BANCADA DIRECTA

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

O fim

Pela nossa parte terminámos a nossa disponibilidade
Esperemos que seja possível o regresso às suas origens
Agradecimento a todos aqueles que nos seguiram
Adriano Rui Ribeiro.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Òh menina: vai apanhar pokemons GO. Dantes dizia-se: vai apanhar gambuzinos

Vai apanhar Pokémons!

O que mais me impressiona nesta Assunção Cristas é a forma como transforma a futilidade em pensamento político, a abordagem de problemas que merecem algum debate sério de forma que roça o irresponsável.

Confesso que desde que a senhora adoptou um dress code para poupar energia que nunca a levei muito a sério, aliás, a senhora esqueceu-se de divulgar os resultados que obteve com tão brilhante ideia. Perante as alterações introduzidas no IMI a líder do CDS descobriu uma piadola para lançar mais uma das suas cruzadas, armou-se em Bruno de Carvalho e foi a correr para o seu Facebook escrever com indignação que o “Sol já paga imposto”.

Vá lá, esqueceu-se de uma piadola a que os seus são muitos dados, poderia ter sido mais combatiav em relção a essa gente perigosa da esquerda e alertar que com o IMI “O sol já não brilhará para todos nós”. A senhora esquece-se que foram dois governso de coligação de direita que promoveram um aumento brutal do IMI, o governo de Durão Barroso reformou o regime e o governo de Passos maximizou a receita, como sem sol ou sem sol muitos porytugueses viramn as suas casas serem penhoradas e depois vendias por tuta e meia, muitas vezes por terem fuiacdo a dever o IMI.
 Diz a senhora que “Parece inacreditável, mas é mesmo verdade: as casas com boas vistas ou exposição solar, independente da localização ou do rendimento do proprietário, passam a ter o IMI agravado”. Estará a ser ignorante e, portanto, sincera ou será que se está a fazer de parva. Ninguém acredita que no momento da compra não se preocupou com a forma como ao sol batia na sua casa ou com a vista que dela se alcançava.

 A forma como a senhora fala revela pouca seriedade e ao referir-se ao governo dizendo que “É assim o Governo das Esquerdas radicais” só sugere que a mandemos apanhar pokémons pois a senhora é demasiado fina para que a mandemos aos gambuzinos.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016


La Mosqué de Paris
A frase 

Terrorismo islâmico 

- A luz ao fundo do túnel 

 «Cabe-nos, a nós muçulmanos, cumprir as nossas responsabilidades. É necessário fazermos a limpeza porque o que se passa faz-se em nome do islão e dos muçulmanos.» (Kamel Kabten, reitor da mesquita de Paris. (dito em 2016JUL27), ontem) 

 A foto é a La Mosqué de Paris.


A experiência que falhou 

A saída foi festejada como limpa, Portugal era um caso de sucesso, quase tão exemplar como o irlandês e o inverso da vergonha grega, o governo tudo fazia para penalizar os gregos por estes não quererem engolir o xarope que tinha sido milagroso em Portugal, os badamecos da troika pavoneavam-se pelos corredores dos palácios como grandes vedetas bem-sucedidas, Portugal era o modelo de todas as virtudes. 

O ajustamento foi um sucesso, a saída foi limpa, a banca nem precisou dinheiro que lhe estava destinado, a competitividade tinha sido reconquistada e Portuga ainda iria ser o país mais competitivo do mundo, o mercado laboral criava emprego como nunca se tinha vista. Havia que manter o ímpeto reformista, impedir a todo o custo a reversão das grandes conquistas alcançadas. E eis que alguém faz um estudo e chega à brilhante conclusão: em Portugal só se fez merda! Afinal não era preciso tirar a pele aos trabalhadores porque o problema não estava na competitividade, isto é, o problema do emprego não resultava dos custos do trabalho e, por conseguinte, as reformas laborais não eram assim tão importantes. 
O problema, dizem agora, era da falta de poupança. Se o problema era de poupança a culpa era de quem estimulava o consumo e ganhava com ele, a culpa não era nem dos funcionários e muito menos dos pensionistas ou de quem comprava um quilo de sardinhas congeladas com taxa reduzida do IA. A culpa era de quem estimulava o crédito ao consumo para ganharem juros despudoradamente vantajosos ou de quem nunca ganhou tanto com a venda de sardinhas congeladas. 

Portugal tinha os consumidores mais tesos da Europa, mas a crer em Cavaco tinha uma banca de excelência empresas de distribuição com peso internacional. Agora dizem que falharam, mas não vão devolver as casas aos que as perderam, não vão dar vida aos morreram abandonados nas urgências, nem vão pagar o bilhete de regresso aos que fugiram de Portugal. Passos Coelho vai ficar em silêncio e nunca assumirá a responsabilidade de ter entregue o país para banco de ensaio de gente incompetentes, dos Portas ninguém sabe e a Luisinha está a dar banhos à celulite. 

Ninguém vai assumir a responsabilidade e ainda vão dizer que o problema esteve na dose e defender o seu reforço. Nenhum deles vai ser condenado, Passos Coelho e família vão continuar a beneficiar de um SNS que tentaram destruir, o senhor Carlos Costa vai ter a sua pensão, o filho do Barroso não vai ter de emigrar e continuará no BdP, nenhum deles vai ter um filho a emigrar por falta de emprego, nenhum deles vai responder pela responsabilidade criminosa numa experiência falhada

Agradecimento ao "O Jumento"

sexta-feira, 29 de julho de 2016

A sétima arte entra pela politica adentro. Prepara-se a exibiçaõ de uma grande pelicula: Desaparecidos em combate. Falta de armamento e pontaria muito desviada dos objectivos para reconquistar o poder.

Desaparecidos em combate?

Onde param Passos Coelho, Maria Luís e Assunção Cristas?

Depois do cancelamento das sanções, graças à firmeza do Governo português e ao bom-senso dos comissários europeus, as personalidades referidas interromperam a obsessiva presença nos órgãos de comunicação social.

É conveniente lembrar que o Comissário europeu para a Economia Digital, o alemão Günther Oettinger, destruiu a narrativa que o PSD tentou impor. Portugal e Espanha “não conseguiram cumprir os compromissos em 2015” e foi essa a justificação que o alemão apresentou para defender as sanções.

A injustiça de abrir o precedente das sanções contra Portugal e Espanha nunca seria combatida com vigor por quem se prestou à maior subserviência para ser poder. Falta agora à UE combater a estagnação económica e a perpetuação da austeridade com investimentos contracíclicos, para os quais são escassos os fundos estruturais planeados, e resolver de vez o problema do sistema financeiro dos diversos países para que a asfixia orçamental não mate, de vez, a economia dos países mais débeis. 

Não há comunidade que resista à competição de interesses dentro do seu seio e a União Europeia só existirá se aprofundar a integração económica, social, política e militar. Para este objectivo precisa de conquistar os povos que tem desiludido.

terça-feira, 26 de julho de 2016


A direita urbana e a outra

«[UE aplicar sanções] é contra o governo de Passos Coelho, por causa de 0,2% muito discutíveis, quando há diferenças muito maiores […] noutras economias que nunca foram punidas, ou é contra o de António Costa, por causa da gestão do Orçamento deste ano [cujos] resultados até junho mostram que não há uma derrapagem orçamental.» (Marcelo Rebelo de Sousa, PR) *** 

 «[Admitem-se sanções a Portugal] porque muitos dos governos da Europa, hoje, têm dúvidas sobre aquilo que se está a passar em Portugal, sobre as reformas importantes que estão a ser revertidas, sobre a maneira como estamos a andar para trás em vez de andar para a frente.» (Pedro Passos Coelho, líder do PSD, na festa do PSD/Madeira, em Chão da Lagoa) 

 Fonte: DN, hoje, pág.8, in Frases do Dia

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Um individuo chamado Passos Coelho. De Califa de Massamá a um parodiante na Madeira


Passos Coelho, califa de Mssamá 

O califa de Massamá foi à Madeira para dizer aquilo que sabemos desde o princípio, o de que concorda com as famosas sanções desde que eles sejam atribuídas à política deste governo. O que Passos diz é que o facto de não ter cumprido o défice é irrelevante e merece elogio, esse défice serviu apenas para que a direita europeia se vingue do país por tre rejeitado o seu governo. 

Passos aina sonha com a possibilidade de serem aplicadas sanções ilegais, sanções que me vez de resultarem das consequências dos resultados do défice, se traduzam num castigo a um governo porque decide mudar as políticas. No seu extremismo Passos não percebe que isso seria uma ilegalidade grosseira pois não é o que consta do Tratado orçamental. «O líder do PSD afirma que “não é por causa do que fizemos no passado que se fala em sanções. 

É porque muitos governos da Europa, hoje, têm dúvidas sobre aquilo que se está a passar em Portugal, sobre as reformas importantes que estão a ser revertidas, sobre a maneira como estamos a andar para trás em vez de andarmos para a frente”. 

Para Pedro Passos Coelho, a hipótese de o governo colocar a Comissão Europeia em tribunal mostra que temos “um governo que não só não assume as responsabilidades como anda sempre à procura de um bode expiatório para lavar as mãos daquilo que é a consequência das opções que tomaram”. “Se se aliaram ao BE e ao PCP para afastar os investidores, não têm agora de se queixar da falta de investimento e da falta da criação de postos de trabalho”, afirmou Passos Coelho num discurso na festa de verão do PSD na Madeira, no Chão da Lagoa, este domingo. 

Passos Coelho acrescentou que “apesar de no país as coisas estarem a correr mal, que estão, apesar de o governo não fazer o que devia simplesmente porque não quer assumir as dores com os comunistas e os bloquistas daquilo que é preciso fazer, defenderemos Portugal até ao fim”.» 

Obrigado Pela Sua Visita !