hospitalar, por ter informado um doente de que não tinha instrumentos necessários para realizar uma biópsia, segundo a Ordem dos Médicos (OM). Numa conferência de imprensa, terça-feira passada, em Lisboa, o Conselho Regional do Sul da OM expôs alguns casos do que considera serem "pressões sobre os profissionais de saúde" para não divulgarem problemas ou situações que se passam nos hospitais. 

A acção serviu ainda para apresentar um "quadro negro" na região: a OM estima que faltem no Algarve mais de 250 clínicos e teme problemas de acesso à saúde durante o Verão, lembrando que, nesta altura do ano, a população da região triplica

 Bancada Directa / O País do Burro ( agradecimentos)

Por terras do Alto Minho. Toda a beleza do Rio Minho num evento desportivo da Melgaço Radical. Toda a adrenalina da canoagem com a segurança assegurada

Por terras do Alto Minho. 
Toda a beleza do Rio Minho num evento desportivo da Melgaço Radical. 

Toda a adrenalina da canoagem com a segurança assegurada

Os nossos agradecimentos à Melgaço Radical pela informação personalizada

domingo, 20 de Julho de 2014

Eu vou apenas por poucos dias e volto já para admirar nestas noites de verano as vossas danzas. São um espectáculo de beleza, cor e arte



O meu Domingo musical, enquanto regresso a casa para estar cá apenas uns dias. Costuma-se dizer que com as cenouras faz-se tudo. Mas um clarinete é obra!......

Obrigado Pela Sua Visita !