BANCADA DIRECTA
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terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Fragmentos e Opiniões. Antonio Raposo e o que ele pensa da "Liberdade de Imprensa"

Fragmentos e Opiniões

A liberdade de imprensa

Antonio Raposo expressa neste blogue os seus sentimentos. Eis a sua crónica

Acontece que não sou jornalista, não estou agarrado a nenhuma editora nem sou dependente economicamente falando de qualquer meio de comunicação social. Não escrevo a troco de dinheiro.

Não trabalho em nenhuma redacção onde tenha um “patrão” a comandar as hostes. A definir objectivos, não conheço recibos verdes.

Sou livre como um passarinho.

Escrevo se me apetecer. E sobre o tema que me apetecer. Ninguém me censura. Se o fizerem o passarinho perde o pio, de sua livre vontade.

Sou talvez o mais livre dos fazedores de opinião e para fechar o ramalhete não estou vinculado a nenhum partido, nem nunca estive! Sempre gostei de ter a minha opinião. Penso por mim. Sou influenciado por tudo o que me rodeia (como toda a gente) mas tento ser imparcial nas análises que faço. Sempre defendi as ideias e quem as veicula. Sou agnóstico e nunca fui atrás de nenhuma igreja.

Tento nunca atacar as pessoas a menos que elas defendam ideias que reprovo. Tudo isto graças à Internet e aos blogues.

Coisas que não existiam há meia dúzia de anos e que vieram dar uma boa fatia de liberdade na comunicação entre as pessoas.

Segundo afirmava um grande e antigo pensador “ nós somos nós e a influência do meio em qu
e vivemos”.


Vem isto tudo a propósito da liberdade de imprensa (e dos outros meios) e das vozes que tenho ouvido na televisão.

Andam agora alguns dirigentes de jornais aflitos por causa do seu direito de liberdade de imprensa.

Pergunto eu se essa liberdade de imprensa que eles defendem será a verdadeira liberdade ou a forma da empresa para quem trabalham veicular uma campanha a favor ou contra determinado grupo político.

Vejamos: -Eu pego no Publico e vejo o Belmiro lá dentro, o patrão, o dono que se quiser manda toda a gente para o desemprego! Ainda outro dia veiculou uma serie de barbaridades politicamente em defesa dos seus interesses económicos, com a capa de quem defende postos de trabalho. Ele só tem postes de trabalho se lhe derem lucro. Só isso! Não tenhamos ilusões. Ninguém cria postos de trabalho porque é um patrão bonzinho!

Então onde está a liberdade (aquela que eu tenho, que terá um jornalista a recibo verde e ou como estagiário?)

Eu vejo a SIC e encontro o Balsemão lá dentro. Alguém já disse mal do Balsemão na sua televisão? Não me parece possível.

Eu vejo a TVI e vejo lá dentro um patrão (que não sei quem é

nem me interessa mas sei que não pertence aos jornalistas que a fazem, porque é uma organização com fim lucrativo. A programação é feita para dar lucro e se não der vai tudo para o olho da rua!

Qual liberdade de imprensa?.

Por isso quando oiço ou vejo ou leio certos mancebos escreverem sobre LIBERDADE DE IMPRENSA e ataques à LIBERDADE de imprensa penso comigo: estão a brincar comigo!


Antonio Raposo

Nota de Antonio Raposo, autor do post: creio que já respondi a um leitor que me questionou qual o orgão de comunicação social para o qual escrevia. Abraço e obrigado pela seu interesse.

O buraco da fechadura. Por falar em "calhandrices" vamos lá comer um bacalhau à Calhandriz.

Calhandrices, Calhandreiros ou um "fait divers" insonsoO Mário Crespo tem o direito de escrever o que lhe vai pela alma e o primeiro-ministro o direito de pensar que o Mário é um “débil mental”.
Isto não significa que aquilo que o Mário escreveu seja verdade nem que o primeiro-ministro tenha o direito de considerar o jornalista como um problema a solucionar”.

O problema é que esta história é, de facto, uma “calhandrice” e descortinar a verdade é das tais tarefas difíceis de concretizar, até porque cada qual tem a sua…

O Mário, encrespado, considera a fonte credível e publicou. Mas pode estar a beber de uma fonte “inquinada”, isso não podemos avaliar porque o Mário não a revelou.

Só o facto da crónica ter sido publicada num site do PSD indicia o aproveitamento político da questão.Para mim, trata-se de um fait divers pouco dignificante. Para todos os intervenientes.


Ainda assim, acho que devemos escutar o piar do pássaro. Não para o repetir, mas para aprender.

E pensar que a Calhandriz é ali na parte alta de Alverca, e se não há por lá calhandrices, há , pelo menos, um bom bacalhau assado. Porque de certeza que não era o prato que todos estavam a saborear no Tivoli. Ou era? E aquele jarro foi pouco?

segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Os desalinhados no Bancada Directa.

Prioridade, mas a quem?

Francamente

foto Lisboa sos

Os desalinhados no Bancada Directa. Bater e não dar por isso.

Caros amigos leitores do Bancada Directa

As pessoas são muito maldosas e dizem coisas e loisas sobre factos que não correspondem minimamente à verdade. Mas prejudica quem tem uma nobre missão a cumprir para fazer erguer bem alto a bandeira das quinas e levar a equipa a um dos lugares do pódio!...

Ora não querem lá ver que uma pessoa encontra um amigo de vinte anos de sã convivencia e vê duas moscas poisadas na sua cara e dá dois "safanõezinhos" para afugentar os insectos e depois dizem que foram dois socos. Ele até gostava do homem e aceitava as suas criticas "na desportiva"

Eu estou como o outro que bota opinião dizendo: Um vintém é um vintém e um cretino é um cretino.

Para que conste...

Portugal. Óbidos. Casal da Avarela.Seria aqui uma das supostas bases da Eta em Portugal? Os espanhois continuam com varias versões.

ETA se metió en la boca del lobo

Los etarras instalados en Portugal eran la "comidilla" del barrio


Sus vecinos eran dos policías y un militar - Alquilaron la casa con un carné falso de un madrileño

O jornal madrileno "El País" pela escrita de Francesc Relea continua a desenvolver este tema.

Eduardo Firmino llegó a su casa en el vecindario de Casal da Avarela, al terminar su jornada de trabajo como jefe de tráfico de la Policía de Seguridad Pública (PSP) en la localidad portuguesa de Caldas de Rainha. Eran las seis de la tarde del jueves. Un detalle en la vivienda vecina del número 4 de la calle de Gesso llamó su atención. La puerta principal estaba abierta de par en par y no había nadie en su interior.

A pedreira da Avarela, situada na localidade Casal da Avarela. Óbidos, a cerca de 200 metros da casa alugada pelos dois etarras. Vulgarmente ao chamar-se pedreira somos levados a pensar que lá se extraem as pedras normais. Mas esta pedreira é uma mina e vocacionada para a extracção de gesso e derivados (Gypsum em inglês). Dos resíduos do gesso extraído ainda se podem extrair outros minerais.

Ver algumas propriedades do gêsso aqui

Ante la sospecha de que habían asaltado la casa, llamó a la Guardia Nacional Republicana (GNR), cuerpo policial con competencias en el mundo rural. Una hora más tarde, el apacible barrio de Casal da Avarela, donde no viven más de 70 personas, era un hervidero de policías y periodistas. Había sido descubierta la primera base de operaciones de ETA en Portugal.


Interior advierte a ETA que se encontrará con la policía allá donde lleve sus "fábricas de muerte"

El Ministerio luso del Interior rebaja el polvorín de 1,5 toneladas a 800 kilos

A paisagem envolvente da localidade Casal da Avarela

Dos días después del hallazgo de un arsenal de 1.500 kilos de explosivos (el Ministerio del Interior portugués rebajó ayer la cifra a 800 kilos), los moradores del lugar siguen sin entender nada. Firmino, el vecino más próximo de los etarras, explica que nunca tuvo la más mínima sospecha de las actividades de aquellos dos hombres, que "siempre hablaban español entre ellos, nunca vasco" y tenían un comportamiento muy discreto. Ninguna sospechó de vínculos terroristas ni nada parecido. Tampoco los etarras podían imaginar que en aquella aldea vivían nada menos que tres policías y un militar. "Más protegidos, imposible", ironiza otra vecina.

Firmino que, sin saberlo, dio la señal de alarma que permitió descubrir un arsenal para sembrar el terror, tenía su particular teoría sobre los vecinos. "Llegué al convencimiento de que era una pareja de homosexuales. El más joven [Oier Gómez, de 24 años], al que nunca vi completamente la cara, apenas salía de la casa. Era el otro [Andoni Zengotitabengoa, 30 años] el que hacía las compras". El policía añade que en alguna ocasión vio a la camioneta Citroên Berlingo, de color blanco, entrar en el garaje, por el acceso posterior de la casa, y salir al poco rato.

"Tengo la sensación de que empezaban a ser la comidilla de algunos vecinos, pero no por vinculaciones terroristas". Cree que la casa fue descubierta por un error de sus moradores. "Se dieron a la fuga de un control policial, vinieron a la casa, no sé para qué, y se marcharon precipitadamente dejando la puerta abierta. Si se hubieran quedado tranquilitos en la casa, probablemente nadie habría sospechado nada".

Los pueblos del interior de Portugal son tan plácidos como los del País Vasco francés, donde ETA mantuvo durante décadas su retaguardia. Hoy la vida al otro lado de los Pirineos se ha vuelto imposible para la banda y busca alternativas. Casal da Avarela es uno los vecindarios del distrito municipal de Óbidos, ciudad medieval a 80 kilómetros al norte de Lisboa, que conserva castillo y muralla y que suele ser destino de muchos turistas. La carretera de acceso pasa junto a varias "quintas" de cría de caballos, y una cantera de yeso, donde la GNR hizo estallar las 11 bombas lapa descubiertas en la base etarra.

"En estos pueblitos nunca pasa nada", dice Sergio Félix, autoridad municipal de la zona. "Esto es un remanso de paz, nadie desconfía de nadie. La gente vive en las casas con la cerradura abierta. No puedo creer que ETA haya llegado hasta aquí". "Quien eligió este lugar", añade, "puede que no supiera que, de alguna manera, se metía en la boca del lobo, con varios policías de vecinos. Pero al mismo tiempo sabía que ésta es una zona con muchos inmigrantes, gente de paso, que va y viene, que les permitiría pasar desapercibidos".

En la zona hay, además, varias canteras, en las que se almacenan explosivos para la extracción. Una hipotética coartada para los etarras, en el caso de que fueran descubiertos trasladando material para bombas.

La GNR mantiene acordonado el perímetro de la casa-arsenal, que ayer estaba cerrada a cal y canto. Los agentes en la calle ignoran si ha sido retirado todo el material o si hoy regresarán los agentes de la Policía Científica en busca de nuevas huellas. Los vecinos que fueron evacuados el viernes ya han regresado a sus casas que, en su mayoría están en silencio.

Pocos quieren hablar. Zé Manuel Alvez Rodrigues, encargado general de le escuela de Óbidos, cuenta que se enteró del acontecimiento el viernes. "Estaba en casa y me llamó mi hermano. Salí a la calle y estaba llena de policías, periodistas y fotógrafos. Nunca vi a estas dos personas, aquella casa estuvo mucho tiempo deshabitada".

Carlos, un fotógrafo local, comenta que ha conseguido averiguar la identidad de quien alquiló la vivienda: Ivandro Días, de origen angoleño con residencia en Londres, que extendió un contrato de un año, a partir del 1 de noviembre de 2009, a Ernesto Erasmo Calván Castaño, natural de Madrid, con domicilio en la calle Cobre, 11, Getafe.

Fragmentos e Opiniões deslizantes.Antonio Raposo diz de sua justiça sobre o bloqueio da A9 CREL.

Fragmentos e Opiniões

Quando as terras descem dos aterros e invadem uma Auto Estrada quem se lixa é o mexilhão. Neste caso os automobilistas

A NOTICIA E O PORMENOR

A 24 de Janeiro de 2010, pelo meio da tarde, próximo a Belas, imediatamente após o nó com a recém-aberta auto-estrada A16, uma violenta derrocada num terreno montanhoso próximo, lançou centenas de quilos de terra e pedras para o meio da via, ocupando e danificando os dois sentidos. Não há registo de algum acidente rodoviário provocado por esta situação. Contudo, o troço em questão da auto-estrada está cortado, tendo sido criado um desvio alternativo, obrigando a sobrecarregar a Estrada Nacional 250, paralela ao troço danificado. Não se prevê quando é que a via estará transitável de novo na totalidade


Adivinhem onde estão os culpados.

Uma montanha de terras caiu sobre a Crel - uma das vias de acesso a Lisboa.



A crónica de Antonio Raposo
Com esta insólita derrocada de terras, milhares de automobilistas foram prejudicados…em tempo, percurso, custos. Quem lhes vai indemnizar?

Todo o mundo sabia. Mas sabia desde 2004. Ninguém mexeu um dedo.

Então o terreno não tem dono? É baldio?

Bizarro o facto de nunca ter visto aparecer na imprensa ou na Televisão o nome do proprietário. Acho muito estranho e cheira-me logo a esturro…

Agora fogem todos às responsabilidades. Também não sei para quê. De qualquer modo não iriam encontrar os culpados.

Fácil seria se fosse um “Godinho” sucateiro independente. Esse já teria ido algemado pela PJ, fotografado pelas televisões em hora de ponta e ido até ao Tribunal. Agora neste caso, primeiro que encontrem o “Godinho” vai demorar o seu tempo. Meses? Anos? Décadas? Quem sabe?

Acontecimentos como este, se fossem para dar tempo de antena nas televisões, garanto que à frente dos camiões de recolha de terras (quem sabe as mesmas empresas que lá para lá levaram as terras!) estariam os nossos “oportunistas” Presidentes de câmaras, Ministros das Obras Públicas, Operacionais da Protecção Civil, Estradas de Portugal, Brisa e todos os outros Organismos que assim que toca a publicidade, enfiam na cabeça o respectivo boné, consoante os interesses do momento. Alguns à noite ainda fazer uma perninha num ou noutro programa de futebol na tv.
Dominam todas as áreas. Sabem de tudo. Conhecem as leis. Apesar de alguns só terem um mero curso de finanças. Tem boa dicção. Sabem ganhar votos e são fotogénicos. Alguns passaram pelos governos.

Numa destas empresas, está um craque que deve saber muito de muitos saberes pois desde há mais de 30 anos que percorre alegremente e com alguma velocidade 10 diferentes administrações. Uma média de três anos por empresa. Todo o género de empresas.

É obra! E nesta em que está - no grupo das que acham que a culpa é dos outros - tem a seu cargo o pelouro da segurança.

Deste triste caso só temos uma boa alma que conhecia bem a zona dizer para quem o quisesse ouvir: “ Deixaram despejar ali tudo sem regra nenhuma “.

Eu diria: sem segurança nenhuma!

Deixaram? Alguém autorizou ou deu ordem? Quem?»

Antonio Raposo

Esta Lisboa que eu amo.Uma questão de saber entender a "arte"

Caros amigos leitores do Bancada Directa


Por favor não se ponham a rir quando definimos estas pinturas como arte!

Nada há melhor do que comprovar ao vivo (num dia de sol de preferencia) esta expressão artistica. É só irem para os lados do Miradouro de Santa Catarina. Do miradouro verão lá em baixo o Tejo, as antenas de televisão nos telhados, a fazer frente a esta vista, e nos edificios podem deliciar-se com esta "street art".

Tenho dito.

Fragmentos e Opiniões. Será mesmo que Portugal e Espanha já se juntaram à "tragédia grega?"

Fragmentos e Opiniões
Crises financeiras estruturais que estão para durar.
Uma tragédia grega


As opiniões do senhor W0lfgang Munchau ."Financial Times"


"Quase caía da cadeira quando ouvi Angela Merkel dizer que a União Europeia podia tomar a si a gestão ocasional da política orçamental de países membros altamente endividados.

Estará a chanceler alemã a afastar-se de um sistema de coordenação da política orçamental fiscal assente em regras? Talvez não. Se bem entendi a sua curta declaração, refere-se apenas aos períodos de crise. Mas estamos aqui perante a proposta de ‘governance' mais abrangente alguma vez emanada da Alemanha. A sua proposta surgiu no seguimento da crise grega, uma crise que pôs a nu as fraquezas do pacto de estabilidade e crescimento da Europa. A resposta europeia é, em parte, a grande culpada por esse desastre. Em Novembro os ministros das Finanças europeus conceberam um plano que passava por colocar a Grécia num regime de austeridade à semelhança do que acontecera com a Irlanda - um plano credível de redução do défice a médio prazo. E para justificar a urgência deste plano, foram muitos os ministros das Finanças e os banqueiros centrais que expressaram as suas preocupações. Axel Weber, presidente do Bundesbank, avisou que as obrigações gregas não poderiam ser eternamente garantidas pelo banco central. Jean-Claude Juncker, presidente do eurogrupo de ministros das Finanças da zona euro não se cansou de expressar a sua indignação face às más práticas gregas.
Mas estas medidas e posições não ajudaram a resolver o problema, tendo contribuído antes para o seu agravamento. Em vez de impedir uma crise, os responsáveis políticos europeus, obcecados com os seus procedimentos internos e alheios ao que se passava nos mercados financeiros globais quase provocaram uma outra crise.
Ao culpar as entidades europeias não estou com isto a ser condescendente com a forma como os sucessivos governos gregos se comportaram. Os líderes políticos do país agiram de má fé, interpretaram mal as estatísticas e não fizeram esforços suficientes no sentido de cumprirem as regras. Mas provocar uma crise não é uma forma de lidar com o problema.

Tudo isto é mau sobretudo para a UE. O problema reside sobretudo no pacto de estabilidade e crescimento que já havia falhado na anterior recessão. Reformado em 2005, tornou-se desde então mais flexível. Mas quando a crise financeira rebentou, perdeu a sua sustentação. O problema não reside, ao contrário do que tem sido dito, no facto de os países terem défices orçamentais superiores a 3% do PIB. Trata-se de algo perfeitamente normal durante uma crise, mesmo nos termos do pacto existente. O problema reside na dificuldade em coordenar estratégias de saída vinculativas entre os estados membros. O pacto prende-se com procedimentos e a Grécia não seguiu os procedimentos de boa fé. E o mesmo aconteceu com outros estados membros, incluindo a França.

Daí a ideia de Merkel de um regime separado de gestão de crises. Mas se quiser levar mais a peito a sua proposta terá que aceitar também outras dimensões da gestão de crises, nomeadamente políticas de resolução financeira comuns, uma supervisão mais eficaz dos bancos a nível da EU, estímulos fiscais e políticas estruturais. A zona euro precisa, sem dúvida de um regime de gestão de crises capaz de fazer face às condições macro económicas difíceis com que nos deparamos actualmente."

Wolfgang Münchau

domingo, 7 de Fevereiro de 2010

O desporto na minha terra. Parabens Beira-Mar

Beira-Mar vence Feirense e cimenta liderança!

O texto é do José Ribeiro do "Bancada Norte" a quem agradecemos.

No jogo de maior cartaz da 18ª jornada da Liga Vitalis, o Beira-Mar deslocou-se ao terreno do Feirense proporcionando mais um derby cheio de interesse. A nossa equipa vem numa senda imbatível mantendo-se na liderança da tabela classificativa, do outro lado o Feirense precisava obrigatoriamente de ganhar para se aproximar do topo da classificação. A equipa de Santa Maria da Feira fez um grande investimento e é um dos candidatos, assumidos, à subida de divisão, contudo tem estado um pouco aquém das expectativas.

Começando pela nossa equipa, Leonardo Jardim lançou a jogo Pedro Araújo em detrimento de Yartey, fazendo alinhar Élio atrás de Rui Varela e Pedro Araújo colado à extrema-esquerda do ataque aveirense, os restantes dez elementos mantiveram-se.
Do lado dos homens da casa nota para as estreias de Jardel e Sylvain.

Na primeira parte o jogo começou com muita luta a meio-campo e só a partir do primeiro quarto de hora surgiram os primeiros espaços. Boa jogada de entendimento entre Rui Sampaio e Artur, o primeiro desfere um cruzamento para a área do Feirense, perante uma tentativa de remate falhada por parte de Élio, a bola sobra para Pedro Araújo que tabela com Élio e serve Rui Sampaio que remata forte de primeira, vendo a bola passar a rasar a barra da baliza defendida por Paulo Lopes. Passados 5 minutos livre para o Beira-Mar, Igor Pita marca rápido e proporciona a Élio uma bola, apenas travada por uma excelente intervenção de Paulo Lopes. Aos 23 minutos canto cobrado por Artur do lado esquerdo do ataque aveirense, e, Djamal após um ressalto de bola, a rematar fraco permitindo a Joel aliviar em cima da linha. A única situação de perigo proporcionada pelo Feirense na primeira parte surgiu à passagem do minuto 42, altura em que Adilson proporciona a Bruno Conceição a oportunidade de deixar a sua marca no jogo.
Primeira parte em que só uma equipa merecia sair em vantagem para os balneários, tendo mostrado grande carácter e personalidade, a equipa de Aveiro controlou a primeira parte sem nunca permitir situações de perigo por parte dos homens da casa.
O segundo tempo começa praticamente em sincronia com a lesão de Hugo. O capitão auri-negro sentiu não haver condições para continuar e foi substituído por Yohan Tavares. O Beira-Mar voltou novamente a ser a equipa mais perigosa e poderia ter aberto o activo, por Artur e Djamal ambos a surgirem perante Paulo Lopes no entanto nem um, nem o outro, conseguiram desfeitear o guardião da casa. Pouco depois Luciano choca com Paulo Lopes ficando ambos em mau estado, obrigando a uma paragem de cerca de 15 minutos. As únicas oportunidades de relativo perigo criadas pelo Feirense na segunda parte, pertenceram a Maurício, primeiro de livre atirou perto da baliza de Bruno Conceição e depois a aparecer dentro da área em boa posição mas importunado por Yohan Tavares rematou fraco para defesa do guardião auri-negro. Leonardo Jardim esgotou as substituições fazendo entrar Rondon primeiro e Wang Gang depois. Os homens que saltaram do banco vieram a revelar-se peças chave na vitória auri-negra. Após reposição de bola em jogo rapidíssima, Élio dentro da área remata a bola sofre um desvio e Wang Gang que nem uma flecha vindo de trás aparece a desviar para o primeiro da partida. Pouco depois Élio serve Rondon em profundidade, e, o jogador emprestado pelo Paços de Ferreira já dentro da grande área serve Rui Sampaio para este fixar o 0-2 final.

Se calhar já começa a parecer "perseguição" da minha parte falar sempre no mesmo mas a verdade é que, Rui Sampaio fez mais uma exibição de grande qualidade, a defender e a atacar Sampaio aparecia em todo o lado. Nota para uma também excelente exibição de Pedro Moreira que não permitiu qualquer incursão forasteira pelo seu flanco e para Yohan Tavares que regressado à competição voltou a mostrar ter valor para quando necessário ajudar o nosso clube. Já vemos o Feirense a 10 pontos e temos a garantia de continuar em primeiro depois da próxima jornada, sonhar é possível!

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Fragmentos e Opiniões. Sobre o comportamento dos nossos politicos, Antonio Raposo diz de sua justiça!

Fragmentos e Opiniões

A nossa classe politica


FARTO-ME DE RIR COM ESTES POLITICOS

A crónica de Antonio Raposo
Ele há cada uma!

Assisti na televisão a uma entrevista de um tipo meia-leca que já foi presidente de um grande partido que veio dizer nos bicos dos pés, que o que se estava a passar com o 1º ministro e a comunicação social era uma coisa vergonhosa! Não negava que quando ele estava no poder não teria os seus “pecadilhos”.

Quem diria!
O que para uns são pecadilhos para outros são graves ofensas.

Dizia-se que da Assembleia Nacional controlava a RTP encomendando os telejornais de acordo com o seu democrático saber.

Creio que naquele tempo só havia a RTP. A haver outras particulares não era preciso controlar. Lá estaria à frente o Balsemão. Mas aí não havia controlo! Era a liberdade de informação.

Não há dúvida que os nossos políticos nunca mais crescem.

Andam todos ao mesmo!
Antonio Raposo

Esta Lisboa que eu amo/ Os desalinhados no Bancada Directa. Buracos criminosos, mas de estimação, em Lisboa

Esta Lisboa que eu amo.

Estamos na Rua Dr. Antonio Granjo e é uma artéria que liga a Avenida Columbano Bordalo Pinheiro ao Instituto Português de Oncologia. Por esta artéria passam diariamente a toda a hora ambulancias , em serviço de urgencia ou não, transportando doentes. Estes buracos prejudicam gravemente a marcha destas ambulancias e todos os automobilistas que circulam e se servem da artéria.

Os buracos lá estão impávidos e serenos, esperando que algum dia sejam tapados.

Francamente!..........

Vivenda descoberta em Óbidos, com 500 quilos de explosivos e que é suposto ser uma base da Eta em Portugal


Descoberta uma suposta base da Eta em Portugal
Transcrevo o que se diz em Espanha sobre esta ocorrencia, por informações recebidas esta madrugada de Roquetas de Mar.

Os títulos das notícias espanholas relacionadas
Hallados 500 kg de explosivos atribuidos a ETA en Portugal
La policía portuguesa ha encontrado una vivienda supuestamente utilizada por ETA y en cuyo interior se ha hallado media tonelada de explosivos, informó la Guardia Republicana portuguesa.
La primera base atribuida a ETA en Portugal guardaba 500 kilos de explosivos
Identificados los dos etarras que podrían haber ocupado la casa de Portugal
La Policía portuguesa halla mapas y explosivos en la supuesta vivienda de ETA
La Policía portuguesa investiga el piso supuestamente abandonado por ETA
Desenvolvimentos

1ª parte:
En el garaje de la vivienda abandonada, situada en una zona residencial de Obidos, en el norte de Lisboa, se han encontrado vehículos, documentación y 500 kilos de explosivos.

"Tenemos que ser muy minuciosos porque siempre existe la posibilidad de que esté preparado para explotar", dijo Hélder Barros, de la Guardia Republicana, en citas recogidas por TVE.

El hallazgo se produce semanas después de la detención de dos presuntos etarras cerca de la frontera entre Portugal y España tras interceptarse una furgoneta con 10 kilos de sustancias para fabricar explosivos, armas y matrículas, entre otro material.

"Los explosivos tienen importancia pero fundamentalmente lo que nos interesa es desmembrar la organización que está detrás de la fabricación de estos explosivos", dijo el jefe de la Policía Judicial portuguesa, Jose María Almeida, a TVE.

Varios medios informaron de que la policía portuguesa y la Guardia Civil buscan ahora a dos presuntos miembros de ETA que huyeron hace aproximadamente una semana de la vivienda localizada.

El ministro del Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, dijo tras las detenciones del mes pasado que era razonable que la banda armada intentara instalarse en Portugal por la presión cada vez mayor a la que está sometida en Francia.

Rubalcaba avisó hace un mes de una posible acción inminente de ETA con la que la banda armada pretendería acaparar un protagonismo que está perdiendo por su debilidad ante el acoso policial, judicial y social y por su propia crisis interna, según el ministro.

2ª parteCerca de 500 kilos de explosivos en el presunto escondite de ETA en Portugal

La gendarmería portuguesa anunció este viernes que descubrió cerca de 500 kilos de explosivos y varios "artefactos listos para ser usados" en un "escondite" en el centro del país que, según fuentes antiterroristas españolas, pertenece a
ETA.

"Cerca de media tonelada" de explosivos así como "los ingredientes utilizados para su fabricación" fueron encontrados "en el garaje de una casa" en Casal da Averela, cerca de Obidos (centro), declaró a la prensa el comandante del centro antiexplosivos de la gendarmería, capitán Helder Barros.
"El material estaba almacenado bajo condiciones de seguridad que reflejan un trabajo de profesionales", precisó y agregó que también habían descubierto "varios artefactos (explosivos) listos para ser usados".
Antes, una fuente antiterrorista española había adelantado a AFP que la policía portuguesa había descubierto "material que pudo haber sido utilizado por ETA". En una conferencia de prensa en Lisboa, el director de la policía judicial portuguesa, José Almeida Rodrigues, había confirmado el descubrimiento de "una casa que servía de escondite a elementos que podrían formar parte de una red terrorista", pero sin mencionar específicamente al grupo armado vasco.
La agencia Vasco Press dijo que la operación era consecuencia de la interceptación fortuita de una furgoneta de la banda cargada de explosivos, el pasado 9 de enero en un control viario de la Guardia Civil en Bermillo de Sayago, pueblo de Zamora próximo a la frontera con Portugal. Dos presuntos etarras fueron detenidos en el país vecino cuando trataron de huir.

El ministro del Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, dijo entonces que ETA buscaba tener una infraestructura en Portugal, a partir de la cual poder cometer atentados en territorio español. Operar desde Francia, la retaguardia de ETA, es "cada vez más difícil", comentó el ministro, refiriéndose a la estrecha colaboración antiterrorista entre España y Francia.

La gendarmería portuguesa anunció el viernes que descubrió cerca de 500 kg de explosivos y varios "artefactos listos para ser usados" en un "escondite" en el centro del país que, según fuentes antiterroristas españolas, pertenece a la organización separatista vasca ETA.

Agradecimento a Anne-Rose Schelman (Bancada Directa sempre disponível)

O meu humor de Sabado. Engate à portuguesa.

Engate à portuguesa

João Silva em viagem de negócios, longe da família... livre que nem um passarinho.
Quarenta anos, executivo, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha-se com uma deusa sentada junto à janela.

Após 15 minutos de vôo ele não se contém:

- É a 1ª vez que vai a New York?

- Não, é uma viagem habitual.

- Trabalha com moda?

- Não, viajo em função de minhas pesquisas. Sou sexóloga.

- Suas pesquisas dedicam-se, a quê?

- No momento, pesquiso as características do pénis masculino.

- A que conclusão chegou?

- Que os Índios são os portadores de pénis com as dimensões mais avantajadas e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. Logo, são eles que proporcionam mais prazer às suas parceiras. Desculpe-me Senhor, eu estou aqui falando mas não sei o seu nome...

- Mohammed Ali Águia Branca da Silva!

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Crise? Mas qual crise?

"Crise, crise mesmo, é quando o Governo quer cair e a Oposição quer é segurá-lo. Isto é que é uma crise!...."

Os desalinhados no Bancada Directa

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Há por aí muita boa gente, nomeadamente alguns apresentadores de "talk shows" na televisão, que classificam as grafitagens nas paredes, como uma espécie de arte, a chamada "street art".

A imagem mostra o que fizeram na Rua Academia das Ciencias ( uma artéria que liga a Rua do Século para a zona de São Bento). Os donos de um imovel, já para evitar a acção dos "grafiters", mandaram fazer uma pintura mural que era excelente e bonita.

Há sempre a tendencia de um grafiter se considerar um "artista" e um artista que se preze nunca pinta sobre pintura de outro artista. É das regras. Não cabe na ideia de ninguém de que Renoir tivesse alguma vez danificado uma tela de Van Gogh, pintando um seu trabalho por cima. Ou o contrário, considerando a data em que nasceram.

Então que moral existiu quando alguém mostrou o "bonde dos prostitutos" tapando o mural existente? Será isto uma espécie de "street art"?

É que desta arte está Lisboa cheia. E sem necessidade!

Já nem dizemos "francamente" Seria muito pouco!

A foto é do Lisboa sos

Esta Lisboa que eu amo!

Esta Lisboa que eu amo

Com o atraso normal de três ou quatro dias que me envolve na publicação destes postes, confesso que perdi a referencia dos locais onde se regista a falta de civismo nas duas primeiras fotos. Mas creio que é o Largo Frei Heitor Pinto em Alvalade e a Igreja de São João de Brito.

Já o espectáculo triste dos automoveis encamisados, para já é ilegal, porque ocultam as chapas identificadoras das matrículas. E o facto de uma das camisas estar rota e ter calças curtas atrás define (à primeira vista) o proprietário. É por ali perto.

Francamente

Mas que ricos leaders politicos. Estamos feitos, não hajam dúvidas!.....

O quinteto era de cordas (Alec Guiness)

Isto cada vez se afunda mais.

E a respeito de entendimento, viste-o.

A culpa não é de ninguém em particular, mas de todos!...

Mas que rica Democracia.

Isto é o que pode acontecer numa viagem. Em qualquer viagem!

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Mostramos este filme com o sentimento de impotencia e perplexidade do que o futuro nos pode reservar.

A TODOS NÓS!

Vejam o tamanho, a simplicidade, a potência e as possibilidades de dissimulação que este tipo de explosivo permite. Este foi o explosivo que o tal nigeriano que estudou em Londres utilizou na tentativa de fazer explodir o voo 253, mas que foi abortada pela rápida reacção de um passageiro que apagou as chamas que iriam provocar o aquecimento que daria origem à explosão.Mas vejam o filme.....

Impressionante pela simplicidade.....

video

A Google na China é um problema. Mas um problema complexo.

Fragmentos e Opiniões
A Google na China é um problema.

Mas um problema complexo.


Empresas americanas evitam acusar Pequim, mas em "off" falam em espionagem industrial

Na sua habitual coluna no New York Times, Thomas Friedman escreve sobre a mais recente disputa entre a Google e a China, para referir que o problema se encontra a um nível muito mais profundo, do que aquele que poderia ser descrito simplesmente como um conflito comercial entre uma empresa e as autoridades do Estado.
Embora esta constatação possa parecer uma evidência à luz de toda a informação vinda a público no âmbito da estratégia adoptada pelas autoridades chinesas no que diz respeito ao controlo de empresas estrangeiras, Friedman acrescenta um olhar interessante sobre esta problemática.

Citando um CEO de uma empresa americana de tecnologias a operar na China, fica-se a saber que aquela foi “atacada” por ciberpiratas com o objectivo de roubar códigos de segurança, planos de negócio, e “tudo aquilo a que pudessem deitar a mão”. Espionagem industrial pura e dura que, segundo o mesmo CEO, é “a pior que já viu em 25 anos”. Uma afirmação sustentada por um responsável americano, que revelou a Thomas Friedman que este ataque em particular foi “muito extensivo e problemático”.

Apesar de nunca o ter afirmado peremptoriamente, tudo inidicia que o problema da Google vá muito além da mera censura de algumas páginas imposta pelas autoridades chineses. Neste momento, as empresas estrangeiras, nomeadamente americanas, enfrentam objectivamente problemas de espionagem industrial.

Friedman diz, e bem, que a China está a “brincar com o fogo”. Porque, conclui o Diplomata, se num primeiro momento, Pequim poderá ter uma certa sensação de de controlo da actividade das empresas estrangeiras e de aquisição de "know how", a curto e a médio prazo poderá instalar-se no mercado internacional a desconfiança relativa a todo o material electrónico e software “Made in China”.
Afinal de contas, quem quererá comprar um computador com um processador fabricado algures na China, quando existe a noção de que as autoridades daquele país estão a utilizar ciberpiratas para espionagem industrial?

Fonte: Alexandre Guerra

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Homenagem à Rosa

HOMENAGEM À ROSA

Preito a Rosa Lobato Faria

A Rosinha era um amor.
Bonita de fazer chorar as flores.
Principalmente as rosas.

Tinha uns olhos de mar salgado.
Uma forma de estar que encantava.
Escrevia como um poeta.
Sabia o que dizia.
Não era pimba. Felizmente.
Com a sua morte ficamos mais pobres.

O humor mais débil.
A poesia mais fraca.
Mas as pessoas como a Rosa não se vão na
cremação.
Ficam connosco no coração.
Para sempre.

Antonio Raposo

Vida dificil esta nossa que vivemos.

Caros amigos leitores do Bancada Directa

Sabemos que esta vida está dificil. Antonio Raposo já pôs o dedo na ferida. Mas temos de nós todos fazermos um esforço para a melhorar e tomar atitudes de contenção e uma postura adequada para fazer face ao momento e aparentarmos uma tranquilidade serena, passe a redundância.

Mas daí a este gato ter o comportamento que se vê, dizemos que não é preciso exagerar.

Agradecimento à Doutora Ilda

No passado dia 1 de Fevereiro fez 102 anos que aconteceu o regicídio. A nossa comunicação social deu relevo neste dia aos 100 dias de governação

Recordar é Viver

O Regicídio

A 1 de Fevereiro de 1908 aconteceu o "Regicídio" em Portugal. Fez agora 102 anos

Nota de Bancada Directa: O presente post apenas é uma linguagem informática para dar a conhecer estes acontecimentos prenunciadores de novos tempos que aí vinham; A implantação da 1ª República em 1910.

A publicação deste tema não subordina e nem dá a entender que o autor do post é, ou foi, adepto da "Causa Monárquica"


O destaque:

O escritor da época Raul Brandão relata-nos como se deram os acontecimentos no Terreiro do Paço pondo-se na figura de um pintor Artur Melo: “ Eu estava a quatro passos – confirma o pintor [Artur de] Melo. – Um homem subiu às traseiras do carro, olhou o rei cara a cara e deu-lhe um tiro de revólver. Vi um fumozinho branco sair-lhe do pescoço e, cem anos que eu viva, nunca mais me esquece a expressão de espanto daquela máscara.”»

Raul Brandão, Memórias, Tomo I, Relógio d'Água, Lisboa, 1998, p. 148.


Sobre quem foi este escritor clicar em Raul Brandão

Mas a verdade não foi bem assim. O rei Dom Carlos foi morto com um tiro de carabina que lhe atravessou o pescoço. Portanto o seu assassino nunca o encarou de frente. O seu filho é que foi abatido com um tiro de revolver que lhe desfigurou o rosto de frente

O Atentado

O Rei, a Rainha e o Príncipe Real encontravam-se então em Vila Viçosa, no Alentejo, onde costumavam passar uma temporada de caça no inverno. O infante D. Manuel havia regressado dias antes, por causa dos seus estudos como aspirante na marinha. Os acontecimentos acima descritos levaram D. Carlos a antecipar o regresso a Lisboa, tomando o comboio, na estação de Vila Viçosa, na manhã do dia 1 de Fevereiro. Com cuidado para que a sua já preocupada mãe não se aperceba, o Príncipe real arma-se com o seu revólver de oficial do exército. Durante o caminho o comboio sofre um ligeiro descarrilamento junto ao nó ferroviário de Casa Branca. Isto provocou um atraso de quase uma hora. A comitiva régia chegou ao Barreiro ao final da tarde, onde tomou o vapor "D. Luís", com destino ao Terreiro do Paço, em Lisboa, onde desembarcaram, na Estação Fluvial Sul e Sueste, por volta das 5 horas da tarde, onde eram esperados por vários membros do governo, incluindo João Franco, além dos infantes D. Manuel e D. Afonso, o irmão do rei. Apesar do clima de grande tensão, o monarca optou por seguir em carruagem aberta, envergando o uniforme de Generalíssimo, para demonstrar normalidade. A escolta resumia-se aos batedores protocolares e a um oficial a cavalo, Francisco Figueira Freire, ao lado da carruagem do rei.

Há pouca gente no Terreiro do Paço. Quando a carruagem circula junto ao lado ocidental da praça ouve-se um tiro e desencadeia-se o tiroteio. Um homem de barbas, passada a carruagem, dirige-se para o meio da rua, leva à cara a carabina que tinha escondida sob a sua capa, põe o joelho no chão e faz pontaria. O tiro atravessou o pescoço do Rei, matando-o imediatamente. Começa a fuzilaria: outros atiradores, em diversos pontos da praça, atiram sobre a carruagem, que fica crivada de balas.

Os populares desatam a correr em pânico. O condutor, Bento Caparica, é atingido numa mão. Com uma precisão e um sangue frio mortais, o primeiro atirador, mais tarde identificado como Manuel Buíça, professor primário expulso do Exército, volta a disparar. O seu segundo tiro vara o ombro do rei, cujo corpo descai para a direita, ficando de costas para o lado esquerdo da carruagem. Aproveitando isto, surge a correr de debaixo das arcadas um segundo regicida, Alfredo Costa, empregado do comércio e editor de obras de escândalo, que pondo o pé sobre o estribo da carruagem, se ergue à altura dos passageiros e dispara sobre o rei já tombado. A rainha, já de pé, fustiga-o com a única arma de que dispunha: um ramo de flores, gritando “Infames! Infames!” O criminoso volta-se para o príncipe D. Luís Filipe, que se levanta e saca do revólver do bolso do sobretudo, mas é atingido no peito. A bala, de pequeno calibre, não penetra o esterno (segundo outros relatos, atravessa-lhe um pulmão, mas não era uma ferida mortal) e o Príncipe, sem hesitar, aproveitando porventura a distracção fornecida pela actuação inesperada da rainha sua mãe, desfecha quatro tiros rápidos sobre o atacante, que tomba da carruagem. Mas ao levantar-se D. Luís Filipe fica na linha de tiro e o assassino da carabina atira a matar: uma bala de grosso calibre atinge-o na face esquerda, saindo pela nuca. D. Manuel vê o seu irmão já tombado e tenta estancar-lhe o sangue com um lenço, que logo fica ensopado.

A fuzilaria continua. Dª Amélia permanece de pé, gritando por ajuda. Buíça volta a fazer pontaria (sobre o infante? sobre a rainha?) mas é impedido de disparar sobre a carruagem pela intervenção de Henrique da Silva Valente, simples soldado de Infantaria 12, que passava no local, e que se lança sobre ele de mãos nuas. Na breve luta que se segue o soldado é atingido numa perna, mas a sua intervenção é providencial. Tendo voltado o seu cavalo, o oficial Francisco Figueira carrega primeiro sobre o Costa, que ferido pelo príncipe é atingido por um golpe de sabre e preso pela polícia, e de seguida dirige-se a Buíça. Este ainda o consegue atingir numa perna com a sua última bala e tenta fugir, mas Figueira alcança-o e imobiliza-o com uma estocada.

Com os regicidas imobilizados, o zelo excessivo dos polícias presentes levou a que acabassem abatidos no local, o que dificultou as posteriores investigações sobre o atentado. Segundo alguns relatos, Alfredo Costa já estaria moribundo, mas sabe-se que Manuel Buíça, mesmo ferido, resistiu à sua apreensão pela polícia. Também vítima da polícia foi um transeunte inocente, Sabino Costa, empregado de ourivesaria e monárquico, provavelmente confundido com outro regicida oculto na multidão. De facto, o condutor, a golpes de chicote, fez arrancar a carruagem, virando a esquina para a rua do Arsenal, procurando aí refúgio. É nessa altura que um atirador desconhecido ainda consegue atingir D. Manuel num braço (segundo outras versões, o tiro de raspão atingiu-o ainda antes de a carruagem virar para a rua do Arsenal, mas esse tiro já não podia partir dos dois regicidas mencionados, já a braços com a polícia). A carruagem entra no Arsenal da Marinha, onde se verifica o óbito do Rei e o do Herdeiro do Trono. Quando o Infante D. Afonso, que havia começado a correr desde o seu carro no fim do cortejo, chegou ao Arsenal, teve como primeiro instinto acusar João Franco como responsável pela tragédia. A mãe de D. Carlos, a rainha Dª Maria Pia foi chamada ao Arsenal, onde encontrando-se com Dª Amélia lhe diz desolada: “Mataram-me o meu filho.”, ao que esta respondeu: “E o meu também.”

Julgando que se tratava de um novo golpe de estado, a população de Lisboa refugia-se nas suas casas e a cidade fica deserta. Mas as tropas permanecem nos quartéis e a situação permanece calma: o atentado não foi um sinal para o golpe, que já havia sido frustrado, antes o acto de quem ainda tinha armas na mão, porventura influenciados pela repressão que se previa da parte do governo. À noite as rainhas e o novo rei foram escoltados para o palácio das Necessidades, pois temia-se novo atentado. Depois veio a tarefa macabra de levar os corpos para o palácio, o que foi feito sentando-os em duas carruagens, como se fossem vivos, a cabeça de D. Luís Filipe tombando sobre o ombro do seu tio, o infante D. Afonso, agora o novo Príncipe Real. Não foram efectuadas autópsias, sendo os corpos embalsamados sob a supervisão do médico da Casa Real, D. Thomaz de Mello Breyner, tarefa penosa não só pela proximidade ás vitimas como também pelo estrago feito pelas balas.



A fonte principal deste texto é a Wikipédia

Azores. O paraíso. Um filme longo, para ser visto por varias vezs. Uma maravilha.

Este filme sobre os Açores é um pouco longo, cerca de 5o minutos, e por isso desaconselhavel de se ver num blogue como o nosso.
Aconselhamos que o mesmo seja visto por várias vezes, bastando clicar no cursor de tempo do video e arrastá-lo até ao ponto que se deseja.

Fragmentos e Opiniões. Um país chamado Portugal que anda à deriva neste momento.Antonio Raposo diz de sua justiça!

Fragmentos e OpiniõesUm país, Portugal, que anda à deriva

A crónica de Antonio Raposo

Ninguém sabe o que fazer deste País.

Até as agências de ratings já nos mordem os sapatos, na ânsia de nos enviarem para as mãos dos gordos financeiros das casa de penhores deste mundo onde nos movemos.

O certo é que a gente gasta mais do que (produz) ganha!

É aqui que os nossos governantes deviam olhar. Precisamos de produzir aquilo que compramos fora. E é isso que não conseguimos fazer NUNCA pois a mão de obra acaba sempre por ser mais barata em qualquer outro país do terceiro mundo do que no nosso. Logo, assim não conseguimos suplantar o obstáculo.

Portanto, a União Europeia está a contribuir para a nossa desgraça.
Porquê? Obrigando-nos a fazer o que ela quer e ao mesmo tempo a pagar uma crise que ela contribuiu.

Porque é que temos que ir comprar batatas a França se cá os campos também as produzem (se bem que tenham menor rentabilidade) e com isso deixaríamos de enviar as nossas divisas para fora? Com o mercado comum está tudo lixado! É preciso quebrar esta cadeia.

Ficavam mais caras as batatas? Sim. Mas o País ficava com as divisas! Daí, mais rico!

Mas produzir quer dizer o seguinte: fazer cá, com gente de cá e dinheiro de cá. O contrário vem a dar no mesmo: vai-se tudo embora.

Como a coisa está os vampiros levam tudo!

Conseguimos em meia dúzia de anos dar cabo da agricultura, das pescas, da industria, graças à nossa entrada na União. Mandaram-nos uns milhões para nós depois irmos comprar-lhes o que passamos a não ter .Ficámos nas mãos deles!

Sob o olhar admirado dos dirigentes dos partidos

Então não se estava mesmo a ver que o pessoal ia todo para o desemprego?

Não era óbvio? E ninguém acha que isso é uma desgraça?
Para ajudar um rapaz jeitoso na qualidade de ministro comprou-nos dois submarinos por um preço que teremos que pagar a vida inteira. Não lhe sucedeu nada e anda aí como se tivesse feito grandes coisas. Eu metia-o num dos submarinos e mandava-o ao fundo para ele ver se encontrava o dinheiro para pagar aos alemães!

Que vergonha!

O submarino vai-nos servir para quê?

Para perseguir os talibans? Para nos afundar a todos nas dívidas!

E o Paulo Portas é o único responsável por esta loucura?

E o 1º ministro não foi?

Não era esse “jeitoso” do Santana Lopes que acabou com a medalha do Cavaco, pelos grandes serviços à Nação? ….

Só a Banca continua a ganhar dinheiro. Porque são os banqueiros e os gordos financeiros os que aplicam a massa como se fosse uma economia de casino.

Ganham o que querem, tem as leis que lhe permitem mover os capitais como lhes apetece. No fim ameaçam o pessoal. Estão podres de ricos!

Esta é a democracia deles! Melhor que a ditadura de Salazar.

Adeus 25 de Abril.

Indivíduos como o dono da Sonae parecem os donos do mundo e como não tem argumento para contrariar as ideias disse do alto da sua cátedra: O Louçã mente com quantos dentes tem na boca.

Que eu saiba isto não abona nada o sr. Belmiro. Ele atacou a pessoa mas não as ideias!

Isso é batota! Assim não vale. Se o Louçã mente ele terá que dizer em quê e no quê. Se não o fizer quem mente é ele! Não basta ter dinheiro. Não basta ser engenheiro. Tem que se perseguir a verdade.

E disse mais que o Cavaco (que foi seu grande amigo, ainda há dias) não presta porque despediu 4 ministros empregados dele!

O sr. Belmiro acha bem que quatro amigos dele estivessem no governo? Que desaforo!

Então é por isso que o Cavaco é mau? Se não fossem empregados dele seriam bons?
Mas eles eram tão bons amigos!

De que serve ter cá uma fábrica de automóveis estrangeira se o que nós recebemos como contributo e a mão de obra? O resto vai-se tudo embora.

De que serve ter feito no vale do Ave uma terra com muitos a trabalhar. Bastou abrirem as portas à China e o pessoal ficou todo no desemprego. Qualquer ceguinho teria olhos para ver isso, excepto os dirigentes papalvos da época. Muitos ainda agora, ricos, estão no activo, a continuar a enganar o Zé.

Eu não me chamo ZÉ!

Antonio Raposo

Magia do Futebol

Quando a magia de um passe ultrapassa quem marca um golo!

Num jogo entre o La Coruna e Real Madrid que se realizou no fim-de-semana, Guti faz uma maravilha colectiva.





Sem mais palavras...

Viva o Mexico e sua Polícia!

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