Fragmentos e Opiniões. Antonio Raposo e o que ele pensa da "Liberdade de Imprensa"
A liberdade de imprensa
Antonio Raposo expressa neste blogue os seus sentimentos. Eis a sua crónica
Acontece que não sou jornalista, não estou agarrado a nenhuma editora nem sou dependente economicamente falando de qualquer meio de comunicação social. Não escrevo a troco de dinheiro.
Sou livre como um passarinho.
Escrevo se me apetecer. E sobre o tema que me apetecer. Ninguém me censura. Se o fizerem o passarinho perde o pio, de sua livre vontade.
Sou talvez o mais livre dos fazedores de opinião e para fechar o ramalhete não estou vinculado a nenhum partido, nem nunca estive! Sempre gostei de ter a minha opinião. Penso por mim. Sou influenciado por tudo o que me rodeia (como toda a gente) mas tento ser imparcial nas análises que faço. Sempre defendi as ideias e quem as veicula. Sou agnóstico e nunca fui atrás de nenhuma igreja.
Tento nunca atacar as pessoas a menos que elas defendam ideias que reprovo. Tudo isto graças à Internet e aos blogues.
Coisas que não existiam há meia dúzia de anos e que vieram dar uma boa fatia de liberdade na comunicação entre as pessoas.
Segundo afirmava um grande e antigo pensador “ nós somos nós e a influência do meio em qu

Vem isto tudo a propósito da liberdade de imprensa (e dos outros meios) e das vozes que tenho ouvido na televisão.
Andam agora alguns dirigentes de jornais aflitos por causa do seu direito de liberdade de imprensa.
Pergunto eu se essa liberdade de imprensa que eles defendem será a verdadeira liberdade ou a forma da empresa para quem trabalham veicular uma campanha a favor ou contra determinado grupo político.
Vejamos: -Eu pego no Publico e vejo o Belmiro lá dentro, o patrão, o dono que se quiser manda toda a gente para o desemprego! Ainda outro dia veiculou uma serie de barbaridades politicamente em defesa dos seus interesses económicos, com a capa de quem defende postos de trabalho. Ele só tem postes de trabalho se lhe derem lucro. Só isso! Não tenhamos ilusões. Ninguém cria postos de trabalho porque é um patrão bonzinho!
Então onde está a liberdade (aquela que eu tenho, que terá um jornalista a recibo verde e ou como estagiário?)
Eu vejo a SIC e encontro o Balsemão lá dentro. Alguém já disse mal do Balsemão na sua televisão? Não me parece possível.
Eu vejo a TVI e vejo lá dentro um patrão (que não sei quem é
nem me interessa mas sei que não pertence aos jornalistas que a fazem, porque é uma organização com fim lucrativo. A programação é feita para dar lucro e se não der vai tudo para o olho da rua!
Qual liberdade de imprensa?.
Por isso quando oiço ou vejo ou leio certos mancebos escreverem sobre LIBERDADE DE IMPRENSA e ataques à LIBERDADE de imprensa penso comigo: estão a brincar comigo!
Antonio Raposo
Nota de Antonio Raposo, autor do post: creio que já respondi a um leitor que me questionou qual o orgão de comunicação social para o qual escrevia. Abraço e obrigado pela seu interesse.











Dominam todas as áreas. Sabem de tudo. Conhecem as leis. Apesar de alguns só terem um mero curso de finanças. Tem boa dicção. Sabem ganhar votos e são fotogénicos. Alguns passaram pelos governos.

Ao culpar as entidades europeias não estou com isto a ser condescendente com a forma como os sucessivos governos gregos se comportaram. Os líderes políticos do país agiram de má fé, interpretaram mal as estatísticas e não fizeram esforços suficientes no sentido de cumprirem as regras. Mas provocar uma crise não é uma forma de lidar com o problema.










Embora esta constatação possa parecer uma evidência à luz de toda a informação vinda a público no âmbito da estratégia adoptada pelas autoridades chinesas no que diz respeito ao controlo de empresas estrangeiras, Friedman acrescenta um olhar interessante sobre esta problemática.
Afinal de contas, quem quererá comprar um computador com um processador fabricado algures na China, quando existe a noção de que as autoridades daquele país estão a utilizar ciberpiratas para espionagem industrial?

O Atentado
A rainha, já de pé, fustiga-o com a única arma de que dispunha: um ramo de flores, gritando “Infames! Infames!” O criminoso volta-se para o príncipe D. Luís Filipe, que se levanta e saca do revólver do bolso do sobretudo, mas é atingido no peito. A bala, de pequeno calibre, não penetra o esterno (segundo outros relatos, atravessa-lhe um pulmão, mas não era uma ferida mortal) e o Príncipe, sem hesitar, aproveitando porventura a distracção fornecida pela actuação inesperada da rainha sua mãe, desfecha quatro tiros rápidos sobre o atacante, que tomba da carruagem. Mas ao levantar-se D. Luís Filipe fica na linha de tiro e o assassino da carabina atira a matar: uma bala de grosso calibre atinge-o na face esquerda, saindo pela nuca. D. Manuel vê o seu irmão já tombado e tenta estancar-lhe o sangue com um lenço, que logo fica ensopado.

Porquê? Obrigando-nos a fazer o que ela quer e ao mesmo tempo a pagar uma crise que ela contribuiu.
Para ajudar um rapaz jeitoso na qualidade de ministro comprou-nos dois submarinos por um preço que teremos que pagar a vida inteira. Não lhe sucedeu nada e anda aí como se tivesse feito grandes coisas. Eu metia-o num dos submarinos e mandava-o ao fundo para ele ver se encontrava o dinheiro para pagar aos alemães!
Mas eles eram tão bons amigos!










"Triste época em que vivemos, na qual é mais
fácil desintegrar um átomo do que
quebrar um preconceito."
( Albert Einstein )




































