BANCADA DIRECTA
BANCADA DIRECTA

Sábado, 25 de Maio de 2013

Falemos de palhaços. Cá para mim palhaço só há um! Sou eu e mais nenhum! É que andam para aí palhaços que falam, falam, falam e eu não os vejo a fazer nada!....

As voltas que o dinheiro dá! São os nossos “Fragmentos e Opiniões” financeiros. O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” põe o dedo na ferida: o dinheiro não sumiu, mudou foi mesmo de lugar…….

As voltas que o dinheiro dá! 
São os nossos “Fragmentos e Opiniões” financeiros. 
O nosso cronista “Olho Vivo e Pé Ligeiro” põe o dedo na ferida: 
O dinheiro não sumiu, mudou foi mesmo de lugar……. 

O DINHEIRO NÃO SUMIU – MUDOU FOI DE LUGAR!

Li na imprensa diária que só nos chamados “Paraísos Fiscais” estariam repousando 14 biliões de euros. Diz a organização não-governamental OXFAM. 

Dois terços desta enorme fortuna em paraísos localizados na Europa. 

 Esta montanha de dinheiro tem origem nas grandes multinacionais entre as quais a Apple e a Google e centenas de outras.

A Europa tem na União Europeia a sua unidade e força, mas eu chego à triste conclusão que quem lá manda não manda nada e não passa de gente que dá a cara, a troco de uns “trocados”. Então estão milhões na Europa no desemprego e não há dinheiro para o “desenvolvimento”.


Os bancos estão lisos, o Zé pagante está sem cheta Os reformados não tem dinheiro para os remédios e os paraísos fiscais estão a abarrotar? Isto faz sentido? E nada se faz para acabar com esta verdadeira sangria? 

Pobres povos iludidos com as políticas e com os políticos e com os meios de comunicação ao serviço deles e fundamentalmente dos nossos “amigos” ricaços que para eles não há impostos nem crise nem coisíssima nenhuma.

Quando eu vejo estes senhores que hoje tem assento no “conselho de estado” pergunto-me se eles têm a consciência do que está a acontecer ou se acham que a coisa é mesmo assim (sempre houve pobres, dizem!) ou se estão pura e simplesmente a gozar com o pagode. 


Esta gente da política – os profissionais – tem uma tendência para a escoliose que na minha terra se chama falta de firmeza na espinha vertebral. E vem às vezes, gente amiga e simpática ( mas ingénua diga-se de passagem!) dizer-nos que nos endividámos. Temos que pagar.

Faz-me lembrar aquele ditado do brasileiro que dizia na missa: ajoelhas-te? – Tens que rezar!

Nunca ouviram o ditado: “Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão!”


Estão a perceber onde eu quero chegar? Boa! 


Olho Vivo e Pé Ligeiro

Lisboa. 2013. Maio. 24

Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

Submarinos para que te quero? Num país a meter água por todos os lados, o nosso cronista António Raposo pergunta – e muito bem – por andam os dois submarinos que nos custaram os olhos da cara.?



Submarinos para que te quero? 
Num país a meter água por todos os lados, o nosso cronista António Raposo pergunta – e muito bem – por andam os dois submarinos que nos custaram os olhos da cara? 

ONDE ESTÃO OS NOSSOS SUBMARINOS? 



Já não me lembro quantos milhões custaram aqueles dois submarinos que comprámos aos alemães. Sei que foi uma pipa de massa e que alguns governantes que estão ainda na berra entraram na sua aquisição. 

Na altura vieram-nos dizer que estávamos a precisar dos submarinos como de pão para a boca e eu até vi na televisão um tipo da marinha com uma linda farda e parece-me que algumas medalhas ao peito afirmar que era fundamental a gente ter submarinos para derrotar o inimigo. Nunca acreditei na patranha mas muita gente acreditou.


Pensei que os terroristas tinham evoluído e agora ameaçavam vir por debaixo de água. Tinham imenso fôlego – pensei eu ingenuamente. Entretanto, talvez com o dinheiro dos nossos descontos para a nossa reforma fizeram o pagamento. É claro que foram ao pote. E agora o pote não tem dinheiro para pagar as reformas aos próximos reformados.

Não se faz isto aos velhos…que coitados levaram 40 anos de descontos ou até mais para ter 10 anos de velhice descansada antes da ida até ao além. Lembro-me bem dos fundos de pensões dos que estavam fora da Segurança Social (dos bancos, etc.) serem eliminados para a nossa dívida parecer mais curta aos olhos dos míopes da União Europeia.

Agora o pote tem que pagar a mais uns milhares de reformados e o dinheiro a encurtar. Mas, das boas compras que se fez – tenho para mim – foram os submarinos. Esses que não devem ter dinheiro para o gasóleo, suspeito que estão escondidos algures nalgum porto – atracados a envelhecer e a provar que afinal o nosso inimigo não ataca submarinos coisa nenhuma.

O nosso inimigo ataca é os pensionistas e estes estão cada vez menos municiados – diria mais – as munições não chegam até ao fim do mês. Então porque é que não se faz um leilão dos submarinos? Fazia-se umas rifas… e quem acertasse tinha direito a jogar à batalha naval e podia acertar nos dois submarinos e mandá-los ao fundo.

Resolvíamos a dificuldade do dinheiro para o combustível.

Um abraço para os meus caros leitores

António Raposo
Lisboa. 2013. Maio. 24



Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

A salvação desta crise.......


Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

Doutrinas deste jaez o povo dispensa-as. 
É um exemplo flagrante daquilo que pensam os que sempre conviveram com o Poder. 


Quem pensa assim mostra uma insensibilidade social tão comum aos nossos governantes. Mas o homem é uma sumidade. 

Nunca devia ter passado fome como tantos que hoje passam 

 Eis o seu currículo 

João Luís Alves César das Neves (Lisboa, 1957) é um economista e professor português. Professor catedrático e presidente do Conselho Científico da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa, obteve na mesma faculdade a licenciatura e o doutoramento em Economia . 
Entre 1991 e 1995 foi assessor económico do primeiro-ministro, em 1990 foi assessor do ministro das Finanças e, de 1990 a 1991 e de 1995 a 1997, técnico superior do Banco de Portugal. 
Autor de mais de trinta livros e de múltiplos artigos científicos, é também colaborador na imprensa, assinando a coluna 
Não há almoços grátis, no Diário de Notícias.

Nota de Bancada Directa: Quanto a não haver almoços grátis, ele bem pode estar descansado que ninguém o incomodará para que ele mate a fome a um qualquer pobre.

Contribuições


João César das Neves (JCN), quiçá por ausência prolongada de pecados, andou arredado das homilias pias com que agride a inteligência dos crentes e hilaria os incréus.

Na prédica de hoje, neste ano da Graça de 2013, começa por advertir os paroquianos de como procede quem pretende destruir a sociedade: acusar vários réus «do Governo aos bancos, do euro aos corruptos», para advertir que essa forma é ineficaz.

Quando julgávamos que no bem-aventurado brilhava um módico de bom-senso, quis o predicante esclarecer-nos sobre «A verdadeira conspiração», a forma mais eficiente de «conseguir a aniquilação de Portugal». Engana-se quem pensa que a crise económica, ainda que fosse muito mais severa, ou os métodos políticos e militares eram capazes de nos destruir. É muito difícil destruir Portugal – diz JCN.

Mas… «Há uma maneira, e é simples». E está a acontecer-nos. Basta uma conceção que «degrade o conceito de casamento» a que se juntam «as brutais consequências humanas, psicológicas, educativas, culturais e sociais que nascem de famílias em desagregação». Censura a conflitualidade conjugal, explosão de divórcios, desequilíbrio emocional e precarização de relações», mas ignora que tudo acontece por vontade do seu Deus.

JCN adverte que «tudo nasce de uma ideologia lasciva que impõe o postulado de que no sexo todos os prazeres são equivalentes e devem ser excitados». E deplora «este tempo que promove divórcio, aborto, promiscuidade e depravação».

JCN espanta-se que «a população tenha apatia perante a podridão e se assuste com questões económicas, secundárias e passageiras» e não com «a incompreensível, boçal e brutal dissolução familiar», numa referência à lei que prevê a capacidade de co-adoção por casais ou unidos de facto do mesmo sexo, aprovada na generalidade, no Parlamento.

Sem nunca a referir expressamente é a esta lei que chama «A verdadeira conspiração».

Ateo gratias.

(In Ponte Europa)

Conselho de Estado. Foi convocado com objectivo de estudar as soluções para esta crise? Foi uma utopia para amolecer os portugueses.


O pai de Passos Coelho quer que o filho se demita! E admite que o seu menino está danado para se ver livre disto! Ele, pai, pensa que isto não tem conserto…..

O pai de Passos Coelho quer que o filho se demita! 
E admite que o seu menino está danado para se ver livre disto! 
Ele, pai, pensa que isto não tem conserto….. António Passos Coelho, pai do actual primeiro-ministro, nunca quis que o filho fosse para o Governo. 

Hoje, quase dois anos depois das eleições que o levaram a São Bento, admite que Pedro Passos Coelho “está morto por se ver livre disto”. Quando isso acontecer, a família “vai fazer uma festa”, admitiu ao jornal i. “Nunca gostámos que ele fosse para onde foi, porque a ideia cá em casa, na família, é que isto não tem conserto. 

Há muitos anos, não é de agora”, disse. Sobre as críticas que sistematicamente ouve contra o governo, Passos Coelho assegurou ao i que o filho está ciente das dificuldades que estão a ser impostas aos portugueses. “Coitado, sabe Deus o que ele passa. Está morto por se ver livre disto”, disse, acrescentando que, apesar de o país estar “mal”, “temos de viver em austeridade, não há volta a dar”. 

Antes das eleições, em pleno período de campanha, António confessa que alertava o filho para os problemas do caminho que estava a seguir: “Vais-te lixar”, dizia-lhe. “Toda esta gente que está aqui vai vaiar-te. Agora estão aqui todos contigo, mas daqui a um ano vão vaiar-te”. Mas apesar de ter alertado o filho para os dissabores da governação, foi o médico e ex-presidente da distrital do PSD de Vila Real que iniciou Passos na vida política quando, em 1978, o levou ao seu primeiro congresso do PSD em Lisboa. 

Agora em plena crise, António Passos Coelho confirma ao i aquilo que o primeiro-ministro já disse publicamente: que não vai deixar o Governo em caso de fracasso nas autárquicas. “É evidente que posso fazer isso [demitir-me], mas vai ser uma tragédia para o país. Tudo o que conseguimos cai de um dia para o outro, todo o critério internacional cai de um dia para o outro, vamos ter outro resgate, vamos ter uma austeridade pior que esta. Isto está na minha mão. Como é que eu posso fazer isso?”, terá desabafado o primeiro-ministro ao pai. 


Contribuições 
 Pai de Passos Coelho aconselha filho a demitir-se 

 O pai do primeiro-ministro confessa que a família não gostou que Pedro Passos Coelho tivesse ido para o Governo. O "jornal i" escreve hoje que "a pouco mais de uma semana de completar 87 anos, António Passos Coelho, pai do primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, prevê que "o Governo perde as eleições porque estes desígnios da austeridade são tramados". 


O médico relembra que nunca quis ver o filho nos meandros da política: "nunca gostámos que ele fosse para onde foi, porque a ideia cá em casa, na família, é que isto não tem concerto. Há muitos anos, não é de agora", diz. Segundo o jornal, há pouco mais de dois anos, em plena campanha eleitoral, António Passos Coelho deixava um recado ao filho: "Vais-te lixar", anteviu, guardando para si uma segunda previsão. "Toda a gente que está aqui vai vaiar-te. Agora estão aqui todos contigo, mas daqui a um ano vão vaiar-te. 


Não disse isto porque parecia mal na altura", recorda. O pai do primeiro-ministro assegura ainda que quando Passos Coelho abandonar o Governo "a gente vai fazer uma festa, cá na família, quando ele se vir livre disto. Vamos fazer uma festa, nem queira saber", garante.


“No Palco da Saudade” recorda hoje o grande actor Antonio Pedro. É a rubrica semanal de Salvador Santos integrando “O Teatro no Bancada Directa”.


“No Palco da Saudade” recorda hoje o grande actor Antonio Pedro. 
É a rubrica semanal de Salvador Santos integrando “O Teatro no Bancada Directa”.

Texto inédito e integral de Salvador Santos


ANTÓNIO PEDRO  


Nasceu pobre, muito pobre, e cedo ficou órfão de pai. Entrou na escola com oito anos, mas cabulou. Aos treze abandonou as aulas, com poucos conhecimentos adquiridos, e foi aprender um ofício: penteeiro, como o seu falecido pai. Embeiçado pelas vizinhas do andar de cima da oficina, ambas coristas no Teatro São Carlos, por elas começou a frequentar a porta da caixa (entrada dos artistas) do nosso teatro lírico.

Gostou do ambiente, ganhou amigos ligados à ópera e desatou a ver espetáculos um pouco por todos os palcos de Lisboa. Fez-se sócio de um grupo de teatro de amadores que havia na lisboeta calçada do Gascão e aos dezoito anos passou pelo Teatro da Graça, espaço reputado como o melhor dos não-profissionais na época.


E três anos depois ascende ao elenco de uma das mais populares e interessantes companhias portuguesas, a do Salitre, sediada então no antigo Teatro Camões por se encontrar fechado o seu espaço-sede devido à epidemia da febre-amarela que grassava na capital. 
Estávamos a 13 de dezembro de 1857, um domingo frio e cinzento, quando António Pedro se estreou como profissional nas comédias em um ato “O Magnetismo”, “Leite de Burras”, “Dois Papalvos” e “Os Abstratos”.

O sucesso foi de tal monta que o ator viria a ser disputado por todas as companhias existentes, o que o levaria a pular de teatro em teatro, representando os mais diferentes géneros, com predominância para a revista, a comédia e a mágica (género muito em voga na altura). E foi tão fulgurante a sua carreira que, com apenas dezoito anos de profissão, ainda antes de dobrar os quarenta anos de vida, já o Rei D. Luís I o condecorava com o grau de Cavaleiro da antiga Ordem de S. Tiago, de mérito científico, literário e artístico. 

Este homem completamente inculto, a quem «a natureza subsidiara com um corpo anguloso, esgalgado, cheio de deslocações, de gestos estranhos» – como o descreveu um crítico da época – que tinha uma predileção muito especial pelo vinho tinto, de tal forma que «pingolava antes de ir para a cena, pingolava nos intervalos, pingolava acabado o espetáculo» – segundo um escrito de um jovem colega –, foi um génio, um ator de raça. António Pedro era, no dizer de um cronista do seu tempo, «um ator singelo, inocente na sua superioridade, que não explica os seus papéis, não os comenta, não os sublima, cria-os!».

E que depois de representar de forma inigualável, dizia sempre, modesto e com a sua bonomia habitual: «Adregou de calhar…». Foram muitas as criações geniais do ator António Pedro ao longo da sua carreira. Como exemplo, impõe-se citar o seu Adballah de “Lotaria do Diabo” de Francisco Palla e Joaquim Augusto de Oliveira, o seu Fala Só de “O Saltimbanco” de António Enes e o seu extraordinário De Profundis de “O Sargento Mór de Villar” de Arnaldo Gama. Mas há muito mais exemplos da sua genialidade, como é o caso das personagens por ele criadas no drama “A Vida de Um Rapaz Pobre” de Octave Feuillet e nas revistas “Civilização e Progresso” e “Lisboa do Ano 1858”.


Foram aliás estas suas magníficas prestações nos palcos de Lisboa nos primeiros dezassete de anos de atividade que determinaram o convite para o seu ingresso no elenco do Teatro D. Maria II, onde se estreou em outubro de 1874, no espetáculo “O Paralítico”. Com este espetáculo do Teatro D. Maria II, António Pedro fez a sua primeira digressão ao Brasil, onde voltaria mais quatro vezes com a companhia da atriz Lucinda Simões, fazendo pelo meio uma brevíssima incursão pela capital de Espanha com relativo êxito. No Brasil, porém, o seu sucesso foi absoluto.
Lisboa. Campo Grande. Topo Sul. Busto de Antonio Pedro

O actor alcançou aí o estatuto de estrela, conquistando a unanimidade do público e critica quanto ao seu talento. Um crítico brasileiro, ao referir-se ao seu trabalho, escreveu nas páginas de um dos mais lidos jornais do Rio de Janeiro: «Nunca vi em teatro realidade mais completa. Chega a incomodar». Mas para lá dos elogios, o ator trouxe de terras de Vera Cruz um bom pecúlio, que lhe permitiu mandar construir uma casita na lisboeta travessa das Salgadeiras. Foi o que lhe valeu, pois por cá começou pobre e pobre acabou. Quando em 1885 se começaram a agravar as asfixias horrorosas que o deixavam prostradíssimo, provenientes de uma complicada lesão cardíaca, o deputado Urbano de Castro propôs a sua reforma nas Cortes. 

Em Abril do ano seguinte, o jornal O Dez de Março aplaudia a proposta e dizia: «É que António Pedro, uma das nossas mais brilhantes e indiscutíveis glórias artísticas, está doente, está quase impossibilitado de trabalhar e está pobre». Três dias antes de falecer, o ator andou de teatro em teatro a despedir-se de todos os seus amigos. O seu funeral foi uma afirmação da sua irradiante simpatia, da sua bondade e do seu talento.

Uma verdadeira multidão acompanhou-o até à última morada. Sessenta e três anos depois, o escultor Costa da Motta imortalizava-o num busto em bronze que se encontra exposto no topo sul do jardim do Campo Grande, em Lisboa, que passa despercebido ao comum dos cidadãos, mas que ainda hoje é lugar de visita dos jovens atores em formação nas nossas escolas de teatro.

Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto)

Porto. 2013. Maio. 20


Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Os “policiaristas” deste país vão reunir-se em Sintra no próximo Domingo 2 de Junho. Será o IX Convívio Anual da Tertúlia Policiária da Liberdade. Restaurante "Taverna dos Trovadores" ali mesmo em São Pedro de Sintra



É aqui nesta bela paisagem natural e "Património Mundial" que se vão reunir todos os policiaristas deste país. É o IX Convívio Anual da Tertúlia Policiária da Liberdade



Os “policiaristas” deste país vão reunir-se em Sintra. 
Domingo 2 de Junho 
Será o IX Convívio Anual da Tertúlia Policiária da Liberdade. 
Restaurante "Taverna dos Trovadores" ali mesmo em São Pedro de Sintra 
Esta fortíssima equipa vai lá estar para receber afectuosamente todos os policiaristas

IX Convívio da Tertúlia Policiária da Liberdade Domingo, 2 de Junho de 2013 Pode desde já inscrever-se para o IX Convívio da Tertúlia Policiária da Liberdade, que se realizará no domingo, 2 de Junho, em Sintra, na Taverna dos Trovadores, na área das Lojas do Picadeiro, junto ao largo da feira de S. Pedro de Sintra. 

O programa é o seguinte: 


11h00 – Início da concentração no bar do restaurante Taverna dos Trovadores 
11h45 – Passeio pela Vila de Sintra, em trem urbano dos Transportes Parque da Pena, Lda. (Esta digressão, que é opcional, com partida e chegada junto do local da concentração, ao preço especial de €4,00 por pessoa, só será efectuada se for possível assegurar, até às 12h00 de 31 de Maio, um mínimo de 20 participantes. Inscreva-se por isso com antecedência e prepare-se para desfrutar um belo passeio na alegre companhia dos seus confrades policiários).
13h00 – Almoço 
14h30 – Homenagem e momento musical 

O preço do almoço, com entradas e bebidas incluídas, é de €15,50 por pessoa. Bacalhau com broa é o prato principal, com alternativa para casos de dieta. Não falte a esta jornada de feliz convívio e traga amigos consigo, policiaristas ou não. 



Entrada e uma magnifica vista de um dos interiores do Restaurante "Taverna dos Trovadores" onde vai decorrer o IX Convívio Anual da Tertúlia Policiária da Liberdade

Contactos, para efeitos de inscrição: 
Maria José Junqueira (Búfalos Associados): 966 435 564 
Maria Helena e António Raposo: 966 173 648 
Pedro Faria (Nove/Verbatim): 966 102 077


Recordar uma consagração
Ainda em tempos muito recentes assistiu-se a esta consagração pelo nosso "mestre" a uma dupla de produtores e solucionistas que muito tem dado do seu talento e esforço pessoal para que o nosso "POLICIÁRIO" se mantenha vivo e sempre em forma. 

O local é a Escola Pratica de Cavalaria em Santarém e a dupla rodeia o nosso mestre que apresenta um sorriso de felicidade pelo outorgamento do prémio.

Escrevo a notação da efeméride porque esta noite sonhei que o nosso mestre Inspector Fidalgo e a dupla A. Raposo e Lena estarão presentes no IX Convivio Anual da Tertúlia Policiária da Liberdade.

Mais a mais porque o Inspector Fidalgo anda todo eufórico pela conquista pelos Dragões do Campeonato e quer mostrar a sua felicidade aos seus amigos benfiquistas. Não para os arreliar mas para mostrar que no próximo ano há mais.....

Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Eu reflito, logo existo! E o Benfica também!

Eu reflito, logo existo! 
E o Benfica também! 



O meu salário é como o Benfica……Vai-se todo nos descontos!....

E agora digam-me lá se as mentalidades e comportamento daqueles que hoje nos governam, apesar de nuances nas suas justificações, não são semelhantes ao que preconizava o seu querido mentor ideológico, ou seja a Ditadura do Poder. Falamos de subsidios para desempregados e a sua justeza….

E agora digam-me lá se as mentalidades e comportamento daqueles que hoje nos governam, apesar de nuances nas suas justificações, não são semelhantes ao que preconizava o seu querido mentor ideológico, ou seja a Ditadura do Poder. 
Falamos de subsídios para desempregados e a sua justeza…. 

 De vez em quando, tropeça-se por acaso em textos com oito décadas que mostram como há mentalidades que vêm de muito longe e que imprimiram carácter. 

Os termos utilizados no discurso são hoje diferentes, a sua concretização talvez mais difícil, mas a «ética» subjacente é fundamentalmente a mesma. Ou não? 


«O subsídio sem o trabalho compensador desmoraliza os indivíduos, torna-os indolentes, comodistas, completamente inúteis à vida duma sociedade. O subsídio a troco de trabalho, pelo contrário, não desabitua os homens da sua função natural dentro da vida e enriquece o País com o acabamento e a iniciação de obras públicas que são de utilidade para todos. 

Desta forma, o imposto do desemprego não se torna tão pesado ao contribuinte, porque, além de sarar uma chaga social que o deve incomodar, vai encontrar-se em melhoramentos que ele próprio reclama há muito tempo.» 

 António Oliveira Salazar, 1932

in "entre as brumas da memória"

Obrigado Pela Sua Visita !