BANCADA DIRECTA
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quarta-feira, 23 de Abril de 2014

Por estas terras da borda de água aproveito para descansar. As águas corrediças para o Tejo do Rio Alviela andam de mãos dadas com São Vicente do Paúl. ´

 Os recantos das margens do Rio Alviela, longe dos olhares das pessoas que não são desta terra convidam-nos a descansar e a purificar as nossas ideias

O lugar do Outeiro do Bairrinho está bem enquadrada no tipicismo ribatejano de São Vicente do Paúl

 O velho lagar, de tão gratas recordações para nós,  situado na Corredoura traz-nos à memória a azáfama que por aqui passava  no tempo da campanha do azeite.

 Pelas terras de São Vicente passa a Auto Estrada A1 em direcção ao norte do país.

 Os lugares sossegados de São Vicente do Paúl

A paisagem agrícola do Ribatejo da borda de água

Fotos: Bancada Directa

O Teatro de Marionetas no Bancada Directa. Salvador Santos recorda hoje a figura de João Paulo Seara Cardoso, fundador do Teatro de Marionetas do Porto. É a sua rubrica semanal “No Palco da Saudade”.

In memoriam
João Paulo Seara Cardoso nasceu no Porto em 3 de Fevereiro de 1956 e faleceu nesta mesma cidade em 29 de Outubro de 2010
 Foi um escritor, encenador e bonecreiro. Foi o fundador e Director Artístico do Teatro de Marionetas do Porto

O Teatro de Marionetas no Bancada Directa. 
Salvador Santos recorda hoje a figura de João Paulo Seara Cardoso, fundador do Teatro de Marionetas do Porto. 
É a sua rubrica semanal “No Palco da Saudade”. 

“No Palco da Saudade” 
 Texto inédito e integral de Salvador Santos (Teatro Nacional de São João. Porto

JOÃO PAULO SEARA CARDOSO 

Fantoches, robertos, marionetas, bonifrates, títeres… enfim, bonecos com vida e outras formas animadas, era este o mundo que o apaixonava e ao qual dedicou quase por completo a sua extraordinária criatividade artística. Começou por receber de Mestre António Dias a herança desta tradição secular, tendo aperfeiçoado depois a sua arte com os Mestres Marcel Violette, Lopez Barrantes, Jim Henson e João Coimbra. 

E com a frequência dos cursos do Institut National d’Éducation Populaire e do Institut International de la Marionnette acedeu a um patamar de especialização, que, a par do seu talento nato, o transformaram num ator marionetista de excelência, reconhecido pelas instituições internacionais mais prestigiadas da sua área de intervenção artística. João Paulo Seara Cardoso era aluno do 3º. Ano da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, cidade onde nasceu em 1956, quando decidiu abandonar os estudos e ser actor
 O gosto pelo teatro havia crescido imparavelmente nos dois anos anteriores, sobretudo a partir do momento em que se inscreveu num curso ministrado pelo Teatro Universitário do Porto, que o levaria pouco depois ao Teatro Amador de Intervenção. Embora incompletos, os ensinamentos recebidos em Engenharia Mecânica seriam muito úteis à carreira teatral que então iniciava, nomeadamente no que respeita ao lado mecânico dos espectáculos, quando acumulou as funções de actor com as de cenógrafo e, sobretudo, quando enveredou definitivamente pelo teatro de marionetas.

Foi em 1978, quando se assinalou o Ano Internacional da Criança, que João Paulo Seara Cardoso descobriu o teatro de robertos e se fez literalmente à estrada, com uma barraca rudimentar e uma roufenha aparelhagem sonora. Nessa altura chegou a fazer espectáculos para quinhentas crianças em escolas, salões de bombeiros e associações recreativas, vivendo o que ele considerou «uma experiência fantástica de democratização cultural». 


Experiência, de resto, muito semelhante à que viveu no FAOJ (Fundo de Apoio aos Organismos Juvenis), no início dos anos 1980, como responsável pelas áreas do teatro de marionetas, etnografia e música, contactando de perto com o teatro popular (Enterro do Judas, Festa da Bugiada…), ao percorrer o país de lés-a-lés. 

Ultrapassada aquela vida de andarilho, João Paulo Seara Cardoso passou então a representar, em ambiente de cabaré, uns delirantes espetáculos com marionetas, de sua autoria. E estes verdadeiros happenings, que aconteciam em todas as noites de sábado no café-teatro Realejo, na cidade do Porto, eram recebidos em êxtase por um cada vez mais número de público. 
Na sequência deste enorme sucesso, um conhecido produtor de televisão convidou-o a criar um programa infantil para a RTP. E assim surgiu, em 1985, “A Árvore dos Patafúrdios” e, logo de seguida, “Os Amigos de Gaspar”, “Mópi” e “No Tempo dos Afonsinhos”, programas televisivos assinados em parceria com Sérgio Godinho, Jorge Constante Pereira e Carlos Dias, que marcaram uma geração. 

Depois daquela extraordinária aventura televisiva, João Seara Cardoso decidiu criar o Teatro de Marionetas do Porto, estrutura que, numa primeira fase, centrou a sua actividade na criação de espectáculos que resultavam da pesquisa do património popular. 

Partindo das raízes, a companhia começou a progredir ao longo de diversas criações com um certo cariz experimental, no sentido da procura de elementos de modernidade da marioneta. “Exit”, estreado em 1998, foi o espectáculo que mais claramente consolidou esse rumo.

Mas a produção que obtém um maior reconhecimento do grande público surgira cinco anos antes: “Vai no Batalha”, uma sátira política que zombava de várias personalidades públicas e parodiava alguns fenómenos sociais emergentes. 

Não obstante a popularidade granjeada, João Paulo Seara Cardoso mostrou-se sempre insatisfeito. A sua maior preocupação centrava-se na procura de novas possibilidades de exploração do teatro de marionetas, enquanto linguagem poética e imagética evocativa da contemporaneidade, transversal a todas as outras formas de expressão artística, como a dança, as artes plásticas, a música e a imagem. 

Com a coreógrafa, e sua mulher, Isabel Barros, criou dois dos espectáculos – “3ª. Estação” e “Hamlet Machine” – que melhor reflectem essa preocupação da miscigenação do teatro de marionetas com outras linguagens artísticas, da mesma forma que teve sempre em Júlio Vanzeller, enquanto criador de marionetas, um aliado na fuga ao convencional. 
Para além de ter encenado todos os espectáculos do Teatro de Marionetas do Porto, e interpretado muitos deles, João Paulo Seara Cardoso não se ficou por aqui. 
Dirigiu três espectáculos para o Visões Úteis, criou “Máquina-Homem/Clone Fighters” para a Expo’98, encenou a ópera “O Lobo Diogo e o Mosquito Valentim” para a Casa da Música, deu aulas de interpretação teatral na Escola Profissional do Balleteatro e escreveu nove livros, entre os quais “Dás-me Um Tesouro?”, obra premiada pela Associação Portuguesa de Escritores. 

Quando a morte o levou, vítima de um fulminante cancro nos pulmões, em Outubro de 2010, tinha em mãos o sonho da criação de um Museu, que viria a ser uma realidade algum tempo depois na portuense Rua das Flores, onde hoje se pode apreciar todo o espólio de 25 anos do Teatro de Marionetas do Porto. 

Salvador Santos
Teatro Nacional de São João. Porto
Porto. 2014. Abril. 22

terça-feira, 22 de Abril de 2014

Um lord cheio de mordomias não se comporta como faz Eduardo Catroga. Está auferir 35 mil euros de vencimento e quase 10 mil de reforma e por cima ainda é chorão…….

Um lord cheio de mordomias nãé beneficiado como é

Eduardo Catroga. Está auferir 35 mil euros de vencimento e quase 10 mil de reforma e por cima ainda é chorão……. 

Para alguns viver melhor ou pior é uma questão pessoal e de somenos importância. 

No meio desta sintética dicotomia existiam os ‘remediados’ que desapareceram com o 'ajustamento' pelo que a tensão social se adensou e as 'coisas' ficaram mais visíveis, algumas intoleráveis-- 

Para impor austeridade sobre os salários advindos da venda da força do trabalho no sacrossanto mercado é preciso fazer crer que alguns que vivem acima das suas possibilidades. Para outros as possibilidades são ilimitadas. E consideram que vivem sempre abaixo. 

Para poucos – muito poucos - acumular um ordenado mensal de 35.000 com uma pensão (unificada) de 9.693,54 euros "não chega a compensar totalmente o que deixei de ganhar pelo não exercício de outras funções de administração ou consultoria em empresas privadas." 

Ler a noticia clicando aqui

Palavras para quê? É um ‘lord’ [já não tem idade para ‘boy’] oriundo da camarilha cavaquista. 

E não viverá nem acima nem abaixo de possibilidades. Vive como um lord e ainda nos ‘oferece’ conselhos e, às vezes, ‘pentelhos’…

E chora …….

A fonte deste texto é do "Ponte Europa"

Pedro Pinto andava à deriva entre os seus pares na Camara de Sintra. Agora bateu com a porta e Sintra ficou mais aliviada!. Começa a normalizar-se a vontade popular das ultimas eleições para a Câmara de Sintra. Encarar as gentes de Sintra de frente era um suplicio para PP. No Parlamento o Povo está longe......


Sintra está a ficar mais aliviada.Pedro Pinto, uma das cabeças pensantes e mandantes das politicas do Governo, abandona Câmara de Sintra. 
Começa a normalizar-se a vontade popular das ultimas eleições para a Câmara de Sintra. 
Encarar as gentes de Sintra de frente era um suplicio para PP. 
No Parlamento o Povo está longe...... 

Pedro Pinto, deputado e vice-presidente do PSD, renunciou ao mandato na Câmara de Sintra, para o qual foi eleito nas últimas eleições autárquicas numa coligação com o CDS-PP. Pedro Pinto alega motivos pessoais João Carlos Santos Pedro Pinto alega motivos pessoais 

Numa carta enviada a Basílio Horta, presidente da Câmara de Sintra, Pedro Pinto, o social-democrata que liderou a coligação Sintra Pode Mais, nas eleições autárquicas de 29 de Outubro de 2013, solicitou "a renúncia ao mandato, por motivos pessoais". Na missiva datada de 4 de abril e que a Lusa teve hoje acesso, Pedro Pinto deseja a Basílio Horta (PS) "as maiores felicidades pessoais e políticas na condução da Câmara Municipal de Sintra". 
Recorde-se que o deputado e vice-presidente do PSD já tinha suspendido o mandato de vereador após a lista PSD/CDS-PP ter obtido apenas 13,8% dos votos, ficando atrás do candidato do PS (26,8%) e do movimento independente Sintrenses com Marco Almeida (25,4%). A renúncia de Pedro Pinto, para António Capucho, líder da bancada do movimento SMA na assembleia municipal "veio avolumar a péssima imagem deixada pelo PSD no concelho de Sintra". 

O autarca independente classificou como "bizarro" todo o processo da escolha de Pedro Pinto e considerou que "apenas se destinou a impedir a candidatura de Marco Almeida". António Capucho, que foi um dos militantes sociais-democratas expulsos do partido por integrarem listas independentes nas últimas autárquicas, lamentou que o PSD tenha preterido Marco Almeida, "apoiado pelas estruturas locais", a favor da "candidatura seguidista" da direcção nacional e de Pedro Passos Coelho. 

Fonte: Expresso

segunda-feira, 21 de Abril de 2014

Diga 33 e fica esta foto para a história


O desporto e a vida no Bancada Directa. Toda a natureza da Serra do Gerês no seu esplendor. É a realização do Gerês Nature Trail Aventure já neste próximo fim-de-semana





O Carlos Sá Gerês Trail Aventure® é um evento de trail com três provas de três distâncias diferentes (107 km, 82 km e de 43 km).


Todas as provas (seja dos 107 km, dos 82 km ou dos 43km) decorrerão ao longo de três etapas, em três dias (25, 26 e 27 de Abril de 2014), naquele que é o único Parque Nacional de Portugal (Parque Nacional da Peneda Gerês). 

Todas as etapas de todas as provas terao partida e chegada no centro da Vila do Gerês (ou transporte até ao local da mesma), e irão levar os participantes por alguns dos mais belos e inóspitos recantos do Gerês, entre a fauna, a flora, assim como as aldeias e as gentes, os seus costumes e tradições. 

As provas de 107 km e de 82 km só poderão ser realizadas por equipas (de 2 ou 3 elementos). 

A prova de 43 km poderá ser realizada individualmente. Tu consegues fazer os 107 km em 3 Dias (35 +60 +12)! Tu consegues fazer os 82 km em 3 dias (35 +35 +12)! Tu consegues fazer os 43 de km em 3 dias (16 +15 + 12)! 

Escolhe o teu desafio ... e supera-te no único Parque Nacional de Portugal (Peneda-Gerês)! 

Vais esperar que te contem como foi?

domingo, 20 de Abril de 2014

SLBenfica. Època de 2013-2014. A imagem de uma época com valor, talento e dignidade. O nosso Domingo de Páscoa


Ao começo da tarde vamos recordar e prestar homenagem àquele que é o responsável da actual garra benfiquista e motiva os atletas para darem em campo o seu melhor, respeitando sempre os adversários como iria ser com o glorioso clube algarvio Olhanense
 Já no interior do Estádio, no acesso ao Pavilhão 2 admirar novamente aqueles que engrandeceram o futebol do Glorioso SLB
E agora todos para o Marquês
O titulo de Campeão já cá mora!

 O post está um bocado torto porque o tablet custa a responder

A festa ainda dura
A confusão está instalada
Estamos bem, porque ficámos longe, no cimo do Parque Eduardo VII
É tempo de ir embora

sábado, 19 de Abril de 2014

Por estas terras minhotas comemora-se o 25 de Abril


 E já agora uma noticia de Folclore

Os homens e mulheres de amanhã! O nosso cronista Antonio Raposo disserta sobre este tema e volta a criticar tudo aquilo que se reporta às humilhações das praxes". São os Fragmentos e Opiniões do Bancada Directa

Os homens e mulheres de amanhã! 
O nosso cronista Antonio Raposo disserta sobre este tema e volta a criticar tudo aquilo que se reporta às humilhações das praxes". 
São os Fragmentos e Opiniões do Bancada Directa 

OS HOMENS E MULHERES DE AMANHà


Passei pelo jardim do Campo Grande, em Lisboa, ali perto da cidade universitária e que vejo eu meio escondidos da vista do público? 

Um grupo de estudantes universitários. Uns vestidos de capa e batina outros à civil estando estes últimos alinhados como se esperassem ordem dos mancebos que os comandavam. 

Disse cá para mim: não têm vergonha na cara! 

Ainda se passou tão pouco tempo sobre a desgraça que caiu sobre diversos estudantes e lá estão eles de novo a repetir pela milhenta e estafada vez o soez sintoma de submissão que é o de ser humilhado e de gostar de ser. 

Há coisas que me revoltam a tripalhada e já não tenho paciência para esta gentalha. Quando me vem dizer que há de praxes boas não lembra o diabo. 
Todas as praxes são humilhantes e baseiam-se exactamente na humilhação. Nunca vi uma praxe sem esses ingredientes. Se alguém conhecer que me avise. É com esta gente que Portugal conta para os futuros dirigentes? Gente que é humilhada e aprecia? Será que nasceram com o síndroma de masoquista? 

Será que não tem personalidade e nada lhes resta no interior senão a fatalidade de serem amachucados e retirarem daí prazer. E estas novas universidades de qualidade “relvista” também tem a sua culpa no cartório ao promoverem estas actividades dando-lhes espaço e condições para enganarem o pessoal e fingir que tem prestígio o que lhes sobra em vacuidade. 

Tradições? Não brinquem comigo! Palhaçada! 
E já agora, o ministro que tutela as universidades devia meter-se à frente e acabar com estas bandalheiras, de uma vez por todas. Parece que o pessoal só lá vai a chicote. Infelizmente.

Como o cão do Pavlov.

Antonio Raposo
Lisboa. 17. Abril. 2014

sexta-feira, 18 de Abril de 2014

Uma Santa Páscoa para todos, mesmo para aqueles que andam a atormentar-me a vida e sacaram-me do meu vencimento este mês uns oitenta e tal que me fazem tanta falta.........

Anime
Bancada Directa, nas pessoas dos seus administradores, deseja aos seus fieis amigos leitores e a todas as pessoas de bom coração que tenham uma Santa Páscoa.

Vamos todos encontrar no nosso caminho uma  luz de fraternidade e esperança  para que estas dificuldades do dia a dia desapareçam, são os nossos votos.

Sexta Feira Santa: Dia da maré mais baixa do ano. É a "Festa da Concha" na praia do Magoito. Uma das mais antigas tradições deste Portugal. O mexilhão do Magoito é a estrela neste dia.

 A Praia do Magoito sempre cheia de mexilhoeiros amadores desde as 7 da manhã.

 A Concheira da Praia do Magoito. Local onde se recolhem os melhores mexilhões desta zona.

Um magote de gente e de viaturas alteram neste dia a pacatez da praia de Santa Maria do Magoito

 Claro que o mexilhão ao natural vai ser  o prato forte da rapaziada lá para o meio da tarde

Força rapaziada

As fotos são do Bancada Directa, excepto a ultima pertença do blogue "rio das maçãs"

Obrigado Pela Sua Visita !