BANCADA DIRECTA

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Recordar a minha mãe ouvindo este fado de Rodrigo. Tenho muito orgulho nos meus descendentes, mas sinto uma enorme saudade dos meus pais, por aquilo que não me puderam dar mas que eu ultrapassei com trabalho

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Tesouro escondido na Serra da Estrela revelado agora por um video obtido de um drone em movimento de pesquisa no Covão dos Conchos





Vemos o vídeo uma vez e o primeiro pensamento é: isto existe mesmo? Vemos outra vez, fazemos uma pesquisa por Covão dos Conchos e a Internet devolve-nos imagens igualmente surpreendentes. 

Nesta barragem, numa zona de difícil acesso da Serra da Estrela, existe um canal responsável pelo desvio de águas da Ribeira das Naves até à albufeira da Lagoa Comprida. O túnel, construído em 1955, tem mais de 1500 metros e cria a ilusão de que a barragem está furada. 

O vídeo, que revela uma perspectiva nova da barragem, foi filmado com recurso a um drone por três jovens amigos de Oliveira do Hospital. Tiago Rodrigues, Daniel Alves e Hélder Tavares, da produtora “Probilder”, já tinham ouvido histórias sobre a barragem mas não a conheciam. 

O relato de um amigo despertou-lhes a curiosidade e, há poucos dias, fizeram a caminhada de cinco quilómetros entre a Lagoa Comprida e o Covão dos Conchos. O vídeo, já viral, é fruto de um acaso: Tiago contou ao P3 que esteve quase para deixar o drone e as câmaras no carro. 

O jovem engenheiro civil partilhou as imagens no YouTube para mostrar aos amigos, nunca imaginou que chegasse às mais de 100 mil visualizações. “Valeu mesmo a pena a caminhada de mais de duas horas com o material às costas.” Por explorar ficaram mais dois canais do género, também na Serra da Estrela

14 de Fevereiro. Dia de São Valentim. Dia dos Namorados. Venha comemorar a data participando num evento desportivo espectacular em Melgaço. É mais uma organização da Melgaço Radical

Clicar na imagem para aumentar

Bancada Directa agradece mas estamos muito longe

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Paulo Portas foi a Bruxelas. Pergunta-se o que foi ele lá fazer, quando se sabe que estão em curso negociações dificeis entre a Comissão Europeia e o Governo. Governo pelo qual nutre um ódio letal.


O que foi Paulo Portas fazer a Bruxelas?

 «"Há uma negociação em curso e eu não diria nada que a pudesse prejudicar. 

Obviamente, espero que haja uma aproximação de posições e não me vou pronunciar sobre uma negociação que está em curso", afirmou Paulo Portas à agência Lusa.

Após se encontrar com Jean-Claude Juncker, Paulo Portas ressalvou que quando está fora do país nunca critica as autoridades portuguesas e que neste encontro seguiu, mais uma vez, essa regra. 

 "Eu sei muito bem os esforços que os portugueses tiveram de fazer para livrar Portugal de um resgate. Sei muito bem como é difícil negociar com autoridades externas. Sei muito bem o valor que pode ter para Portugal uma aproximação de posições entre a Comissão e o Governo e sei muito bem que se houver um desacordo grave os portugueses, mais cedo ou mais tarde, seriam prejudicados por isso", afirmou.»

Fonte: [Notícias ao Minuto]

Convenhamos que visitar o presidente da Comissão a meio de um processo negocial com o governo português revela algum mau gosto.

Lamentável

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

As crianças nunca mentem. Mas às vezes no melhor pano cai a nódoa. Aliás servem-se da mentira para fins inconfessaveis na sua perspectiva. O medo pode ser a causa


As crianças nunca mentem

 «A rapariga alemã que disse às autoridades que tinha sido sequestrada e violada por um refugiado este mês admitiu ter inventado a história por medo, noticia este domingo o jornal The Guardian.

 Os pais da menor reportaram o seu desaparecimento a 11 de janeiro, quando ela não apareceu na escola no distrito de Marzahn, em Berlim.

A rapariga de 13 anos, identificada pela polícia apenas com o nome Lisa, apareceu 30 horas depois com ferimentos no rosto, afirmando que havia sido atacada por homens “do Médio Oriente ou do norte da África”, descreve a publicação. Segundo o porta-voz do Ministério Público alemão,

Martin Steltner, a rapariga foi acompanhada, nos três dias após o incidente, por especialistas em casos de abuso sexual infantil sobre o incidente e acabou por confessar que a história era falsa.

A menor admitiu que ficou com medo de ir para casa depois de a escola ligar aos seus pais falando-lhes de “um incidente” no local, descreve o The Guardian sem explicar a que se referia o episódio.

Após as investigações, a polícia descobriu que a rapariga – que também tem nacionalidade russa – passou a noite na casa de um amigo.»

Texto complementar

Lisa é uma adolescente alemã de origem russa, que foi dada como desaparecida pela família no dia 11 de janeiro, em Berlim. Os pais reportaram o seu desaparecimento depois de a jovem de 13 anos não ter regressado a casa, no distrito de Marzahn.
Mas 30 horas passadas apareceu, com ferimentos na cara, dizendo que tinha sido raptada e violada por homens com aparência africana ou do Médio Oriente.


As autoridades alemãs pareciam despreocupadas com o acontecimento, mas segundo o The Guardian havia um motivo para tal. A adolescente acabou por admitir que a história do rapto e consequente violação era falsa, segundo o porta-voz da procuradoria alemã, Martin Stelner.
Ao que tudo indica, Lisa não quis voltar a casa depois de a escola ter entrado em contacto com os seus pais na sequência de um incidente na escola. Terá sido por esse motivo que fugiu de casa, indica o jornal britânico.
No entanto, as declarações de Lisa tiveram repercussões. Vários grupos nacionalistas alemães insurgiram-se contra aquele suposto ataque, sobretudo depois da onda de violações em Colónia na noite da passagem de ano, em que 90 mulheres foram molestadas sexualmente.
Na sequência do caso de Lisa, um grupo da comunidade russo-alemã em Berlim chegou mesmo a avançar com um protesto contra a “islamização” do Ocidente.
Depois de as autoridades averiguarem os registos de telemóvel da adolescente, descobriram que ela tinha passado a noite na casa de uma amiga
Só temos de lamentar estas atitudes em culpar inocentes para enganar os seus pais

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Estadio da Luz. Adivinhem quem era a figura dominante desta pintura mural.

Estadio da Luz
2º Nivel (piso de camarotes)
Pintura existente em frente ao sector 64

Por altura da conquista do 33º titulo de campeão de 2013/2014 foi pintado este mural e em que Jorge Jesus encabeçava com a sua fotografia o titulo conquistado. Por lá ficou durante 1 ano e dois ou três meses. Comemorava-se, então, a conquista do 34º campeonato

Perante os protestos de muitos adeptos que se sentiam enojados quando viam nesse mural a recordação de um individuo que não soube respeitar a grandeza do Sport Lisboa e Benfica e vai daí os dirigentes resolveram apagar essa referencia

Agora sentimo-nos muito mais aliviados quando passamos a caminho do nosso camarote.

Foto: Bancada Directa

sábado, 30 de janeiro de 2016

Mundo Policiário. Historias de policias e ladrões e outros incidentes afins a cargo de Antonio Raposo e sob a asa protectora da Detective Jeremias que o acolheu no seu "Policiário de Bolso".



1º EPISÓDIO:

O CABO DE ESQUADRA  JEREMIAS (uma história policial a preto e branco )



Lisboa, nos anos cinquenta, era uma cidade com pessoas, coisa que se foi entretanto perdendo. Os casais novos mudaram-se, nos anos sessenta, para as casas da periferia, de rendas mais baratas. Nesses tempos vivia-se em bairros populares.

O operariado era numeroso e vindo em grande parte da província. A escolaridade era curta e breve, quando era.

Para se ingressar na Polícia, na GNR era preciso saber ler e escrever e depois a 4ª classe. Ao bairros de barracas circundavam a cidade. Eram conhecidas algumas zonas onde a água canalizada era o chafariz mais próximo, as casa de banho era o “lá vai água” quando os bispotes eram atirados das janelas para a rua.
Quando chovesse a água levava… Lisboa levou muitos anos a ter chamadas condições base de higiene generalizadas. As esquadras de polícia nos bairros populares tinham uma actividade enorme e era o “Sempre em festa”, As rixas entre os vizinhos era o dia a dia. A faca era a arma de agressão mais usada.

Na esquadra do Alto do Pina, imperava o cabo Jeremias. Era o cabo de esquadra. Tinha vindo aos vinte anos para a tropa. Fez a 4ª classe no quartel da graça em Transmisões. Concorreu à Polícia,estagiou em Campo de Ourique e acabou nomeado cabo de esquadra do Alto do Pina. Era uma esquadra muito animada pela etnia cigana que se amontoava na Picheleira, um bairro de barracas na zona ocidental de Lisboa.



A policia naquele tempo andava sempre a enxotar das ruas as varinas e restantes vendedores ambulantes. Era conhecida a frase viperina atirada a uma varina levada pelo braço para a esquadra: − Ó Micas, vais presa? − Não, vou dormir com o chefe

 O cabo de esquadra Jeremias ficou na história da esquadra pela forma expedita como resolvia as contendas − sempre à porrada!


A. Raposo. 
Publicado por Detective Jeremias (blogue Policiário de bolso)

Eis os autores destes temas. (Por enquanto ainda estão em liberdade)


Obrigado Pela Sua Visita !